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terça-feira, 6 de outubro de 2009

O Andebol do Comércio

O Limpinho, um Nazareno a viver em Valado de Frades e uma presença sempre bem disposta nos nossos encontros, enviou esta fotografia que recorda a equipa de Andebol da sua turma do Geral do Comércio.
O facto de os atletas terem o nome bordado no blusão facilita a identificação.
Assim, em pé: o Avelino, o Limpinho, o Armando e o Machado.
Em baixo; o Sérgio, o Manuel Isac , o Espadana e o ?
Das meninas que apoiavam esta equipa julgo que uma delas, em baixo, é a Engrácia e ao lado direito o Prof. Fernando a quem carinhosamente apelidávamos de “Fernandinho das Garotas”.
Dois destes companheiros, o Avelino e o Armando, já terminaram a sua viagem pelo mundo dos vivos.
Ficam as boas recordações.

Zé Ventura

Comentário:

O seu a seu dono. As outras duas são; ao centro, a Lurdes Bernardes e a da extrema direita a Saragosa, algures nos Estados Unidos

Chaves............06-11-2009

terça-feira, 7 de julho de 2009

No banco do jardim

Esta fotografia que estava no álbum da Fernanda Campoto, reporta a 1968 quando os finalistas efectuavam a sua viagem pelo norte do País.
As meninas sentadas no banco são a Fernanda Campoto e a Anabela Nobre. Em pé a Dulce.

A propósito da Dulce, que vive em Barcelona, aproveito para transcrever extractos do mail que nos enviou por altura do Encontro dos Antigos Alunos.

Caros Amigos

Ainda não é este ano que vou ao Encontro dos Antigos Alunos
Desde que há anos tive conhecimento da vossa iniciativa, sempre pensei que algum dia nos iríamos encontrar.
… o encontro anual da escola, passou a pertencer àquele grupo de coisas que quero fazer e quero tê-las em consideração, quando for possível.

…Gostei imenso da vossa frase " Estamos apostados em aproximar todos os que tiveram o privilégio de pertencer à Escola ..."

…Obrigada a todos, os que durante este tempo têm mantido acesa a iniciativa e em especial à comissão, que trabalha para que o encontro seja um êxito.

No dia 9, vou-me lembrar do almoço e de todos os que conheço e que recordo; assim indirectamente também estarei presente.

Um abraço e até à próxima,

Dulce Felícia


Comentário:

Este banco de jardim é, porventura, o mais fotografado dessa viagem de finalistas em que participei. Alguns encantos teria…Aproveito para enviar «saludos cordiales» à Dulce e à «ciudad condal». As fotografias têm desempenhado a faculdade de reavivar memórias um pouco esbatidas pelo tempo.

Artur R.Gonçalves.........09-07-2009

domingo, 18 de janeiro de 2009

O jogo vai começar

Nesta fotografia que o Zé Luís nos fez chegar, podemos constatar que as equipas já estão perfiladas, os árbitros concentrados, estão reunidas as condições para se iniciar a partida.
Este evento desportivo aqui retratado fez parte das comemorações do dia 10 de Junho de 1968, e julgo que opunha uma selecção da Escola a antigos alunos.
Os atletas são; da esquerda para a direita; Fernando Xavier, Diamantino, Zé Luís, Proença, João Silva, Leitão ?,?, Vítor Silva, Pata e Galrão. Os árbitros Zé Pereira, Custódio, Eduardo João, Olímpio Leitão, ?, depois o Francisco Coutinho, Espadana e Pinto, os restantes não tiveram direito a “boneco” porque o fotógrafo não alargou a objectiva.

José Ventura


Comentários:

Professor de muitos dos nossos colegas e também grande desportista está a ser homenageado, digamos assim, no blog dos ex-alunos do colégio o Dr. Calheiros Viegas. Assim, permito-me sugerir a intervenção de quem entender, naquele espaço, a este propósito por que há muito que aquele jornal electrónico deixou de ser reservado a ex-alunos do ERO.

Higino Rebelo.........20-01-2009

A proposta alternativa é que o Dr. Calheiros Viegas seja lembrado neste espaço por todos aqueles que o tiveram como professor na Escola e guardem no «baú» das memórias testemunhos vivos que lhe queiram dedicar.

Artur R.Gonçalves.........22-01-2009

Bem lembrado amigo Artur (que eu julgo não ter o prazer de conhecer). O Dr.Calheiros Viegas foi uma figura que marcou muitas gerações de Caldenses. Um apelo ao Ventura.....
VAMOS TODOS RECORDAR O DR.CALHEIROS VIEGAS.
Um abraço

Mário Reis Capinha ......22-01-2009

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

17 de Janeiro – Dia de S.Antão

Esta fotografia do álbum do Quaresma foi a escolhida para relembrar o Dia de Santo Antão, que se comemora dia 17 de Janeiro e tem o seu ponto alto nas comemorações no monte com o mesmo nome em Óbidos.
Festividades religiosas à parte este era um dia em que os alunos da Escola faziam uma autêntica romaria até Óbidos.
De comboio ou a pé cumpria-se o ritual de comer uns chouriços assados e beber uns copos e vinho tinto, que se não ajudavam na subida, tornavam a descida muito mais divertida.
Voltando à fotografia, que não tenho a certeza absoluta que tenha sido tirada no S. Antão, reconheço a Elsa, a Glória e a Natália.
Em baixo o Ramiro Ruas e o Quaresma.

José Ventura

Comentários:

Para recordar o SANTO ANTÃO, aqui vai uma brincadeira:

A 17 de Janeiro
Era ver quem era o primeiro
A chegar ao SANTO ANTÃO.

O chouriço iamos assar
Na escola nem pensar
Era "greve"..pois então!!!!

Até breve
Mário Reis Capinha.........15-01-2009

Pois é já amanhã o Santo Antão...!!!
E é verdade...a fotografia não foi tirada no Santo Antão...
Lá vos espero se Deus quiser...e o Santo Antão ajudar...

Maximino............16-01-2009

Tinha prometido ao Maximino, aqui no Blog, que este ano nos juntaríamos no Stº. Antão mas o certo é que não consigo carregar com três pontes de safena monte acima pelo que peço desculpa pela quebra da promessa.

Higino...........16-01-2009

Eu não faltei...e apenas por lá vi um antigo colega de que não recordo o nome, que perante a pergunta que lhe fiz: não vinhas cá há muito...?
Me respondeu...: desde o tempo de escola...!!!
Esteve um dia magnífico...e muita gente...!!!

Maximino..........17-01-2009

sexta-feira, 2 de janeiro de 2009

Um sorriso para a fotografia

Esta fotografia de 1968 (?) chega ao blog pela mão do Manuel Vasconcelos e mostra-nos o Manuel Venda muito bem acompanhado pela Beta Gameiro e pela Ivone Vasconcelos.
Não sei onde é que a foto foi tirada mas a fazer fé no cartaz colado no vidro foi por alturas da Feira do S.João.
O que é certo é que eram bonitas as meninas do meu tempo, aliás continuam a ser bonitas.

José Ventura

terça-feira, 30 de setembro de 2008

Finalistas de 1968

Esta fotografia é comum ao álbum de recordações da Maria dos Anjos e da Fernanda Campôto e recorda-nos a viagem de finalistas de 1968.
Os alunos que posaram para a fotografia, aproveitando a pausa na viagem, são o Francisco Coutinho, a Fernanda Campôto, o Alpalhão e a Maria dos Anjos, sentados no banco.
De pé a Anabela Nobre, o Quintela, ? e a Dulce.

José Ventura


Comentário:

Se a memória não me trái 0 primeiro que está sentado no banco é o Micael.
(Na verdade é o Francisco Coutinho, que chegou a ser presidente da C.M.Batalha)

C. Nobre........20-10-2008

sábado, 6 de setembro de 2008

Representação da Peça de Jean Anouilh

As actividades circum-escolares.
Era assim que se denominavam as actividades paralelas às aulas, neste caso representadas por iniciativas de índole cultural.
Estas fotografias representam a iniciativa que o Dr. Bento Monteiro, professor de História, naquele ano de 1968, entendeu levar por diante, com a colaboração do então mais jovem Dr. Mário Tavares, também ele professor da mesma disciplina.
A tarefa não era fácil, uma vez que a maioria esmagadora dos alunos nunca tinham participado em peças de teatro.
Por outro lado, este desejo de representar um clássico da tragédia Grega, tinha como intenção realizar um trabalho mais elaborado, fugindo assim ao que até ali se tinha feito, que eram pequenas récitas, normalmente parodiando os professores.
A empreitada não era fácil, mas o desejo de que tal se fizesse era enorme, nomeadamente por parte da docência.
Este projecto, como as fotografias documentam, tinham a participação dos alunos dos cursos do comércio e indústria.
A directoria da escola colocava grande entusiasmo nestas realizações.
Recordo-me de que era necessário transportar cerca de quinhentas cadeiras das salas de aula para o ginásio. Tarefa que os trabalhadores auxiliares nem sempre o faziam com grande entusiasmo.
Por outro lado o Professor Bastos, torcia sempre o nariz, uma vez que o verniz do pavilhão “estalava” com facilidade.
Mas esta peça foi representada com grande dedicação, tendo-se recebido do público presente, que eram algumas centenas, o devido prémio de reconhecimento, não só pela dedicação mas também por alguma qualidade cénica dos actores.
Este pontapé de saída, levou a que nos anos seguintes se mantivesse o espírito, sendo-se cada vez mais exigente, na escolha do reportório, e na elaboração das representações.
Ao olhar para o grupo participante, lembro as amizades que ficaram, os namoros que se fizeram e desfizeram e os que deram em casamento.
Fica a pena de não saber por andam alguns e a tristeza profunda de ter conhecimento que nem todos já estão entre nós.

Jorge Sobral



Comentário:

O dr. Bento Monteiro era, de facto, o grande dinamizador cultural dos anos 60 na Escola, designadamente na divulgação quase sempre polémica dos grandes heróis da imaginação literária, musical e artística em geral. Tudo começava nas aulas de Português e História, prolongando-se depois nas actividades de ampliação extra curricular. Uma das vezes, organizou uma expedição de recolha de artefactos pré-históricos na Serra do Bouro. Como os transportes não abundavam, lá partimos quase todos de bicicleta atrás do automóvel do mestre arqueólogo. No regresso, trouxemos, com grande satisfação de missão cumprida, um punhado de coups de poing e raspadeiras primitivas em pedra lascada. Creio que chegaram a estar expostas no Museu da Escola. No caso concreto das experiências teatrais, lembro-me com alguma precisão das palavras premonitórias que dedicou à tragédia em apreço: «Um dia ainda dirão ter assistido à representação da ANTÍGONA de Jean Anouilh». Na altura, o autor e a obra faziam parte daquele punhado enorme de casos pouco queridos do Estado Novo. Estreada na cidade de Paris em 1944, durante a ocupação alemã, o antagonismo trágico protagonizado por Antígona e Creonte representava a resistência francesa contra as leis despóticas do Marechal Pétain. As semelhanças com a realidade portuguesa da época não podiam ser mais claras. Passados 40 anos, aqui estamos nós a comentar o drama e dramaturgo. O dr. Bento Monteiro tinha razão nesse distante ano de 1968.

Artur R.Gonçalves.........07-09-2008

domingo, 24 de agosto de 2008

O álbum da Fernanda

O Blog que já leva 850 dias de existência continua na sua missão de ligar o grupo de antigos alunos da Escola Industrial e Comercial de Caldas da Rainha. Pessoalmente gostaria que o blog, além das fotos, fosse também enriquecido com alguns escritos de antigos alunos, mas enquanto o pessoal não colabora continua na sua marcha de recordações dos nossos tempos de escola, fundamentalmente através da imagem.
Hoje “arrancámos” algumas folhas do álbum da Fernanda (Amaro) para recordar as/os amigos na sua maioria do ciclo preparatório do ano de 1968

José Ventura


Comentário:

Tão "picanininhos" que eles eram...!!!
1968...???
Já o Max tinha ido à guerra e iniciado uma nova vida...casando...e sendo feliz...!!
Já passou algum tempo amigo Zé, desde que iniciaste esta aventura de juntar mais a "Familia Bordalo Pinheiro"...
Foi um bom trabalho iniciado e mantido com muita dedicação e carinho...!!!Parabéns muito especiais para ti meu amigo e um
Abraço do

Maximino........25-08-2008

Junto a minha força, à que o Maximino aqui deixa para o Zé Ventura. Não é tarefa fácil manter acesa a luz que dá vida a um blog desta natureza, sobretudo em época de férias com o pessoal todo «fora» e muitas vezes sem a presença do computador.

É certo que deveria haver mais «palavras» que pudessem servir de condimento às inúmeras fotos que por aqui vão aparecendo, mas estou certo que a partir da «rentrée» os colaboradores habituais vão voltar a aparecer, e quem sabe até alguns novos. Eu por exemplo há alguns dias, re-descobri através de um cliente e amigo uma ex-colega que anda por estes sitios e foi finalista do Comércio, penso que em 1968. E, aqui entre nós, isto é bem mais interessante que o facebook. Ela vai entender quando nos ler.
Continua Zé

J.L.Reboleira Alexandre.......25-08-2008

Uma saudação especial ao Maximino que já não dava sinais de vida a algum tempo e a quem já não abraço desde a última semana santa em Óbidos.

Higino......26-08-2008

Olá...uma saudação muito amiga a todos e... vá lá Higino...vem até Óbidos, trocamos um abraço e eu pago-te uma ginja e faço-te companhia enquanto bebes...!!!

Maximino........27-08-2008

Oh Maximino eu até tenho ido a Óbidos à noite e à ginjinha. Mas ainda não descobri onde te metes a essas horas já que à noite não há casamentos, baptizados ou funerais. E olha que bem gostaria de beber uma ginginha (em copo de chocolate) contigo e sempre desenvolviamos o tema do sexo dos anjos. Beijinhos para as senhoras e abraços para os cavalheiros.

Higino......03.09-2008

domingo, 17 de agosto de 2008

Finalistas de 1968

Esta fotografia que nos chega através do Jorge Sobral leva-nos até 1968 para recordar a viagem de Finalistas.
Os alunos em pose à beira rio são: Jorge Sobral, Francisco Coutinho, Fernando Caldeano e Manuel Vasconcelos.

José Ventura


Comentários:

Tudo boa gente...!!
E o rio...onde fica...???
Nestes tempos...cá o velhote estava também perto de um rio... de seu nome Rovuma...!!!
Onde fica este...???
Para os mais desatentos à geografia: No norte de Moçambique e faz fronteira com o Tanganica (Tanzania)

Maximino........17-08-2008

Ora viva meu caro Maximino.
Aproveitando o teu comentário acerca do rio, do Rovuma é claro, tenho a dizer-te que também andei lá por perto, mais propriamente na zona de Mueda. Estive numa Companhia em Muidumbe, que fazia parte de um Batalhão sediado em Nangololo, isto entre l967 e 1968. Saudades, não é? Pois é!Aqueles cheiros, os entardeceres o cheiro do chão molhado depois de uma chuvada. Ficou tudo bem cá marcado. Aquele abraço

Aires Macela.........19-08-2008

Olá amigo Macela...
Nunca estive na tua zona, embora dela ouvisse falar...
Passei por Mueda a caminho da Sagal, Diaca, Mocímboa da Praia, Palma e estive sediado em Pundanhar...pertencia ao Comando de Mocímboa do Rovuma...por aqui andei 8 meses...
Depois Marrupa (Vila cabral)mais 11 meses...chegou bem...!!
Depois 6 meses de autenticas férias...em Lourenço Marques...!!!
Mas é como dizes: quem sentiu o cheiro da terra molhada pela chuva...não esquece mais..!!!
E tantas outras coisas boas...que quem teve a sorte de não voltar "encaixotado" tem para recordar...
Ahh... e já me esquecia: cheguei a Mueda na vespera do Natal de 1965...e vim passar o Natal de 1967 a Óbidos, graças a Deus...
Mas ainda gostava de voltar às margens do Índico...
Um abraço

Maximino...........20-08-2008

Amigos Max. e Maçela se tivessem ido para Angola eu diria que eram massaricos, pois nessa altura eu ja estava quase de volta. Regressei a 10 de Fev.1966, estando os primeiros doze meses em Nambuangongo e como tal tambem tinha um rio bastante perto ,o rio Onzo. O pessoal moderno nao compreende bem que nos tiraram dois anos em plena juventude,mas no fim aprendemos algo e Angola, Moçambique e Guiné ficarão para sempre em nossas mentes
Adeus camaradas

Chaves.........26-08-2008

Depois de ter estado com o Chaves na Lareira, reitero o convite para que ele venha até ao lindo país do Québec.O único canto da Velha Europa na América do Norte. Isto é só para o provocar. Pois imagina que vim para o Canadá como tu, alguns anos depois e também andei por Nambuangongo como tu, alguns anos depois, entre Outubro e Dezembro de 1974. Durante esse tempo passei mais tempo no Quixico e Quipedro, e à cidade só vinha de vez em quando buscar a comida para o pessoal. Depois em Dezembro desci para Luanda onde fiquei até Outubro de 1975. Aqui as «férias», no largo da Sagrada Familia, não foram a 100% porque vim encontrar as dificuldades com que lutavam alguns dos meus conterrâneos, os Retornados, lá da aldeia e que me marcaram até hoje. No entanto graças ao pessoal de Abril apenas andei por lá 12 meses.
Na altura era bem mais novo que o Chaves, agora como pude ver em Maio, somos quase da mesma idade. Abraço

J.L.Reboleira Alexandre.......26-08-2008

Amigo Reboleira na verdade eu não sou muito de viajar. Fui uma vez a Montreal, fiquei lá um ou dois dias e chegou. A Cuba fui cinco vezes e a S.Martin uma, porque fui de avião e depois foi só descansar,mas obrigado pelo convite.Possivelmente irei em Outubro para Portugal outra vez, pois agora ja mando trabalhar os outros e e lá na minha Caldas e arredores e que eu me sinto bem. Falando na vida militar fui para Angola em 63 ao passar por Cicabo tive logo uma má notiçia, o Daniel Szabo tinha sido morto nas sete curvas em Cicabo (o Daniel era filho do treinador do Grande Sporting e depois do Caldas, além de ter sido junior do Caldas)na altura foi considerado um heroi,mas agora passou ao esqueçimento, assim como todos os outros militares não interessa ao país a nao ser que mais tarde se queira ser presidente como aqui na America. No dia dez Fev.66 cheguei a Lisboa no India e no dia 7 Set.do mesmo ano cheguei a Toronto, mas continuo a ter um certo amor por Luanda e Angola. Ja chega.

Chaves.........03-09-2008

terça-feira, 29 de julho de 2008

Craques do Voleibol

Esta fotografia da equipa de voleibol dos Serralheiros, Chega-nos para publicação através do Filipe Domingos, em pé segunda da esquerda. Julgo que será de 1968, quanto aos atletas ficamos à espera da ajuda dos atletas da época.

José Ventura


Comentário:

Estes artistas em pé da esquerda para a direita são:José Manuel (S. Martinho do Porto); Eu; Viola (Peniche); Barrote (Salir do Porto); AsterixEm baixo: Ferreira (Alfeizerão); Abilio (Bombarral); Mário; Não me lembro do nome mas era conhecido Pelo Cabeça Alta por ser dessa localidade.;

Filipe Domingos........02-08-2008

terça-feira, 8 de julho de 2008

À volta do repuxo

Estas quatro meninas do Comércio do ano de 1968, escolheram a zona do Parque junto ao campo de Ténis para tirar a foto que a Cesarina traz para este blog.
Da esquerda para a direita a Luisa Calderon, a Clara, a Maria José e a Cesarina.

José Ventura

domingo, 29 de junho de 2008

Aqui nasceu Portugal

Esta fotografia da Fernanda Campoto, primeira da esquerda, foi obtida em Guimarães, durante a viagem de finalistas de 1968. Os restantes Colegas são o Adelino Antunes, a Maria dos Anjos e a Dulce, todos alunos do Comércio.

José Ventura

Comentário:

Também participei nesta viagem de finalistas em 1968, ano em que pisei pela primeira vez o local onde um certo Portugal senhorial nasceu. Para enriquecer o testemunho documental da efeméride, só falta a presença da Dra. Isabel Correia a explicar a importância que o Campo de São Mamede, a Capela de São Miguel ou o Castelo de Guimarães, representados na fotografia, tiveram para a resolução dos problemas dinásticos dos últimos condes soberanos de Portugal.

Artur R. Gonçalves........06-07-2008

terça-feira, 20 de maio de 2008

Há festa na escola

Do Olímpio Leitão temos aqui duas fotografias que ilustram bem como eram criativos os nossos tempos de Escola.
Na foto em baixo, com a estalagem a servir de cenário, podemos ver o Leitão ao centro, o Manuel Venda na direita e na esquerda um colega que não consigo identificar.
Dos músicos da foto da direita, julgo que na guitarra eléctrica está o Ramiro Ruas, que tanto quanto sei continuou a sua veia musical, pois faz parte de um agrupamento sediado em Alcobaça.
Julgo que estas imagens obtidas no palco do ginásio, serão datadas de 1968.

No Encontro do passado dia 10 não sei se o Olímpio Leitão e o Ramiro Ruas tiveram oportunidade de conversar sobre este “espectáculo”, ou talvez nem se tenham reconhecido mas estiveram lá os dois.

José Ventura

quarta-feira, 14 de maio de 2008

Festas da Cidade

O 15º Encontro já ficou para trás, e com estas fotos iniciamos o terceiro ano de vida do Blog, que durará até haver “clientes”.

O 15 de Maio, dia da Cidade, sempre foi assinalado com pompa e circunstância, como se pode constatar por estas duas fotografias.
Na de cima, que chega ao blog pela mão do Firmino, podemos ver em representação da Mocidade Portuguesa; Ana Domingos, Alzira, Lúcia Vital, ?, Brilhante,? e atrás o Firmino.
Esta foto é provavelmente de 1968.
Na foto de baixo, de 1963, temos a presença os professores que também participavam nas Festas da Cidade.
Esta foto faz parte do álbum da Professora Ermelinda.
Comentários:
Não posso ajudar, pois não me lembro dos nomes dos que não estão identificados, embora me lembre bem deles, o companheiro que está ao lado da Lucia era um grande malandreco, no bom sentido claro.Gostei particularmente da pose do Brilhante, teria dado um militar de bom nível, mas decidiu seguir outras vidas.
Filipe Domingos........15-05-2008
Curiosa forma de celebrar as festas da cidade. E lembrarmo-nos nós, 40 anos depois, que o Maio de 68 estava a acontecer mesmo ali ao lado, em França.
Artur R. Gonçalves.......16-05-2008
O meu amigo Artur aproveita todas as oportunidades para relembrar quanto o nosso cantinho à beira-mar plantado sofreu (e sofre ainda, acreditem) por causa do velho de Santa Comba. Como não tivemos um Daniel Cohn-Bendit (como as pessoas mudam !!!), lá andàmos a marchar ao som dos tambores. Nas Caldas, pois na capital do império, havia outro tipo de «marchas» como constatàmos no ano seguinte, logo á chegada a outras escolas. E todos tinham um ar feliz e compenetrado, cientes das máximas do Deus, Pátria e Familia. Três palavras cheias de sentido e bons sentimentos, mas que juntas formavam a base do catecismo fascista católico.No entanto, como este tema joga com muitas sensibilidades não me alongo demais, mas quando ouço jovens da minha aldeia dizerem que Portugal precisa não de um, mas de dois Salazares, fico perplexo. No que me diz respeito, marchar ao som de tambores, apenas o fiz na tropa porque a isso me obrigaram, mas aceito que alguns dos meus colegas da escola o tivessem feito sob a égide da MP, atendendo ao desconhecimento que todos (e digo bem, todos) tinhamos na altura do que isso significava.
J.L. Reboleira Alexandre.......16-05-2008
O amigo Reboleira, lembra aqui o Maio de 1968 através de Cohn-Bendit ...
Eu estava em França ao tempo, a gozar um Mês de férias em casa de meus pais que eram lá emigrantes ...
Tinha casado em Março e fui digamos que de "lua de mel"...
Como a grande parte dos portugueses de então, eu era perfeitamente um nabo em conhecimentos políticos...!!!
Dominava razoávelmente o frances, de maneira que me fartei de ler tudo o que era propaganda do PC francês...para mim era tudo uma novidade...o pior foi o regresso... embarquei no último autocarro que saiu de Versailles rumo a Portugal...
No fundo minha mala, trazia uma imensidade de jornais e panfletos partidários para um amigo meu...
Em Vilar Formoso, o agente fiscalizador, perguntou-me se tinha alguma coisa a declarar...Decalarei uma faca eléctrica - nesse tempo era raro um utensílio desses cá em Portugal - o homem, levantou duas ou três peças de roupa de um lado e de outro da mala e de seguida mandou que a fechasse...
Nem me lembrei dos jornais que vinham no fundo...
Os anos passaram...e quando chegou o 25 de Abril, lembrou-me de uma vez - depois de saber o que a pide havia feito a tanta gente inocente - ter dito para a minha mulher: tu lembras-te do que eu trazia na mla...??
Já viste a nossa sorte...???
Se acaso tivessem ido ao fundo da mala...talvez que eu e a minha mulher...tivessemos acolhido o 25 de Abril...em Caxias...!!!Há horas de sorte...!!!Um abraço amigo Reboleira...!!!
Maximino......19-05-2008
Magnífico pela oportunidade o comentário do José Luis Reboleira Alexandre, que só hoje li. E que motivou a partilha de uma curiosa memória do Maximino. É bom ver (e ler) que a evocação do passado não é só nostalgia mas também reflexão. Um abraço ao José Luis que tive o prazer de conhecer pessoalmente há pouco tempo .
João Jales.........25-05-2008

Nesta foto identifiquei-me estando á direita do grupo mas puseram o meu nome com o do meu Pai. Era e sou a Ana Maria Correia e foi uma grata recordação esta foto que o meu pai fez desaparecer lá de casa quando aconteceu o 25 de Abril, talvez receando as conutações com o antigo regime por mim que na altura não entendia nada de política. Aproveito para mandar um grande abraço a todos os colegas que há muito não revejo
Ana Correia...................30-11-2011

domingo, 3 de fevereiro de 2008

Os bailes de Carnaval




Eu não tenho o discurso “que no meu tempo é que era bom”, mas lá que os bailes do Lisbonense era coisa a não perder, disto não tenho dúvidas.
Esta foto da Ana Reis (a dançar com o Manuel Venda) e a do Filipe Domingos (ao lado do Ferreira Marques) levam-nos até ao final da década de Sessenta, recordando as noites de carnaval que acabavam na Quarta-Feira de madrugada com a volta à Rainha, seguindo-se uma torrada no Marinto.

José Ventura

terça-feira, 29 de janeiro de 2008

Eh toiro lindo…

Vacas e marradas ou a “Grande Garraiada dos Finalistas de 1968”

Um grupo de finalistas desse ano, entendeu meter-se numa organização de cuja dimensão não tinham consciência.
Houve de tudo. Muita sopa de corno. Muitos forcados, alguns maiores que as vacas que se pegaram.
Quando o Limpinho se prestou ser o “cara”, todos pensaram que a vaca iria sucumbir ao embate.
Recordo-me que uma das colegas (Odete?), fugiu tão desesperadamente de uma das vacas que quis atravessar a trincheira sem por ela saltar.
Colaboraram com o pessoal da Escola, alguns outros alunos de outros estabelecimentos de ensino.
Uma das outras figuras que lembro, foi a presença de um burro, garbosamente montado pela Adelaide Seixas, que usava um grande “sombrero” de palha, tendo enfrentado com valentia o perigoso “toiro”.
Todos os artistas foram muito ovacionados.
Depois da minha “temerosa” pega, dei a volta à praça agradecendo os aplausos e as muitas flores que me eram arremessadas das bancadas, eram molhos de couve lombarda.
Bons momentos foram aqueles.

Jorge Sobral


Ao texto do Jorge Sobral acrescento apenas que o garboso Grupo de Forcados contava nas suas fileiras entre outros com o Limpinho, o Pedro Freitas, o Caldeano, o Chico Cera e o Jorge Sobral….ah e a vaca que enfrentou o Limpinho ainda se encontra em estado de coma.

José Ventura

Comentários:

... e o Tomané Siciliani Nogueira e o Zé Caldas Pereira....

Anónimo........29-01-2008

Bem se a vaca ainda se encontra em estado "de coma"...cuidado com a ASAE...é que mesmo congelada...
Já ultrapassou em muito o prazo de garantia...!!!Era tramada a malta (quase...) do meu tempo...Um abraço para todos/as...

Maximino.........30-01-2008

Aqui vai mais umas fotos da tourada dos finalistas 1968 para completar a colecção do Jorge Sobral. Eu também sou uma das meninas que enfrentou o touro / vaca / burro.

Lourdes Bernardes ( Chaves ).........30-01-2008


é verdade... e o tomané, um beijo para ele, onde estiver!
que tempos aqueles!
tudo era possível e o que se fazia
ai a idade a mexer

gaivota ........30-01-2008

Será que algum destas garbosos forcados ainda hoje é capaz de "pegar o touro pelos cornos"?

Sanches........01-02-2008

A menina que enfrenta o toiro com a capa nao será a Lurdes Bernardes (irma do Vitor Corado)? Será que juventude de outros tempos era mais saudavel? Eramos pobres mas alegres Bem hajam

Anónimo......02-02-2008

Foto de grupo - Algumas das meninas que participaram na memorável festa brava - Adelaide Seixas, Engracia, Odete e Fernanda Saragoca, Mimi, Graciette,Lourdes Bernardes. A verdade é que ja nos anos 60 havia "Girl Power" Lourdes Bernardes

Maria .........04-02-2008

domingo, 27 de janeiro de 2008

Quadro de Honra

Pois é… Quem era bom aluno tinha direito ao quadro de honra; é o caso da Matilde aqui na foto a receber tal distinção.
Esta fotografia de 1968 hoje publicada tem vários destinatários. Primeiro é a minha prenda de aniversário para a Matilde.
Para o J.L.Reboleira Alexandre (no Canadá), que noutra foto já publicada estranhou a bicicleta …Ela continua lá.
Para o Artur Gonçalves, que acompanha este Blog em Faro, digo-lhe que a “menina dos óculos” da outra foto é a Matilde, vive em Caldas da Rainha e é a Directora do Museu José Malhoa.

Olhem, e já agora, consultem este site:
http://mjm.imc-ip.pt/

José Ventura

Comentários:

Muito obrigado pela atenção e parabéns à menina dos óculos.A Matilde e o Reboleira foram meus colegas na Secção Preparatória. As fotografias que tenho vindo a rever — a uma distância de quatro décadas —, têm-me ajudado a recuperar as memórias que o tempo teimava em apagar.A bicicleta, não sei porquê, dá um ar muito neo-realista à cena.NB: Já conhecia o site, mas agora vou percorrê-lo ainda com mais atenção.

Artur R. Gonçalves.......28-01-2008

Como devemos estar diferentes de há 40 anos para cá. Até a bicicleta, se é que ainda existe terá um pouco mais de ferrugem.Como todos nós afinal. Quantas vezes terei eu visto a Matilde, sem nos reconhecermos, nas diversas visitas que fiz com amigos e familiares ao Museu das Caldas (para mim o Zé Malhoa é o Museu.. os outros peço desculpa mas nem sei onde ficam) sem imaginar que durante pelo menos um ano lectivo (ainda que eu com um estatuto especial, já que estava lá como assistente, após ter recusado entrar no ERO pois o Sr Prior, director em 1968, punha como condição sine qua non, para todos os alunos (afinal não era bem assim...) assistir à missa.
Aproveito também para agradecer ao Zé Ventura pela disponibilidade que põe na manutenção do blog. Até já teve de usar a tesoura da censura, e muito bem.

J.L.Reboleiira Alexandre........29-01-2008

Olha aí o nosso Vice-Presidente da Camara, Ant. Figueiredo Lopes. Quem diria uma dia iamos trabalhar juntos no Brasil. Sempre estou em contato com ele. Grande figura. Abraços.

Duarte Lopes..........29-02-2008

terça-feira, 22 de janeiro de 2008

Pessoal de trabalho

Este grupo de “operários” em fato-macaco fazia parte do 3º Ano dos electricistas de 1968.
A fotografia, tirada no pátio da Escola, chega-nos pela mão do Bertolino, que como bem se lembram a semelhança com o seu irmão gémeo Armindo, criava uma enorme confusão.
Os “trabalhadores” aqui fotografados são, na fila de trás o João Amaro, o Esteves e o Franco.
Na frente o Bertolino, o Purificação Pereira, o Etelvino, o Carlos Dias e outro amigo que não me recordo do nome.


José Ventura

Comentário:

O João Amaro mora em A da Gorda - Óbidos ...e está um bocadito mais pesado (aparentemente...!!!)

Maximino........25-01-2008

sexta-feira, 21 de dezembro de 2007

Antígona

O teatro na Escola teve alguns momentos altos. Esta foto que o Jorge Sobral nos trouxe ilustra um desses momentos com a Peça “Antígona” que subiu à cena em 14 de Junho de 1968.
Esta adaptação da peça do Dramaturgo Grego Sófocles, teve posteriormente outras versões apresentadas pelo C.C.C. – Conjunto Cénico Caldense que “viria a ser o responsável por uma renovação profunda do Teatro nas Caldas da Rainha e até talvez fora dela, principalmente, durante a década seguinte.
Nessa altura, para além de grupo teatral, foi ganhando cada vez mais um estatuto de oposição ao regime político vigente. Era o teatro dimensionado numa outra perspectiva...

José Ventura

Comentário:

Recordo-me bem desse momento. Como nota complementar, tratava-se da versão moderna da «Antígona» do dramaturgo francês Jean Anouilh, baseada na tragédia ática de Sófocles com o mesmo nome. A encenação, se não me falha a memória, esteve a cargo do Dr. Bento Monteiro.
Artur R. Gonçalves........21-12-2007
Nota: Palavras para quê... Quem sabe , sabe.
Sendo actualmente um homem da cultura, francófona de preferência, o Artur vai tirar cada vez mais um bocadinho lá nas aulas (os alunos têm que ter paciência) para aparecer no blog. O bichinho dos velhos souvenirs afinal anda mesmo por aqui.
Como diz o Zé Ventura. Quem sabe sabe, palavras para quê.
J. L. Reboleira Alexandre.......22-12-2007

domingo, 4 de novembro de 2007

Uma visita a Guimarães

Em Março de 1968, durante uma visita à cidade “onde nasceu Portugal”, Este grupo de alunos juntou-se nas ameias do Castelo para a fotografia para a posteridade.
São eles; Anabela, Limpinho, Dulce, Fernanda Campôto, Dra. Isabel Correia, Maria dos Anjos, Matilde, Isabel Chagas e Corado. Em baixo; Luis Fernandes, Adelino, (Filho do Dr. João Correia) e Artur.
Esta foto chega-nos através da Matilde e da Maria dos Anjos.
José Ventura

Comentário:

Faz agora um ano que naveguei pela primeira vez na Blog da Confraria dos Antigos Alunos da Escola Industrial e Comercial das Caldas da Rainha e descobri a existência absoluta desta fotografia. Desde então, tenho feito muitas outras descobertas de exploração virtual, muitas outras viagens no espaço e no tempo, de regresso ao passado e ao futuro. Seria a altura de cantar os parabéns, soprar a vela e formular um voto secreto. Nesta ocasião, vou-me deixar de secretismos e desejar muitos anos de vida a todos os confrades e à confraria.

Artur R.Gonçalves........09-12-2008