Este conjunto de fotografias leva-nos até ao ano de 1965,
tinha a Escola sido inaugurada há 1 ano.
Já passou mais de meio século… como o tempo passa, mas nós
ainda cá continuamos para as curvas.
domingo, 17 de setembro de 2017
Fotografias de 1965
Temas: 1965
domingo, 12 de julho de 2015
2º Ano de Electricistas 1965
Quem conheceu as oficinas de electricidade lembra-se bem do quadro com os Voltímetros e Amperímetros que serve de fundo à pose da turma de electricistas do 2º Ano de 64/65.
Na fila de cima temos; o Paulo Filipe, o Cunha Leal, o Ramalho, o Germano, o João Alcino, o Gandaio, ?, e o Carlos Bernardo
Na fila de baixo; o Vítor Santos, o Pereira Alberto, o Beja e o Vítor Pedras.
terça-feira, 10 de março de 2015
Encontro Antigos Alunos - 1965
domingo, 7 de dezembro de 2014
Uma Visita a Fátima

domingo, 30 de novembro de 2014
27 de Maio de 1965
Noutros tempos o Dia da Espiga tinha realmente a força de “Feriado”. Esta Quinta-Feira, assinalada no calendário cristão como a da Ascensão, era igualmente o dia em que tradicionalmente se ia ao campo colher um ramo em que a espiga de trigo era o elemento mais simbólico. Compunham igualmente o ramo um malmequer, uma papoila, um ramo de oliveira. O Ramo era guardado ao longo do ano até ao Dia da Espiga do próximo ano. Hoje em dia, nas grandes cidades, as pessoas já não vão colher o Ramo da Espiga (nem há onde...), mas há quem os venda, tendo-os colhido e atado, fazendo negócio com a tradição... e ajudando a preservá-la.
Tudo isto vem a propósito de mais uma fotografia do dia da espiga, que a Matilde trouxe para enriquecer o nosso álbum de recordações.
Podemos ver da esquerda para a direita: o Dr. Paiva, Padre Paulo, Dr. Leonel Sotto Mayor, Professor Barreto e o Professor de Canto Coral. As alunas são a Matilde Tomaz e a Isabel Dinis.
quarta-feira, 7 de março de 2012
O Dia da Espiga


terça-feira, 13 de dezembro de 2011
Formação Feminina de 1965
Na fotografia em baixo, juntamente com as meninas, a Dra. Deolinda, bem conhecida de todos pelo “título” de Super-homem, e isso não tem nada de depreciativo, antes pelo contrário, era uma grande professora.
domingo, 30 de outubro de 2011
Dia da Espiga de 1965
Pelo escrito do verso da foto ficamos a saber que as beldades são; a Alzira, a Mitá, a Fátima e a Graciela.
Agora ficamos à espera que a Fátima nos conte mais sobre este dia.
Comentários:
Dizem que "Quem não se sente, não é filho de boa gente"...
E eu, "sentindo-me provocada" pelo Zé, que afirmava andar eu um pouco ausente do nosso blogue, resolvi dizer presente.
Culpa de quem? Dos netos, claro, entra um, sai o outro...
Acompanhá-los diariamente será uma tarefa muito absorvente, mas é também muito compensadora e saborosa!
E tão agradável quanto escrever!
Confesso-vos, no entanto, que rara é a noite em que não dê uma espreitadela a este espaço, para ler as contribuições, sempre muito interessantes, dos nossos colegas!
Quanto à foto por ti seleccionada, de pouco ou nada me recordo sobre esse dia, nem sequer do local... Como estou esquecida...
De uma coisa, porém, tenho a certeza: vivia, então, essa data com muito mais empenho e intensidade do que hoje em dia.
Presentemente, só quando chego à nossa Praça da Fruta, e me deparo com alguns raminhos de espiga à venda aqui e ali, é que me apercebo que se trata de uma 5ª Feira da Espiga.
E no que diz respeito às lindas meninas que me rodeiam, certamente todos reconhecerão a Graciela, que vejo assiduamente, a Mitá, que vejo esporadicamente e cujos pais me vão dando notícias dela e ainda a Alzira, que foi estudar para Lisboa e pela Capital se deixou seduzir.
Há anos que a não vejo, vou sabendo qualquer coisa pelos seus irmãos. Gostaria que ela interviesse e dissesse alguma coisa, alguém tem o seu contacto?
E é tudo, por agora.
Espero que algum de vós, mais folgazão, traga até nós recordações de um certo Dia da Espiga especial, que tenha tido influência marcante no seu percurso de vida.
Beijinhos!
Maria de Fátima Valente .............31-10-2011
Quanto à Alzira, há imensos anos que não a vejo, mas sei que está bem e que quando vem às Caldas é por pouquinho tempo, vai-se logo embora. Ando morto por apanhá-la numa dessas visitas. A Mitá, também grande amiga, na altura acho que namorava o Zé Vigia, vem regularmente às Caldas visitar o pai. Outro dia estive à conversa com ele e foi isto que me disse. As outras duas meninas são duas figuras que frequentemente vejo na cidade e que por onde passam deixam um rasto de simpatia e amizade. Beijos para elas.
Vitor Pessa……………….23-11-2011
segunda-feira, 27 de junho de 2011
Dia da Espiga
O ano lectivo de 64/65 marcou o início da Escola (Nova), e se bem me lembro pela primeira vez os festejos do Dia da Espiga não foram comemorados no Ameal mas sim no pinhal nas traseiras da Escola.
Comentário:
Era imperioso que se fizesse um comentário a esta foto, que para muitos pode ser mais uma foto, mas para quem teve o privilégio de viver aquela década, é que pode sentir aquele "aperto". Vivia-se uma época em que os valores estavam a cima de qualquer coisa. Onde a educação era cultivada. A camaradagem sentia-se todos os dias nas mais diversas manifestações. Aos poucos fui aguçando a memória, pois isto já não é o que era naquela época e dei por mim a recordar os nomes dos meus antigos companheiros de traquinice. Comecemos pelo Abegão, à esquerda espreitando por trás do pinheiro, depois o Zé Manel, O Vitor ???, O Barbosa, O Vitor Manuel Pereira Alberto (nunca me esqueci do nome completo por ter as iniciais parecidas com as minhas, O Pescada, O Ramalho no chão, o tótó de óculos sou eu claro! O Filipe Ventura e o Vitor Santos (mais um). A todos quero agradecer por terem sido meus amigos. Do saudoso Eng Piriquito guardo as melhores recordações, como pessoa e como docente.
Abraço
Victor Pessa...................30-06-2011
quinta-feira, 23 de junho de 2011
Acampamento no Chão da Parada
Esta fotografia é minha e recorda um acampamento no Chão da Parada, julgo que num pinhal propriedade da Dra. Deolinda.
Comentários:
Em resposta ao (quem sabe por onde ele anda), venho informar o meu bom amigo Ventura, que o Álvaro anda por "aí" bem de saúde e disposição e também contente, por os bons velhos Amigos apresentarem de formas diversas memorandos dos nossos tempos de escola, que reflectem o efeito positivo da camaradagem e amizade fortalecidas desde então.
Zé Ventura
Andei na Mocidade Portuguesa, fui Comandante de Castelo, e a melhor recordação que guardo é a dos acampamentos cheios de aventuras e a "chama da mocidade".
Quanto aos "engulhos" é natural que muitos os tenham (eu também os tive). Contudo, embora aquela Organização tivesse (teve) uma orientação Nazi/Fascista, foi ali que compreendi a grande diferença que existia entre pobres e ricos. Na minha Escola Industrial (ferrugem) quase todos provinham de famílias de poucos recursos. Porém nos cursos para Graduados da Mocidade Portuguesa, a maioria era constituída por alunos dos Liceus filhos de famílias ricas. Assim, a minha farda constituída por camisa verde, calção amarelo, meias e bivaque, tudo já muito usado, era emprestada pela Mocidade. As fardas dos outros (liceu) eram novas e compradas pelos pais. Tinha inveja? É evidente que sim!
Ter pertencido à Mocidade Portuguesa, não significa ser ou ter sido fascista, pois no meu caso foi bem o contrário! É por isso que não tenho "engulhos".
Fernando Santos. ............Olhão, 27-06-2011
Simplesmente para dizer que aprecio muito o comentário do Fernando Santos, pois identifico-me totalmente com o que está escrito. Abraço.
José Alberto R. Louro ...........29-06-2011
Será que o Alvaro que escreveu um comentário é o mesmo que eu estou a pensar? É o que morava a seguir ao café Bocage? e foi meu colega, se assim é gostaria de ter noticias tuas, já tentei saber de ti para participares nos nossos encontros anuais porque falta malta dos nossos anos.
Diz qualquer coisa
Fernanda Amaro (Fany)..............30-06-2011
Lamento (não lamente porque nós é que agradecemos) a intrusão no seu blog, mas a minha família é de Caldas da Rainha e a fazer uma pesquisa cruzei-me com uma colectânea de memórias que acho fantásticas! Ainda hoje vou "vivendo" na cidade, visto que tenho família de Caldas da Rainha e é muito curioso analisar as diferenças entre os momentos das fotografias e as actuais.
Quero desde já agradecer a todas as pessoas que colaboram neste apanhado por me permitirem ver uma parte da história caldense que desconhecia até então.
Sobre a questão da Mocidade Portuguesa, sou Dirigente nos Escuteiros Católicos e somos constantemente comparados embora eu não ache totalmente correcto, mas essa disparidade de que fala sobre a questão económica das fardas ainda hoje é, para mim, um dos maiores problemas. Tudo tem custos e infelizmente cada vez mais altos. De qualquer forma,tanto na mocidade portuguesa como no escutismo, a raiz do aparecimento do uniforme é precisamente o oposto de separar, mas sim unir através dos feitos que se atingem em grupo e como pessoa e não pela forma como nos apresentamos / aperaltamos para a sociedade, anulando a classe a que pertencemos ou a que muitas vezes julgamos pertencer.
Gostei muito da fotografia, lembra-me quando era pequeno e ia acampar.
Cumprimentos a todos,
Tiago Paiva....................10-02-2012
Também fui da Mocidade Portuguesa, e não me arrependo nada , pois naquela altura era a única opção que havia para a juventude menos afortunada. Fui arvorado em Comandante de Castelo que era uma espécie de Sargento, e lembro-me de ter sido o melhor classificado num acampamento distrital feito algures perto de Pombal. Para azar meu deram-me o segundo lugar pois a pessoa que viu os exames era de Alcobaça e não queria dar o primeiro lugar a um tipo de Alcobaça. Foi completamente irrelevante mas não achei nada bem. Ainda hoje não acho .
Marco Antonio............14-05-2013
sábado, 18 de junho de 2011
Formação Feminina de 1964/65
Aliás, no nosso encontro anual, já temos abordado o facto de algumas pautas conterem divergências no que diz respeito à constituição das respectivas turmas.
Estão ou não de acordo comigo?
Fatima Valente ...................19-06-2011
O erro não é da pauta ..é mesmo meu, enganei-me .. o ano é 1964/65
Zé Ventura
quinta-feira, 24 de junho de 2010
Dia da Espiga
Estas fotografias da festa da espiga de 1965, que fazem parte do álbum da Ana Cândido, é a prova como alunos e professores se envolviam nesta festa.
Da fotografia de cima, além do Professor Joaquim Sarmento, “O Seringa”, temos uma “molhada” de alunos onde se reconhece o Jaime Neves, O Beja, a Gracinda, O Gandaio, o João Alcino, a Elisabete Pinto, a Celeste, a Ermelinda, etc.….
Em baixo uma foto muito especial da Professora Deolinda.
quinta-feira, 3 de junho de 2010
No banco do jardim
O Roldão, agora a viver no Cartaxo, enviou estas fotos que segundo nos contou, não sabe bem se os alunos que tomaram de assalto o banco do jardim, faziam parte do 1º Ano ou o 2º Ano do Comércio.
Lembra-se bem é dos nomes desta rapaziada, que são o Isac, o Clemente, o Francisco Romão, o Armando e o Jorge.
Sentados; o Lopes, o Rocha o Pinho e o Costa.
O ano deve ser 1965.
Para quem não se lembra quem é o Roldão, aqui está o seu Cartão Escolar, para avivar as memórias.
Comentário:
Mais um belo exercício para a nossa memória! Pois conheço alguns dos rapazes desta foto, pelo menos dois foram meus colegas de turma no ciclo, o Armando e o Rocha, mas penso que esta foto foi tirada antes de 1965, porque o Carlos Rocha em 65 já se tinha ausentado para a França onde esteve pouco tempo e mais tarde para o Canadá onde fomos colegas de novo e até sócios por alguns anos.
Entretanto o C. Rocha já regressou para as Caldas há uns anos, desde então perdi contacto, mas tanto quanto sei estabeleceu-se com uma loja de artigos ervanários (naturais) ou qualquer coisa deste género.
Lembro-me da cara do roldão só não tinha grande convivência com ele, mas quero agradecer por nos trazer a foto, é sempre bom reviver os nossos tempos e amigos.
Um forte abraço.
Antonio Abilio.........06-06-10
domingo, 28 de março de 2010
Encontros dos anos sessenta
Não é certo quando começaram a realizar-se os Encontros de Antigos Alunos, no “meu arquivo fotográfico” encontro registos de 1963,64 e 65. depois só volto a encontrar fotografias a partir de 1992.
Estes Encontros dos anos sessenta tiveram lugar na F.N.A.T. (posteriormente INATEL), na Foz do Arelho, e tanto quanto se sabe eram encontros de alguma formalidade.
As fotografias que se publicam relembram os encontros de 1963,64,65 e vêm dos álbuns da Prof. Ermelinda, do Carlos Gouveia e da Adelina Tomaz, respectivamente.
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
Craques do Andebol
Estas fotografias da equipa do Comércio do ano de 1965, chegam ao Blog vindas do álbum do José Luis.
Destes atletas só consigo identificar o José Luis, o Vitor Silva e o Zé Rosa, que já nos deixou.
Na foto de baixo, os atletas são os mesmos, mas estão muito bem acompanhados pela Fernanda César, a Zélia e outras meninas que o decorrer dos anos já varreu da memória.
Comentários:
Na foto de cima temos o Jorge Barreto, Silvino Mendes (das Cruzes), Zé Luis, Zé Faustino e Artur Coelho.
Em baixo, Zé Rosa (que infelizmente já nos deixou há uns anos), Jaime Costa, Micael e Vitor Silva. Tratava-se da equipa do 3º ano do Comércio.
Vitor Silva......03-12-2009
Eu diria que a "então" a menina no meio da foto em pé é a Lurdes Bernardes.
Chaves.........06-12-2009
terça-feira, 29 de setembro de 2009
Visita a Coimbra

A Lena Silva guarda estas fotos que registaram uma visita à zona de Coimbra no ano de 1965.
Das alunas, da Formação Feminina, que participaram nesta visita de estudo identifico a Teresa Santos, a Fátima Valente, a São Lopes, a Lena Silva e em baixo a Celeste.
As Professoras; A Margarida Ribeiro, a Ermelinda, Maria Xavier e Deolinda Ribeiro.
Nas fotos em baixo as fotografadas são mais ou menos as mesmas.

Comentário:
Além dos nomes já mencionados, identifico aqui também a Elisabete e a Beatriz, cujo paradeiro desconheço há bastante tempo.
Alguém saberá por onde andam e o que fazem?
Fátima Valente..........29-09-2009
domingo, 13 de setembro de 2009
Formação Feminina de 1965
Esta fotografia da Isabel Vicente recorda a turma da Formação Feminina de 64/65.
O local onde a foto foi obtida não é identificável, mas o grupo das meninas é composto pela Salomé, a Fernanda Galveias, a Assunção, a Fátima Soares, a Maria da Luz, a Manuela Branco, a Ederlinda, a Elisabete Horta, a Teresa, a Isabel Mota, a Isabel Arroja, a Isabel Engenheiro, a Fernanda Salomé e a Isabel
domingo, 30 de agosto de 2009
Os Cadernos da Matilde
Vou descrever como as coisas se passaram no primeiro dia que entrei nesta escola (Nova) porque já não me lembro bem quando fui para a Escola velha pela primeira vez.
Quando entrei nesta escola pela primeira vez fiquei deveras deslumbrada pela grandiosidade e beleza.
Ao chegar mandaram-nos para os átrios, assim como às minhas colegas e ali houve muitos cumprimentos, pois algumas já não nos víamos há quase quatro meses.
Andámos quase duas horas a subir e a descer escadas, chegávamos ao rés-do-chão mandavam-nos para o primeiro andar, chegávamos ao primeiro andar e mandavam-nos para o rés-do chão, sempre assim até que vieram chamar o 2º B, pareceu-nos um sonho, já andávamos cansadas de subir e descer escadas e de receber pisadelas.
Deram-nos o horário e mandaram-nos vir no dia seguinte.
Um dia perdi-me cá e ainda não sei onde foi, o que eu sei é que não dava com a porta de saída.
Matilde 04-01-1965
Conservar 20 cadernos diários no sótão por mais de quatro décadas é verdadeiramente notável. O espanto é tanto maior, quando é sentido por alguém que não guardou desses tempos o mais leve resquício de material escolar. Nos dias que correm, em que os apartamentos mal chegam para abrigar quem os habita, os sótãos mais não são do que a imagem algo idílica de um passado remoto com contornos cada vez mais esbatidos ou de dimensão meramente utópica. Depois, por essa altura, havia ainda o hábito purificador de fazer uma «queima» solene das sebentas e testes no final do ano lectivo. Por vezes nos recreios da própria escola e nas barbas dos professores. Alguns dos meus apontamentos tiveram esse destino nas vésperas das férias grandes de verão que sempre considerei como verdadeiramente merecidas. Ao invés da Matilde, que em 1965 já não se lembrava bem do primeiro dia em que entrara na escola velha, recordo com muita clareza o primeiro dia em que ali entrei. Nem podia ser doutro modo. Levava calções e fui mimoseado com umas valentes verdascadas nas pernas. O crime académico residia em ter ido para as aulas de «cuecas». As marcas ficaram-me registadas na pele por mais de uma semana. A experiência serviu-me de lição. Outras praxes menos dolorosas ocorriam, como diria o Trindade Coelho, «in illo tempore» de caloiro. Escapei ao «baptismo» no chafariz das cinco bicas, mas fui obrigado ao respeitoso inclinar da cabeça aos veteranos, quando estes me obrigavam a «baixar». Sinais dos tempos, afinal tão longínquos e próximos daqueles que vivemos nos dias de hoje. Recordações presentes de tempos passados que nenhum de nós terá registado nos cadernos escolares e que nenhum baú poderia arrecadar. Moram connosco o tempo todo, até que a capacidade de armazenamento se esgote e que a nossa memória, sabiamente, as expulse definitivamente de dentro de nós e nos dirija os pensamentos para outros lugares mais agradáveis de (re)visitar.
Artur R. Gonçalves........31-08-2009
Os cadernos da Matilde, conservados com o mesmo carinho com que hoje mantém o acervo do Museu José Malhoa, e os comentários do Artur, fizeram abrir a "caixinha" que permanece a maior parte do tempo bem arrumada nos baús da memória.
E as recordações brotaram ...
O "calduço", muitas vezes com demasiada violência, para marcar o poder;
A ameaça do "baptismo" no chafariz (fui várias vezes testemunha obrigatória, embora nunca me calhasse ser réu);
A medição do campo de andebol com um fósforo, sempre com erro na contagem final;
A finta feita ao mais velho, na futebolada jogada às escondidas do Prof. Silva Bastos, que resultava sempre em estatelanço;
O pastel de nata que desaparecia como por milagre, quando ia cumprir a função de terminar a salivação;
O lugar na fila do almoço, sempre perdido a favor do "matulão".
Ficou a memória de um braço partido, uma perna quase sem pele e alguns "ódios" de estimação, que o tempo se encarregou de limpar.
Orlando Sousa Santos........31-08-2009
Por falarem em calduços.... lembro-me num ano "não muito longe", creio que era o Veludo que num inicio de periodo confundiu os casacos do Carreira com o do Dr. Jorge Amaro.......imaginem quem levou o calduço e a atrapalhação do Veludo.
Poderá haver aqui algumas falhas de memoria, que ontem esqueci-me de tomar o fosforo ferrero, tomei o Roche.
Xiveve..........29-09-2009
Temas: 1965
domingo, 16 de agosto de 2009
Electricistas na “Espiga”
Nesta fotografia que o Filipe Silva e o Vitor Santos guardam nos seus respectivos álbuns, temos um numeroso grupo de Electricistas a comemorar o dia da Espiga.
A servir de guarda de honra ao “palhinhas” estão o Zé Manuel, o Jaime Ferreira, o Nazaré Barbosa, o Beja, o Vitor Peça, Filipe Silva e Vitor Santos.
A velar pelo bom “funcionamento” do grupo o Engenheiro Piriquito e o Mestre Raul
José Ventura
As minhas felicitações para o Mário Reis Capinha por ser o único que aqui aparece a comentar fotos ou assuntos dos anos 50/60.
Conheço muito bem o Raul Silva, fui amigo da família, e já tive oportunidade de falar telefonicamente com ele graças à intervenção do Zé Ventura. Pena é que o Raul tal como muitos dessa época não estejam interessados em aderir às novas tecnologias.
Um abraço ao Mário Capinha desejando que apareça mais vezes a desafiar o pessoal da "velha" guarda para perderem o medo e a vergonha aparecendo por aqui a contar as suas histórias e identificar pessoas que provavelmente eu conheci.
Fernando Santos - (Olhão).....21-08-2009
quinta-feira, 2 de julho de 2009
Oficinas de Serralharia
O Beja traz para o Blog uma fotografia da sua turma de Electricistas de 1965.
De volta da Bancada lá estão o Germano, o Beja, o Alcino, o Cunha Leal, o Vitor Santos, o Gandaio, o Zé Manuel, o Ramalho e o Pereira Alberto. Falta identificar alguns colegas, cujos nomes os anos fizeram esquecer.
As bancadas não foram muito mal tratadas pois quarenta anos depois continuam com bom aspecto.
José Ventura

























