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terça-feira, 13 de julho de 2010

Alunos de 1954

O António Marcos, (ex- proprietário da Sapataria Lisboa, ainda se lembram) encontrou no seu álbum de recordações estas fotos.
Não há muitos pormenores sobre elas, apenas que datam de Abril de 1954 e possivelmente foram tiradas durante uma pausa da visita que estes alunos efectuaram a Coimbra.



terça-feira, 22 de junho de 2010

Hora de almoço

Esta fotografia que a Anabela Cardoso estampa aqui no Blog, leva-nos até à cidade de Coimbra onde é visível as meninas da nossa Escola numa pausa para almoço.
Da esquerda para a direita temos a Clara, ?, ?, a Ana Rocha e a Anabela Cardoso.
Como é costume há sempre uns pontos de interrogação que ficam à espera de ajuda para serem substituídos pelos nomes.
Esta viagem de estudo teve lugar provavelmente em 1972.

Comentários:

A seguir à Clara Pereira temos a Cristina Saloio e a Anabela Jesus.
Estas nunca aparecem, vamos para o ano motivá-las!
A Lúcia bem insiste mas estas raparigas....esquecem-se!

Anónimo..........23-10-2010


Olá. Queria fazer uma pequena correção a rapariga que foi denominada como Anabela sou eu- a Teresa Sousa das Gaeiras. Já agora alguém sabe alguma coisa da Violante do Bombarral?

Teresa Sousa........25-06-2010


Ainda longe do tempo do Fast-food...toca a comer o farnelinho feito pela mamã...!!!

Maximino..........25-06-2010

Falando em fast-food. Será que o amigo Maximino e outros daí, sabem que aqui na terra do fast-food a miudagem leva o lanche diariamente de casa ? A cantina escolar, instituição indispensável em Portugal antes como agora, aqui é o que se poderá chamar de «useless», isto é :inútil! Portanto o que este pessoal está a fazer fez o meu filho mais velho da pre-maternal até à Faculdade e o mais novo ainda faz. Eu creio nunca ter levado lanche para as escolas onde andei. Hábitos afinal.

J.L.Reboleira Alexandre........26-06-2010


Pois meu amigo, eu levava todos os dias a cestinha com o farnel que depois comia em companhia de outros colegas, nas mesas da Mata onde havia ao tempo uns locais para merendas...!!!

Algumas vezes, quando não levava a comidinha de casa...ia uma sopinha na cantina...!!!

Outros tempos...outros hábitos...!!!

Abraço do

Maximino ..........26-06-2010

No meu tempo eu levava a "cestinha" no Ferrari a pedais e o "refeitório" era a casa do SAPO na mata. Só mais tarde um grupo passou a fazer "refeitório" na "Ti Rosa" dos burros. Grandes manjares que às vezes eram acompanhados com uma "cigana".(Quem se recorda o que era uma cigana?)

Santana Marques.......27-06-10

quinta-feira, 17 de junho de 2010

Passeio a Sintra

Esta fotografia datada de 9 de Maio de 1957, é uma das muitas fotografias que a Alda Marques nos deixou antes de partir.
Recorda uma viagem de estudo dos alunos da Escola à bonita zona de Sintra.
Como era diferente a maneira como as meninas se vestiam, diga-se em abono da verdade, que embora sejam caras bonitas, as saias compridas não ajudavam nada.

Comentários:

Espero não ser cortado, pois já aconteceu várias vezes (Não é verdade, todos os comentários são publicados). Na minha época havia uma canção em moda e que era assim: não há dinheiro, não há dinheiro, não há dinheiro nem para passear, não há dinheiro, não há dinheiro não pode gastar e este era o meu lema e de muitos outros, por isso nunca aparecemos nas fotos das viagens. Vamos então tentar dar vida a alguns nomes. Na segunda fila a contar debaixo: o menino de casaco físico de alfaiate é o sobrinho do Pr. Barreto (grande barraqueiro), a seu lado a Noémia Nabo "filha do polícia Nabo" e a seu lado a irmã do Calinha e um pouco mais acima, o Albano Mais um degrau acima e lá está o Amável (Banco Lisboa e Açores) e a espreitar no topo, a Lopes, irmã da São Lopes. Em baixo, a terceira da frente é a Cremilde (lado esquerdo) e por detrás é a Manuela (já falecida), prima da Solange. No topo lado direito eu penso que é o Pr. de inglês e a seu lado o Maia, mas desta vez sem óculos escuros. A irmã do Vidigal encontra-se no lado direito na segunda fila. Lembro-me de todos/as mas é me difícil recordar os nomes, mas talvez alguém dos anos 50 venha dar uma ajuda.

Chaves……..20-06-2010


Por favor, gostava que alguém confirmasse se aquela menina com a saia de xadrês pode ser Pilar Salvador,. Se assim for, é a minha mãe.

Luzia ....................10-09-2011

Confirmo que a menina da saia de xadrez é a Pilar, de quem fui uma grande amiga.
Fernanda Noémia..............03-11-2011
fernandanoemia@sapo.pt


Obrigada, Fernanda.
Reconheci a minha mãe porque a achei parecida com a minha irmã.


Luzia.....................03-11-2011

quinta-feira, 10 de junho de 2010

Viagem de Finalistas

Esta viagem de finalistas teve lugar em Abril de 1962. e as fotos foram tiradas respectivamente no Choupal e Santa Clara em Coimbra e na Serra do Pilar.
Estas fotografias vêm do álbum do Zé Agostinho, que tarda em reaparecer nos Encontros dos antigos alunos, o que é pena pois ele foi durante muitos anos um entusiasta destas festas.

terça-feira, 1 de junho de 2010

Viagem a Espanha

Os finalistas de 1972-73 realizaram a sua viagem por terras dos “nuestros hermanos”.
Para documentar este acontecimento pedimos as fotos da Isabel Sales Henriques que se publicam e têm a particularidade de ser a cores, o que para a época já era um avanço tecnológico muito razoável.

07-04-1973 ... Café Buena Vista, perto de Sevilha

11-04-1973... Escorial

12-04-1973.... Fronteira no dia de regresso

12-04-1973 ... Salamanca

domingo, 7 de março de 2010

Passeio a Aveiro


É conhecido o gosto que a Teresa Morgado tem pela fotografia, aliás são dela a maioria das fotos dos encontros anteriores a 2005, mas não só, pois os seus tempos de Escola também estão bem documentados, como é o caso desta visita à zona de Aveiro que segundo os seus apontamentos está datada de 6 de Abril de 1960.
Quanto aos participantes aqui retratados, tenho alguma dificuldade em identificar, por isso ficamos todos à espera que alguém nos ajude, e quem sabe, nos conte alguma aventura vivida neste passeio.

A propósito de Aveiro, e isto não tem a ver com as fotos, vale a pena uma visita á cidade dos ovos-moles pois está muito bonita, por lá alguém percebeu a importância da Ria e deu-lhe a dignidade que merece.

Comentário:

Na foto de cima está no meio o Rodolfo, a seu lado a Teresa Correia (agora sua esposa) e a Solange ao lado. Na foto do centro as mesmas só que a Teresa também lá está. Era um grupo muito unido

Anónimo........07-03-2010

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Visita às Minas de Sal-gema

Esta reportagem fotográfica remonta ao ano de 1953, e reporta a uma viagem a Rio Maior para a visita às minas de Sal-gema.
Não é fácil identificar os excursionistas, mas recorrendo a alguns apontamentos da Stela que nos enviou estas fotografias, ficamos a saber que alunas/os como a Irene, a Ausenda, o Manuel Patuleia, o Marinho da Nazaré e o Luis Filipe fazem parte do grupo.
Na ultima foto estão alguns Professores que acompanharam os alunos na visita, o Prof. Barreto com a sua esposa D. Lavinia, a D. Natividade, Professora de Geografia, no lado direito talvez o Dr. Oliveira, Prof. De Francês e na frente o saudoso Mestre Mamede.

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Visita ao Portinho da Arrábida

Estas fotos que a Quina guarda no seu álbum, relembram uma visita de estudo à zona do Portinho da Arrábida.
Na foto de cima obtida nas instalações da Cimenteira Secil, podemos ver o Mestre Mateus, o Prof. Joaquim Sarmento, a D. Rosa, o Dr. Bento Monteiro e outro Professor que não me ocorre o nome.
Em baixo, já na Escola de Setúbal, o numeroso grupo de alunos que fez esta viagem em Março de 1962.

Comentários:

Embora eu já tivesse saído da velha Escola RBPinheiro na ocasião em que esta visita se realizou, quero só trazer uma achega:

Não me parece que seja a D. Rosa que aparece na foto de cima.
Em minha opinião, é a Dra. Mariana, que ensinava Cálculo Comercial aos 1º. e 2º. anos do Curso Geral de Comércio.

Noronha Leal......20-01-2010

A referência que o Noronha faz à Dra. Mariana (também julgo que é ela na foto)traz-me à memória uma coluna que existia no jornal "A Bola" (não sei se ainda existe)que se intitulava "Hoje jogo eu".Certo dia, há cerca de 50 anos,lembro-me de ter lido, grosso modo, o seguinte:

Professor: Sabes que é o Yaúca?
Aluno: É um jogador do Belenenses que foi para o Benfica.
Professor: E sabes de onde é natural o Yaúca?
Aluno: É de Moçambique.
Prof.: E em que continente se situa Moçambique?
Aluno: Em África.
Prof.: E o que é Moçambique em relação a Portugal?
Aluno: É uma Província Ultramarina.
Prof.: E sabes quem é o Serafim?
Aluno: Sei, é um jogador do Porto que também vai para o Benfica.
Prof.: O Serafim vai do Porto para Lisboa de combóio. Qual é a linha férrea que toma?
Aluno: É a linha do Norte.
E por aí adiante...
O colunista acabava a sua crónica dizendo que estas perguntas tinham sido feitas num exame de admissão à Escola Ind. e Comercial Pero de Santarém pelo Director daquele estabelecimento de ensino Dr. Luís Manuel Freitas da Silva Marques e elogiava fortemente o método utilizado dado que, falando sobre a actualidade futebolística o professor inteirava-se, com toda a naturalidade, dos conhecimentos do aluno.
Este professor, que até hoje não vi referenciado no nosso blog, é nem mais nem menos que o nosso verdadeiramente extraordinário professor de Francês que, com os seus métodos invulgares para a época nos colocou, ao cabo do 1º ano, a manter uma conversação naquela língua.
Lembrei-me dele pela referência feita à Dra. Mariana porquanto, se bem me lembro, namoriscaram.
Não sei que é feito dele, mas tenho a certeza de que jamais será esquecido por algum dos seus ex-alunos.

Sanches..........21-01-2010

Nos anos 50's, de vez enquanto lá pela B. Pinheiro e não só, aparecia um director do ensino escolar para analisar o grau de inteligência dos alunos. Eram-lhes entregue uma folha de papel em branco em que se escrevia o respectivo ano, turma e nome do aluno. Depois uma pergunta mais ou menos fácil ou... melhor parecendo fácil. Lembro-me de duas, mas não me lembro se errei ou acertei mas, julgo ter acertado...e eram assim "desenhe um avião visto por baixo". Bastava fazer uma cruz alongada dum lado e tinha a resposta certa. A outra era "desenhar um garrafão visto por cima", bastava fazer uma circunferência maior, com uma outra pequena no meio e um risco ligando as duas. Houve um aluno que não pôs o risco e disse que o garrafão já não tinha verga e passou.

Chaves.........22-01-2010

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Visita a Évora


Do outro lado do Atlântico chegam mais duas fotos enviadas pela Natércia.

A foto de cima recorda uma viagem de estudo a Évora, e foi tirada à entrada da Capela dos Ossos, durante o ano lectivo de 69/70.
Estas viagens de “estudo” eram sobretudo, uma forma de conviver e de conhecer lugares diferentes que regra geral, não era possível de outra forma.

Dos intervenientes apenas consigo descortinar o nome da Natércia e da Lurdes Couto, que estão também na foto do lado.


Comentário:

Antes de ir para Angola "vida militar",estive uns meses em Évora, mas nunca entrei na Capela dos ossos,nem sei explicar o porquê. Embora seja uns dez aos mais velho,penso que a menina da frente é a São Lopes.

Joaquim Chaves.........18-12-2009


Cá está um exemplo que apesar de um mar que nos separa podemos continuar uma boa relação. No caso destas meninas julgo saber que são grandes amigas e continuam a cultivar a sua forte amizade que travaram em jovens, contradizendo o velho ditado, “Longe da vista longe do Coração”, mas quando se é amigo é para sempre.
Pois na minha opinião é também para isto que o que o blog deve servir, para reviver os nossos tempos de juventude, como também para encurtar as distâncias entre velhos amigos, em que se possam apertar mais os tais laços de amizade. Embora não tenha convivido muito com a Lurdes ou com a Natércia, porque também era um tanto ou quanto envergonhado, mas hoje mesmo estando longe mantenho uma forte e respeitosa amizade com a "Milu" e seu Marido.
Com isto aproveito para desejar um Feliz Natal e que o novo Ano lhes traga tudo de bom, felicidades e Boas Festas para todos os antigos alunos da nossa Escola

Antonio Abilio........20-12-2009

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Trabalhadores estudantes

Já me aconteceu muitas vezes ser abordado por antigos alunos da noite que se interrogam se também podem ir ao encontro anual. Mas é claro que podem, diria mesmo, é fundamental a sua presença, pois só assim se cumpre o objectivo de juntar todos os “ramos” da Escola. Pena é que em matéria de fotos dos alunos da noite, estas sejam escassas, mas é o que temos.
Hoje publicamos algumas relativas a uma viagem à Serra da Estrela com passagem por Castelo Branco, onde os intervenientes eram todos alunos das aulas em regime pós-laboral, como agora se diz.
Os trabalhadores estudantes são o Mário Morgado, o Helder, o Justino e o José Fernando que como bom coleccionador que é, guarda religiosamente estas fotografias no seu álbum.

domingo, 29 de novembro de 2009

De malas aviadas

Este grupo de turistas, de malas aviadas, eram, nem mais nem menos, alguns dos finalistas de 1970, que escolheram a pátria do “El corte inglês” para passear.
Na foto de cima temos o Zé Manel Dória, ?, a Maria José, a quem pertence estas fotos, a Celeste e ?.
Na foto de baixo; ?, Dória e a Luisa Ramires.

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Aqui nasceu Portugal

Os finalistas de 1968 foram até Guimarães, e sob a esfinge de D. Afonso Henriques posaram para a fotografia que chega ao blog pela mão da Maria dos Anjos, aqui retratada no lado direito.
Os restantes elementos são o Francisco Coutinho, a Fernanda Campoto e a Dulce.
Não sei se será de bom-tom o comentário que vou fazer, mas já ouvi de alguns companheiros que aquelas “botas brancas” deixaram muita gente a suspirar.

Comentário:

Zé, o teu comentário sobre as botas brancas justifica-se sempre, e até é pena, que passados estes anos todos ainda haja um certo retraimento no relembrar, o que certas colegas transmitiam, como se ainda tivessemos apenas 16 anos! «Franchement», somos todos avôs e avós, ou pelo menos poderiamos ser. A pergunta que deixo é: os suspiros seriam apenas pelas botas brancas ? Como não me lembro nada, niet, zero (não fui portanto um dos afectados) da Maria dos Anjos estou à vontade para fazer a pergunta. Lembro-me mais da Dulce mas no ano seguinte, já nas Secçôes Comerciais, onde andava como assistente.

Mas, e voltando às botas, porque não dizê-lo, já as vira numa outra foto do blog, e achei que transmitiam um não sei quê de especial. Seria quem sabe, o espirito do Maio 68 que andava por aqui ? De entre todos os, no masculino claro, finalistas desse ano, e atendendo a que vários entram regularmente no blog, de certeza que alguém me irá elucidar.

J.L.Reboleira Alexandre.........24-11-2009

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Excursão à Covilhã

Do álbum da Luisa Pimenta seleccionámos esta fotografia para ilustrar o Blog.
Reporta a uma excursão, dos alunos dos anos cinquenta, à Serra da Estrela.
Esta foto é curiosa pois no verso tem a assinatura de alguns dos participantes bem como o carimbo da Tália, onde se fazia as revelações destas preciosidades.

Comentários:

Posso acrescentar que ao centro de óculos escuros está o Vasco e a seu lado o Joao Raimundo Madeira Lau (ja falecido), no lado esquerdo em baixo o seu irmão, o Antonio Lau meu grande Amigo e colega desde a primeira classe, e também o irmão do Chico Lau que ainda tem o estabelecimento na antiga Praca do Peixe, conhecido pelo João Vintem.
Além da Luiza está a Irene Serralha e o Zé Felipe e a Silva.
Dos outros escapa-me o nome.

Chaves...........06-11-2009

Meu caro Chaves
O Zé Filipe que dizes, é o Luis Filipe dos Santos Gonçalves e a Silva é a que foi sua mulher, Belmira Araújo da Silva.
E os outros, quem se lembra deles?

Luisa Pimenta.........08-11-2009

Reconheço nesta foto em pé do lado esquerdo o Dr.Varela Pinto antigo professor da Escola.A seguir ao motorista parece-me o malogrado Duarte do Bombarral. A seguir ao Vasco Simões estão a Stela a Belmira a Julieta e o Pepe.
Em baixo ao meio reconheço o Quim de Alcanena. Enfim todos bons colegas do meu tempo que muito recordo.

Pimenta.......08-11-2009


Saudacões à Luisa e ao Pimenta que deram mais vida a este grupo dos 50"s e me fizeram lembrar o Prof.Varela Pinto,que foi meu professor de matemática e também um pouco mauzinho ou talvez eu e outros tivessemos a culpa. Já agora não será o Neves o que está ao lado do J. Raimundo que casou com a Teresa Morgado e o que está atrás da Julieta, o marido dela, ambos trabalharam com a Luisa na Camara?

Chaves.......08-11-2009

Então vou identificar os restantes: entre mim e a Irente está o Carlos José Vicente Rosa (vulgo FABELA). Atrás da Julieta está o Joaquim Ribeiro Pereira, do Bombarral e à frente do Luís Filipe está a Cremilda Gil, actriz, que por ser amiga da Julieta nos acompanhou na excursão.

Luisa Pimenta.......08-11-2009


Isto do blog leva-nos ao passado e a relembrar certos nomes ou melhor dizendo (alcunha)que por vezes se perdem no tempo até que alguém e neste caso a Luisa nos avive a memoria.
O Carlos José, quando moço de escola primaria, era meu vizinho pois morava na Calçada 5 de Outubro e eu na rua das Vacarias, depois seus pais abriram uma casa de pasto quase em frente aos armazens do Tomaz dos Santos. Seu tio, o Sr. Virgilio (taxista na praca),ja falecido,tinha uma grande vaidade no seu sobrinho pois ele formou-se ou como se diz, doutorou-se em algo,(nao me lembro).Esta lenga a lenga tem a ver com o nome FABELA e pode-se dizer que foi um nome muito popular na epoca...

Chaves..........09-11-2009

E o meu pai sabia que a minha irmã foi com estes gandulos todos para a Serra da Estrela?

Sanches........09-11-2009


Sanches. Para tua informação estes
gandulos a que tu te referes, posso eu confirmar, que eram todos meus colegas que estavam no "QUADRO DE HONRA" da Escola.
Bem se vê que não ligavas nada ao "Quadro de Honra".

Pimenta.......11-12-2009

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Visita a Coimbra

Estas fotografias datadas de 26 de Abril de 1972 trazem para o blog a recordação da viagem de estudo dos alunos finalistas, desse mesmo ano, a Coimbra.
Estas imagens estão guardadas no álbum da Anabela Cardoso, que se junta ao numeroso grupo de antigos alunos que têm dado vida ao nosso “cantinho” da Blogosfera.

Zé Ventura


terça-feira, 27 de outubro de 2009

Viagem de finalistas 1972

O Luis Henriques enviou estas fotografias que recordam a viagem de finalistas de 1972 que teve o seu ponto alto em Espanha.
Os intervenientes são vários, julgo reconhecer o Clérigo, a Cristina, o Luis e….mais não sei.
Talvez algum dos participantes possa dar uma ajuda.

Zé Ventura

domingo, 11 de outubro de 2009

Visita a Torres Vedras

Esta foto que o Lobato nos enviou recorda uma visita de estudo à Casa Hipólito em 1962, na altura a maior indústria do Concelho de Torres Vedras.
Não consigo identificar os meninos que aqui se apresentam numa esplanada de Torres Vedras, mas para a “rapaziada” da época não será difícil.

Esta visita traz também à memória a Casa Hipólito, famosa pela produção de candeeiros a petróleo e pulverizadores, entre outros artigos, que no seu auge teve cerca de mil trabalhadores.
Em 2004 teve a sua morte anunciada pois desde 1999, tinha salários em atraso aos restantes 664 trabalhadores e deixou dividas na ordem dos setenta milhões de euros.


















Comentários:

Ainda me lembro desta fábrica que se quedava altiva e de chaminés fumegantes(primeiro saiu cheminé... e eu sei porquê)em Torres, no tempo das viagens semanais que fazia de comboio entre Caldas e Lisboa entre 69 e 73, mas ao ver a foto de baixo à esquerda a minha memória não foi buscar as «lanternas de incandescência a petróleo» como na realidade deveriam ser chamadas, mas sim os saudosos «Petromax», que nos últimos anos da minha permanência no Chão da Parada, representavam já um avanço enorme em relação aos paupérrimos candeeiros a petróleo da nossa infância. O problema maior era que, a camisa era tão sensível que ao mais pequeno movimento mais brusco, e como não estava no vácuo, desfazia-se toda.
Sei que os menino ricos e menos ricos da zona urbana do concelho não conheceram estas maravilhas tecnológicas, mas todos aqueles que começaram as destruir os olhos em noites (curtas, no meu caso) de estudo à luz do petróleo, para sair de uma situação de pobreza que parecia irreversível, não podem de forma nenhuma ficar insensíveis a imagens e «souvenirs» deste tipo.
Felizmente que depois de 1973, já nós tinhamos partido, tudo mudou, e passou a bastar accionar um pequeno botão na extremidade de um fio, que percorria sem beleza nem graça, o exterior da parede de pedra ou adôbe para se fazer luz.

Mas como a vida não é só passado, e aqui por estes lados, as folhas das árvores (uma das maiores e mais conhecidas belezas do Canadá) estão em plena mudança de cor e textura, e o termómetro não vai além dos 6 graus C, amanhâ a esta hora deverei estar nas estradas dos vizinhos do Sul devorando os 2600 Kms que neste momento me separam do sempre quente e aprazível Sunshine State (para o pessoal daí, Florida)e das suas maravilhosas praias, onde nem sequer são necessários os típicos corta-vento da Foz ou São Martinho.

Só vão faltar as sardinhas assadas e o pão de milho. É que segundo muito boa gente o cheiro que delas emana é repelente. Enfim, manias...
Abraço.

J.L.Reboleira Alexandre........11-10-2009


As minhas recordações não são tão nítidas como as do meu amigo JL. A imagem que terei tido da fábrica esvaiu-se por completo. Nem o nome me diz nada. Em contrapartida, tenho bem presente o cheiro a petróleo queimado dos velhos fogões de cozinha e das lanternas de campismo. O ruído ensurdecedor que faziam completa um pouco o quadro desses tempos cinzentos em que a realidade virtual ainda não tomara conta das nossas vidas num simples piscar de olhos. As experiências de vida, por vezes, têm pontos em comum muito fortes. As circunstâncias que os desencadearam é que podem variar. Para quem nunca lidou nem de longe com essas tais «maravilhas tecnológicas», o mundo é de facto encarado de um modo bem distinto.

Artur R. Gonçalves..........11-10-2009

A Casa Hipólito, que chegou a ser o maior empregador do Oeste, é um exemplo flagrante de que as empresas são como as pessoas, isto é, nascem, vivem e morrem. E a Casa Hipólito morreu por manifesta incapacidade de se adaptar ao desenvolvimento e à modernização. Efectivamente, com o advento do gás e enquanto crescia a sua utilização, primeiro pelas famílias mais abastadas e depois, progressivamente, pela classes mais pobres, a Casa Hipólito continuava, paulatinamente, a fabricar fogareiros a petróleo! E quando já ninguém os comprava em Portugal e nos países desenvolvidos ou em vias de desenvolvimento, a Casa Hipólito começou a exportá-los para países do terceiro mundo cujos bancos centrais não possuíam as divisas necessárias para fazer face ao pagamento das suas importações.E assim se finou uma das empresas mais emblemáticas da nossa região.Moral da história: empresa ou organização que não seja capaz de se modernizar constantemente acompanhando o desenvolvimento natural das sociedades estará, irremediavelmente, condenada à morte!

Sanches............12-10-2009

Nascido no ano da fotografia, nem por isso deixei de conviver com essas maravilhas tecnológicas. Para um miúdo de seis anos, o sistema de funcionamento do fogão a petróleo representado na imagem era muito curioso e algo intrigante. A Casa Hipólito também faz parte do meu imaginário infantil pelo cavalo-marinho utilizado como insígnia da empresa. Creio que na minha geração eram muitos os que pensavam que existia na natureza um animal marinho chamado hipólito. Só muito mais tarde alguns descobriram que Hipólito significa um género de crustáceos.
Discordo do escriba Sanches no que concerne ao conteúdo da sua «moral da história». No meu entender não é uma questão de modernização, antes uma questão de adaptação a realidades emergentes. Os Banqueiros e os Senhores de Wall Street foram extremamente”modernos” e “criativos”… ora vejam no que deu!

José Brás dos Santos...........12-10-2009

Com o intuito exclusivo de merecer o acordo do José Brás dos Santos queria apenas dizer que, para mim,em termos semânticos, modernização e adaptação a realidades emergentes são, rigorosamente, a mesma coisa!
Não foi, pois, a modernização dos banqueiros de Wall Street que provocou o enorme terramoto financeiro que vivemos mas sim (estaremos de acordo)a enorme criatividade que a indexação das suas remunerações variáveis aos resultados das suas instituições lhes veio a incutir.

Sanches.........13-10-2009

domingo, 4 de outubro de 2009

Passeio a Setúbal

Com as suas saias compridas e plissadas, eram assim as meninas de 1958, posaram para a posteridade neste passeio a Setúbal.
A Letícia que nos enviou a fotografia recorda os participantes.
Na fila da frente a começar pela Esq.: Matos, Oliveira, Isaltina, Solange, Padre António Emílio, Isabel Morgado, Fátima Marcelino e Leonor Martins.
Na fila de trás não consigo recordar os nomes.

Zé Ventura

terça-feira, 29 de setembro de 2009

Visita a Coimbra


A Lena Silva guarda estas fotos que registaram uma visita à zona de Coimbra no ano de 1965.
Das alunas, da Formação Feminina, que participaram nesta visita de estudo identifico a Teresa Santos, a Fátima Valente, a São Lopes, a Lena Silva e em baixo a Celeste.
As Professoras; A Margarida Ribeiro, a Ermelinda, Maria Xavier e Deolinda Ribeiro.
Nas fotos em baixo as fotografadas são mais ou menos as mesmas.












Comentário:

Além dos nomes já mencionados, identifico aqui também a Elisabete e a Beatriz, cujo paradeiro desconheço há bastante tempo.
Alguém saberá por onde andam e o que fazem?

Fátima Valente..........29-09-2009

domingo, 6 de setembro de 2009

Fim de semana na neve

Para os “novos-ricos” que julgam que é moda ir para a “neve”, desiludam-se, pois os alunos de 1969 já faziam estas viagens com toda a pompa. Bem sei que não iam vestidos a rigor, alguns até de gravata iam, os esquis eram os sapatos ou para os mais engenhosos um saco de plástico, mas seguramente, divertiam-se muitíssimo, conforme nos contou o Guilherme, à frente na direita, que nos trouxe esta foto de uma viagem à Serra da Estrela.
Fazem ainda parte dos esquiadores: o Justino Abreu, o José Fernando, o Mário Morgado e outros amigos que não consigo identificar.

Comentário:

4o anos já passados, é verdade, e como tudo é tão atual. já se faziam excursões para esquiar como se comprova. É extraordinário estarem alguns "desportistas" de fato e gravata, na neve. Tal a postura dos alunos em representação digna da escola Bordalo Pinheiro. Hoje reparamos que o "in"é nos colégios os meninos pequeninos andarem de gravata novamente.Como naquele tempo faltava tudo, á boa maneira portuguesa inventámos métodos de esquiar, talvez os percursores do actual snowboard.recordo-me dum episódio muito pitoresco. Eu e o meu amigo Sousa Santos (1ºda esqr.na foto)encontrámos em plena serra um caixote em madeira de média dimensão que era mesmo na n/ medida para nele esquiarmos e dentro dele aí vimos nós serra abaixo, tal velocidade tomou que dele perdemos o controle só parando quando fomos embater violentamente num dos poucos esquiadores devidamente equipado com esquis que faziam a coisa a sério. bem, a coisa foi grave, partimos os esquis ao senhor, isto acompanhado com uma dose de cambalhotas que por milagre não provocou ferimentos. o senhor queria que pagássemos os esquis(meteu professores e escola)enfim foi uma situação difícil de resolver. mas e agora voltando novamente à actualidade, talvez aqui tivesse havido tobogan pela 1ª vez na serra.Como costumo dizer está tudo inventado só se vão sempre aperfeiçoando até atingir o perfeito.um abraço.

Guilherme ............09-09-09

terça-feira, 25 de agosto de 2009

Na Barragem do Cabril

Melhor do que qualquer legenda o verso da fotografia que a Gina nos trouxe fala por si.





















Comentário:

Se os nomes das meninas da foto foram escritas passado muitos anos vá lá, houve um esquecimento, quem era aquela do ponto de interrogacão, a de mais ou menos branco penso eu.Nao seria a Trinta que veio para os E.U,ainda nova e que vivia numa quinta perto do Ameal que era conhecida a Quinta dos Trinta?

Chaves.........29-08-2009