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segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Artistas na Praia – Equipa completa

Dando sequência à foto anteriormente publicada, o Zé Fernando foi ao baú das recordações e sacou a fotografia da equipa completa.
Em cima; Joaquim José, Chico Zé, José Manuel Monterroso, Guilherme, Zé Fernando e Beto.
Em baixo; Carlos, Barradas, João José, Justino, Miranda e o último não foi possível identificar.
Não sei se a equipa era alguma coisa de jeito, mas que devem ter passado uma tarde divertida, disso não tenho dúvidas.

Comentário:

Falta aqui fazer justiça ao grande fotógrafo, exclusivo do grupo, e já na época grande profissional e tambem um dos melhores jogadores jovens da sua geração o meu amigo Carlos Alberto Ferreira Mentira, nome sobejamente conhecido da nossa praça e por ser o fotógrafo, claro que nunca fica na fotografia

Guilherme ...........10-10-2011
  

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Artistas na Praia


Do António Guilherme, um Sportinguista de gema, chega esta fotografia com a seguinte legenda:

Envio uma foto de um grupo de alunos da Escola Rafael Bordalo Pinheiro, tirada em S. Martinho do Porto, num fim de semana de 1967.

Os atletas, exímios praticantes de ginástica, que aproveitaram o bom tempo da Baia para cimentar o espírito de grupo. (no intervalo dos bailaricos) são;

Em cima Fialho, Barradas e Quim Santos. Em baixo Mapril Beato (já falecido), um dos melhores alunos da escola durante todo o curso, Cândido, Virgílio e Guilherme.

Um abraço do Guilherme

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Visita ao Aquário Vasco da Gama

 
Esta fotografia que vem do álbum da Ana Bela, é datada de 14 de Março de 1967, e mostra um grupo de antigas alunas da nossa Escola durante uma visita ao Aquário Vasco da Gama.

Julgo não me enganar na identificação. Assim temos, em pé: Conceição, Gina, Ana Bela, Aurora, Prof Margarida, Hortense, Prof. Ermelinda, Antonieta e Graça.

Em baixo: Rosário, Isaura, Mila e Lurdes.
Todas faziam parte da Formação Feminina 4º Ano 66/67, como se pode ver pela pauta em baixo.


Comentário:

Permitam-me discordar da legenda que acompanha esta foto; no meu entender, a aluna que se encontra entre a Srª. D. Ermelinda e a Graça Jordão é a Maria dos Anjos Faria, estarei errada?
Ao reler a constituição da pauta, constato que há aqui alunas das quais já não me recordo, andam por aí por caminhos diversos, cada uma seguiu um determinado percurso.
Há, no entanto, uma de que me lembro frequentemente e que, infelizmente, já não se encontra entre nós - a São Moreira!
Que saudades tenho dela e do seu modo tão doce!
Beijos para todos!
.....
Desculpem-me voltar ao assunto, mas pediu-me a nossa querida colega Isaura (uma das protagonistas desta foto) que fizesse uma outra rectificação, da qual sinceramente não me tinha apercebido; à sua esquerda, está, não a Mila, como indicado, mas sim a Ermelinda Santos.
Como está bem diferente hoje em dia!
Espero não voltar a intervir no que diz respeito a esta foto!
Até à próxima e boas férias para quem as goza actualmente ou se prepara para tal!

Fátima Valente................17-07-2011



terça-feira, 24 de agosto de 2010

O Mestre Mário Pólvora

Hoje fui surpreendido pela visita de um antigo Professor que já não via há muitos anos, o Mestre Pólvora.
Quem andou nos electricistas lembra-se bem deste professor.
Em minha opinião foi um dos grandes profissionais que passou pela Escola.

Em 1969 levantou-se algumas dúvidas sobre a sua vida pessoal e foi convidado a aceitar a “sugestão” de se transferir para outra Escola, que recusou, pondo ponto final na sua carreira como docente.
Sobre o assunto diz o meu amigo Pólvora:

“Faz dentro em pouco 41 anos em que morri e desde então esta "imitação" de vida mais sofrida que real tem sido uma travessia absolutamente dolorosa. Em 1969 perdi aquilo de que mais gostava - ensinar, se bem que continuei também a acompanhar a formação de jovens quer em clubes de que fui dirigente, quer como treinador e juiz-arbrito de atletismo.
Também dei formação durante anos nos cursos do fundo social europeu.
Neste momento estou reformado e a viver cada dia dos meus 67 anos com o desejo de que todos e cada um dos meus 214 ex-alunos tenham vencido na vida, principalmente com saúde.”

Esta “história” na altura ficou muito mal contada e hoje reforcei a minha ideia que houve politica pelo meio, porque o regime não gostava muito de “vermelhos”.

Mas isso são águas passadas e o Pólvora é um resistente e não se deixou abater.

Mas voltando ao nosso encontro, fiquei completamente rendido à sua memória de elefante. Quando se refere aos “seus 214 alunos” faz sempre pelo nome completo e mostrou um profundo conhecimento das suas carreiras profissionais e não só.

“Sei que infelizmente essa jóia de rapaz que era o José Mamede Carreira Ângelo nos deixou em 1999. Vi o agradecimento do Grupo Regojo num jornal de Lisboa, de que ainda tenho o recorte. Também o Henrique Santana que foi aluno do CFME nocturno, mais tarde Animador Cultural aqui na Câmara da Marinha Grande, partiu na grande viagem de que muito tarde tive conhecimento por amigos comuns do Partido Comunista.”

Sobre os Encontros de Maio diz:

“O Blog é uma maravilha se bem que aquelas míudas e aqueles garinos hoje pareçam mais carquejas que eu. Por ele vou seguindo a par e passo das vossas actividades e encontros anuais.
Vou vendo que"lanzudos" como o Álvaro Gandaio, tortos como o João Almeida e outros perderam o viço capilar. Coisas da vida.
Nas fotografias(dos Encontros) reconheço o Amilcar Prata Palma dos Santos, o Bertolino Francisco, o Carlos Alberto Gonçalves Neves (Cábé), o José Luis Santos Brilhante, o Álvaro Teixeira Gandaio, o João Almeida da Silva (João Torto), o Francisco Barros Cunha Leal, o Luis Manuel Franco Silva, enfim tudo gente boa. Um abraço sentido que envolve toda a “confraria dos pataniscas”.

Um Grande Abraço do Mário Pólvora

Para ilustrar o que digo sobre a sua memória vejam esta fotografia que ele enviou devidamente identificada.

quinta-feira, 18 de março de 2010

ÓH, ABRE...

Ó Serralheiros do meu tempo, hoje deixo-vos uma adivinha. Quem se lembra deste grito de alerta:
ÓH, ABRE...
E o que se seguia após o grito?
O que é que voava pelo espaço após o grito?
Onde é que esta cena se passava?
Vamos lá a ver como está essa memória.
Um abraço
A. Justiça

É com esta fotografia do álbum do Vitor Santos que aqui deixo esta pergunta do Justiça.

domingo, 14 de março de 2010

Claque de apoio

Esta foto leva-nos até ao ano de 1967 e tanto quanto se sabe, e segundo o João Manuel Espanhol que nos trouxe esta fotografia, esta rapaziada fazia parte da claque de apoio a um jogo de Basquetebol que como se pode ver estava a decorrer.
Os entusiastas que estão na foto são: o Júlio Garcia, mais conhecido por “Sobrena”, o Álvaro Carvalho, o Pinto, o João Santos, o Vasco Castelhano, o Alexandre domingos, o Prof. Berjano e o Santiago Freitas.


Comentário:

Quase todos estes rapazinhos foram meus colegas.
O que será feito deles?
O Àlvaro,Pinto,João e o Vasco, nenhum deles por aqui aparece, eu gostava de ouvir algo dessa malta, que tão bons tempos passamos juntos.
Ficando á espera, envio um abraço para todos.

Antonio Abilio.......18-03-2010

domingo, 31 de janeiro de 2010

Cada um com o seu par

…Cada um com o seu par, porque está o baile armado.

Não se sabe se os pares mostravam os seus dotes de dança ao som de Roberto Carlos, Nelson Ned ou Cliff Richard, o que é certo é que não eram “pés de chumbo”.
Estas fotos do Rogério Guimarães e do Quaresma, sobre bailes fazem-me recordar as diversas “matinés” que se faziam aos Sábados à tarde, nas mais variadas garagens.
Desse tempo em que o Vinil era rei e as cassetes faziam as primeiras aparições, fica a nostalgia daquelas tardes memoráveis.
No caso destas fotos julgo foram obtidas numa festa da Espiga, por alturas de 1967.

Comentário:

Uma festa da espiga bem diferente das anteriormente documentadas. Se calhar, até nem foi tirada na Quinta Feira da Ascensão. Os pares rodopiam ao som de uma qualquer música que nem os donos da fotografia quiseram revelar. Se calhar, o momento até nem foi captado em 1967. A terra batida da primeira foto é substituída pelo estrado de madeira da segunda, sem que os executantes da dança se preocupem muito com esse pequeno pormenor. Se calhar, os bailes até se fizeram em dias diferentes. A assistência observa atentamente o evoluir dos acontecimentos à espera de identificar os executantes. Se calhar, tiveram tantas respostas como nós que continuamos a olhar para esses momentos suspensos num espaço e num tempo desconhecidos à espera de alguém que nos esclareçam sobre tudo aquilo que não se sabe.

Artur R.Gonçalves.........01-02-2010

domingo, 24 de janeiro de 2010

A Festa da espiga

Estas fotos reportam ao Dia da Espiga de 1967 e têm a particularidade de ambas pertencerem aos álbuns do Ramiro Ruas e da Fátima Valente
São muitos os colegas que consigo identificar, mas o que na verdade ressalta destas imagens é que as comemorações do Dia da Espiga eram uma festa de grande popularidade, não só entre alunos mas também professores, conforme se pode constatar nas fotos.
Comentários:

Participei uma vez, que me lembre, no Dia da Espiga. A romaria fez-se, esse ano, para os lados de Santa Catarina. O percurso traçou-se por caminhos de cabra e terminava num qualquer pinhal das redondezas. Os nomes exactos dos locais varreram-se-me por completo. A palavra Couto ainda me soa na memória. Cada um levava o seu farnel que em nada se assemelhava aos magníficos piqueniques que a Enid Blyton nos descrevia nas «Aventuras dos Cinco» e nos fazia crescer água na boca. Guardo a imagem de uma taça com morangos cobertos com chantilly. Alguma das se’toras/meninas terá querido dar um ar mais requintado à merenda. Os papossecos com chouriço ou queijo flamengo deveriam predominar. A presença do corpo docente também não permitiria grandes liberdades nas bebidas. Uns pirolitos ou laranjadas já não seria mau a alternar com a água da ribeira. Entretanto, ainda se apanharia uma espiga de trigo, um ramo de oliveira, malmequeres brancos e amarelos, a indispensável papoula vermelha e um cacho ainda verde de uva. Era uma razia por esses campos a fora. A «espiga», depois, lá ficava atrás de uma porta à espera do ano seguinte, quando tudo se voltava a repetir, inexoravelmente, a cumprir a tradição...

Artur R. Gonçalves...........26-01-2010


Na 1ª foto ainda estava de olhos abertos! Na segunda já não me aguentava de pé!
não sei o que se passou, talvez fosse o vento!!!

José Louro Costa.......27-02-2010

domingo, 17 de janeiro de 2010

Rapazes do Chão da Parada

Várias vezes sou abordado por companheiros da escola, que acompanham o Blog com regularidade, e me perguntam quem é o J.L.Reboleira Alexandre que é bastante interventivo aqui no nosso espaço na Net.
Lá vou explicando o melhor que sei, que nos tempos de Escola vivia no Chão da Parada, foi para o Canadá,…blá, blá ….
Ora bem, para quem não se recorda, aqui está uma foto com uma rapaziada do Chão da Parada, que confesso, só reconheço o amigo Reboleira, precisamente ao centro da imagem.
Esta foto foi enviada pelo seu conterrâneo, José Santana Marques.
Ficamos à espera que o Reboleira nos dê conta de quem são estes jovens que posaram para o objectiva, juntamente com os seus “Ferraris”.

Comentários:

É um facto que fotos minhas no blog são poucas. Lembro-me de apenas duas relativas às Secçôes Comerciais. E depois eu era mais do tipo «Low profile». Devo dizer que 30 anos a vender sonhos, viagens, mudam uma pessoa. LOL. Mas parece que estou «na mesma» pois na festa de 2008 o colega Santiago de Freitas (aparece rapaz), pelo menos assim mo disse, tendo-me reconhecido após 40 anos. A situação inversa não se verificou. Isto tem no entanto mais a ver com a memória do que fisionomias. Ele é que está na mesma.

Mas vamos ao que interessa. Quem aparece na foto. Como os Reboleiras abundam lá na terra, estão presentes mais dois com este apelido.

Da esquerda, temos o Sr. Eng. (esta do Sr... é para o provocar, a ver se ele aparece)César Reboleira, das obras da Câmara aí da cidade. A seguir o ex guarda-redes da equipa de futebol da aldeia, o Toino Filipe. Depois o outro Reboleira, o Zé Manuel, também ex-Bordalo, no meio eu, depois o Joaquim Anisio, longos anos funcionário da ROL, internauta activo, depois mais dois ex-Bordalos o Fernando Marques e o Cesário de Barros.

Como a minha companheira, a tal que me atura há trinta anos, desde uma tarde de Agosto em Salir, vem muitas vezes à «baila» nos meus comentários, nada mais justo que juntar uma foto do casalinho numa recente viagem de carro de 2600 Kms, que é quanto nos separa de Montreal, para o Sol de Miami. Realmente estou mesmo na mesma. Pode ver-se claramente visto pelas duas fotos.
J.L.Reboleira Alexandre..........18-01-2010

Amigos
Se alguns de vós conhecerem o meu grande amigo e ex-colega da Frami, Joaquim Adelino Contente, oriundo do Chão da Parada, transmitam-lhe o meu apreço pelo seu alto profissionalismo na industria de Confeitaria e um grande abraço do Antonio Nobre- provávelmente já nem se lembrará de mim-

António Nobre.........18-01-2010

Engraçado...
Não tem nada a ver com o assunto que de que se está a falar, mas apenas por curiosidade o relato...:
Como alguns de vocês sabem, em Óbidos havia ainda no "nosso tempo"
uma Ganadaria da Casa Gama...
Todos calculam como os toiros são perigosos e trago aqui este assunto apenas para relatar que na terriola onde nasci (Arelho do Concelho de Óbidos) vive ainda um individuo de nome José Alexandre Contente, cujo pai era maioral da Ganadaria Gama e morreu há muitos anos vítima da bravura de um toiro...
Certamente seria talvez da familia do colega Contente referido pelo Nobre...porque o falecido maioral era segundo creio. do Chão da Parada...

Desculpem trazer aqui um assunto que nada tem a ver com a Escola...mas que curiosamente acredito tenha a ver com o Contente...e quem sabe até...com o Reboleira Alexandre...
Um abraço

Maximino.......18-01-2010

Uma ajuda aos camaradas bordalos, António Nobre e Maximino. O Joaquim Adelino Contente, que mora à entrada do Chão da Parada lado esq. antes do cruzamento para a Mouraria, é primo drt. do José Alexandre Contente. Este, embora seja Alexandre, penso não ser da família do Reboleira Alexandre, só se há ligação em gerações mais antigas. Há essa probabilidade.

Santana Marques........18-01-2010

Então...acertei numa de duas probabilidades...
Obrigado e um abraço ao amigo Santana

Maximino........19-01-2010

Pensava perguntar hoje à noite ao meu pai, que da sabedoria dos seus 89 anos, deve lembrar-se (memória antiga óptima) da existência desse hipotético familiar. O Santana (espero que essa anca esteja como há 40 anos....) já respondeu em parte, e eu agradeço-lhe.

Mais um àparte. Como os Gamas também tinham uma propriedade na nossa aldeia, na zona do Talvai (cultura intensiva de arroz)os empregados tinham bastante mobilidade. É que a CGTP do tempo era muito, mas mesmo muito fraquinha, e os Gamas eram o maior empregador na nossa pobre aldeia dos anos 30 e 40. Tempos duros dos quais ouço histórias de arrepiar!

A nossa única (dos nossos pais) saída era o mar. O meu e o do Santana como muitos outros abalaram.

J.L.Alexandre Reboleira........19-01-2010


É verdade sim, os Gamas eram proprietários da Quinta do Talvai, para onde ia às vezes o gado bravo em transumancia, se não me engano no período das cheias...
Recordo-me ainda de quando miudo, ver passar a manada devidamente enquadrada pelos maiorais...espreitando claro está, da parte de dentro da porta pelo postigo entreaberto...e já agora confesso...com algum medo á mistura...!
Sim era duro esse tempo e para além do pessoal da zona do Chão da Parada também muita gente da minha aldeia e das aldeias limitrofes trabalhava para a Casa Gama e como se calcula...com salários mesmo muito baixos...!!!

Mas mesmo assim, para as necessidades da cultura do arroz com as respectivas mondas e as mondas similares nos campos de trigo da Varzea da Rainha, vinham dezenas de trabalhadores de ambos os sexos, da região de Pombal, que eram alcunhados por aqui de "bimbos"...
Era gente muito simples de que alguns poucos acabaram por ficar na região Oeste...
Uma moçoila desses "ranchos" de mulheres, acabou casada com um primo meu em 2º grau também trabalhador da Casa Gama (com quem eu habitualmente via as tentas...para quem não sabe era a escolha dos novilhos para mostrarem a sua bravura, que mais tarde os levaria às Praças de Toiros ...)e que não sabia ler nem escrever...
E era o Maximino miudo dos seus 8/9 anos que "lhe namorava" a cachopa escrevendo e lendo também a correspondencia recebida...
Claro que os mais velhos me presionavam depois para contar o que ele dizia e as respostas que recebia (cuscas...)mas a boca do gaiato jamais se abriu para contar fosse o que fosse...!!!

Pronto...e mais uma historieta que nos obriga pelo menos...a remexer o bau das recordações...!!!

Um abraço do

Maximino.......19-01-2010

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Um Domingo no parque

Esta foto do Quaresma leva-nos até ao parque onde os meninos e as meninas foram fazer o seu passeio dominical.
Captados pela objectiva do fotógrafo, temos; o Quaresma, a Lurdes Peça, o Jaime Ferreira, o Mizá, a Maria José e o Vitor Peça devidamente engravatado como se fosse “pagar a décima”.
Em baixo a Elisabete Fortunato.

Enquanto escrevia esta legenda, olhava para a foto e comparava os intervenientes como os conhecemos hoje
…como podem observar, estão na mesma.
...bem… com mais quarenta anos em cima.
Mas estão muito bem Comentários:

Eu diria que as meninas até estão melhores. Agora eles... francamente...

Alfredo Justiça......13-01-2010

Dizer que estão todos na mesma é um eufemismo piedoso. Digamos que estão reconhecíveis e com todo o «charme» dos 50.

Artur R.Gonçalves......13-01-2010

Que carinhas tão ingénuas!Como é bom recordar estes passeios de Domingo!Gostava de ter esta foto. Acho que nessa altura tinha um "fraquinho" pelo Jaime,aliás,como todas as miúdas da escola, porque ele era um "borracho". És simpático quando dizes que estamos muito bem mesmo com mais quarenta. Mesmo que não seja verdade, ficamos vaidosas e ELES também de certeza.
Um abraço!

MIZÁ......13-01-2010


Eu também diria que todo o grupo está muito bom para as nossas idades, acho que se me cruzar com qualquer deles hoje só teria alguma dificuldade em conhecer o Jaime ou Quaresma e a Maria José mas só porque tive menos convivio com eles,fora isso todos eles estão na realidade com boa aparência e charmosos como diz o amigo Artur Gonçalves.
Não se dá por terem grandes panças os rapazes e as meninas continuam com as suas carinhas larocas e bonitas, como eu me recordo delas no tempo de escola.Um abraço para os rapazes e um beijinho para as meninas gostei de os ver a todos

Antonio Abilio.......14-01-2010

Olá a todos! Bom Ano recheado de coisas boas e fofinhas! Depois de uma virose que afectou o meu "companheiro" electrónico, de que já está recuperado, cá estou eu a dar o meu ar de graça...
Que linda foto esta, nem me reconhecia, só disse para mim "eu tive uns sapatos iguais àqueles" e só depois de ler o comentário é que vi que era eu! Ai a idade que não perdoa! Esta foto foi tirada em 1967, pois tenho a continuação deste dia registado. Era muito engraçado o Quaresma armado em galã perante as meninas, o Jaime para mim era um maninho emprestado pois éramos vizinhos, a Mizá aquela amiga muito certinha igualzinha à franja dela, tudo no sítio... a Zé era muito parecida comigo na maneira de ser e andava com troca de olhares com o meu irmão a Beta sempre foi a mais caladinha do grupo. É bom recordar este tempo e como não tinha esta foto no meu álbum, foi fácil com esta nova tecnologia de "copiar" e "colar" e já a tenho ao pé das outras, obrigada Quaresma e Zé Ventura. Um obrigada também pelas simpáticas palavras do Justiça e porque não... fez justiça sim senhor! Deixemo-nos de modéstias. O Artur que tive o prazer de conhecer mais a sua esposa, no tal encontro marcado aqui no blogue, também foi muito cavalheiro bem como o Abílio que já andamos a trocar fotos de família e novidades familiares. Bem hajam a todos!
O Zé Ventura foi muito generoso com as meninas e os meninos ao colocar só as fotos de meio corpo e escondendo as tais "panças" que o Abílio fala, só tu para te lembrares disto. Beijinhos a todos e continuem a escrever e dar trabalho ao Zé.

Lurdes Peça..........18-01-2010

domingo, 6 de dezembro de 2009

2º Ano do Comércio de 67

Estas fotografias têm várias coisas em comum. Foram tiradas em 14-06-1967, foram reveladas na Fotografia Pereira e vêm todas do álbum da Matilde.
A 1ª Foto, que tem escrito no verso “ Na alegria e sinceridade toda a vida serei feliz”, tem como protagonistas; a Eugénia Falua, a Matilde e a Fernanda Violante.
Na 2ª Foto, tirada na escadaria da Escola com mais duas meninas que não consigo identificar, tem também uma mensagem, "Quantas recordações deixadas pela vida de estudante"
Na 3ª Foto, junta-se ao trio a Isabel Dinis. e a mensagem no verso é " a união faz a força".

Comentários:

Na 2ª fotografia estão: o Padre Naia, a Matilde, a Isabel Dinis, a Fernanda Violante e a Eugénia Falua. Foi tirada no final do nosso 2º ano do Comércio. Éramos quatro inseparáveis, com uma amizade que deixou raízes e perdura bem firme e fresca. A quinta menina um pouco encoberta é a Teresa Monterroso, outra querida amiga de quem há muito nada sei.

Matilde..........06-12-2009


Olá Matilde
Se porventura tiveres interesse em saber algo da Teresa Monterosso, fala com o Jose Manuel Monterroso, distinto Advogado ai da Praça, irmão da Teresa e que naturalmente facultar-te-á as informações que pretendes.
Cumprimentos

Antonio Nobre.........07-12-2009

domingo, 1 de novembro de 2009

A visita dos amigos

Com alguma frequência tenho o prazer da visita de antigos alunos da Escola, uns porque descobriram o Blog outros porque algum amigo falou deste “movimento de unificação” dos Antigos Alunos.
Não imaginam o meu “drama” quando sou confrontado com pessoas que não sei o nome e não consigo relacionar as feições actuais com as do tempo de Escola.
Com alguma “mestria” tento apanhar alguma indicação até conseguir uma identificação que me possibilite um diálogo com algum sentido.
Foi o caso do José Carlos Tomás Marques que vive em Famalicão da Nazaré, que não via há muitos anos. Em determinada altura da conversa perguntou-me: Não me estás a conhecer, pois não?
Claro que não, porque quem eu conhecia bem, era o atleta da foto da escola, tenho lá a culpa que tenha mais quarenta anos em cima.

Zé Ventura


Comentários:

Realmente a espécie humana é um ser com características muito especiais. O ZV não tem que se sentir mal por não conhecer o respeitável senhor da esquerda.

Há um nome da minha turma do 1º ano do Ciclo (turma B?)que nunca mais esqueci. O nome é José Carlos Tomás Marques que ainda me lembro como sendo da zona de Alfeizerão. No entanto a personagem a quem pertence o dito nome desapareceu completamente da minha memória creio que no final desse mesmo ano.

Também me lembro que era um dos bons alunos da turma. Depois disso o vazio é total. Só o nome se mantém bem presente.

Como vive em Famalicão, quantas vezes nos teriamos cruzado nas minhas inúmeras visitas à praia do Salgado que frequento desde, creio, 1967 ou 68, quando os acessos até de moto eram dificeis.

Por isso Zé, se conheces o atleta da foto, eu nem isso, lembro-me que esta foto já fora publicada no passado e nela além do Silva Bastos, só reconheço o meu primo Louro e os «selireiros» Daniel e Cardoso.

Abraço

J.L.Reboleira Alexandre.........02-11-2009

Isto não tem nada a ver com a foto agora publicada, mas é curioso que o ano passado em Junho foi publicada uma foto pelo amigo Z.V. com dois amigos de escola e um deles era o Joao Alcino Carvalho. Ora estando eu no aeroporto de Lisboa no autocarro que me levaria ao avião, olho para o lado e de repente vejo naquela pessoa algo que eu ja teria visto antes. Não muito a vontade perguntei-lhe se ele era das Caldas e a resposta foi sim mas como iamos para o avião a conversa ficou por aí.
Ja sobre o Atlantico voltámos a falar e agora sei que ele é meu vizinho em Mississauga e que veio para o Canadá em 1975 e eu em 1966.

Nunca me lembro de o ter visto antes e foi apenas a foto do nosso blog que me chamou a atencao.
A minha memoria tem dessas coisas, por vezes esqueco minutos atrás, outras vezes navego no passado com facilidade.

Chaves..........04-11-2009


Olá Quim
Será que estou certo em dizer que já regressaste de todo para Portugal?
Por aquilo que li fiquei com essa ideia.
Com respeito a teu comentário, olha como é que são as coisa, há uns anos atrás também me aconteceu exactamente a mesma coisa, estou na bicha para entrar no avião de regresso ao Canadá e encontro o João Alcino que nós conhecíamos mais por o João Azeiteiro no bairro do Viola.
E é da minha idade e tu és um pouco mais velho. Eu conheci-o logo porque brincamos juntos quando éramos miúdos, Não há dúvida que o mundo na realidade é muito pequeno.
Quim, é um gosto ler os teus comentários assim como de todos os outros colegas participantes.
Espero que saibas quem sou, embora não nos vejamos muitas vezes eu sou o Abilio

Um abraço

António Abilio.........04-11-2009


E um prazer, aparecer mais um e tu o Toino és benvindo, pois já deste mais um pouco de vida e ate trouxeste a tua prima ao blog. A ultima vez que nos vimos foi no clube de Mississauga quando da vinda da Alexandra ( fadista), ao clube.
Nós por cá no Canadá por vezes só nos vimos numa festa no aeroporto ou então quando alguém dos nossos conhecimentos se vai embora deste mundo. Eu ainda continuo no Canadá só que agora passo mais tempo em Portugal, mas aqui estão os filhos e os netos e eu gosto de passar o Natal com eles.

Chaves............05-11-2009

É verdade Quim! neste pais não estamos cá para fazer turismo, isto tambem é uma terra tão grande que dificilmente nos encontramos muitas vezes só em festas ou em funerais.
Quim bem haja para ti que já chegaste ao tempo em que passas mais tempo em Portugal, do que aqui, eu ainda não cheguei a esta nova etapa da vida, mas tal como tu, os filhos e os netos, estão cá.
Desejo que passes um feliz Natal e prospero Ano, na companhia de toda a tua familia.
Um abraço.do amigo

Toino Abilio.........06-11-2009

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Classe de Ginástica

Depois de dar tanta volta encontrei esta foto que talvez tenha interesse para o blog.
Trata-se da classe de ginástica do Silva Bastos. Esta foto foi-me enviada pelo Vasco, em grande plano na foto, suponho que no ano 1967, já não estava em Portugal.

Olha eu não me lembro do ultimo nome dele, mas penso que é (Castelhano) sei porém que é filho da D.Irene da Foto Paris.
Zé não me quero tornar chato, mas tenho muito gosto em participar em algo que me trás boas memorias.

Antonio Abilio Frazão da Luz

Meu Amigo António Abilio, não és nada chato, antes pelo contrário, é sempre um prazer publicar qualquer participação sobre a nossa Escola, manda sempre.

O Atleta é efectivamente o Vasco Castelhano, que já não vejo há uns trinta anos, Julgo saber que tem um estúdio de fotografia em Loures?
A foto Paris já fechou há uns anitos.

Um Abraço
Zé Ventura

Comentários:

Obrigado amigo Zé Ventura.
O facto de estar fora e não haver contacto com a rapaziada dos nossos tempos, vai-se perdendo de vista as pessoas e por vezes a memória.
Nunca são de mais os elogios sobre o trabalho que tu executas com este, para mim magnifico meio de comunicação com o nosso passado, bem haja e força para continuares.Um abraço amigo.

Antonio Abilio...........24-10-2009

Olá
De vez em quando "visito" o blog e dou os parabéns ao Zé Ventura. Só há poucos anos comecei a ir aos "Encontros" e felicito também os organizadores. Gosto de ler os comentários que por aqui aparecem, mas nunca me atrevi a comentar, porque me sinto "crua" na utilização deste meio de comunicação. Mas agora,encontrei aqui uma pessoa que não vejo há muitos anos,o António Abílio Frazão da Luz, que é meu primo, o que me deu "alento" para me iniciar nestas "coisas" da net. Tás a ver Zé Ventura que vale a pena o teu esforço?
Então agora se me permitem,o meu discurso vai ser direccionado para esse meu primo que se calhar já nem se lembra de mim.
Eu sou a Mizá (diminutivo, pelo qual era conhecida na família e na escola),filha de um primo da tua Mãe (a prima Otília), o António Venâncio. Na verdade telefonei à minha Tia Esmeralda para me avivar a memória àcerca dos parentescos, porque também ela é da tua família,da parte Frazão. Mas lembro-me dos teus pais, tias e Fanoca e das festas de aniversário em tua casa. Será que te lembras? Ainda tenho postais que toda a tua família me escreveu, quando do meu casamento, (que por acaso já terminou) em 1971. Espero que a partir de agora possamos falar mais vezes. Temos amigos comuns,a Lurdes e o Victor Pessa, será fácil o nosso contacto.
Beijinhos a todos aí. Fala de mim à tua Mãe. Para 1ºcomentário, já vai longo! Peço desculpa a todos...

Mª do Rosário C.Venâncio S.N.Barbosa(Mizá)..........28-10-2009

Mizá minha prima!
Como são as coisas, tens toda a razão, todos os elogios são poucos para o Zé Ventura e companhia, se não fosse por este meio, quando é que nós iríamos ter contacto, de facto este blog é algo que mexe connosco.Mizá, tantas saudades eu tenho de ti e da minha juventude, principalmente da que deixei tão longe e de todos os bons bocadinhos que passamos juntos e com outros colegas, éramos na realidade amigos e todos muito felizes.Mizá por aquilo que eu li no teu comentário sinto vibração e alegria, pois eu também tenho tido tanta emoção desde que comecei a visitar o blog, que não tem explicação, eu sei que escrevo com erros mas não quero saber, nunca me julguei ser o(Saramago) por isso só ter o prazer de comunicar com pessoas que eu pensava que já não se lembravam de mim, tem sido um consolo. Eu vejo nomes de certos comentadores que eu me lembro mas por vezes tenho vergonha e não escrevo porque também não quero ser abusador nem me quero tornar chato, porque o blog é para todos.Mizá sem mais foi um gosto ler o teu comentário de verdade, tinha no entanto gosto de continuar em contacto contigo se assim o quiseres, o meu endereço de email é o seguinte trluz@rogers.com Ficando á espera de noticias tuas com saudades, beijinhos para ti do primo amigo e abraços para todos.

António Abilio..........28-10-2009

Não me lembro do António Abilio, mas como ele diz e se vê pelo email que publica, dá para perceber que é vizinho, e só fala Inglês. Ele percebe !
Num outro comentário que faz sobre o portão da escola, refere-se ao Calheiros Viegas. Ora o João Calheiros nunca foi aluno da escola, e como o mundo é realmente pequeno neste momento encontra-se aqui bem perto de nós e ainda ontem estivemos em amena cavaqueira.
Quanto ao facto do A. Abilio dizer que escreve com erros (meu caro, até os jovens que nunca sairam de Portugal os fazem hoje em dia) ainda bem que não é por isso que deixa de escrever. O mais importante é a emoção que transpira dos seus comentários.
Por isso, continua !
Abraço

J.L.Reboleira Alexandre..........29-10-2009

Amigo, J.L Reboleira Alexandre:
Com muito gosto tenho lido certos comentários seus, já deu para entender que também se encontra neste imenso pais, que é o Canadá, mas não sei em que parte? Eu nesta altura estou em Brampton, mas vivi 27 anos em Toronto onde os meus pais ainda vivem e também vivi quinze anos em Kingston Ontário, como vê sou um legitimo aventureiro, no bom sentido da palavra.
Caro amigo com respeito ao meu comentário sobre o J. Calheiros Viegas é simples eu convivi com ele quando acompanhava com a malta mais velha do que eu assim como o já falecido Luis Piaçá (?) e com a malta do tempo da minha tia Antonieta, enfim eu era um puto, mas lembro-me de certa gente desse tempo, se calhar não há muitos que se lembrem da rivalidade entre o E.R.Ortigão e a nossa escola, por exemplo recordo do Arlindo Rosendo, e outros envolveram-se à pancada porque um menino do colégio piscou o olho à sua Cremilde. Embora eu seja mais novo acompanhava certos acontecimentos, derivado a ter que andar a fazer de "chaparon" á minha tia porque a minha avó me obrigava.
Enfim eu também sei que o João esteve durante alguns anos em Montreal eu nunca tive a sorte de estar com ele, mas sei de outros amigos que estiveram.
Amigo Reboleira tinha muito gosto em o encontrar, se tiver de perto assim como em Toronto ou Mississauga, pode ser que calhe eu já deixei o meu email no comentário anterior se tiver interesse eu estarei ao seu dispor. Eu por exemplo vou várias vezes ao Miss. Club ( Cultural Centre) ver a bola o (Sporting) ou ás danças, se for um dos sítios de sua frequência pudemos lá beber um copo á saúde dos nossos velhos tempos.
Um abraço de amigo.

Antonio Abilio ..............30-10-2009

domingo, 27 de setembro de 2009

Um jogo de Basquetebol

Se pensam que os “craques” do Basquete só estão na NBA, desenganem-se, aqui estão as equipas que participaram num emocionante jogo que deve ter acabado 10 a 10 ou coisa parecida.
Os participantes são do curso do Comercio de 1967, e identifico na fila de cima; O Olímpio Leitão, o Vitor, o Luzio e o Espadana.
Em baixo; o Espanhol, o Mateus, o Alpalhão e o Alexandre.

Como o tempo passa, ao ver esta foto lembrei-me das aventuras vividas com os meus amigos Luzio e Alexandre, que a morte já levou há mais de 30 anos.

Estas fotos estão no álbum do Olímpio Leitão.


Comentário:

Zé, falas em 10 a 10, e penso que estás a pecar por excesso.
É que ao ver a segunda foto, realmente o Cesto estava lá tão alto, que dificilmente a bola entrava.
Nunca entendi o porquê do Silva Bastos nos obrigar a fazer desportos que detestávamos e nos impedir de jogar uma boa futebolada. Enfim, manias..., se calhar já era obra do sistema.
Claro que me refiro ao sistema da época, que não tem nada a ver com aquele de que agora tanto se fala.
Fui colega de alguns destes atletas, mas se as caras já não estão lá na memória, os nomes que mencionas, esses sim, todos bem vivinhos. Até que um dia, todos nos juntemos ao Alexandre e ao Luzio.

J.L.Reboleira Alexandre..........28-09-2009

O Silva Bastos odiava futebol. O meu amigo Miguel Bento Monteiro, que o conhecia bem, foi seu aluno no Colégio e nos Bombeiros, conta dois episódios que o ilustram bem em dois posts que ecreveu no Blog do ERO. Nós também não apreciávamos Basquetebol no colégio, lembro-me de um jogo que terminou 4-2 perante a fúria impotente do professor...

J.J...........28-09-2009

Consigo identificar mais alguns, para não arriscar os que não tenho a certeza: na fila de cima, precisamente ao meio, está o Arnaldo Custódio, hoje distinto advogado nesta praça; entre o Luís Luzio e o Manuel Espadana aparece o Orlando Paulo; na fila de baixo, protegido pelo João Espanhol e pelo Fernando Mateus, está o Luís Botelho José que, para nós, foi sempre e ainda é o Lica.
O Prof. Silva Bastos não gostava mesmo nada de futebol, modalidade que apelidava de coicebol.

Orlando Sousa Santos............30-09-2009

quinta-feira, 23 de julho de 2009

No Parque e em Óbidos




















As fotos de hoje são provenientes do álbum cá da casa.
Na do lado esquerdo temos a Elisabete Pinto, a Fátima Louro e a Anália.
Na foto do lado direito o cenário é a bonita Vila de Óbidos e as meninas que foram em visita de estudo são a Irene Pedrosa, a Maria do Céu e a Elisabete Pinto.
… E por falar em Óbidos, não se esqueçam que está a decorrer a Mercado Medieval.

José Ventura

domingo, 7 de junho de 2009

Formação Feminina de 1967

As fotografias continuam a chegar até nós para publicação neste nosso cantinho da Net para manter bem vivas as memórias de “ontem”, pena é que nem sempre cheguem acompanhadas de “estórias”, mas a “rapaziada” é muito preguiçosa e tirando duas ou três excepções não tem sido fácil convencer a participar no Blog.
Nesta foto de 1967, que nos chegou de S. Mamede onde vive a Ana Bela, podemos ver além do magnífico exemplar GL-84-83, as meninas da Formação Feminina que são; a Lurdes Santos, a Ana Bela, a Emilia, Conceição Santos, a Alice, a Conceição Moreira e a Regina.
(Não julguem que sou eu que me lembro destes nomes todos, se não fosse a ajuda cá da casa muitas das fotos ficavam sem legendas).

José Ventura

terça-feira, 19 de maio de 2009

Estórias do Santo Antão

Confesso que sinto alguma frustração por não termos conseguido despertar o entusiasmo para que, além das fotografias, aparecessem estórias, em paralelo, a recordar-nos tempos idos.
Estou convicto que há por aí muito "escritor" envergonhado, que poderá enriquecer ainda mais o nosso Blog. Falta, apenas, começar ...
Três anos passados e para manter viva a esperança de não ser só eu a reviver episódios, aqui vai mais uma "historieta" (a que não assisti) e cujo diálogo não deverá corresponder "ipsis verbis", mas andará lá perto:
Dia de Santo Antão (17 de Janeiro, para os mais esquecidos).
A aula de História era a meio da tarde e o Dr. Bento Monteiro, apesar de avisado, por lá apareceu para registar, no livro de ponto, os números dos alunos faltosos, evitando a falta colectiva, que poderia ter conotações perigosas.
Ao contrário do que esperava, apareceu um jovem, compenetradíssimo do seu dever.
Quem foi aluno já está a imaginar o indicador direito do Professor apontado aos olhos e a pergunta:
- O "menino" não foi à festa?
- Não sô'tor, vim à aula.
- Grande novidade, está na sala, mas não há aula ...
- ????
- Desapareça ... vá estudar e volte no próximo dia, com os seus colegas.

Os números dos alunos faltosos não couberam no espaço a esse fim destinado e ocuparam o sítio do sumário da aula que não houve.
Vistas bem as coisas e consultados os registos, não esteve presente nenhum aluno.

Orlando Sousa Santos

Esta foto do Carlos Dias assenta que nem uma luva nesta estória que o Orlando Santos nos conta, respondendo ao apelo de uma maior participação no Blog.
A fotografia de 1967, foi tirada no Santo Antão e os intervenientes são Lourenço, Gil, Calisto, Ventura, Coutinho, Amilcar, Angelo, Orlando Silva e Cardeal.
Em baixo; Cabe, Dias, João e Purificação.

Jose Ventura

Comentário:

Caríssimos Orlando e Zé Ventura,
As imagens às vezes também precisam de algumas palavras para falarem com mais eloquência. Sempre que possível, comento as alheias, já que não mantive qualquer tipo de arquivo dos tempos da escola. Se tivesse um baú de recordações (que não tenho) estaria provavelmente vazio.
As memórias que guardo desses tempos pretéritos também não dão para contar uma história (prefiro a grafia clássica) com a mesma fluência que vocês os dois o têm feito em mais do que uma ocasião. Então fico à espera das vossas produções, para depois as poder explorar.
Que me lembre, só participei uma única vez na peregrinação do Santo Chouriço (O Santo Antão que é santo que me perdoe). Uma das etapas foi feita pela linha de comboio e a outra pela estrada nacional. Quem sabe se não terei sido um dos tais gazetistas que nesse ano não compareci às aula do Dr. BM.
Olhando para a fotografia, até sou capaz de reconhecer as figuras que então subiram ao monte sagrado para orar ao orago e de consumir um enchido de carne de porco assado em sua honra. Só não sei se nos dias de hoje reconheceria algum dos romeiros, caso nos voltássemos a cruzar nos atalhos desta vida.
Já agora, o Carlos Dias que ponha as personagens da foto a falar para instrução de todos nós. A alternativa é a de pôr os fotografados a falarem, mesmo sem o consentimento do fotógrafo-arquivista. De vez em quando lanço estes reptos, mas, devo confessar, sem grande sucesso. Depois disto tudo, talvez o recado atravesse o Atlântico Norte e desperte a atenção do nosso amigo comum ZL e o ponha também para aí a contar histórias (com ou sem agá), coisa que já não faz há muito tempo. É pena…

Artur R.Gonçalves........20-05-2009

domingo, 8 de março de 2009

Os “Serralheiros” no Parque

Quem disse que só as meninas é que tinham fotos junto às estátuas do parque estava redondamente enganado, conforme se pode constatar por este “ramalhete” de Serralheiros de 1967 que as fotos vindas do álbum do Cardoso de Salir do Porto documentam. Os meninos também posaram para a posteridade... E que bem que eles estão.
São eles: o Otílio, o David, o Cardoso , o Rui e o “Jquim” André de Ferrel.

O Parque sempre foi um local de eleição para encontro dos antigos alunos da Escola. A sua beleza permite obter fotos de belo efeito, sendo disso exemplo algumas delas já publicadas aqui no blog.


José Ventura

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

Domingo depois da missa

É este o título que a Lurdes Peça atribui a esta foto, datada de 23 de Abril de 1967, que nos enviou de Faro, onde continua a acompanhar o blog da Escola.
Na verdade nos anos sessenta a ida à missa de domingo, seguida de um passeio pelo parque era um ritual quase “sagrado”.
Neste passeio os retratados são; o Nazaré Barbosa, a Mizá, a Maria José, a Lurdes Peça e a Elisabete Fortunato.

José Ventura

Comentários:

Pois é Zé, o pessoal ia todo à missa. Nas Caldas como nas aldeias circundantes. É claro que estou a brincar.

Acerca da foto e apesar de não me lembrar de ninguém, há no entanto uma presença que me é familiar. Estou a falar da Lurdes Peça. Não, não me lembro dela, mas do irmão, e ao ver esta fotografia, fez-se luz e voltei a ver o Peça alto e magro que ficou marcado na minha memória desde aquela altura. Seria porque ele pertencia à MP ou outra coisa qualquer? Não sei. Porque motivo é que houve colegas com quem lidámos diariamente que desapareceram das nossas recordações, e outros que afinal nem sequer eram do nosso curso, nem das nossas relações diárias e ficaram gravados. Creio ser isto tema para análise mais profunda. Freud teria certamente uma resposta. Nós temos apenas dúvidas.

José L Reboleira Alexandre.......14-11-2008

Desta vez, estou um pouco melhor de memórias do que o ZL. Lembro-me muito bem da menina morena que está sentada no canteiro. Morava, tal como eu, para os lados do Chafariz d’El-Rei (bonito nome que o ZV ainda não explorou no «Águas Mornas»). Há uma eternidade que não a vejo. Julgo também já ter visto aqui por Faro alguém muito parecido com a menina loura da bandolete. Quem sabe?O que sei muito bem, em contrapartida, é que por essa altura já não ia à missa com tanta frequência. Nem aos domingos nem aos restantes dias da semana. O W. Somerset Maugham tinha-me dissuadido um pouco dessa prática tão católica. Sobretudo com as dúvidas do protagonista da «Servidão Humana». Nos anos seguintes, ainda frequentei com grande afinco a Capela do Rato em Lisboa. Só que o fazia aos sábados à tarde e não era a convicção religiosa que me movia. Outros tempos, outras realidades, outras motivações...

Artur R. Gonçalves......15-11-2008

Olá! Esta mensagem é em especial para o Artur Gonçalves, de Faro. Sou a menina loura da bandolete, moro em Faro há 30 anos, e de certeza que já nos cruzámos por aí...sem nos vermos!
Um dia, consultando a lista dos antigos alunos, tive a curiosidade de saber se residiam alguns em Faro, e encontrei um Artur Gonçalves. Fui à lista telefónica ver a morada e vi que morava perto de mim.
Como estamos em época natalícia seria engraçado encontrarmo-nos e beber uma bebida quentinha e recordar a nossa escolinha...Que tal?

Lurdes Peça........27-11-2008

Pois é amigo José Reboleira Alexandre, lamento profundamente dizer, mas não me recordo nada do teu nome. Sabes, o tempo apaga em algumas pessoas a capacidade de decorar nomes, isso aconteçe comigo, será da idade? talvez, mas certamente não apaga nunca a lembrança desses dias, dessas imagens que ficam na nossa lembrança remota. Esta foto quase que apostava ter sido a tirar mas acho que foi o Filipe Ventura, que naquela altura andava a "catrapiscar" a Zé. Certamente que virás ao próximo encontro e então nos falaremos. Grande abraço.

Victor Pessa............01-03-2009

quinta-feira, 23 de outubro de 2008

Imponente vacada

Já aqui trouxemos fotografias da garraiada dos finalistas de 1967, mas a Adelaide Seixas no seu álbum tinha lá mais esta, onde aparece montada no burro, com um magnifico sombrero.

Sobre esta “imponente vacada” escreve o Jorge Sobral:

Corria o ano de 1967. Inicia-se aqui a acção dos finalistas da nossa Escola, num terreno que ainda não tinha sido pisado.
Organização de bailes, de espectáculos de poesia e até de teatro, havia já uma tradição, para alem de qualidade assinalável.
Agora organizar espectáculo a meias com vacas bravas, não tinha ainda sido tentado.
Mas uma vez é a primeira.
Podemos dizer com segurança que as vacas ganharam.
Os aficionados também, porque riram a bom rir.
Os intervenientes para não ficarem também a rir levaram que contar.
Merece dizer que este tipo de espectáculos nunca deu dinheiro para os finalistas irem passear, pelo contrário. Mas não vale a pena haver queixas, não deu dinheiro, deu sopa de corno, boas recordações e muita amizade.

Jorge Sobral