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domingo, 25 de julho de 2010

O Exame de Economia Doméstica


O exame final da disciplina de Economia Domestica era coisa de um requinte só ao alcance de alunas prendadas como eram as meninas da Formação Feminina.
O Glamour deste acontecimento é aqui bem documentado pela foto da Aurora, que como se pode ver no verso tem data de Junho de 1966.

Comentários:

Estando a beleza da fotografia indubitavelmente no seu conteúdo e bem assim na representatividade do momento haja alguém, por favor, (please, please), digam-me quem são estas caritas lindas, digam-me em que consistia este exame… é que eu não frequentei o curso de Formação Feminina… por isso só sei o que aprendiam, e sei isso porque fui casado durante 36 anos com uma colega vossa que não consta da fotografia porque acabou o curso dois anos depois.
Aurora, também fui finalista no ano de 1966, Formação de Serralheiros, pelo que devemos ser contemporâneos, e fico destronado olhando para a fotografia, recordar os semblantes e não conseguir associar nomes. Vá lá, faz um esforço e elucida-nos. Se não conseguires na totalidade desafia as intervenientes a fazê-lo.
Um abraço

A.Justiça........26-07-2010


Bem...eu que também não fui de Formação Feminina, tal como o Justiça...
Só posso dizer que a 2ª a contar da esquerda (senão me engano...)...é a Aurora...!!!

Já ajudei uma amigo Justiça...!!!

Maximino ...........26-07-2010


Eu também não fui da Formação Feminina e muito menos de 1966 saí em 1961 mas posso ajudar, a primeira da fila da frente é a Teresa Carinhas e a quinta da mesma fila é a Fernanda Arroja.

Anónimo.........28-07-2010


Em baixo, da esquerda para a direita: Mila Coito, Aurora, ?, Regina, ?,?, D. Helena Gouveia e filha, Gina (S.Martinho), Alice, Conceicao Martins, Maria do Rosario, Lurdes Santos, ?, Ana Bela (eu), Sao Lopes, ?, ?.
Em cima, esquerda para a direita: Eleonora, Solange, Graca Jordao, Alzira Vasconcelos, Ermelinda, Isaura Clerigo, Antonieta.
Um abraco a todos,

Ana Bela Monteiro (S. Mamede). .......01-08-2010


Da esquerda para a direita na primeira linha a ultima parece-me a Luzia ??

Anónimo........01-08-2010

Muito engraçada esta fotografia. Em casa dos meus país havia muitas fotografias destas festas. Vou procurar mais quando voltar ás Caldas pois agora estou de férias, mas confirmo a minha mãe Maria Helena Gouveia e a minha irmã Luisa Gouveia que pela data tinha na altura 4 anos. Se a minha mãe ainda fosse viva teria gostado muito de ver esta fotografia com as suas alunas aqui publicadado no blog da Escola que ela permanentemente espreitava. Obrigado á Aurora e ao Zé Ventura

Carlos Gouveia..........02-08-2010

Obrigado Ana Bela, devias ver o meu semblante mais feliz por associar as caritas aos nomes. Vê bem que olhava para a cara da Gina e dizia... eu conheço, via todos os dias, mas quem é? A idade não perdoa. Já agora vê se pões o António a mexer nesta "caneta" moderna.
Um abraço para ambos.

A.Justiça.........02-08-2010

domingo, 20 de junho de 2010

As alunas no recreio

A Ana Bela de S. Mamede, descobriu nos seus álbuns de memórias esta fotografia dos seus tempos de Escola.
Segundo a anotação no verso da mesma, ficamos a saber que esta foto é datada de 19 de Maio de 1966, e foi tirada no pátio junto à sala de Desenho.
O que é curioso é que este dia era quinta-feira da Ascensão e as alunas não estavam com um ar muito festivo.
Para completar a imagem fica a identificação, possível, das alunas;
Ana Bela, Graça Barreiras, Ermelinda Casimiro, Isabel Feliciano, Graça Várzea (sentada de bata branca), ? Mónica, ? Lurdes Norte e Elisabete Pinto

Comentário:

Olhando bem, entre estas fotos e as anteriores passaram 9 anos e já se notava bem a diferença no vestir, os pais já poupavam bastante não era necessário tanta roupa. Eu penso que as mini vieram logo a seguir para dar mais vida e cor à paisagem, Estão de acordo?

Chaves.........21-06-10

terça-feira, 15 de junho de 2010

Futebolistas de eleição

Em tempo de futebol, esta foto que o António Nobre nos enviou de Leiria, assenta que nem uma luva aqui no Blog.

Diz ele:

…A foto reporta-se a malta da nossa Escola e que na altura representava o Caldas Sport Club em Juniores, corria a época 1965/1966.
Passaram-se 45 anos e como tal hoje todos nós somos “cotas” já avós e porventura alguns já nem sequer cá estarão, presumo eu claro.
Para completar a informação, aqui vão os nomes que ainda me recordo.
Assim e em pé (1º plano):--“Russo” assim era conhecido, ?, ?, Rui Valada, Jaime de Tornada e Albino
Em 2º plano e de cócoras:--Cunha, Xico Cera, Eu próprio o Nobre “ganda” crack”, O Quim de Salir e o Julinho

Tal como diria o nosso grande Amigo Daniel Sanches, disponibilizo-me para pagar uma grade de minis a quem identificar os dois nomes em falta e que se assinalam com “?”.

Um grande abraço
Antonio Nobre

Comentários:

O Cunha se não estou enganado é aqui de A da Gorda...
E mais ao menos na mesma altura, creio que militavam no F.C.Caldas o Lua (Bernardo Paulo)e o João Manuel Domingos entre outros...
O João Manuel era muito habilidoso (sim, claro...e os outros também...)um dia num Caldas X F.C. Caldas, alguém da bancada gritou para um jogador do Caldas para partir uma perna ao João...creio que ainda hoje o João não simpatiza muito com o Caldas...por causa daquela boca...!!!

Maximino........17-06-10


O primeiro ? é o "Semente" da S. Rita, agora topografo, penso que na Câmara

Chaves........20-06-2010

O amigo Chaves parece que mandou implantar um chip de memória...eu então "sou uma desgraça"...não me lembro de quase ninguém...!!
Um abraço

Maximino............20-06-2010

O Maximino tem razão, o Cunha é mesmo da Dagorda, e mora nas Caldas.
O primeiro (?) é o António Duarte (ex-funcionário da EDP).
O segundo (?) é o José Carreira (já falecido).

Martins........21-06-2010


Olá Martins, bem vindo aqui ao blogue para dar alguns esclarecimentos e tirar duvidas. Eu tinha quase a certeza que o segundo ? já tinha falecido, mas tinha duvida. O primeiro ? eu disse o "Semente",porque o pai dele era o Zé Semente da S, Rita, vizinho dos meus tios e há 4 ou 5 anos ele foi medir um terreno dos meus sogros para ver se estava certo.

Chaves...........21-06-2010

domingo, 13 de junho de 2010

Portugal vs Coreia do Norte

Ano 1966.
Dia – não recordo
Tempo? - Chuva e temporal, que Deus a dava.
Operação - faltar às aulas de tarde.
Objectivo - S. Martinho do Porto.
Local - Sede do Grupo Desportivo e Recreativo Concha Azul
Tomada de Conhecimento - Televisão… naquele tempo… poucas mais havia… ver o jogo.
Operacionais - todos, convocados e não convocados.
Primeira Acção da Campanha - ida até á estação dos Caminhos de Ferro de Caldas da Rainha, CP.
Segunda Acção de Campanha – viagem de automotora até S. Martinho do Porto.
Terceira Acção de Campanha – deslocação até á Sede do G.D.R.S.M.P. sem que ninguém nos visse, principalmente e nomeadamente o “inimigo”, digo, os progenitores.
Quarta Acção de Campanha – instalarmo-nos comodamente nas cadeiras confortáveis… de madeira e “puxar pelos Magriços”.
Quinta Acção de Campanha – regressar à estação dos comboios, esperar pacifica e pacientemente pela automotora oriunda das Caldas.
Sexta Acção de Campanha – sair da estação… assobiando para o ar, assim como quem não quer a coisa e… irmos para o quartel, digo, casa.

Relato do Golpe de Mão:
Chegados à estação de Caldas somos informados que tinha, algures perto de Óbidos, caído uma ribanceira para a linha de comboios pelo que, não havia circulação dos ditos mas estava-se a pensar em formar um até S.Martinho… rebuliço, protestos… então e os outros passageiros que iam para mais longe? A decisão “não atava nem desatava” e… argumenta o chefe, é uma responsabilidade muito grande, não a posso tomar, e, etc., etc.
Alguém pergunta: - E em S. Martinho será que podemos apanhar a “carreira” e seguir viagem?
Resposta enfática com ar desesperado: - Talvez não, porque sabemos que a ponte de Tornada caiu e a ponte de Salir também caiu.
Se bem se lembram – já ouvi isto em qualquer lado – a ponte, na estrada nacional perto de Tornada, era feita de madeira e foi destruída e arrastada pelo temporal – é bom voltar atrás, ao cimo da descrição da Operação, e consultar (Tempo?) – pelo que camionetas e automóveis… que eram raros… também não circulavam entre Caldas e Alfeizerão e, camionetas oriundas de Alcobaça para Alfeizerão / S.Martinho, se as havia! duvido! talvez só quando o Cristo fazia anos, ora como Ele já por cá não andava...
Ora bem. Perante tanto acontecimento esquerdino… Diabo… a acção que tão bem tinha sido planeada e escrupulosamente estudada até ao mais ínfimo pormenor, estava altamente comprometida e já víamos – novamente devem consultar o inicio, Local, Objectivo e Tomada de Conhecimento – fugir diante dos nossos olhos.
Para piorar a situação a água da chuva invadiu a estrada por alturas da Caldeira, entre Alfeizerão e S. Martinho, na chamada quinta do Gama. Assim a única passagem existente seria a “penantes” pela linha do comboio e respectiva caminhada por sobre a ponte de ferro, sobre o rio, a seguir ao apeadeiro de Salir.
Contra factos não há argumentos… a não ser que sejamos políticos, esses têm sempre argumentos para argumentar o argumento mesmo que tal não seja argumento passará a ser argumento do argumento… “livra”! mas perceberam? não perceberam? é que se não perceberam finjam que perceberam, pelo menos para eu julgar que perceberam. Perceberam?
E assim colocamo-nos a caminho do Objectivo. Lembro que chovia embora nessa altura, se bem recordo, já se estava no período de aguaceiros esporádicos. Refilando, barafustando e praguejando lá fomos caminhando ao longo da linha até chegarmos ao apeadeiro de Salir.
Recordo que - para os que já se esqueceram do motivo porque estão a ler “esta coisa”, era a Tomada de Conhecimento, consultar o inicio – a pretensão valia o que vale e até mais. Patriotismo acima de tudo… Viva Portugal… Galitos, Galitos, hurra.
Chegados ao apeadeiro de Salir ouvimos o barulho de um “pouca terra, pouca terra”, vindo do lado das Caldas. Com imprecações, usuais nestas situações, tais como “valha-nos a Santa” ou “bendito Sejais Senhor”, perceberam não foi? Claro que não ia aqui descrever as imprecações, era bom de ver, lá embarcamos no comboio, cansados, moídos, desgraçados, encharcados e chegamos ao Objectivo – consultar novamente o inicio – não sem antes saber que, diante dos protestos, o Chefe da estação de Caldas resolveu, a bem dos seus ouvidos, organizar o comboio, A partir daqui, chegada ao Objectivo, começa a Terceira Acção da Campanha – consultar a discrição da acção, não agora é mesmo para consultar pois houve alterações porque o inimigo, quer dizer, os progenitores, estavam na estação afim de saberem noticias e ficaram a saber que vinha um comboio das Caldas pelo que esperaram a sua chegada
- embora com estas alterações na TAdC lá seguimos para a Sede do Grupo.
Aí chegados, o jogo já começado e bem (ou será mal?) começado, estávamos a perder por 3 a 0. Maldição, depois de tanto trabalho, tanta canseira, tantos quilómetros “a butes”!!!
Mas nós somos assim… heróis até ao fim. Alvoraçamos aquela Sede puxando pela Selecção, praguejamos tanto que lá, ao longe, os “meninos” devem ter ouvido, principalmente o Pantera que desatou a meter golos e… foi um final feliz. Valeu a pena.
Escusado será dizer que a Q.A.dC. e a S.A.deC. – se querem saber o que estas iniciais querem dizer consultem, no inicio o Plano de Acção.
Hoje os festejos seriam, talvez com umas cervejas, mas naquele tempo… quanto muito uma “Larangina C”. Terá sido? Não me lembro.
Um abraço

A. Justiça

Comentários:

Amigo Justiça, vou-te falar do ano de 1966 e da maneira como eu e alguns amigos de escola passamos essa grande festa do futebol nesse ano. Eu e uns tantos amigos mais ou menos da mesma idade regressamos de Angola nesse ano. Eu a 10 de Fevereiro desse mesmo ano e os outros também regressaram antes do mundial e como só um de nós tinha televisão, ele era um dos meus amigos (o João Reis) infelizmente já falecido. Seu pai e a sua mãe convidaram esse mesmo grupo amigo do seu filho por termos regressado em bem a ver os jogos em sua casa, onde não faltou um cafezinho e uns bolinhos à maneira. Ninguém que tivesse vivido aqueles momentos jamais esquecerá, pelo menos o primeiro jogo. Entre aqueles jogadores ia um que dizia muito aos alunos do ERO pois ele estudou no Colégio e era de Alcobaça e o seu nome (Moura), que depois já no Sporting tornou-se conhecido por Lourenço. Eu e todos os alunos da Bordalo que fazíamos parte da equipa da escola, jogamos contra ele, mas não havia duvida ele era o melhor. Dizia-se na altura que foi um dos erros do treinador (Otto Gloria), não o ter posto a jogar no jogo contra a Inglaterra visto os outros jogadores estarem super esgotados e também devido à grande "falcatrua" que os ingleses fizeram em mudar de estádio no jogo contra Portugal para que a selecção tivesse que se deslocar de comboio até ao mesmo.
Nota: O João Reis foi aluno da Bordalo, seus pais tinham uma oficina de cerâmica na Rua 31 de Janeiro e chegou a leccionar na escola a arte de trabalhar o barro e tem uma rua com o seu nome nas Caldas. O Lourenço julgo que se formou em Farmácia depois veio para Montreal (Canadá). Penso que o seleccionador na altura era o J. M. Afonso, já que havia um treinador e um seleccionador para a selecção. Pode haver alguns lapsos da minha parte pois já lá vão 44 anos. Aprecio a tua "teimosia" em nos dar os teus pontos de vista e as tuas estórias e talvez nos vejamos este verão em Portugal pois vou andar por esses lados 3 meses e meio

Chaves.......21-10-2010


O Chaves já não é a primeira vez que menciona o Lourenço. Sei que os benfiquistas não lhe perdoam ter metido 4 (quatro) na Luz ao pequenote do Melo, mas isso são outras histórias. Foi um bom amigo que tive em Montreal entre os anos 75 e 80 mais ou menos. Perdi completamente o seu contacto, pois voltou a Portugal no inicio da década de oitenta.

J.L.Reboleira Alexandre.......22-06-2010

terça-feira, 23 de março de 2010

A Capela da Escola

Lembro-me muito bem deste acontecimento. O lançamento da primeira pedra para a Capela da Escola. Curiosamente fez ontem 44 anos.
Enquanto aluno da época participei na campanha para adquirir alguns fundos que serviriam para a construção da capela, a campanha do tijolo, julgo que era assim que se chamava, consistia num peditório em que cada escudo oferecido preenchia um espaço no cartão, que uma vez cheio significava “missão cumprida”.
A tal Capela que estava planeada para o espaço entre o átrio e as Oficinas nunca viria ser construída.
Para recordar, fica aqui no Blog, este cartão que o Hespanhol Guarda nas suas memórias.

Comentário:

Também andei a vender tijolo uma série de tempo. Que bom cristão praticante que eu era na altura. Passado em muito o período de validade do lançamento da primeira (e única) pedra, bem gostava de saber onde é que foram parar. Por vezes dá-me uma de ingénuo.

Artur R.Gonçalves.......25-03-2010

domingo, 14 de fevereiro de 2010

As correntes de Foucault

Ao blog dos antigos alunos está permanentemente a chegar gente “nova” nestas andanças.
Desta vez o José Louro da Costa, electricistas de 1966, envia estas duas fotos que aqui se reproduzem.
O Louro se bem se recordam fez parte dos primeiros finalistas do Curso de Formação Montador Electricista, aliás uma turma numerosa, era ele mais o Vitor Peça, o Filipe e o Nazaré Barbosa.
Na foto do lado temos aqui o “cientista” numa demonstração das “Correntes de Foucault” (Para os “ignorantes” pesquisem na Net para aprenderem alguma coisa, e depois não digam que o Blog não é didáctico).
A foto de baixo bem poderia ter a legenda “O Homem e a máquina”.
Comentários:

Já era tempo
de apareceres por aqui. Eléctrico como eras e és, bem poderias aparecer sem publicidade à Corrente Parasita. Bem vindo ao Blog e contamos com estórias bem electrificantes pois foste um dos pioneiros de Curso de Electricistas.
Um abraço

A.Justiça........14-02-2010


Um abraço de amizade para todos.

Agora já faço parte daqueles que quando põem o pé no chão têm o dia ganho, por isso vou ter tempo para aparecer nos nossos encontros, mas, infelizmente este ano e pela informação que tive não poderei aparecer por já ter compromissos para esse dia.

José Louro da Costa.......15-02-2010

domingo, 9 de agosto de 2009

Os livros de Autógrafos

Os livros de autógrafos onde se colava as fotos dos colegas com dedicatórias ou dos namorados com juras de amor eterno, é uma das peças da época que pessoalmente me fascina.
As fotos tipo “Lá-minute” com dedicatórias no verso, são representativas de uma época.
Estas que aqui se reproduzem vêm do álbum da Fernanda Silva.

José Ventura

Comentários:

Parabéns José Ventura
São fotos que nos transmitem sentimentos de outrora.
Agora o que temos? Um clik para a esquerda, outro para a direita.Um SMS, uma mensagem em código e distante porque não há tempo para mais.
Modernices que nós "velhotes" temos de alinhar para não nos chamarem analfabetos.
Um abraço para quem tiver a pachorra de ler estes lamentos saudosistas do

Mário Reis Capinha..........10-08-2009


E os famosos inquéritos? Será que alguém ainda guarda um desses exemplares constituídos por cadernos em que cada página continha uma pergunta cuja resposta revelava, discretamente, um segredo íntimo dado, muitas vezes, de forma codificada para ser entendível apenas por uma pessoa?

Sanches........11-08-2009

Amigo Mário Reis..."alinhe-se" pelas modernices...não se deixe abater...!!!

Qual velhos, qual quê...nós temos é uma capacidade de adaptação enorme...!!!

Um abraço

Maximino.........11-08-2009

Os livros de autógrafos!
Quando a imaginação ajudava e a destinatária mais chegada, a dedicatória era bem pensada e escrita com as palavras sentidas e rebuscadas no melhor vocabulário disponível. Outras vezes, o cuidado não era tanto e saía uma quadra mais brejeira, uma frase banal, sempre de forma carinhosa e amiga.
Quaisquer que fossem as circunstâncias, só o ter sido escolhido para escrever no "livrinho" já era motivo para que o peito "inchasse" de vaidade!

PS - Por onde andarão a Fernanda Maçãs e a Micá?

Orlando Sousa Santos.........11-08-2009

A quarta vinheta da série é, porventura, aquela que mais se aproxima da filosofia dos tais «livros de autógrafos» em que a imaginação falhava e a quadra-de-pé-quebrado ajudava. A lição presente na sentença «(...) não dizer o que se faz / e não fazer o que se diz» não andará muito longe da documentada no conhecido ditado popular «Bem pregava frei Tomás, / faz o que ele diz, mas não faças o que ele faz».Já agora, aí vai um outro conjunto de quatro versos que em tempos li num desses «livrinhos» (como anota o Orlando) e que me ficou gravado na memória até hoje, tal a profundidade do conselho académico: «Larga os livros, estudante, / esses velhos calhamaços, / que a ciência dos homens / está nos beijos e abraços».

Artur R.Gonçalves..........13-08-2009

quinta-feira, 9 de julho de 2009

1º Ano Electricistas de 1966

Esta fotografia foi tirada numa ida ao “Santo Chouriço” e como se pode ver a rapaziada em coisas sérias era muito unida, não ficava ninguém nas Caldas para ir às aulas. Como era habitual a ida para Óbidos fazia-se de comboio, o regresso a pé que era uma maneira de arejar as ideias que o “tintol das Gaeiras” tinha turvado.
Os “meninos” retratados eram de uma “brilhante” turma de Electricistas, que tinha uma apetência para se meter em encrencas que só visto.
Na fila de cima; O saudoso Carreira Ângelo, o João Silva que este ano veio de Lamego até ao nosso encontro, o Cabé, o António Calisto, o Amilcar Prata, o Carlos Dias que nos facultou esta foto e o Francisco Coutinho.
Na fila de baixo; o Orlando Silva, Ventura, Cardeal Martins, Carlos Lourenço, Purificação Pereira e o Rosa Gil.

José Ventura

domingo, 5 de julho de 2009

Visita a Óbidos

Quem vai pela primeira vez ao Encontro dos Antigos Alunos, vive emoções inesquecíveis que nos leva a acreditar que vale a pena continuar com esta “teimosia” de aproximar todos os que tiveram o privilégio de pertencer à Escola Industrial e Comercial de Caldas da Rainha.
Esta semana a Fátima Valente procurou-me para me entregar algumas fotos, que hoje se começa a publicar, e o tema de conversa foi obviamente a Escola e a alegria do encontro.
Dizia ela, com alguma graça, “que nunca tinha sido tão mimada”. No próximo ano lá estamos de novo para mais “mimos”.
Sobre a foto, datada de 29 de Março de 1966, o verso dá-nos a indicação das retratadas.

José Ventura

Comentários:

Nos idos de 66, as visitas de estudo ainda se faziam com todo o rigor que os tempos exigiam. Mesmo em Óbidos, mesmo no meio dos arbustos, as batas brancas davam o tom adequado à paisagem. Pelo ar descontraído do grupo, dá para perceber que a viagem terá sido proveitosa.

Artur R. Gonçalves.......06-07-2009

Olhem desculpem lá...
Hoje o meu comentário...sai do ambito dos alunos, para cair no carimbo que está no verso da foto...
Vocês já repararam que como as pessoas...tantas casas comerciais do nosso tempo, também desapareceram...?
Algums delas...bem ligadas à nossa vida de estudantes...!!!
Um abraço para todos/as...

Maximino........07-07-2009


Há muito tempo que sigo o blog de perto e confesso tenho tido algumas surpresas agradáveis no que vejo e no que leio por aqui. Hoje aconteceu novamente, que saudades da escola, das minhas amigas e daquele dia que por acaso ainda me lembro.
Daquele grupo só não mantenho o contacto com a Elisabete Horta de quem não sei nada há alguns anos.
Beijinhos para todas.


Graciela ...........08-07-2009

Amigo MAXIMINO
Desculpe a intimidade , embora não o conheça (julgo eu) mas despertou -me a sua atenção para o carimbo (TURITA) inscrito naquela foto de Óbidos. Serei certamenta mais "velho", mas lembro que o "TURITA", de seu nome Boaventura Nogueira, esteve muitos anos a trabalhar na TÁLIA com o seu irmão Américo Nogueira, na rua das montras, e mais tarde, na mesma rua, abriu um estabelecimento com o mesmo ramo, denominado "TURITA".
Actualmente, um bocado mais "velhote" o Turita reside na cidade de Torres Vedras.
A vida é assim. Tudo muda, até nós.
Cumprimentos

Mário Reis Capinha........15-07-2009

Amigo Mário Capinha...pois claro que me pode tratar por amigo...
Eu conheci a Tália e o seu dono...e lembro-me de o irmão lá trabalhar e também da abertura do Turita...
Afinal...os meus 66 anos, já me permitem ter um longínquo conhecimento das coisas não é...?
Não sei se nos conhecemos, mas acredito que já nos tenhamos cruzado algures...
Um abraço

Maximino......16-07-2009

terça-feira, 26 de maio de 2009

Uma pose na escadaria

A Fernanda Silva foi este ano pela primeira vez ao Encontro dos antigos alunos, e como estas coisas mexem com as memórias, deu uma volta pelo seu álbum para desencantar esta fotografia que nos leva a 1966.
As meninas, em pose “hollywoodesca”, na escada que dá acesso ao ginásio feminino, são as colegas da turma do Curso Geral do Comércio.
Na frente: a Virginia Freire, depois, a Fernanda Silva, a Matilde, a Eugénia Falua, a Maria Anjos Machado e a Teresa Henriques.

José Ventura

domingo, 24 de maio de 2009

Pára tudo… As beldades no Estoril

Não, na verdade esta fotografia não foi capa da Revista Plateia nos anos sessenta, mas não ficava nada mal.
Os mais atentos ao Blog já repararam certamente que a Luisa Ramires deu notícias, pois tem comentado algumas fotos. (ver coluna da direita)
O que é surpreendente é que no Almoço de 9 de Maio as colegas da Formação Feminina perguntaram por ela e sem nada fazer esperar cá está ela a “fazer prova de vida”.

A Ana Cândido deu volta ao seu álbum e descobriu esta preciosidade tirada numa praia da linha do Estoril durante um período na Colónia de Férias em 1966.

As “beldades” são: em cima, Ana Cândido e a Luisa Ramires, em baixo: a Lurdes Peça e a Aida Dias.

José Ventura

Comentários:

Que saudades! Éramos umas belezas não é verdade?
Obrigada Ana pela foto e parabéns ao artista com imaginação de nos fazer capa de revista sem
"photoshop"... tudo ao natural!
Este sábado conheci o teu neto Gil na casa da minha sobrinha Ana. É um amor. A quem ele sairá? Tens uma filha e um genro muito simpáticos, parabéns e felicidades.
Tive uma surpresa nesta semana, a Luisa Ramires telefonou-me passados 37 anos!!!
Foi cá uma emoção que nem vos conto.
O resto é só entre nós as duas.
Beijinhos a todos.

Lurdes Peça.......25-05-2009


Tive o prazer de ter partilhado uma tarde de sábado com a Lurdes Peça no passado dia 7 de Março, cumprindo o convite público que me havia feito neste blog de «beber uma bebida quentinha e recordar a nossa escolinha» [Domingo depois da missa]. Estávamos então nas vésperas do Natal. Os caprichos da vida foram adiando o (re)encontro por algum tempo, pelo que os frios rigorosíssimos do inverno foram substituídos pela luminosidade quase primaveril dessa tarde passada na esplanada do Hotel Faro, com vista magnífica para a cidade que há longos anos adoptámos como nossa. Nunca nos tínhamos encontrado antes e não nos voltámos a ver depois. Uma lacuna que, mais tarde ou mais cedo, teremos de colmatar. Até porque, depois de a ver na capa da Revista Plateia, fiquei com vontade de lhe pedir um autógrafo com uma dedicatória especial…

Artur R.Gonçalves.......26-05-2009


Que saudades! Éramos umas belezas não é verdade?

Isto é modéstia a mais. Com que então capa da Plateia. Agora descubro, 40 anos mais tarde, por que motivo a Ana Maria Lucas andava cá com umas «trombas» nessa altura, nem o Tordo nem ninguém a conseguia aturar. A resposta está aqui. Por que carga de água logo na edição em que ela deveria aparecer na capa da famosa revista, decidiu o director substituí-la por quatro beldades oestinas. Se fosse apenas uma, ainda se aceitava mas logo quatro. Francamente não dá para entender senhor director. Afinal não há nada como as miúdas do oeste. Talvez um dia ainda venha também a ter o oportunidade de pedir um autógrafo a uma delas. E garanto que não levo a esposa. Esse pedacinho de papél será só meu !!!

J.L.Reboleira Alexandre.........26-05-2009

quinta-feira, 19 de março de 2009

As oficinas


As fotografias que hoje se publicam ilustram bem a excelência da qualidade das oficinas de Electricidade e Serralharia da “Escola Nova”.
Os cursos que ali eram ministrados permitiam aos alunos, que no final dos seus cursos, encontrassem boas oportunidade de emprego no mercado de trabalho.
Durante vários anos os quadros médios das empresas eram preenchidos por alunos provenientes dos cursos de Formação das Escolas Comerciais e Industriais.
As imagens pertencem ao arquivo fotográfico do Cardoso, Vítor Santos e Filipe, que concluíram os seus cursos em 1966.



quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

Livros, cadernos e pontos

O Orlando e a Ana Cândido foram aos baús de recordações, e encontraram estas preciosidades.
Os livros de Leitura, Calculo Comercial e Contabilidade, com a particularidade de este último ser da autoria de Jorge Amaro, Professor da Escola, que nos deu o prazer da sua companhia no Encontro do ano passado.
A folha de teste de Contabilidade do 2º ano do Curso Geral de Comércio de 1965/66, (será que hoje ainda conseguiam positiva), o caderno de dactilografia e um exercício de Física e Química completam as imagens da época.

José Ventura





















Comentários:

As preciosidades fazem parte do espólio cá de casa e mantêm um bom estado de conservação. O ponto de Química é assinado pelo Dr. Sarmento (carinhosamente "O Seringa"); a rosa do caderno é da autoria da Ana que, já nessa altura, mostrava o jeito que ainda hoje permanece; O livro do Dr. Jorge Amado é um "mimo", que ainda hoje contém bases fundamentais da contabilidade. No prefácio, o Dr. Jorge Amaro agradece à Ana Maria (com quem viria a casar) o trabalho de dactilografia, à Drª. Julieta Paiva, a revisão das provas e dedica-o a todos nós, assim: "A ideia desta publicação nasceu, principalmente, das lições de Contabilidade dadas pelo A., como Professor do Ensino Técnico Profissional, e em que o impulso mais forte nasceu dos próprios Alunos da Escola Industrial e Comercial das Caldas da Rainha. A eles eu dedico este livro."
Mais de Quarenta anos depois, sabe bem ler isto ...

Orlando Santos............05-02-2009

Uma delicia estas imagens. Quantas recordações passam por aqui ?
E ao ver o gráfico da capa do livro de Contabilidade (eram folhas soltas não?)dá para perceber que no tempo do mestre que nos iniciou nas ciências contabilisticas, que adorei rever em Maio 40 anos depois, ainda não existiam uns tais de Madoff & Cia.

J.Reboleira Alexandre.........05-02-2009

Às vezes lamento não ter também um baú cheio de documentos autênticos dos tempos das escolas: livros, cadernos, apontamentos… mas não tenho. A gestão de espaços cada vez mais exíguos para albergar o essencial da vida obriga-nos a seleccionar espólios, a libertar-nos sem complexos passadistas do aparentemente supérfluo. A memória transforma-se assim no único banco de dados disponível a tempo integral. As reproduções publicadas estimularam-me os neurónios das recordações e refrescaram-me o sistema operativo central e trouxeram-me ao presente imagens há muito esquecidas. Os gráficos contabilísticos, os cálculos comerciais e as fórmulas químicas não me fizeram disparar a adrenalina no circuito sanguíneo, mas fizeram-me regressar a um tempo em que essas matérias faziam parte do meu mundo de inquietações prementes. Os ensinamentos colhidos nesses manuais perderam-se completamente. Da dactilografia ficaram-me os rudimentos que me permitem digitalizar com alguma destreza o teclado dos actuais PC. É o que está a acontecer neste momento. Com dois dedos, por vezes três, raramente quatro, nunca mais do que isso. Que desperdício para os restantes dedos tornados compulsivamente ociosos. As imagens que voltei a visualizar da «Casa Lusitana» continuam muito cinzentas, muito pouco coloridas, muito pintadas da «cor» que melhor descrevia essa época histórica pretérita. Parabéns aos arquivistas dessas preciosidades dos nossos verdes anos escolares. Neste momento, apetecia-me abrir o manual de Língua História Pátria (o título sugere-me esta disciplina) e espreitar, pelo menos, para o índice. Será que o Orlando e a Ana o poderiam fazer por mim e mostrá-lo a todos nós? Quem sabe se não seria a ocasião perfeita para muitos outros comentários.

Artur R. Gonçalves...........06-02-2009

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

Lá vamos cantando e rindo

Esta fotografia que está no meu álbum dos tempos de escola, leva-me até ao ano de 1966, quando participei num acampamento da Mocidade Portuguesa no Chão da Parada, mais propriamente no pinhal da Dra. Deolinda Ribeiro.
Na altura havia as “Actividades Circum-escolares” e eu frequentava um “Curso de jornalismo” e no referido acampamento tinha como função fazer a “reportagem” do evento.
Não me lembro se tal tarefa foi concluída com êxito, mas que me diverti muito, podem crer.
Eu estou ao centro da foto, ao lado o Orlando Carteiro depois o Álvaro, um grande amigo que não sei por onde anda, e tenho pena, pois temos em comum algumas histórias que gostaria de relembrar na sua presença, quem sabe se este Blog o vai descobrir algures num canto deste País permanentemente adiado.

José Ventura


Comentário:

Pelo que a imagem nos revela, o grupo estaria mais calando e ouvindo as instruções proferidas por alguma super chefia da MP, do que a cantar e a rir. A «reportagem» até pode ter sido um grande fiasco nos idos de 66, mas o «faits divers» dos nossos dias ainda continua a funcionar, quando mais não seja para nos recordar que nesses tempos também trajámos de verde-bege e levámos as divisas da Casa de Avis ao peito.

Artur R.Gonçalves.........15-01-2009

quinta-feira, 20 de novembro de 2008

O espectáculo vai começar

Hoje trazemos para o Blog um espectáculo muito bem documentado pelas fotografias do Ramiro Ruas, o Viola baixo do conjunto da escola.
Este acontecimento musical, que decorreu no Ginásio, fez parte da festa de finalistas de 1966.

Senhores e senhoras aqui estão os cantores que o País consagrou.

Lurdes Maçãs
Odete Maçãs
















Clara Vieira e João Almeida (Para os amigos João Torto)






Áurea Marques e ????
O Conjunto: No acordeon, Carlos Duarte e Arménio, na viola Ramiro Ruas, e.... não sei mais
Comentário:

A foto ao lado da Áurea penso que é a Mirandolina que, há muitos anos, está no Luxemburgo.

Matilde........21-11-2008

Sim, de facto sou eu. MEU DEUS como o tempo passa... o canto era uma das minhas paixões !! aliás, aqui também fiz parte de um grupo coral de música erudita e cantei também muito para a comunidade portuguesa (fado e canção) nos primeiros anos da nossa estadia aqui. Em 1970 até participei no Festival da canção luxemburguesa para a participação na Eurovisão - fiquei em 2° lugar.(there were the days my friend, we thought they never end...etc etc) . Aliás, durante muitos anos me vieram as lágrimas aos olhos quando ia à ópera por não ser eu a estar no palco a cantar... Hoje, digo-me a mim mesma que o destino faz bem as coisas. Várias intervenções cirúrgicas à coluna cervical (mas feitas pela garganta) modificaram bastante a minha voz. Se tivesse seguido por essa via, imagino hoje o problema psicológica que isso me poderia ter acarretado por não poder cantar.
Um abraço do Luxemburgo

Mirandolina ............24-11-2008

domingo, 26 de outubro de 2008

Visita a S. Pedro de Moel

Não sei se actualmente as Escolas continuam a promover visitas de estudo a diversos pontos do país, mas nos anos 60,70 estas eram um motivo de festa e aconteciam com alguma regularidade.
Esta foto onde estão a Florete, a Adelaide Seixas e a Mizá Milhanas, vem datada de 29 de Março de 1966, e leva-nos até S. Pedro de Moel recordando uma destas viagens.

José Ventura

domingo, 5 de outubro de 2008

Maria Helena Coimbra

A Gazeta das Caldas na sua edição de 3 de Outubro dava-nos conta da morte da Dra. Maria Helena Coimbra que além de Conservadora do Museu de José Malhoa, foi também Professora na Escola Industrial e Comercial de Caldas da Rainha, na década de sessenta.
Entrou para o Museu José Malhoa em 1949, tendo estagiado com João Couto, Maria José Mendonça e António Montez, onde esteve como conservadora interina até 1951, através de concurso passou a efectiva em 1969. Ocupou ainda o cargo de Conservadora do Museu de Arte Popular em Lisboa e frequentou um estágio em Columbos (Ohio) nos Estados Unidos.

Nesta fotografia, que se junta a este pequeno texto, datada de 1966 podemos ver além de outros professores a Dra. Helena Coimbra (fila da frente, terceira da esquerda para a direita).

José Ventura

Nota: vale a pena ler o post do Prof. João Serra em O que eu andei...

Comentários:

Nesse ano foi minha professora a Drª. Maria Helena Coimbra, tive conhecimento hoje ao abrir a Gazeta, que faleceu no passado dia 24 a minha madrinha de crisma, de todos os meus professores na nossa escola foi sem dúvida a que mais saudade me deixa, pela meneira de estar, de conviver com todos. Um bom exemplo a seguir. embora não seja bem o local apropriado permita-me Ventura que apresente por este meio os meus pêsames à familia.

Anónimo.......05-10-2008

Caro Jorge; Alguém me mandou um Blog com a notícia do falecimento da Helena. Eu Queria responder mas não consegui. Aqui vão os meus sentimentos, talvez tu possas colocar no Blog. Conheci a Helena na América. A sua alegria e simpatia cativou-me, apesar da distância que nos separou a Helena foi uma amiga muito dedicada e sempre disposta a ajudar-me com muito amor e amabilidade. Apesar de eu ter algumas amigas em Portugal considerei a Helena uma amiga muito especial. O seu sorriso estará sempre na minha memória. A nossa amizade será eterna. O seu amor pela familia, especialmente pelo Jorge, também será eterno.

Este mail foi enviado para o Jorge, (Julgo que é o Sr. Jorge Ribeiro, marido da Dra. Helena Coimbra)que depois reenviou para o Blog com o comentário: Esta pessoa, em tempos idos, viveu nas Caldas da Rainha com os pais. O pai teve aí uma oficina.

Jorge......11-10-2008

terça-feira, 16 de setembro de 2008

Abril de 66

Esta foto faz-me pensar qual seria a filosofia que obrigava ao uso das batas brancas, não que eu tenha alguma coisa contra as “fardas”, antes pelo contrário, pois assim as classes sociais não eram tão vincadas, pelo menos aparentemente éramos todos iguais.
Mas filosofias à parte esta fotografia foi tirada no dia 21 de Abril de 1966, Dia da Espiga, e as meninas são a Ana Cândido, a Celeste, a Lurdes Peça e a São (que será feito dela?).
Este documento chega-nos pela mão da Lurdes Peça que continua a acompanhar este blog na capital do Algarve.

José Ventura

Comentários:

Não resisto a comentar esta das batas. Lembrou-me as trocas de "piropos" entre as meninas do ERO (as Zebras, por causa das batas às riscas) e da Escola(as Baleias, por analogia com Moby Dick, a Baleia Branca). Não era só entre os rapazes que existiam estas pequenas picardias. Alguma das "Baleias" ou das "Zebras" se lembra disto?

J.J...........17-09-2008

Mais do que as simples picardias a que refere o J. Jales, teriam existido cenas de verdadeira guerra. Não sei se se tratava de «contos urbanos» mas nos 2 anos em que andei na Escola Velha, nas traseiras do Chafariz das 5 Bicas, era frequente ouvir da boca dos veteranos o relato das autênticas batalhas campais à base de pedras ou outros objectos «apropriados» que eram lançados da parte de dentro do muro para a estrada e vice-versa.

Mas eu penso que se tais guerras existiram, mais não eram do que manifestaçôs de mútuo carinho.

Quando o JJ frequentou o ERO, já a escola estava na estrada de Tornada, por isso não poderá confirmar, ou infirmar tais situações, mas haverá por aqui quem possa dizer mais qualquer coisa. Há alguns nomes dos habituais frequentadores do nosso blog que certamente andaram por lá a mandar pedras às «zebrinhas» que desciam a ladeira.


J.L.Reboleira Alexandre......18-09-2008

Olá Zé Luis
Encontramo-nos então hoje deste lado...
Eu já estava no ERO no último ano da Escola Velha (1963/64).
Estão referidos episódios dessas picardias, para além das verbais, nalguns artigos no Blog do ERO, nomeadamente pelo Artur Alves que, no seu "famoso" artigo refere até um deles, passado comigo, junto à Praça de Touros.
Obviamente parece ter sido nos quatro anos (1960-64) em que a Escola era onde referes e o Colégio no cimo da Diário de Notícias que esses "derbys paleolíticos" foram mais frequentes. Depois o afastamento resfriou os ânimos (longe da vista, longe do coração...) e eu acabei por ter vários amigos na Escola na transição de sessenta para setenta. Mas há aqui estórias para contar, mas por gente mais velha que eu!
Estava a brincar com o "deste lado", claro.Um abraço

JJ.........18-09-2008

Olá J.J. e Reboleira: sou mais antigo pois acabei o curso em 59/60 e o que eu posso dizer das confrontações entre escola e liceu era apenas no futebol, mas mesmo assim havia boa amizade, entre muitos que eu me lembro e que eram o Ventura o Honório os Calistos o guarda redes Varela o To Freitas o F. Figueiredo os Morais e outros. Numa das fotos do ERO, está um que se tornou famoso no meu Sporting: o Moura e que se tornou conhecido pelo nome de Lourenço. Não estou bem certo quem é o Jales mas o nome não me é estranho Estou aqui no Canadá fez no dia 7, 42 anos, mas joguei a bola com todos eles e alguns possivelmente tiveram que ir ao oftalmologista pois nunca sabiam por onde eu passava com a bola.Se a memoria não me atraiçoa o liceu era perto do Capristanos antes de ir para o presente local De verdade não me lembro de grandes eventos entre as meninas do liceu e as da escola a não ser quando havia algum jogo de bola entre as duas equipas e ai sim havia alguma rivalidade Como o Jales entrou no blog se ele tiver oportunidade de falar com o Zé. L. Lalanda, se ele se lembra da sua récita que era assim :
O CATAVENTO
Vaidade, pedantismo sem mistura No fundo entre tretas bagatelas. Entre patetas faz mistura Mas o que o amigo não revela E não ser galo nesta altura Mas sim uma reles tampa de panela. O Figueiredo sempre vinha com o Bate leve , levemente Como quem chama por mim...... O saudoso Leiria com o Edital Manuel era um petiz de palmo e meio Ou pouco mais teria de verdade.......Agora como muitos de nós teve como professor o Pr.Lalanda Ribeiro,isto era o que se cantava a caminho do pinhal do parque em que ele era o maestro

O SOL ANDA E DESANDA
CORRE O MUNDO, CORRE O MUNDO
EM REDOR
EU NAO ANDO NEM DESANDO
SOU LEAL SOU LEAL
AO MEU AMOR

A MINHA VIOLA E NOVA
COMPREI-A POR UM VINTEM
UM VINTEM NAO E DINHEIRO
MAS A VIOLA TOCA BEM

Tudo isto foi há 60 anos certamente haverá alguns enganos. Amigo Reboleira eu vou de volta a Portugal por uns tempos. Montreal talvez um dia Adeus jovens do outrora Chaves

Joaquim Chaves………20-09-2008


Já tive ocasião de escrever ao Blog do João Jales dizendo que há demasiadas historias á volta disto.Todos falam de lutas e rivalidades noutros tempos, mas nunca no tempo deles!!!O Zé Luis diz que foi antes dele,mas antes dele foi o Joaquim Chaves que diz que jogavam`á bola e se davam todos bem! Houve sempre bocas e uns chega pra lá quando havia copos,miudas,bailes mas mais nada e nunca apareceramam os valentões que participaram a dizer como foi.Tem graça o J chaves dizer que se lembra do nome do Jales e depois falar do oftalmologista - pois o Dr Jales é o pai dele!Abraços e saudades.

Fernando Rodrigues......23-09-2008

Na foto me dá a impressao de ser a Sao Barbosa, se assim for está nos USA à largos anos.

Orlando Desidério.........08-12-2008

quinta-feira, 19 de junho de 2008

1º Ano Electricistas 65/66

Esta fotografia do Bertolino traz para este blog uma turma de Electricistas do 1º Ano de 65/66. O “cenário” é o quadro eléctrico das oficinas de electricidade, dos alunos identifico apenas o João Amaro, o Abílio, o Albano, o Frazão, o Zé-Tó e o Bertolino, talvez porque a fotografia já não está muito perceptível.

José Ventura

terça-feira, 17 de junho de 2008

Equipa Voleibol

Parece uma equipa de “motoqueiros” mas trata-se na verdade da equipa de Voleibol do 2º Ano de Electricista de 1966.
Não se sabe muito bem para que eram os capacetes, mas calculo que seriam um “adereço”, pois a rapaziada naquela altura por vezes tinha destas “pancadas”. O que é certo é que a equipa era apadrinhada pelo Dr. João Correia, ou “Calmeirão” como era conhecido.
Os atletas não são fáceis de identificar...mas também com aquelas coisas enfiadas pela cabeça abaixo... seria a bola feita de chumbo?


José Ventura

Comentário:

Como ninguém comentou esta foto,eu vou dar uma ajuda(Digo eu!!)De pé: João Alcino , Victor Silva,Gandaio,Dr João Corrêa(é assim)Em baixo: (?) Beja , Zé Manuel.
Quem ajuda no nome do colega que falta??Um abraço

Gandaio......24-06-2008