quinta-feira, 19 de março de 2009

As oficinas


As fotografias que hoje se publicam ilustram bem a excelência da qualidade das oficinas de Electricidade e Serralharia da “Escola Nova”.
Os cursos que ali eram ministrados permitiam aos alunos, que no final dos seus cursos, encontrassem boas oportunidade de emprego no mercado de trabalho.
Durante vários anos os quadros médios das empresas eram preenchidos por alunos provenientes dos cursos de Formação das Escolas Comerciais e Industriais.
As imagens pertencem ao arquivo fotográfico do Cardoso, Vítor Santos e Filipe, que concluíram os seus cursos em 1966.



terça-feira, 17 de março de 2009

No Parque em 1960

Algumas colegas da Fernanda Beatriz, que nos trouxe esta foto, aproveitaram uma “folga” das aulas para um passeio pelo parque onde foi obtida esta imagem.
As meninas da Formação Feminina, junto à estátua, são: a Inocência, a Rosa, a Helena, a Adélia, a Fernanda Beatriz e a Antónia.
A Fernanda Beatriz viria a dar aulas de “oficinas” à Formação Feminina a partir de 1964.

José Ventura

quinta-feira, 12 de março de 2009

Alunos de 1934

O Blog ao longo dos seus 3 anos de actividade, já publicou mais de meio milhar de fotos, porém, estas que hoje se publicam têm um significado especial pois são as mais antigas do nosso vasto arquivo.
Estas preciosidades vêm do álbum da Professora Ermelinda que conforme se pode constatar em 1934, era aluna. (Ver a foto de cima: fila de baixo, quarta a contar da esquerda).
Sobre estas fotos, haverá muitas histórias para contar e tenho a promessa da Professora Ermelinda que em breve iremos passar para o Blog algumas delas.
Na foto de baixo, a “Camioneta de Excursão” pelos vistos foi emprestada pelo Hospital Rainha D.Leonor.

José Ventura

Comentário:

Uma autêntica preciosidade, como o ZV diz. O «charme discreto da burguesia» caldense daquela época está todo na foto de cima. A elegância dos anos 20 da Europa chegaram uma década mais tarde às Caldas e a beleza da mulher daquele período passa por aqui. Como são todas belas afinal, as mulheres dos anos vinte !

E como era bem diferente a forma de vestir das classes mais desfavorecidas (a grande maioria)das gentes das áreas rurais da zona.

Poderá a minha antiga professora de desenho, 30 anos mais tarde,(era esta a disciplina ?) a bela Ermelinda da foto, dissecar este tema numa próxima intervenção no blog ?

J.L.Reboleira Alexandre.........12-03-2009

O que mais me fascina nestas velhas fotografias é a suprema distinção dos retratados, o apurado aprumo de docentes e discentes, tão diferentes das assumidas nos nossos dias. Os tempos eram mesmo outros, desconhecidos para a maioria dos leitores deste blog, deste nosso encontro com a Escola, com as suas origens e historial passado e recente. Tal com o Zé Luís, fico à espera do testemunho feito de palavras escritas da Professora Ermelinda.

Artur R. Gonçalves.........13-03-2009

terça-feira, 10 de março de 2009

Um almoço em Peniche

O Carlos Filipe, que concluiu o Curso de Formação Montador Electricista em 1971, com estas fotografias recorda um almoço que a turma realizou em Peniche conjuntamente com alguns Professores.
Dos alunos confesso que não me lembro dos nomes, mas dos Professores reconheço o Santos, o Eng. Sá Lopes e o saudoso Eng. Vendas por quem eu tinha uma enorme admiração.

José Ventura

domingo, 8 de março de 2009

Os “Serralheiros” no Parque

Quem disse que só as meninas é que tinham fotos junto às estátuas do parque estava redondamente enganado, conforme se pode constatar por este “ramalhete” de Serralheiros de 1967 que as fotos vindas do álbum do Cardoso de Salir do Porto documentam. Os meninos também posaram para a posteridade... E que bem que eles estão.
São eles: o Otílio, o David, o Cardoso , o Rui e o “Jquim” André de Ferrel.

O Parque sempre foi um local de eleição para encontro dos antigos alunos da Escola. A sua beleza permite obter fotos de belo efeito, sendo disso exemplo algumas delas já publicadas aqui no blog.


José Ventura

quinta-feira, 5 de março de 2009

Equipa de Volei dos “Serralheiros” de 70

Estas fotos vêm de Alcanena do Vítor Lúcio Freire.
Ele que tem sido um visitante constante do blog da Escola, resolveu participar com estas fotos que são legendadas com o seguinte texto:

Amigo Ventura,
aqui mando duas fotos da equipa de voleibol do 3º ano de Serralheiros de 1969/70, campeã escolar.
Na foto de cima, a equipa campeã:
Em pé: Luís Serrenho, Jacinto, Ventura (?), Abílio, José Maria (?), José Manuel e Dário
Em baixo: Ricardo, Lúcio, Mário e Filipe.
Na foto em baixo um grande plano meu e do José Manuel.
No dia 9 de Maio tenho um intercâmbio com uma escola de Barcelona e deverei estar em Óbidos e Caldas nessa tarde... infelizmente não deverei comparecer ao almoço, mas se puder lá estarei.
Vítor Lúcio

Já agora vale a pena dar uma espreitadela ao blog do Vítor Lúcio “Intercambius”
Um abraço amigo Lúcio….e vê lá se apareces, fazes falta nestes encontros.
José Ventura

terça-feira, 3 de março de 2009

Viagem de Finalistas de 1968

Estas fotografias que chegam ao blog provenientes de álbuns diferentes, respectivamente da Maria dos Anjos e da Campoto, reportam à viagem de finalistas de 1968.
Na foto de cima podemos ver sentados no muro, algures no Norte do País, a Campoto, a Maria dos Anjos e o Alpalhão.
De pé o Francisco Coutinho, a Dulce e a Anabela.
Na foto de baixo: o Caldeano, Maria dos Anjos, Adelino Antunes e Anabela.

José Ventura

Comentário:

A viagem dos finalistas era na década de 60 um verdadeiro acontecimento. A viagem ao Norte uma autêntica aventura. A saída da Estremadura, a travessia das Beiras e do Douro, a chegada ao Minho uma incontestável façanha. É preciso recordar que o percurso se fazia com todo o vagar que as velhas estradas nacionais ou regionais permitiam, num país que ainda desconhecia as auto-estradas ou vias rápidas. Uma facha para cada lado e às vezes nem isso. A ligação entre duas etapas consecutivas levava uma eternidade. Dava tempo para ver as diferentes paisagens com todo o tempo do mundo. A reportagem fotográfica da minha «excursão» começa a ganhar forma nas páginas do blog. Só é pena que os locais de descanso captados pelas objectivas das velhas Kodaks nem sempre estejam devidamente identificados. O «algures no Norte» é uma designação muito cómoda mas pouco precisa. Para um caldense acaba por representar quase metade do país. Proponho à Maria dos Anjos & à Fernanda Campoto que façam um pouco de luz e nos digam por palavras em que locais se fizeram retratar. A resposta talvez esteja traçada com caligrafia juvenil nas costas das fotos.

Artur R.Gonçalves..........08-03-2009

domingo, 1 de março de 2009

Baile de Finalistas de 1969



















Na semana passada a propósito do baile de finalistas de 1971, escrevia a minha amiga Lúcia Vital que a sua geração tinha rompido com o clássico “ Segundo Galarza”...
Vamos lá fazer uma pequena correcção. Até 1968 os bailes dos finalistas tinham o “conjunto Segundo Galarza” como animador das festas. Foi o meu ano de finalistas que "mandou ás ortigas" a tradição e fomos até Santarém contratar “Os Charruas” que eram uma banda que fazia furor na altura pois tinha obtido o 3º lugar no concurso de ié-ié realizado no antigo Cinema Império.
Esta banda criada em 1967 tinha na sua composição Dany Silva (viola baixo), Carlos Sardinha, (viola solo), João Baptista (bateria) e João Magalhães (voz e viola ritmo).
O disco "Povo", um EP (disco de vinil a 45 rotações) com 4 canções, foi editado em 1968 sendo a canção “Os teus olhos senhora” a que fez maior sucesso.
As fotografias que encimam este texto são do baile de finalistas de 1969 e vêm do álbum da Beta (cá da casa) e da Virgínia.
Na foto de baixo, que a Ana Cândido guarda no seu álbum, podemos ver um aspecto do ginásio da Escola, devidamente decorado, onde decorreu o baile em 11-02-1969, já lá vão quarenta anos.
José Ventura

Comentários:

Muito bom este post, até pelos aspectos documentais em relação aos Charruas e à influência das novas músicas nos gostos da juventude caldense dos anos 60. Eu, que sou um interessado por estes assuntos, só posso saudar o autor e o blogue.
Shegundo Galarza foi um importantíssimo músico, empresário, maestro, pianista e compositor basco com grande sucesso e cinquenta discos gravados em 3 continentes. Eu percebo o sentido em que o seu nome é usado (uma clássica orquestra de baile, que eu também não quereria ouvir nessa altura), mas atenção que é um músico com uma carreira notável de mais de cinquenta anos. O seu filho, Ramon, continua ligado à música ligeira em Portugal, como músico e produtor.Foi o baterista do primeiro álbum do Rui Veloso, por exemplo.
Por outro lado quero recordar que os Charruas vieram depois ao meu Baile de Finalistas, em Fevereiro de 1971, devido precisamente aos contactos que cá deixaram nesta ocasião. Como se vê os "mundos" do Colégio e da Escola cruzavam-se, naturalmente, nesta época.

J.J............05-03-2009

Foi neste baile de finalistas de 1969 que eu pela 1ª vez fiz um nó de gravata e vesti casaco para ir a um baile que era de gala. Tambêm pela primeira vez levava dama combinada,embora na clandestinidade.O meu par era deslumbrante,não vi mais ninguêm na sala. Eu estava feliz e muito entusiasmado com a noite romântica que iria ter . Dançar com a mulher que amava ao som do conjunto segundo gallarza.UM SONHO.Como era da "praxe", logo de início convidei então o meu par para me acompanhar numa bebida ao bar que era no rez do chão. escolhemos uma mesa e embrenhamo-nos em conversas de amor.Após declarar toda a minha paixâo e ao regressar à sala de dança para dar entao inicio à noite maravilhosa de romance, ouvindo o dito conjunto, eis que os pais muito ofendidos pela nossa ausência do salão já estavam de pé para se retirarem do baile e assim o fizeram.Passei então todo o baile no palco junto ao famoso guitarrista do conjunto e ao fim de algum tempo já lhes fazia companhia nas garrafas de whiskey que em grupo iamos despejando. E assim,por naquela época, as meninas serem acompanhadas pelos pais aos bailes, fiquei sem dançar ao ritmo do famoso conjunto segundo gallarza.

Guilherme...........05-03-2009

Que linda historia de amor, deus queira que seja por muitos e longos anos, com um beijo da tua afilhada.

Leonor...........28-04-2009

Registos de Fevereiro

No seguimento do que fizemos no fim do mês de Janeiro, voltamos a publicar os registos efectuados este mês de Fevereiro.
Agora que se aproxima a data do Encontro anual chama-se de novo a atenção para o facto de a listagem completa estar disponível na barra lateral do Blog que podem consultar por ordem alfabética, se o vosso nome não constar ou tiver dados incorrectos podem utilizar o questionário para colmatar esta falha.
Registos de Fevereiro

NOMECURSOANOLOCALMAIL
Maria Stela Ferreira Almeida SilvaComércio1956Linda-a-Velha-
Maria Helena Carvalho Martins VieiraComércio -Bombarral-
Fernanda Santos Silva ToneloComércio1959Caldas Rainhamail
José António Coelho Fialho de AlmeidaComércio 1967Caldas Rainhamail
Maria Lurdes Pires V.Fialho AlmeidaComércio1965Caldas Rainha-

terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

Meninas de 1954

Mais uma ex-aluna, que com mais esta fotografia, se junta à quase centena e meia de colegas que têm tido uma cota parte muito importante no êxito deste Blog.
Desta vez foi a Ausenda que deu volta aos seus álbuns de recordações e descobriu esta preciosidade.
Esta foto de 1954, foi tirada à porta do Hospital, e segundo os seu apontamentos as meninas são:
Em cima: Dilar, Lurdes Crisóstomo, Alcina, D.Rosa (Professora), Helena Arroja, Fátima Ribas, Dulce, Judite e Odete Barros.
Em baixo: Helena Ventura, Lénia , Júlia Duarte, Natália Barreto, Ausenda, Natália e Eunice.

José Ventura

domingo, 22 de fevereiro de 2009

Desfiles e Bailes


A festa do Carnaval sempre foi vivida com muita intensidade pela grande maioria da malta mais nova, claro que também sempre houve quem preferisse alguma tranquilidade em vez dos desfiles, máscaras, bailes e outras farras.
Nestas fotografias, em cima, podemos ver como a turma da cerâmica da nossa Escola decorou e desfilou no Carnaval de 1953. Estas fotografias chegam-nos através do Valentino Subtil, que aparece na primeira foto com um chapéu de penas, a dominar uns belos corcéis.

E os bailes no Lisbonense….quem não se lembra?
Este postal do conjunto de baile “Os 6 Latinos”, que a Fernanda “Amaro” guarda no seu álbum, fazem – nos recuar alguns anos, tal como a outra fotografia, onde as meninas aguardavam pelo “cavalheiro” que as haveria de convidar para a dança.
Esta última fotografia faz parte das memórias da Isabel Vicente.

José Ventura


Comentários:

Zé ventura, a nossa Cidade está a necessitar de um movimento pró Álbuns de Fotografias antigas, a riqueza e o contributo de todos pode mostrar o que éramos. Estes Carnavais que mostras, são património de uma juventude do tempo onde eu tentava estar presente em tudo que era festa. As caras das pessoas recordo-as, mas os nomes…
Um abraço, do amigo

João Ramos Franco..........22-02-2009

Na segunda fotografia identifico (da esq. para a dirt. Leonor Teixeira, da Padaria Teixeira (quem não se lembra daquele cheirinho a pão quente, pela Ruas das Montras?) a Ferndanda Crespo e a Ivone Crespo. A quarta a Ju? e a 1ª não sei.

Margarida Araujo........22-09-2009

CARNAVAL DO SÉCULO PASSADO
Não sei quem é a Fernanda (Amaro). Será uma das filhas do Amaro da Silva. De qualquer modo será seguramente mais nova do que eu. Obrigado por me trazer ao pensamento esta recordação com estas foto. Assim como à Isabel Vicente, que estou certo será a filha do meu saudoso colega de trabalho Júlio Mota Vicente.

Pois lembro perfeitamente do conjunto "OS 6 LATINOS" que vários anos foram os preferidos da Sociedade Columbófila Caldense, organizadores dos bailes no Hotel Lisbonense, que eu frequentei no fim da década 50 princípio de 60.
Como era engraçado. O salão nobre c/ as cadeiras da frente onde as meninas aguardavam pelo "cavalheiro", como muito bem refere o JV. E na fila de trás, c/ um ângulo de visão a 360 graus, estavam as "mãezinhas", que eram a censura para autorizar ou não, a "dança" c/ o "cavalheiro" que cordial e respeitosamente convidava a sua filha.
No lado oposto estava a "rapaziada" que ao longe "catrapiscava" a sua "presa".
Logo que a música iniciava, era ve-los a correr atravessar o salão, compor o casaco e a gravata para impressionar a "mãezinha", até à "escolhida"
Se a "mãezinha" aprovava...tubo bem, era um alívio.Caso contrário, voltava-mos ao local de partida, atravessando novamente a sala em sentido contrário, corados de vergonha, depois de apanhar uma grande "tampa".
COISAS DO ANTIGAMENTE...
Até breve

Mário Reis Capinha.....22-02-2009

Ó Mário Capinha."corados de vergonha, depois de apanhar uma grande "tampa"" pela minha parte está certo. mas grande parte da ia era dar "beber à dor"...Um abraço

João Ramos Franco..........23-02-2009

Amigo João Ramos Franco
Os meus cumprimentos.
Aproveito esta "boleia" para lhe fazer uma pergunta.
Quando "menino e moço" residiu na Estrada da Foz no nº 9 ou ll ?
Se sim, pois julgo estar certo, e se tiver curiosidade em saber quem é este "desconhecido" contacte para mbr.capinha@hotmail.com
Talvez fique surpreendido com esse contacto passados tantos anos.De qualquer modo um abraço~.

Mário Reis Capinha.........24-02-2009

Tenho espreitado o vosso blog muita vez mas agora não posso de deixar de escrever uma palavrinha... ADOREI estas fotos!!!! Tão lindas as meninas !!!! No carro a primeira a contar da esquerda é a Maria Augusta Novo (filha do sr.Novo e irmã do Mané) e a última da direita é a Maria Helena casada com o Juca(ai que me falha o apelido .. Ventura tu deves saber )

Ana Nascimento..........16-03-2009

Quero aqui lembrar de que o carro de Carnaval com o motivo de quadriga romana,teve como grande dinamizador o "Mestre Rainho" que foi o autor da engenharia para a estrutura dos cavalos.
Seria interessante saber quem vai no carro além do Valentim Subtil. Penso que um era eu.

José Coutinho Martins........ 15-04-2009

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

O 16º Encontro está em marcha

Caros colegas, o 16º encontro dos antigos alunos da Escola Industrial e Comercial das Caldas da Rainha já está em marcha.
O “staff” da organização, aqui retratado, reuniu-se na passada terça-feira para delinear a estratégia para que o Encontro, a exemplo de anos anteriores, seja uma festa muito divertida.
Em relação à equipa do ano passado regista-se a entrada da Luísa Pimenta em substituição do Manuel Marques da Silva.
O Encontro vai ter lugar no restaurante “A Lareira” no dia 9 de Maio de 2009, e o custo da inscrição será igual ao do ano passado - 28 Euros.
Mais à frente daremos mais pormenores, até lá marquem na vossa agenda que o 2º Sábado de Maio é dia de viver emoções fortes.

José Ventura

Comentário:

Uma saudação amiga à equipa...!!
Mas digam-me lá: o que usam para estarem cada vez mais novos...???
Um abraço

Maximino........20-02-2009

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Baile Finalistas de 1971

No domingo, quando assistia no meu sofá predilecto ao episódio da série “Conta-me como foi”, vi retratada uma passagem de modelos no Ritz que me fez recordar o ano 1970/71 em que fui finalista do Curso Geral do Comércio. A minha opção de ser do Curso Geral do Comércio e não da Formação Feminina foi a agulha pois eu fugia dela como o diabo da cruz. A minha agulha acabou por ser a esferográfica.
Organizámos, com o fim de angariar fundos para a habitual e desejada viagem de Finalistas, um Chá Dançante que incluía uma Passagem de Modelos no antigo Casino das Caldas patrocinada pela Loja Goia na pessoa do Sr. Adelino Godinho, sendo extraordinário o seu empenho e colaboração para connosco jovens maçaricos no evento.
Já agora que estou a recordar lembrei-me do Baile de Finalistas também no Casino com o famoso Conjunto “OBJECTIVO”.
Este conjunto fazia furor na época pelas suas luzes psicadélicas e guitarras eléctricas no máximo de som fazendo o pessoal pular ao rubro. Depois de uma “geração”de Segundo Gallarza esta era a revolução dos sons.
Para nós foi uma excelente opção e para os nossos pais (que adoravam ir também ao baile, claro os que podiam), era uma oportunidade de mostrarem as toilettes e os penteados artísticos com muita laca, no entanto não acharam grande graça ao conjunto. “MARAVILHA”, desistiram rapidamente do controle.
Como podem ver em anexo depois de procurar nas minhas relíquias da escola encontrei a toalha vermelha assinada por diversos colegas e professores e que foi usada numa das mesas do baile

Amigo Zé Ventura deves estar admirado por eu escrever estas linhas, mas não sei o que me deu ……
Será Saudade.

Lúcia Vital Vasconcelos

Com é fácil de ver esta tolha está carregada de recordações, das dedicatórias escritas recortamos algumas que estão mais perceptíveis.







Comentários:
Os Objectivo estrearam no Casino o seu nome, derivado de uma votação no famoso Zip-Zip, em Abril de 1970. Ao que sei é daí que ficam os contactos que levam à sua contratação para esta ocasião, no ano seguinte.
Tiveram constantes mudanças na sua formação mas penso que a que veio às Caldas a este Baile de Finalistas é a mesma que eu vi actuar em Vilar de Mouros em Agosto de 1971: Zé da Cadela (bateria), Zé Nabo (baixo), Mike Seargent (guitarra) e Luís Filipe (guitarra e teclas).
O volume sonoro era realmente muito elevado e um dos responsáveis do Casino desligou mesmo a energia para os “convencer” a tocar a um nível mais razoável…Muito interessante este post, preciosas as recordações.

J.J. ............18-02-2009

Apesar do trabalho apertar por estes lados, aparecer por aqui é para mim mais importante que a missa do Domingo. Eu sei que o prior da freguesia não me vai levar a mal, pois ele sabe que eu sou bom rapaz, e como nunca pequei (será?) nunca precisei de confissão.
Isto tudo para dizer que sabe bem voltar a ver a assinatura de cunho bem feminino da minha linda (ainda o é )conterrânea Maria Alice Marques. Há quantos anos não a vejo, ocupada que anda lá pelas Lisboas. Quem sabe se não aparecerá um dia por aqui, agora que a Lúcia, tudo pessoal muito jovem, «and in very good shape» resolveu entrar no blog.

J.L. Reboleira Alexandre......18-02-2009
Quando até as toalhas das mesas dos Bailes de Finalistas são guardadas décadas a fio nas arcas das relíquias, podemo-nos perguntar o que é que terá ficado fora do arquivo. Parece que o «Conta-me como foi» (passa nos canais internacionais da RTP) continua a cumprir a sua função pedagógica de preservar a memória de uma época-charneira da nossa História recente, contrariando assim uma tendência tão nossa de nos transformarmos n’ «O país da não-inscrição», como nos alertava José Gil no «Portugal, Hoje. O medo de existir» (2004). Para quem pertence ainda à geração do Segundo Galarza do Ginásio da Escola, essas inovações psicadélicas de OBJECTIVO(S) e MARAVILHA(S) de Casino albergavam já uma sonoridade muito ousada, muito subversiva para as sensibilidades mais conservadoras dos paizinhos das meninas finalistas. A década de 60, ao atirarar da cadeira abaixo o tiranete de santa comba, começou desde logo a preparar o advento da década de 70, aquela que tantas novidades nos acabaria por trazer. A partir de então, a escolha absurda entre a «agulha» e a «esferográfica» passou em definitivo aos anais do irreversivelmente obsoleto, a ocupar o capítulo especial dedicado ao «no sense».

Artur R. Gonçalves.........18-02-2009

Foi o meu 1º baile de finalistas, eu tinha 15 anos e aquelas luzes e o barulho ensurdecedor eram para mim uma novidade incrível. Lembro-me que as meninas não podiam ir sozinhas e a minha mãe e a D.Fernanda, mãe da minha amiga Elisa, foram connosco. Coitadas, nunca mais nos viram no meio das luzes e do barulho e elas próprias nem se ouviam uma à outra. Foi a grande revolução, porque até aquela data era tudo sempre muito certinho e controlado, ao som dos Shegundo Galarza.Já lá vão mais de 40 anos!!!!

Élia Parreira..............02-03-2012

domingo, 15 de fevereiro de 2009

Dia da Espiga de 1956

Na Quinta-feira 10 de Maio de 1956, dia da espiga, as comemorações tiveram lugar na quinta de Santo António conforme nos relatou a Solange, que com esta foto se junta ao numeroso grupo de alunos que têm participado no blog , embora mais com imagens do que textos.
Segundo esta antiga aluna da Formação Feminina, alguns dos intervenientes da foto são o Rudolfo, a Teresa, a Esmeralda, em pé na esquerda julgo que é o Duarte Lopes que está no Brasil, e à esquerda em baixo o Castro, um Sportinguista dos quatro costados.

José Ventura

Comentários:

Olha os meus primos Rodolfo e Terezinha na Quinta por onde cresci. Acho que estão junto à fonte.


........Fiquei a saber, através dos próprios que estão junto à eira.

Margarida Araujo..........15-02-2009

Mesmo atrasado é sempre bom reconhecer mais algum aluno que ficou por identificar.
O aluno da frente é o Cesar que imigrou para os E.U.e que agora voltou e vive no Avenal e que em tempo de escola o pai tinha um estabelecimento quase em frente ao portao da escola.

Afinal também a Solange está aí logo em frente de saia rodada. Eu penso que é bom ninguem ficar sem ser identificado mesmo que o filme ja tivesse passado a alguns dias ou semanas

Chaves...........14-03-2009

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

Equipa de Voleibol de 1956

Na Escola “Velha” as condições para a prática desportiva não eram grande coisa, mas isso não impediu uma grande e diversificada actividade física dos alunos de então.
Nesta fotografia que o nosso amigo Jorge Pimenta, um bancário na reforma, nos trouxe podemos ver em grande estilo a equipa de Volei do Curso Geral do Comércio de 1956.
Os Atletas são: em pé, o Jorge Pimenta, o Carlos Gil, o Caetano e o Oliveira.
Em baixo; o Álvaro, o Rui Caria e na direita um ilustre jogador do qual o Jorge Pimenta não se lembra do nome.

José Ventura

Comentário:

Caro amigo Zé Ventura.
Mas que coisa linda que vocês têm aí pá....
Um blog com pinta..
Recordações da Escola Comercial e Industrial das Caldas
O velho tempo das baldas ás aulas, e eu que daí só conhecia o António Pedro, a jogar a dez no cube de futebol local mais o Nogueira o Manel que foi meu Chefe na PAN AM em Lisboa, nos Restauradores e o outro camarada que foi durante muitos anos presidente da casa do BENFICA, lembras-te??
ZÉ EU SOU DA ESCOLA COMERCIAL E INDUSTRIAL DE FARO, temos um blog da associação que é o http://oscosteletas.blogspot.com/ e outro, meu, por sinal, o http://www.escolacomercialeindustrial.blogspot.com/ e venho convidar-vos a estar presente no noso almço anual em Vilamoura a 13 de Junho próximo, 30 € cada pessoa; venham dois, vou contactar mais escolas , Silves, Setúbal, Águeda... para mostrar à Minisra o valor do ensino desse tempo.
Sou reformado do ensino superior, escrevo para 4 jornais do Algarve e vou lançar agora em abril o meu primeiro romance . Gostava de escrevr para aí uns artigos de vez em quando.
Um abraço

João Brito Sousa..........14-02-2009

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Mestre David de Sousa

O Blog lá vai cumprindo a sua função de desinquietar as pessoas e com isso relembrar algumas pequenas histórias.
Desta fez o amigo João Franco, que embora não tenha sido aluno da Escola Comercial e Industrial, não deixa de ser um leitor atento do Blog, enviou uma colaboração que gostosamente publicamos.
O João Ramos Franco é também um entusiasta da blogosfera, por isso recomendo uma visita ao seu Blog “ Estar Presente


A data da Caricatura é 1951, isto faz-me recuar no tempo até aos meus 9 anos de idade e recordar uma pequena tertúlia (onde ás vezes, pela mão do meu Pai, eu estava) no Café Lusitano, que reunia, segundo me lembro, o meu Pai, o mestre David de Sousa (Prof. de Desenho na Escola Comercial e Industrial), Mestre Rainho (Prof. de Português na Escola Comercial e Industrial), o Maestro Carlos Silva (Prof. de Canto Coral na Escola Comercial e Industrial e no ERO), o Padre Manuel (padre da Misericórdia) e o Tenente Ferreira (comandante da GNR), se esqueço de alguém, que me desculpe…
O ambiente entre eles era saudável, amena cavaqueira sobre o dia a dia, da qual normalmente resultava, risadas…
A Caricatura nasce, de umas chapinhas de cobre pintadas, antigas, com umas santas pintadas, mas em muito mau estado de conservação, que o meu Pai tinha comprado numa Aldeia e que estavam a fazer de corredor para tirar milho de arcas.
- Mostrou-as ao mestre David de Sousa, que prontamente se ofereceu para as restaurar, gratuitamente… O tempo que demorou o restauro, levou a esta caricatura. Mas vendo hoje como ficaram após restauro, penso que o tempo foi pouco para a qualidade do trabalho…

Colando-vos perante tantas personagens da nossa cidade, contar só este assunto, é pouco, há caricaturas feitas por mim, do que ouvia e que me parecem completar esta história:

- Do tenente Ferreira, quando alguém dizia estar cansado, por ter trabalhado durante muito tempo seguido, ouvia-se logo:
- Ora, eu quando estive S. Tomé e Príncipe, trabalha 25 horas por dia…
- Ó Tenente, como é que fazia isso!?... Perguntava o meu Pai.
- Levantava-me uma hora mais cedo… Resposta do tenente

- O Padre Manuel, (já com os setenta anos) que constava tinha três “afilhados”, comentava um acontecimento passado com padre novo, numa aldeia ali do Concelho, e que se dizia andar metido com uma mulher: Estes padres de agora, com uma batina tão grande e não sabem onde as esconder…

Estaria, de bom grado, a contar-vos as palavras que ouvia e ficaram na memória. Muitas das minhas caricaturas são palavras “ditas pelas pessoas” simples e puras compunham-nas…

João Ramos Franco

Comentário:

O João Ramos Franco está um verdadeiro entusiasta da blogosfera! Colaborador do Blog do ERO, comentador frequente em "oqueeuandei" de João Bonifácio Serra, lançou recentemente o seu próprio espaço e agora aparece aqui a escrever no blogue da Escola!
Uma vida cheia de estórias que, pelos vistos, dão para encher uma mão cheia de blogues.
Um abraço.

JJ............11-02-2009

Acabei agora mesmo de «dar uma volta» pelo blog do ERO e pasmei com a lição que o JJ nos dá sobre um dos nossos ícones dos anos 60, José Cid e os 1111. Caro João, se isso saiu assim mesmo de improviso (o que não duvido), só posso aproveitar este espaço para um enorme aplauso para a tua memória e conhecimentos sobre a matéria. Se é o resultado duma aturada pesquisa, a Audiomanias (passe a publicidade...afinal nem és concorrente do ZV) que se cuide !!!Abraço amigo cá de longe.

J.L.Reboleira Alexandre.........11-02-2009

domingo, 8 de fevereiro de 2009

Acampamento da Mocidade Portuguesa

1962 é o ano da fotografia que o Artur Filipe (Artur da Foz) nos trouxe para partilhá-la com os antigos alunos.
Como se pode constatar o acontecimento foi um Acampamento da Mocidade Portuguesa, e dos “mancebos”, só reconheço o Jorge Ventura, 1º na esquerda e o Artur que não tem bivaque, julgo que é este o nome que se dá ao “chapelinho”.

José Ventura

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

Livros, cadernos e pontos

O Orlando e a Ana Cândido foram aos baús de recordações, e encontraram estas preciosidades.
Os livros de Leitura, Calculo Comercial e Contabilidade, com a particularidade de este último ser da autoria de Jorge Amaro, Professor da Escola, que nos deu o prazer da sua companhia no Encontro do ano passado.
A folha de teste de Contabilidade do 2º ano do Curso Geral de Comércio de 1965/66, (será que hoje ainda conseguiam positiva), o caderno de dactilografia e um exercício de Física e Química completam as imagens da época.

José Ventura





















Comentários:

As preciosidades fazem parte do espólio cá de casa e mantêm um bom estado de conservação. O ponto de Química é assinado pelo Dr. Sarmento (carinhosamente "O Seringa"); a rosa do caderno é da autoria da Ana que, já nessa altura, mostrava o jeito que ainda hoje permanece; O livro do Dr. Jorge Amado é um "mimo", que ainda hoje contém bases fundamentais da contabilidade. No prefácio, o Dr. Jorge Amaro agradece à Ana Maria (com quem viria a casar) o trabalho de dactilografia, à Drª. Julieta Paiva, a revisão das provas e dedica-o a todos nós, assim: "A ideia desta publicação nasceu, principalmente, das lições de Contabilidade dadas pelo A., como Professor do Ensino Técnico Profissional, e em que o impulso mais forte nasceu dos próprios Alunos da Escola Industrial e Comercial das Caldas da Rainha. A eles eu dedico este livro."
Mais de Quarenta anos depois, sabe bem ler isto ...

Orlando Santos............05-02-2009

Uma delicia estas imagens. Quantas recordações passam por aqui ?
E ao ver o gráfico da capa do livro de Contabilidade (eram folhas soltas não?)dá para perceber que no tempo do mestre que nos iniciou nas ciências contabilisticas, que adorei rever em Maio 40 anos depois, ainda não existiam uns tais de Madoff & Cia.

J.Reboleira Alexandre.........05-02-2009

Às vezes lamento não ter também um baú cheio de documentos autênticos dos tempos das escolas: livros, cadernos, apontamentos… mas não tenho. A gestão de espaços cada vez mais exíguos para albergar o essencial da vida obriga-nos a seleccionar espólios, a libertar-nos sem complexos passadistas do aparentemente supérfluo. A memória transforma-se assim no único banco de dados disponível a tempo integral. As reproduções publicadas estimularam-me os neurónios das recordações e refrescaram-me o sistema operativo central e trouxeram-me ao presente imagens há muito esquecidas. Os gráficos contabilísticos, os cálculos comerciais e as fórmulas químicas não me fizeram disparar a adrenalina no circuito sanguíneo, mas fizeram-me regressar a um tempo em que essas matérias faziam parte do meu mundo de inquietações prementes. Os ensinamentos colhidos nesses manuais perderam-se completamente. Da dactilografia ficaram-me os rudimentos que me permitem digitalizar com alguma destreza o teclado dos actuais PC. É o que está a acontecer neste momento. Com dois dedos, por vezes três, raramente quatro, nunca mais do que isso. Que desperdício para os restantes dedos tornados compulsivamente ociosos. As imagens que voltei a visualizar da «Casa Lusitana» continuam muito cinzentas, muito pouco coloridas, muito pintadas da «cor» que melhor descrevia essa época histórica pretérita. Parabéns aos arquivistas dessas preciosidades dos nossos verdes anos escolares. Neste momento, apetecia-me abrir o manual de Língua História Pátria (o título sugere-me esta disciplina) e espreitar, pelo menos, para o índice. Será que o Orlando e a Ana o poderiam fazer por mim e mostrá-lo a todos nós? Quem sabe se não seria a ocasião perfeita para muitos outros comentários.

Artur R. Gonçalves...........06-02-2009

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

Finalistas na Covilhã

Da Stela, que acompanha o blog em Linda-a-Velha, recebemos esta colaboração.

Hoje é a minha vez de participar no blog com algumas fotografias do período em que andei a estudar na Escola Industrial e Comercial.
Estas duas fotografias foram obtidas durante a viagem de Finalistas de 1956. Na foto junto da camioneta, tirada na Covilhã, penso que há alguns alunos da escola local misturados.
Na Janela está a Manuela Leitão, os dois seguintes não sei, depois está o Quim Pereira e o Patuleia e os outros dois também não sei.
Em pé o primeiro da esquerda não sei, depois a Belmira, a Luísa Pimenta. O Pepe está no meio de duas moças que não me lembro quem são, depois a Irene, o dos óculos escuros não me lembro do nome, depois estou eu, A Stela, ao meu lado ?? e à direita o Jorge Caiado.
Em baixo está o Luís Filipe, o Quim de Alcanena e na direita o Duarte e a Alice Bertino.
Na foto do lado, também da mesma viagem mas ainda em Fátima; a Manuela Leitão o Gil e eu Stela.
Já me falha os nomes mas praticamente nunca mais vi ninguém, inclusive com os anos que passei em África perdi a oportunidade de participar nos almoços dos antigos alunos. Vamos ser se será este ano.
Um abraço a todos

Maria Stela Ferreira

Comentário:

Stela
Gostei de saber de ti. A última vez que falámos ainda residias em Luanda. Se puderes contacta-me, o meu endereço está na relação de alunos.
Relativamente à fotografia, tirada num dos 3 primeiros dias de Maio de 1956, tenho a dizer o seguinte: o que está na camioneta, mais à direira, parece-me ser o Noel, infelizmente já falecido.
Ao lado da Belmira está um rapaz da Covilhã, João Bicho Mineiro e entre mim e o Pepe, está a Maria Ivone Manteigueiro, também da Covilhã.Entre a Stela e a Irene está o Vasco Luis Marques Simões.

Luisa Pimenta............04-02-2009

domingo, 1 de fevereiro de 2009

Registos de Janeiro

Já com certeza repararam que na barra lateral do Blog podem consultar, por ordem alfabética, a lista de antigos alunos que fazem parte da nossa base de dados e o questionário, que acompanha a lista, possibilita a inscrição quando o vosso nome não consta da lista, ou tem dados incorrectos.
Esta base de dados, todos os meses é aumentada com novos registos que no final de cada mês passamos a incluir aqui no blog.
REGISTOS DE JANEIRO

NOMECURSOANOLOCALMAIL
Joaquim Ladeira BatistaComércio1943Caldas Rainhamail
Elmano Queiroz SilvaElectricista1970Caldas Rainha-
Maria Graça Queiroz SilvaComércio1971Caldas Rainha-
José Rodrigues FerreiraSerralheiros 1964Bobadelamail

Comentário:

Bem-vindos à blogosfera bordalina. Agora só falta ganhar o hábito de comentar os Posts de forma desenvolta, para que todos possamos usufruir de um banco de memórias vivas e partilhadas.

Artur R. Gonçalves.......03-02-2009