domingo, 15 de setembro de 2019
domingo, 25 de novembro de 2018
Ano de 1974
No ano em que Portugal virou a página para uma nova realidade
e deixou para trás um regime repressivo, aqui ficam algumas recordações dos
alunos da época.
domingo, 15 de outubro de 2017
Alunos de 1974
É caso para perguntar “Onde estavas no 25 de Abril”, pois
bem estas fotos documentam que no ano da revolução dos Cravos estes alunos frequentavam a nossa Escola.
Temas: 1974
domingo, 12 de março de 2017
No ano da Revolução
Temas: 1974
domingo, 13 de julho de 2014
Turma C de 1974
Temas: 1974
domingo, 6 de outubro de 2013
Alunos do Ciclo
Temas: 1974
domingo, 7 de julho de 2013
Visita a Évora em 1974
No caso destas duas, que vêm do álbum da Ana Paula Veiga, a visita ocorreu em 7 de Junho de 1974 e segundo o que está escrito no verso da primeira, as meninas que foram fotografadas no jardim, são:
Da esquerda pra a direita, Anunciação, Ida, Fátima, Ana, Teresa e Cristina. Em cima Anabela e Ligia.
domingo, 22 de abril de 2012
Turma de Construção Civil
Fui aluno em dois períodos distintos. Entre 1971 e 1977, tendo sido um dos oito ou nove alunos que iniciaram o então Curso Geral de Construção Civil no ano letivo de 1973/74, impulsionado pelo então Prof. Adelino Mamede que recordo com grandes saudades. Voltei em 1979/80 para concluir uma disciplina do então curso complementar, tendo para tal frequentado o Curso Complementar de Mecanotecnia (Regime noturno).
Temas: 1974
quinta-feira, 1 de dezembro de 2011
Finalistas de 1974
Comentários:
É o Sr. Pinto Correia, pai da Helena Arroz, mas não são os finalistas de l974. Não sei de quando são, mas são uns anitos mais antigos.
Em 1964, quando iniciei o curso de Formação Electricista, juntamente com mais 27, o Eng. Pinto Correia era professor da disciplina de electricidade. Recordo que num dos exercícios mensais (pontos) para avaliação de conhecimentos e atribuição da nota do período, o Eng. PC atribuiu-me a classificação de 0,5 valores na disciplina. Acho que foi a nota mais baixa, alguma vez atribuída na escola.
Não satisfeito com o que se estava a passar em relação ao meu ponto, fui falar com o então director Leonel Sotto Mayor e expus a minha indignação por tal acontecimento. Recordo que ele me mandou acalmar dentro do seu gabinete e que iria saber o que se passara.
Mais tarde soube que ele próprio tinha rectificado o ponto sem contudo ter dito nada ao eng. PC.
Como resultado dessa 2ª correcção foi-me atribuída a nota de 14,5 valores.
Naquela altura o eng. PC era um superior hierárquico na ex-Seol, onde trabalhava o meu pai, sendo esta situação bastante comentada naquela empresa, com os comentários que vocês adivinham.
O eng. Pinto Correia, nunca mais fez uma gracinha daquelas, porque acho não o ter apanhado nos anos seguintes. Lembro que dos 28 que iniciaram o curso, passaram 8 para o 2º ano e depois 4 para o 3º. Era a turma mais pequena da história da escola.
O Engº Pinto Correia era funcionário da SEOL. Trabalhei ainda algum tempo com ele. Infelizmente partiu cedo.
O Engº Pinto Correia e o meu grande amigo "Pai Pessa" pessoa de quem eu muito gosto, foram os meus ensaiadores das peçinhas de Teatro de Natal que a Empresa realizava nessa altura.Os "artistas" eram os filhos dos funcionarios, ou seja prata da casa.
Lembro com saudade esse tempo teriamos aí os nossos nove dez anos era uma alegria. Dava-se valor ao Natal, contentava-mos com pouco.
Alguns desses ensaios foram na casa do EngºPinto Correia.
Anos mais tarde (1971) entrei como funcionária, e os papéis inverteram-se,passei de artista de teatro a colaboradora para tratar da Festa de Natal, aí compreendi e admirei, o trabalho e a carolice dessas pessoas.
Já agora aproveito para desejar a todos Antigos Alunos um Santo e Feliz Natal.
Lúcia Vital Vasconcelos................03-12-2011
O Eng.º Pinto Correia foi funcionário da SEOL e também tive o privilégio de trabalhar com ele. Obrigada pelas tuas lindas palavras que dirigiste ao meu pai, “Pai Peça”, o tal homem que fazia de tudo para nesta quadra festiva, as crianças e familiares dos funcionários da SEOL, tivessem um Natal em família e que pudessem ver um presépio quase em tamanho original, tudo feito por ele e que teve vários prémios a nível nacional, entre Delegações e Sede.
Agora fala-se em reciclagem, mas naquela altura já se fazia esse trabalho, pois os escudos eram poucos e a imaginação era fértil!
Quando entraste na SEOL, saí eu, pois casei em Outubro de 1971 e saí das Caldinhas perdendo o contacto e vivência com muitos dos meus amigos.
A minha memória por vezes me atraiçoa, mas o Eng.º Pinto Correia nunca me esqueci dele, pois ia inúmeras vezes à casa de meu pai entregar trabalhos.
Também desejo a todos os antigos alunos da nossa escolinha um BOM NATAL!
um abraço
terça-feira, 13 de outubro de 2009
O Livro de matemática
Olá amigos
Eu sou o José Brás dos Santos, nasci nas Caldas, mas actualmente vivo no Barreiro. A minha família, pelo lado materno, é 100% Bairro da Ponte. Cheguei ao blog por indicação do meu pai que é o Fernando Santos que escreve para o blog da Escola desde o Algarve.
Não vejo pelas páginas do blogue pessoal da minha geração de ciclo preparatório. Tão pouco factos ou eventos dessa época (1972 a 1974). Desses tempos tento avivar algumas coisas que residem na minha memória, mas ocorre que não tenho nem fotos nem outros materiais comigo. Todavia, encontrei este fim-de-semana o livro de matemática do 1.º Ano do Ciclo.
A curiosidade deste livro é que ele surge no pós-revolução do ensino da matemática pelas mãos do prestigiado Matemático e Professor Doutor José Sebastião e Silva. Começa o livro pelo ensino dos conceitos base sobre conjuntos e números. Aparentemente nada de extraordinário, mas na verdade foi uma verdadeira revolução pedagógica e didáctica, já que a matéria «Teoria de Conjuntos» era uma matéria anteriormente ensinada apenas nos programas do Ensino Universitário.
A releitura do livro após tantos anos apresenta algumas agradáveis surpresas. A propósito de Medição de Velocidades, para introduzir o conceito de velocidade média, o aluno era confrontado com frases como «o caracol desloca-se devagar, mas o rato anda depressa» ou «o boi é vagaroso, mas o cavalo é veloz» e descobria coisas espantosas como «Há aviões – os supersónicos – mais rápidos do que o som.», ou que «o conta-quilómetros indica a distância percorrida que, dividida pelo tempo gasto, dá a velocidade média do veículo». Algo muito importante, que nos levava a ambicionar ter uma bicicleta com conta-quilómetros… só para testar na prática os conhecimentos aprendidos nas aulas (pelo menos para alguns).
Na verdade, após tantos anos, o que me surpreende neste livro é a simplicidade e subtileza na introdução dos conceitos, entre eles, conceitos de cinemática ou de dinâmica, os quais são matérias aprendidas mais tarde, no âmbito da disciplina de físico-química.
Um abraço
José Brás dos Santos
Comentário:
Na passagem da década de sessenta para a de setenta, a «Matemática Moderna» estava na moda. Depois, os inventores desse modismo passageiro aperceberam-se que essa forma de encarar a realidade quantificável era tão ou mais idosa do que a até então tida como «Antiga». Aquela que se leccionava nos diversos graus de ensino. A designação perdeu a força e acabou por cair em desuso. Em 72/74, o meu universo de referências já não se construía nas CdR. O meu baptismo na moderníssima teoria dos conjuntos ocorreu no ICL, lá para os lados da Rua das Chagas. Seria incapaz de reconstituir toda a cultura matemática que ao longo dos anos se me foi atravessando no caminho. Ignorei quase sempre os acenos que me foi dando. Só retive uma parcela ínfima dessa arte de fazer contas que o dia-a-dia me obriga a debitar. Em grande parte, a que o Professor Barreto me ofereceu nos dois anos do ciclo preparatório. É que os tais «Cálculos Comerciais» dos anos seguintes partiram há muito de viagem sem deixar rasto visível atrás de si.
Artur R.Gonçalves........15-10-2009
quinta-feira, 26 de março de 2009
Viagem de finalistas de 1974
Para completar o post anterior, aqui está mais uma foto da viagem de finalistas de 1974, que como ficou esclarecido anteriormente foi ao Norte e não a Espanha.
Segundo o Guilherme, que nos enviou a fotografia, o grupo numeroso deixa antever muitos pares de namorados que viriam a casar mais tarde.
José Ventura
terça-feira, 24 de março de 2009
Em terra de “Nuestros Hermanos”
Na década de sessenta as viagens a Espanha eram o ponto alto dos finalistas da Escola.
Esta fotografia que a Gina nos trouxe mostra-nos alguns alunos do curso Aperfeicoamento do Comercio, durante um passeio por terras Espanholas (Afinal não é em Espanha, mas sim na Ribeira do Porto) durante a sua viagem de finalistas, provavelmente em 1962. (1974, Quase que acertava)
Certamente que a Gina ou algum colega que participou nesta excursão terá alguma história para nos contar. (Vá lá é só clicar nos comentários).
José Ventura
Comentário:
Intervenho apenas para corrigir um erro do meu amigo Zé Ventura. Não são terras espanholas, mas sim a Ribeira da bela cidade do Porto. Claro que o fotógrafo realçou a monarquia, com o brazão em destaque, (sem intenção o fotografo era eu, claro) mas estávamos em terras bem portuguesas. Tambêm não corria o ano de 62, neste ano eu ainda não conhecia a aluna da EBP que viria a ser minha esposa, mas sim em 1974, já alunos adultos eu terminava o meu curso e a Gina completava o estudo nas duas linguas estrangeiras que se lecionavam no curso nocturno. Já eramos casados quando foi esta viagem de finalistas. O colega barbudo é o Antonio Alberto, hoje tecnico da EDP
António Guilherme............25-03-2009
sexta-feira, 28 de março de 2008
Notícias do Canadá
Olá amigos da Escola Industrial e Comercial de Caldas da Rainha.O meu cunhado Carlos Pereira (de Alfeizerão) e a minha irmã Ana Maria Alves (Caldense) antigos estudantes da nossa escola encontraram o blog que achamos muito interessante.
Eu também fui aluna, o meu nome é Isabel Alves, vivo em Mississauga na provincía do Ontario, fazia parte da equipa de andebol de sete (Avançada de Centro) e encontrei esta fotografia, é pena que a qualidade não seja melhor, mas foi tirada no dia 16 de Março de 1974. A equipa saiu das Caldas da Rainha para Alcobaça de manhã cedo, para um jogo em que fomos vitoriosas. Quando regressámos soubemos que tinha havido um levantamento Militar contra o regime fascista.
Em 1974 quando eu frequentava o segundo ano de comércio, 2 meses precisamente depois desta fotografia ter sido tirada, os meus pais emigraram para o Canadá, onde continuamos a residir até agora
Recordo que a Ana Bernardes (Guarda Redes), a terceira na fila de traz, emigrou para os Estados Unidos na mesma altura. Eu sou a segunda na fila de traz.
Gostaria de saber se alguém se recorda desta ocasião e o que é feito destas colegas
Isabel Alves
Ligia......14-05-2008
Gostei de saber notícias tuas. Ainda praticas Andebol? O Andebol não é um dos desportos mais praticados aqui no Canadá. Eu pratiquei numa equipa no meu 9º e 10º ano. Referes á Ana, a Ana é a minha irmã recordas-te dela? Parabéns para o Zé Ventura o autor deste fabuloso blog pois ajudou a encurtar grandes distancias.
Olá Isabel eu sou a Fatinha, e vi a foto que enviaste na net, eu fiz parte dessa equipa de andebol. Registei com muito agrado esta foto, traz-me muito boas recordações. Continuo a morar nas Caldas, sou casada, tenho um puto com 15 anos. Aguardo a tua resposta um grande beijinho. Até breve.
Fátinha........22-11-2008
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