quinta-feira, 30 de junho de 2011

A festa da Matemática


Esta fotografia que nos chega através da Isabel Sales Henriques, recorda a “Festa da Matemática” do ano de 1971/72.

Segundo o escrito do verso da fotografia esta foi tirada na sala Nº13. Sobre as participantes reconheço muitas só que os nomes é que é o pior.

Comentários:

Vamos ver se consigo por os nomes as caras.
De cima, comecando na esquerda: ?, Maria da Luz, ?, Dona Fernanda, Prof. Elizabete Ladeira, ?, Maria Jose,?, Teresa, Paula, ?, Lourdes, Prof. Luis Almeida, Manuela, Pro. Araujo, Ondina.
Segunda fila, da esquerda: Fatima Rodrigues, Clara, Guida Simao, Isabel Sales, Adelaide, Rosa?, ?.
Terceira fila: Donzilia, Ana Maria Alves (eu), Anabela Subtil, Fernanda Sabino, Manuela Frazao, Gorete, Mauela Soares.
Ultima fila:?, Lurdes Matias, Margarida?, Fernanda Carinhas.


Ana Maria Alves Pereira...............01-07-2011

Será que os esforços do ZV vão começar a ser recompensados, e começamos a ver por aqui mais fotos de recordações, como esta, a cores, isto é, de gerações posteriores à nossa ? Esperemos que sim!

Abraço e continua Zé.


J.L.Reboleira Alexandre..............03-07-2011

Ora até que enfim uma foto a cores para alegrar o blogue!!! Parabéns, o blogue precisa de cor e de jovialidade, pois estava tudo muito cinzento. Beijinhos.

Lurdes Peça..................08-07-2011

Esta turma era um espanto, até casei com uma das miúdas desta turma. Um beijinho para toda a gente
Gonçalo Castro..............21-09-2011

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Dia da Espiga


O ano lectivo de 64/65 marcou o início da Escola (Nova), e se bem me lembro pela primeira vez os festejos do Dia da Espiga não foram comemorados no Ameal mas sim no pinhal nas traseiras da Escola.

Esta fotografia do Vitor Santos recorda-nos esse mesmo dia. Com olhar atento do Engenheiro Periquito e do Mestre Raul lá estão um grupo de alunos maioritariamente dos Electricistas.
Para descanso dos mais “politicamente correctos” informo que o garrafão da “Jotesse” continha sumo de laranja e não um óptimo carrascão de 12º.

Comentário:

Era imperioso que se fizesse um comentário a esta foto, que para muitos pode ser mais uma foto, mas para quem teve o privilégio de viver aquela década, é que pode sentir aquele "aperto". Vivia-se uma época em que os valores estavam a cima de qualquer coisa. Onde a educação era cultivada. A camaradagem sentia-se todos os dias nas mais diversas manifestações. Aos poucos fui aguçando a memória, pois isto já não é o que era naquela época e dei por mim a recordar os nomes dos meus antigos companheiros de traquinice. Comecemos pelo Abegão, à esquerda espreitando por trás do pinheiro, depois o Zé Manel, O Vitor ???, O Barbosa, O Vitor Manuel Pereira Alberto (nunca me esqueci do nome completo por ter as iniciais parecidas com as minhas, O Pescada, O Ramalho no chão, o tótó de óculos sou eu claro! O Filipe Ventura e o Vitor Santos (mais um). A todos quero agradecer por terem sido meus amigos. Do saudoso Eng Piriquito guardo as melhores recordações, como pessoa e como docente.
Abraço


Victor Pessa...................30-06-2011

quinta-feira, 23 de junho de 2011

Acampamento no Chão da Parada


Aqui está mais uma fotografia da Mocidade Portuguesa, que tantos “engulhos” cria a tanta gente.
Esta fotografia é minha e recorda um acampamento no Chão da Parada, julgo que num pinhal propriedade da Dra. Deolinda.


Corria o ano 1965 eu andava no 2º ano do ciclo, e na foto lá estou eu sentado à direita, ao meu lado o Carlos Gouveia, Orlando Carteiro, Xico Coutinho, o Álvaro (quem sabe por onde ele anda), ? e o José Luis Brilhante.
De pé o Dória e o Etelvino, em frente o Director da Escola Dr. Eduardo Loureiro com a sua esposa.

Comentários:

Em resposta ao (quem sabe por onde ele anda), venho informar o meu bom amigo Ventura, que o Álvaro anda por "aí" bem de saúde e disposição e também contente, por os bons velhos Amigos apresentarem de formas diversas memorandos dos nossos tempos de escola, que reflectem o efeito positivo da camaradagem e amizade fortalecidas desde então.

Álvaro..............26.06.2011
Até que enfim dás noticias, mas nos comentários não tenho acesso ao teu mail. entra em contacto comigo para o mail  zeventura@netvisao.pt
Um grande abraço

Zé Ventura

Andei na Mocidade Portuguesa, fui Comandante de Castelo, e a melhor recordação que guardo é a dos acampamentos cheios de aventuras e a "chama da mocidade".
Quanto aos "engulhos" é natural que muitos os tenham (eu também os tive). Contudo, embora aquela Organização tivesse (teve) uma orientação Nazi/Fascista, foi ali que compreendi a grande diferença que existia entre pobres e ricos. Na minha Escola Industrial (ferrugem) quase todos provinham de famílias de poucos recursos. Porém nos cursos para Graduados da Mocidade Portuguesa, a maioria era constituída por alunos dos Liceus filhos de famílias ricas. Assim, a minha farda constituída por camisa verde, calção amarelo, meias e bivaque, tudo já muito usado, era emprestada pela Mocidade. As fardas dos outros (liceu) eram novas e compradas pelos pais. Tinha inveja? É evidente que sim!
Ter pertencido à Mocidade Portuguesa, não significa ser ou ter sido fascista, pois no meu caso foi bem o contrário! É por isso que não tenho "engulhos".
Um abraço.

Fernando Santos. ............Olhão, 27-06-2011

Simplesmente para dizer que aprecio muito o comentário do Fernando Santos, pois identifico-me totalmente com o que está escrito. Abraço.

José Alberto R. Louro ...........29-06-2011

Será que o Alvaro que escreveu um comentário é o mesmo que eu estou a pensar? É o que morava a seguir ao café Bocage? e foi meu colega, se assim é gostaria de ter noticias tuas, já tentei saber de ti para participares nos nossos encontros anuais porque falta malta dos nossos anos.
Diz qualquer coisa

Fernanda Amaro (Fany)..............30-06-2011


Lamento (não lamente porque nós é que agradecemos) a intrusão no seu blog, mas a minha família é de Caldas da Rainha e a fazer uma pesquisa cruzei-me com uma colectânea de memórias que acho fantásticas! Ainda hoje vou "vivendo" na cidade, visto que tenho família de Caldas da Rainha e é muito curioso analisar as diferenças entre os momentos das fotografias e as actuais.
Quero desde já agradecer a todas as pessoas que colaboram neste apanhado por me permitirem ver uma parte da história caldense que desconhecia até então.
Sobre a questão da Mocidade Portuguesa, sou Dirigente nos Escuteiros Católicos e somos constantemente comparados embora eu não ache totalmente correcto, mas essa disparidade de que fala sobre a questão económica das fardas ainda hoje é, para mim, um dos maiores problemas. Tudo tem custos e infelizmente cada vez mais altos. De qualquer forma,tanto na mocidade portuguesa como no escutismo, a raiz do aparecimento do uniforme é precisamente o oposto de separar, mas sim unir através dos feitos que se atingem em grupo e como pessoa e não pela forma como nos apresentamos / aperaltamos para a sociedade, anulando a classe a que pertencemos ou a que muitas vezes julgamos pertencer.
Gostei muito da fotografia, lembra-me quando era pequeno e ia acampar.
Cumprimentos a todos,

Tiago Paiva....................10-02-2012

Também fui da Mocidade Portuguesa, e não me arrependo nada , pois naquela altura era a única opção que havia para a juventude menos afortunada. Fui arvorado em Comandante de Castelo que era uma espécie de Sargento, e lembro-me de ter sido o melhor classificado num acampamento distrital feito algures perto de Pombal. Para azar meu deram-me o segundo lugar pois a pessoa que viu os exames era de Alcobaça e não queria dar o primeiro lugar a um tipo de Alcobaça. Foi completamente irrelevante mas não achei nada bem. Ainda hoje não acho .

Marco Antonio............14-05-2013

sábado, 18 de junho de 2011

Formação Feminina de 1964/65

Esta fotografia vem do álbum da Teresa Ramalho, e recorda a turma de finalistas da Formação Feminina de 1966.
Para melhor identificar as alunas, nada melhor que a pauta da respectiva turma.

Comentário:

Creio existir qualquer erro na data de 1966.
Aliás, no nosso encontro anual, já temos abordado o facto de algumas pautas conterem divergências no que diz respeito à constituição das respectivas turmas.
Estão ou não de acordo comigo?

Fatima Valente ...................19-06-2011

O erro não é da pauta ..é mesmo meu, enganei-me .. o ano é 1964/65

Zé Ventura

segunda-feira, 13 de junho de 2011

...E o parque ali ao lado

Enquanto não chegam mais “estórias” aqui ficam mais umas fotos do distante ano de 1962. Estas fotografias vêm do álbum da Teresa Morgado e a única indicação que têm escrito no verso é que foram obtidas em 04-04-1962, também não é difícil identificar o local, claro está que é o parque, aliás local preferido das alunas da época, até porque se bem se lembram a Escola era mesmo ali ao lado.     




Comentários:

É difícil reconhecer um amigo que não vemos há muitos anos (no caso destas fotos são quase 50), agora o que não entendo é a dificuldade em reconhecer os colegas tal como eram na época!?
Será que nem a dona das fotos é capaz de identificar as meninas?

Fernando Santos. ………..16-06-2011

Não duvido que o ano seja 1962, mas o Rodolfo e o Feliciano (irmão da Lurdes Feliciano)à muito tempo fora de Portugal, já não estariam na escola nessa altura pois eles foram colegas meus. Pelos nomes está a Mizá, a Teresa e a Samagaio que morava na antiga Praça do Peixe e...

Saudações J. Chaves ………….16-06-2011

Ora bem, então vamos lá ver, na 1ª foto são realmente o Carlos Feliciano e o Rodolfo, a Alcina a Helena Honório e eu; na 2ª eu a Laura do Valado a Lena Honório, suponho que a seguinte se chamava Ana?, a Carolina da Nazaré e a Quina, e na 3ª a Quina, eu, a Ana? a Lena Honório a Manuela Branco a Laura a Edmunda a M. do Rosário Saloio e a Alcina.

Teresa Morgado..................18-06-2011

Também me parecia a Maria do Rosário Saloio, que foi minha colega de turma...as outras, tirando a Teresa Morgado, que também foi minha colega...não reconheci...!!

Beijinhos para as meninas do nosso tempo...!!

Maximino.................19-06-2011

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Rapazes de 49

O Blog lá vai cativando leitores de várias gerações que vão dando a sua participação.
Desta vez temos um pequeno texto do José Almeida Santos que ilustro com uma fotografia do Valentino Subtil.

Gosto de acompanhar o Blog porque me traz de volta às recordações que me rejuvenescem.
Gosto de seguir a troca de lembranças entre situações passadas de tanto valor sentimental.
Evidentemente que eu sou doutra "leva" da Escola. Terminei o meu curso em 1949 e dessa época pouca gente se vê no blog.
Será que já esta tudo a jogar cartas com o S. Pedro?
Velhos de alma jovem digam alguma coisa, porque também é importante dizer às gerações mais novas como era a Escola do nosso tempo, e como eram diferentes as coisas nos anos Quarenta, Cinquenta.


Os “meninos” e “meninas” não se juntavam nem havia entre eles a intimidade que eu vejo nos actuais relatos.
As próprias turmas eram turmas masculinas e femininas e, como no meu caso, acabávamos o curso sem nunca falar com alguém do sexo oposto. Até mesmo no intervalo das aulas não nos juntávamos. Rapazes vinham para a rua e as raparigas iam para uma sala de recreio.    
Quanto a professores eram excelentes. Lembro de todos com muita saudade: o professor de português (o português vernáculo como ele dizia),   o Manuel Jose António (o Ti Toino que gostava de parar naquela tasca a seguir ao Posto da GNR  antes do portão que dava acesso à Escola, para meter um bagacito), o capitão Dário bastante competente e pouco complacente.
Um dia o capitão Dário deu-nos, para resolver em casa, um problema de geometria que consistia em achar a hipotenusa dum triângulo para cujos catetos nos deu os valores (teorema de Pitágoras). Escusado será dizer que, na altura, eu sabia tanto daquilo como de um lagar de azeite.
Mas surpresa das surpresas, na próxima aula fui o único a apresentar o resultado certo.
O capitão Dário chamou-me ao quadro para eu dizer aquela “maltinha” da minha turma como se resolvia o problema.
Então,  eu a tremer que nem varas verdes, expliquei que, com uma régua desenhei um dos lados com o comprimento por ele indicado e depois, do mesmo modo, o outro lado. Acabado isto só me restou assentar a régua entre os terminais dos dois lados e achar a "famosa"hipotenusa e levar uma arrochada pelas costas abaixo que nunca mais me saiu da recordação. E ainda hoje me lembro perfeitamente que o quadrado da hipotenusa e igual a soma dos quadrados dos catetos.


Infelizmente, hoje, os professores não podem tocar nos alunos.
Bons tempos,
Um grande abraço do


Jose Almeida Santos

Comentários:

Ao Sr.Jose Almeida Santos gostava de agradecer por nos ter dado este belo relato dos seus tempos.

Assim como é evidente que está e mantem-se actualizado com os novos e modernos metodos de comunicação, o qual na minha opinião, merece publicamente de ser congratulado, pois que o Sr. José Almeida Santos finalizou o seu curso antes de mim e de muitos dos colegas que participam neste Blog, terem nascido.
BenHaja!
E dê continuidade á sua juventude e participação no Blog de todos os ex alunos da nossa Escola.

Um forte abraço para todos.
Antonio Abilio .........................10-06-2011

Amigo José Almeida Santos!
Se costuma acompanhar o Blog, já deve ter constatado que a "malta" do nosso tempo (digo do nosso tempo porque sou de 1933), ainda não está toda a jogar as cartas com o S. Pedro. Felicito-o por nos vir fazer companhia, pois o Blog bem necessita de contadores de histórias.
Eu bem tento incentivar o pessoal a vir por aqui, mas tem sido difícil.
Agora, com a sua presença, pode ser que mais alguém da nossa geração perca a "vergonha" e apareça, recordando não só peripécias da Escola, mas também como eram os Verões dos anos 40/50 no nosso maravilhoso Parque, onde rapazes e raparigas algumas vezes iniciaram os seus namoricos, não só no "Picadeiro", como em grandes combates nos barcos do Lago, onde com os remos atirávamos água uns aos outros, para ver quem sairia de lá mais encharcado!
Bons tempos...
Para o Almeida Santos, que gostaria de conhecer, vai um grande abraço, e outro para todos os jovens e não só, que vão dando vida a este espaço, onde tantos de nós se têm reencontrado.

Olhão 10-06-2011
Fernando Santos.

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Concurso de Trabalhos Oficinais




Como é normal durante o Encontro que fazemos anualmente, vários antigos alunos trazem as suas fotografias da época que dão o mote para a conversa que permite partilhar as recordações com outros colegas.
Estas que aqui se publicam foram “fotografadas” do álbum do Porfírio, um Serralheiro de 1964, e que esteve presente neste concurso de Trabalhos oficinais que teve lugar na Escola da Marinha Grande. Será que alguém sabe qual foi a classificação da nossa Escola?

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Os últimos românticos

Neste passado sábado, actuou, no Pavilhão Atlântico, uma grande estrela ibérica e mundial – JÚLIO IGLÉSIAS! Sei que foge um pouco ao âmbito do nosso blogue, mas quase todos nós nos emocionámos e suspirámos ao som da sua voz e dos seus êxitos... E foram tantos...
“Un canto a Galicia”; “Por el amor de una mujer”; “Hey”; “Me olvide de vivir”; “De ninã a mujer”; “Manuela”; “La cumparsita”; “Crazy”; “Me va, me va”.....
São incontáveis!
Daí, ter-me ocorrido partilhar isto convosco: recebi da minha filha, como prenda do meu aniversário recente, dois bilhetes para assistir, com o meu marido, a este espectáculo.
Curiosa a sua ideia!
Não fiquei excepcionalmente maravilhada!
Afinal, tal como aconteceu connosco, o tempo também por ele passou. As marcas dos anos são visíveis, apesar de ter afirmado repetidas vezes que tem apenas 47 anos, rectificando, 48, acabados de fazer...
E não me refiro unicamente ao seu aspecto físico. Não me parece que, alguma vez, ele tenha demonstrado grandes dotes vocais, apenas um timbre agradável e melodioso.
O seu enorme sucesso assenta, quanto a mim, numa estrutura muito sólida e bem montada, onde se misturam músicos extraordinários, um trio de jovens esculturais com uma coreografia certíssima, um par de bailarinos de luxo, etc, etc, oriundos das mais diversas partes do mundo.
Som, luz, tudo quase perfeito!
Mas, considero que o principal segredo do “charmoso Júlio” consiste no reportório que possui, repleto de temas muitíssimo inspirados e românticos.

No início da noite, brilhou o nosso José Cid que, à medida que o tempo passa, parece que rejuvenesce! Contagiou intensamente os muitos espectadores presentes, que com ele vibraram, trauteando grandes êxitos que todos sabemos de cor!
Com grande humildade e visivelmente sensibilizado, agradeceu o carinho com que foi recebido e o convite dirigido pela organização para fazer a primeira parte do concerto da “vedeta”, não tendo tido talvez a consciência de que, ele próprio, contribuiu, e bastante, para um serão bem passado!
Defendamos a “prata da casa”!

Fátima Valente