domingo, 30 de agosto de 2009

Os Cadernos da Matilde


















A Matilde foi ao sotão e "desempoeirou" as suas recordaçoes da Escola.
Dos 20 Cadernos Diários que guarda achei graça a uma "redacção" sobre o primeiro dias de aulas.

Vou descrever como as coisas se passaram no primeiro dia que entrei nesta escola (Nova) porque já não me lembro bem quando fui para a Escola velha pela primeira vez.
Quando entrei nesta escola pela primeira vez fiquei deveras deslumbrada pela grandiosidade e beleza.
Ao chegar mandaram-nos para os átrios, assim como às minhas colegas e ali houve muitos cumprimentos, pois algumas já não nos víamos há quase quatro meses.
Andámos quase duas horas a subir e a descer escadas, chegávamos ao rés-do-chão mandavam-nos para o primeiro andar, chegávamos ao primeiro andar e mandavam-nos para o rés-do chão, sempre assim até que vieram chamar o 2º B, pareceu-nos um sonho, já andávamos cansadas de subir e descer escadas e de receber pisadelas.
Deram-nos o horário e mandaram-nos vir no dia seguinte.
Um dia perdi-me cá e ainda não sei onde foi, o que eu sei é que não dava com a porta de saída.

Matilde 04-01-1965

Comentário:

Conservar 20 cadernos diários no sótão por mais de quatro décadas é verdadeiramente notável. O espanto é tanto maior, quando é sentido por alguém que não guardou desses tempos o mais leve resquício de material escolar. Nos dias que correm, em que os apartamentos mal chegam para abrigar quem os habita, os sótãos mais não são do que a imagem algo idílica de um passado remoto com contornos cada vez mais esbatidos ou de dimensão meramente utópica. Depois, por essa altura, havia ainda o hábito purificador de fazer uma «queima» solene das sebentas e testes no final do ano lectivo. Por vezes nos recreios da própria escola e nas barbas dos professores. Alguns dos meus apontamentos tiveram esse destino nas vésperas das férias grandes de verão que sempre considerei como verdadeiramente merecidas. Ao invés da Matilde, que em 1965 já não se lembrava bem do primeiro dia em que entrara na escola velha, recordo com muita clareza o primeiro dia em que ali entrei. Nem podia ser doutro modo. Levava calções e fui mimoseado com umas valentes verdascadas nas pernas. O crime académico residia em ter ido para as aulas de «cuecas». As marcas ficaram-me registadas na pele por mais de uma semana. A experiência serviu-me de lição. Outras praxes menos dolorosas ocorriam, como diria o Trindade Coelho, «in illo tempore» de caloiro. Escapei ao «baptismo» no chafariz das cinco bicas, mas fui obrigado ao respeitoso inclinar da cabeça aos veteranos, quando estes me obrigavam a «baixar». Sinais dos tempos, afinal tão longínquos e próximos daqueles que vivemos nos dias de hoje. Recordações presentes de tempos passados que nenhum de nós terá registado nos cadernos escolares e que nenhum baú poderia arrecadar. Moram connosco o tempo todo, até que a capacidade de armazenamento se esgote e que a nossa memória, sabiamente, as expulse definitivamente de dentro de nós e nos dirija os pensamentos para outros lugares mais agradáveis de (re)visitar.

Artur R. Gonçalves........31-08-2009

Os cadernos da Matilde, conservados com o mesmo carinho com que hoje mantém o acervo do Museu José Malhoa, e os comentários do Artur, fizeram abrir a "caixinha" que permanece a maior parte do tempo bem arrumada nos baús da memória.
E as recordações brotaram ...
O "calduço", muitas vezes com demasiada violência, para marcar o poder;
A ameaça do "baptismo" no chafariz (fui várias vezes testemunha obrigatória, embora nunca me calhasse ser réu);
A medição do campo de andebol com um fósforo, sempre com erro na contagem final;
A finta feita ao mais velho, na futebolada jogada às escondidas do Prof. Silva Bastos, que resultava sempre em estatelanço;
O pastel de nata que desaparecia como por milagre, quando ia cumprir a função de terminar a salivação;
O lugar na fila do almoço, sempre perdido a favor do "matulão".
Ficou a memória de um braço partido, uma perna quase sem pele e alguns "ódios" de estimação, que o tempo se encarregou de limpar.

Orlando Sousa Santos........31-08-2009


Por falarem em calduços.... lembro-me num ano "não muito longe", creio que era o Veludo que num inicio de periodo confundiu os casacos do Carreira com o do Dr. Jorge Amaro.......imaginem quem levou o calduço e a atrapalhação do Veludo.
Poderá haver aqui algumas falhas de memoria, que ontem esqueci-me de tomar o fosforo ferrero, tomei o Roche.

Xiveve..........29-09-2009

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Vida e obra do Padre Borges

Por intermédio do Sanches, chegou até ao Blog um Livro sobre a vida e Obra do Padre Borges.
Editado em Maio de 2009 por um grupo de Amigos, tem por finalidade dar a conhecer a obra notável que o Padre Borges tem levado a cabo em Santarém.
Diz a autora, Maria Ivone Duarte Carrolo, que “o modo de ser e de estar do Sr. Padre Manuel Francisco Borges, faz dele uma Personalidade ímpar que temos agora ocasião de enaltecer”

A curiosidade do Livro chega-nos nas páginas 172 a 176, onde se faz referências ao Blog da Escola com a reprodução do post publicado em Janeiro de 2008, e lá estão os comentários do António Nobre, do Noronha leal, do Maximino, do Artur R. Gonçalves, do Guilherme Santos, da São Morgado, do Joaquim Chaves e do Duarte Lopes.

Como as eventuais receitas da venda do livro revertem para a Obra Social do Padre Borges, aceitei o desafio de vender alguns pelo valor de 5 € cada. Será o nosso contributo para a obra do nosso antigo Professor.

Para os interessados os exemplares encontram-se à venda na minha loja, Electro Líder, ou contactar com o Sanches no Montepio Rainha D. Leonor.

Comentários:

Então amigo...guarda por favor um para mim...Abraço

Maximino........28-08-2009

Caro Zé Ventura:
Reserve aí, por favor, um exemplar para o Noronha.Não poderia perder esta oportunidade de me associar a mais uma merecida homenagem ao nosso amigo Padre Borges !Abraço

F. Noronha Leal...........28-08-2009

Olá Ze Ventura
Tambem eu te peço que reserves um livro para mim inerente á vida do Padre Borges, HOMEM BOM, e já na altura com uma postura com os seus alunos acima da vulgaridade.
Na proxima semana deslocar-me-ei ás Caldas e levantarei o Livro. Um abraço

Antonio Nobre.........29-08-2009

comentários meus... onde posso adquirir o livro??? (nem li tudo..., quando for a caldas passo na loja e compro, ou pedirei ao meu irmão Tó que mo compre)...fico curiosa, os anos passam...o padre Borges, claro, será eterno na memória de todos nós, de Caldas, que de certo modo convivemos com ele
beijinhos

Gaivota..........29-08-2009

terça-feira, 25 de agosto de 2009

Na Barragem do Cabril

Melhor do que qualquer legenda o verso da fotografia que a Gina nos trouxe fala por si.





















Comentário:

Se os nomes das meninas da foto foram escritas passado muitos anos vá lá, houve um esquecimento, quem era aquela do ponto de interrogacão, a de mais ou menos branco penso eu.Nao seria a Trinta que veio para os E.U,ainda nova e que vivia numa quinta perto do Ameal que era conhecida a Quinta dos Trinta?

Chaves.........29-08-2009

domingo, 23 de agosto de 2009

O Diploma

Esta Cópia aqui reproduzida embora não seja da Escola Comercial e Industrial, é porém de um colega nosso.
O Álvaro Gandaio, que acompanha este Blog no Montijo, enviou o seu diploma da Escola primária e o que me impressionou foi na verdade a “força” que o regime dava à Mocidade Portuguesa, fazendo constar em tudo o que era papel a sua bandeira.
Sempre que se escreve no Blog sobre a Mocidade Portuguesa, causa algum “frissom” pois a instituição
defendia os valores de um Estado onde a hipocrisia era dominante, mas por outro lado significou para muitos a oportunidade de praticar desporto.

Fica para a história um documento interessante.

José Ventura

Comentário:

Os «frissons» são sempre úteis quando têm o condão de despertar o ânimo a quem se deixou adormecer comodamente pela letargia provocada por um verão quente e sem enredos verdadeiramente dignos de registo. Nem sequer os alcançados pelas cores nacionais nos campeonatos mundiais de atletismo que estão a decorrer em Berlim. Mesmo assim, seria curioso comparar as marcas que lá vamos obtendo com aquelas que a bandeira das quinas, dos castelos e das flores-de-lis nos proporcionaram entre 1936 e 1974.

Artur R.Gonçalves..............23-08-2009

domingo, 16 de agosto de 2009

Electricistas na “Espiga”

Nesta fotografia que o Filipe Silva e o Vitor Santos guardam nos seus respectivos álbuns, temos um numeroso grupo de Electricistas a comemorar o dia da Espiga.
A servir de guarda de honra ao “palhinhas” estão o Zé Manuel, o Jaime Ferreira, o Nazaré Barbosa, o Beja, o Vitor Peça, Filipe Silva e Vitor Santos.
A velar pelo bom “funcionamento” do grupo o Engenheiro Piriquito e o Mestre Raul

José Ventura


Comentário:

É tudo rapaziada "nova" para mim, embora eu conheça a maioria. Apenas entrei para dar um abraço ao Mestre Raúl, "rapaz" do meu tempo, colega do mesmo ano, embora de cursos diferentes.Um abraço para todas as gerações do

Mário Reis Capinha ......17-08-09

As minhas felicitações para o Mário Reis Capinha por ser o único que aqui aparece a comentar fotos ou assuntos dos anos 50/60.
Conheço muito bem o Raul Silva, fui amigo da família, e já tive oportunidade de falar telefonicamente com ele graças à intervenção do Zé Ventura. Pena é que o Raul tal como muitos dessa época não estejam interessados em aderir às novas tecnologias.
Um abraço ao Mário Capinha desejando que apareça mais vezes a desafiar o pessoal da "velha" guarda para perderem o medo e a vergonha aparecendo por aqui a contar as suas histórias e identificar pessoas que provavelmente eu conheci.

Fernando Santos - (Olhão).....21-08-2009

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

A “Escola” foi à praia

Em tempo de verão vem a propósito estas fotografias, a de cima enviada pelo Fernando Pacheco de Lisboa, onde recorda o verão de 70.
Não reconheço muita gente mas o Filipe Domingos, em baixo 2º da direita, de certo dará uma ajuda em identificar os banhistas e até as circunstâncias em que esta foto foi obtida.

A outra fotografia, em baixo, é dos anos sessenta e vem do álbum do João Galrão e a dificuldade de identificar os veraneantes é a mesma.

José Ventura

Comentário:

Basta ver estas duas fotos para compreender como as mudanças aconteceram rápidamente de 60 para 70.
Na de baixo o jovem com a T-Shirt estilo Capitão Fiúza, marinheiro lusitano da série do Cavaleiro Andante, a quem só falta mesmo o boné, ( quem se lembra deste herói dos mares?) será certamente o namorado da bela garota a seu lado. Por baixo deles pode apreciar-se a presença de elementos, certamente da mesma familia.

Na foto de cima, passados apenas 10 anos, qual sacrilégio, as miúdas iam sòzinhas para a praia com os rapazes, pese no entanto o facto de para a posteridade terem ficado bem separadas deles.

A indumentária também se pode ver que mudou radicalmente, para melhor evidentemente.

A influência dos anos sessenta passa toda por aqui.

J.L.Reboleira Alexandre.........13-08-2009

Na segunda foto identifico a Guida, a Solange, o Carlos Galrão e o Rudolfo (para além do João Galrão).
Não sei quem é a pequenita.

Anónimo.............13-08-2009

Publicadas isoladamente, cada uma das fotografias ofereceria de per si muitos elementos curiosos a comentar: as poses, os trajes, os cenários. Só que o inusitado da segunda acaba por ofuscar as potencialidades da primeira. É que, ir à praia de vestido estampado às flores, ainda vá que não vá, agora fazê-lo de pulóver ou de fato e gravata é que não lembraria ao diabo. A influência dos anos 60 (referida pelo J.L.) só começou de facto a surtir efeito entre nós a partir dos anos 70. Muito de mansinho, muito timidamente, com todo o vagar do mundo.

Artur R. Gonçalves...........13-08-2009

Só posso comentar em relação à foto de cima.
As circunstâncias da foto, para ser franco já não me lembro, embora fosse do tempo em que andei a tirar o 7º ano de praia, namoriscando aqui, namoriscando ali, aquilo que fazíamos à época na idade que tínhamos.
Na fila de baixo da esquerda para a direita temos: Luís Frutuoso, Alonso, Pacheco, O Je e o Ramalho.
Em cima e pela mesma ordem: Mulher do Marques da Silva, A irmã do Camané, Elisabete, Anita (uma grande amiga infelizmente já falecida) e a Mila.

Filipe Domingos......15-08-2009

domingo, 9 de agosto de 2009

Os livros de Autógrafos

Os livros de autógrafos onde se colava as fotos dos colegas com dedicatórias ou dos namorados com juras de amor eterno, é uma das peças da época que pessoalmente me fascina.
As fotos tipo “Lá-minute” com dedicatórias no verso, são representativas de uma época.
Estas que aqui se reproduzem vêm do álbum da Fernanda Silva.

José Ventura

Comentários:

Parabéns José Ventura
São fotos que nos transmitem sentimentos de outrora.
Agora o que temos? Um clik para a esquerda, outro para a direita.Um SMS, uma mensagem em código e distante porque não há tempo para mais.
Modernices que nós "velhotes" temos de alinhar para não nos chamarem analfabetos.
Um abraço para quem tiver a pachorra de ler estes lamentos saudosistas do

Mário Reis Capinha..........10-08-2009


E os famosos inquéritos? Será que alguém ainda guarda um desses exemplares constituídos por cadernos em que cada página continha uma pergunta cuja resposta revelava, discretamente, um segredo íntimo dado, muitas vezes, de forma codificada para ser entendível apenas por uma pessoa?

Sanches........11-08-2009

Amigo Mário Reis..."alinhe-se" pelas modernices...não se deixe abater...!!!

Qual velhos, qual quê...nós temos é uma capacidade de adaptação enorme...!!!

Um abraço

Maximino.........11-08-2009

Os livros de autógrafos!
Quando a imaginação ajudava e a destinatária mais chegada, a dedicatória era bem pensada e escrita com as palavras sentidas e rebuscadas no melhor vocabulário disponível. Outras vezes, o cuidado não era tanto e saía uma quadra mais brejeira, uma frase banal, sempre de forma carinhosa e amiga.
Quaisquer que fossem as circunstâncias, só o ter sido escolhido para escrever no "livrinho" já era motivo para que o peito "inchasse" de vaidade!

PS - Por onde andarão a Fernanda Maçãs e a Micá?

Orlando Sousa Santos.........11-08-2009

A quarta vinheta da série é, porventura, aquela que mais se aproxima da filosofia dos tais «livros de autógrafos» em que a imaginação falhava e a quadra-de-pé-quebrado ajudava. A lição presente na sentença «(...) não dizer o que se faz / e não fazer o que se diz» não andará muito longe da documentada no conhecido ditado popular «Bem pregava frei Tomás, / faz o que ele diz, mas não faças o que ele faz».Já agora, aí vai um outro conjunto de quatro versos que em tempos li num desses «livrinhos» (como anota o Orlando) e que me ficou gravado na memória até hoje, tal a profundidade do conselho académico: «Larga os livros, estudante, / esses velhos calhamaços, / que a ciência dos homens / está nos beijos e abraços».

Artur R.Gonçalves..........13-08-2009

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Visita a Évora

As fotos de hoje vêm respectivamente do álbum da Aurora e da Fernanda Beatriz e retratam o mesmo passeio, uma visita a Évora no ano de 1963.
As intervenientes são as alunas da Formação Feminina com algumas professoras.
Da esquerda para a direita: a Aurora, as Professoras Ermelinda e Maria Xavier, a Fernanda Beatriz, a Ermelinda, a Fernanda Garcia e outras meninas cujo nome me escapa.

Comentários:

Neste ano e por esta altura...já o Max estava "a fazer pela vida"...depois no ano seguinte...toca de marcar passo...!!!
Mas é óptimo pudermos recordar estes tempos passados...!!!

Um abraço para todos/as...

Maximino .........07-08-2009

Um passeio, que ficou "gravado" para sempre!!!
Nesta foto, sou a 4ª da primeira fila.
Grandes SURPRESAS tenho tido, desde que entrei no Blogger da Escola!!
É tão salutar, poder RECORDAR, momentos tão bonitos!!

Obrigada

Branca Caldeira.........04-02-2010

terça-feira, 4 de agosto de 2009

Alunas de 70

Estas meninas, e menino, dos anos setenta não são fáceis de identificar.
Na foto da esquerda, julgo que a primeira é a Luisa Pequeno e com o casaco de “marinheiro” a Fernanda Amaro.
Em baixo a Fernanda com a Teresa.

Estas fotografias fazem parte do álbum de recordações da Fernanda Amaro, que faz parte da equipa que leva a bom porto o Encontro da “malta”…e a propósito não se esqueçam que o próximo já tem data marcada, 8 de Maio de 2010, (2º sábado de Maio), no sitio do costume, Restaurante "A Lareira".


Comentário:

Olá! Muitos parabéns pelo blog! Aproveito para informar que a menina que está ao lado da Luísa Pequeno sou eu (Maria Elisete). Fiquei muito feliz por recordar velhos tempos.

Maria Elisete.............01-11-2009

domingo, 2 de agosto de 2009

Abril de 1964

Este trio de fotografias que vem do álbum da Fátima Valente tem a particularidade de terem sido obtidas no mesmo dia, mais precisamente a oito de Abril de 1964.
A Ermelinda, a Glória, a Maria Eugénia, a Maria Margarida, a Perolina, a Natália, a Maria Emilia, a Alzira e a Isaura são algumas das suas colegas de turma que ficaram no retrato.
O “cenário” é a Escola “Velha” que estava no último ano de funcionamento.

quinta-feira, 30 de julho de 2009

Um Jantar de Verão

Do amigo João Jales, “Webmaster” do Blog da ERO, recebi o convite para participar e divulgar um Jantar que vai ter lugar no dia 7 de Agosto (Sexta-Feira), na Inatel (Antiga FNAT).

Tal como aconteceu no ano passado realiza-se um jantar de confraternização entre "jovens" que passaram férias nas Caldas, Foz e S. Martinho nos verões anteriores a 1974.

As inscrições estão abertas a caldenses e não caldenses, sejam ou não ex-alunos do ERO ou da Escola. O ponto comum serão as férias passadas entre a Foz do Arelho, S. Martinho e Caldas e as respectivas recordações...

Inscrições em:

Audiomanias
Av. 1º de Maio, 6 /Caldas da Rainha
262845539
ou
joaojales@gmail.com

O convite fica feito, o preço é de 15 € e a animação está garantida.

Nota: a Imagem que ilustra este convite é a reprodução de um Postal Ilustrado dos anos sessenta editado pela FNAT.

Comentário:

Obrigado pela divulgação, conforme a adesão e o entusiasmo talvez para o ano que vem se organize uma futebolada antes da refeição.Conto com o Zé Ventura, se estiver disponível. Este ano é só para comer...

JJ...............01-08-2009

terça-feira, 28 de julho de 2009

10 de Junho de 1955

As comemorações do Dia de Portugal, no regime de Salazar, tinham um peso político muito grande e obviamente a Mocidade Portuguesa tinha uma influência muito grande nos jovens, que mais do que ser o sustentáculo do regime, viam nesta organização uma forma de participar em actividades desportivas.

Estas fotos, do arquivo da Escola, das comemorações do 10 de Junho de 1955, mostra-nos uma classe de ginástica feminina em plena evolução do seu esquema, e os “meninos” da Mocidade devidamente perfilados sob a bandeira e um cartaz “Viva Portugal”.

José Ventura

Comentário:

Eu certamente estava lá. Por causa dos oculos escuros, o segundo da direita é o Maia. Os chefes talvez o J. Lopes, o Bernardo e o Garcia. Uma surpresa o nosso director ter deixado certas meninas a andarem com as mãos no chão e pernas no ar. Já não sei o que dizer, belos tempos ou belas pernas? Espero que nao haja censura.

Chaves..........29-07-2009

quinta-feira, 23 de julho de 2009

No Parque e em Óbidos




















As fotos de hoje são provenientes do álbum cá da casa.
Na do lado esquerdo temos a Elisabete Pinto, a Fátima Louro e a Anália.
Na foto do lado direito o cenário é a bonita Vila de Óbidos e as meninas que foram em visita de estudo são a Irene Pedrosa, a Maria do Céu e a Elisabete Pinto.
… E por falar em Óbidos, não se esqueçam que está a decorrer a Mercado Medieval.

José Ventura

terça-feira, 21 de julho de 2009

O Padre Renato

A correspondência trocada entre Armando Silva Carvalho e Maria Velho da Costa foi agora publicada em livro pela editora Caminho. “O Livro do Meio” foi galardoado pela Associação Portuguesa de Escritores /CTT, com o Grande Prémio de Poesia.
O autor faz inúmeras alusões às Caldas da Rainha e pessoas que povoaram a sua infância.

Aproveitando a "boleia" do Cavacos das Caldas, sempre com grande disponibilidade para colaborar no nosso Blog e que nos disponibilizou o livro, transcrevo um texto onde o autor recorda o Padre Renato, professor da nossa Escola.


…Mas estava eu a falar do meu padre Renato.
Ele tinha medo de tudo o fizesse barulho. Uma tarde, em plena festa de Agosto, hora da procissão, hora solene, o padre Renato dera o fora e ninguém sabia para onde. Os foguetes rebentavam no ar, as crianças sujavam as fatiotas novas, os festeiros suavam encasacados, os anjinhos mijavam no cetim barato das suas vestes celestes (não, não vou fazer literatura regional), só faltava o padre.
Fui eu e o meu pai, com a denúncia privada da Carlota, quem soube onde ele se escondia, enrolado no medo da tonitruante algazarra a vibrar num céu de pouca fé. Conseguimos trazê-lo, muito a custo. Suado, calado e quase a desmaiar, o homem percorreu, protegido sob o tecto do pálio, as três ou quatro ruas principais da povoação, com a cruz fantasiosa nas mãos trémulas e mais dois padres acólitos a agarrar-lhe os paramentos de luxo.
Mas sou eu que me lembro, porque fui só eu quem o viu transfigurado, tirando das teclas do piano, que não queria colaborar, os sons, numa explosão de amor sem freio, sabedor da sua natureza única, vibrante de vida cósmica, num orgasmo em delírio, para além do tempo.
Durante a semana, o padre não largava a batina e poupava nas vestes. Nenhum colega seu andava, como andam agora, de gravata, blusão ou traje de desporto. Deslocava-se numa velha moto que só lhe dava desgostos e custava a pegar nas manhãs frias…

….O padre Renato, que Deus tem certamente encostado à porta das oratórias mais arrebatadas, ensinava-me solfejo, pintura a óleo em tela natural e alguns conselhos práticos para evitar o pecado.
Dou-lhe hoje a grandeza que eu não sabia dar-lhe quando tinha só sete anos….


Comentário:

Se eu tivesse de falar do «meu padre Renato», seria obrigado a regressar à escola velha, ao ciclo preparatório e às aulas de canto coral. A viagem levar-me-ia até 63 ou 64 e quedar-se-ia por aí. Mais do que o solfejo que nos terá tentado ensinar, ou das cantigas que nos terá posto a cantar, recordo-o de apito na boca à procura do tom adequado à execução da partitura. É que, como nos dizia, não tinha ouvido e só conseguia trautear uma melodia com a presença de uma pauta. Os risos eram constantes. As reprimendas de nulo efeito. Depois de falhadas as tentativas de nos pôr a cantar, ou nos intervalos, deliciava-nos com histórias incríveis da sua própria lavra ou obtidas em fontes singulares que a memória não registou. O sucesso estava sempre garantido. Não se ouvia uma mosca durante a função. Os pedidos de novos relatos eram constantes. A anuência era imediata, com a condição de se cantar mais uma cantiguinha. «Minhas botas velhas, cardadas, / palmilhando léguas sem fim, / quanto mais velhinhas e estragadas, / quanto mais vigor sinto eu em mim!...» (de repente, veio-me esta à memória). «As aventuras do Tonecas» (parece-me ser este o nome do herói) tinham sempre mais sucesso. Recordo a batina e a motoreta do padre Renato. Descobri neste espaço os quadros e o livro que nos deixou. Desconhecia a faceta revelada pelo Armando Silva Carvalho n’ «O Livro do Meio». Fiquei com curiosidade de ler essa correspondência. Sobretudo por contar com a participação da Maria Velho da Costa, uma escritora que há muitos anos leio e releio com muito proveito e prazer.

Artur R.Gonçalves............22-07-2009

domingo, 19 de julho de 2009

Um aluno de 1940

Este cartão escolar é do Eduardo Alves de Carvalho que conforme se pode constatar no verso, foi aluno da Escola do Curso Comercial, nos anos de 1937 a 1940.
Este documento com cerca de 70 anos, tem a particularidade de estar assinado pelo director de então, Alberto Morais do Vale.











Comentário:

É o meu Pai!!!!!!!!

Nucha........27-07-2009


Quando passou por este blogue o meu cartão escolar datado de 1952, fiquei convencido ser o campeão da antiguidade.Felizmente que não, e aqui está o nosso Colega e Amigo Sr. Eduardo Alves de Carvalho com o seu cartão de 1937. Parabéns por nos apresentar esta preciosidade, que talvez seja o despertar de antigos alunos "adormecidos", e que certamente poderão divulgar muitas curiosidades. Despertem Colegas, e que o Amigo Eduardo Alves de Carvalho nos sirva de exemplo.

Mário Reis Capinha..........28-07-2009

quinta-feira, 16 de julho de 2009

Finalistas de 71

Depois de muito rebuscar consegui encontrar estas fotos que se referem à Excursão de Finalistas de 1971 ao Porto e à Serra da Estrela realizada nos dias 26,27 e 28 de Março de 1971.
Na fotografia de cima, que foi tirada na escadaria da Universidade de Coimbra, reconheço alguns colegas;
Da esquerda para a direita e de baixo para cima, a Maria dos Anjos, a esposa do Ramalho (Perpétua ?), a Dília, a Filomena, o Mateus, a Isabel, ??? do Bombarral, ??? das Caldas, eu, ??? das Caldas, a Dália, a Isabel, ???, a Marília, a irmã da Olga e a Ana Maria.
Na foto do lado, também na escadaria, a esposa do Ramalho, eu e a Marília.

Que bom é recordar velhos bons tempos que nunca mais voltam.

Carlos Gaspar

terça-feira, 14 de julho de 2009

O Professor, os alunos e o “Palhinhas”

Esta fotografia do Carlos Filipe (Carlos da Proelcor), traz para o Blog a recordação de uma festa, que a julgar pela boa disposição expressa, foi de arromba.

Os Electricistas finalistas de 1971 estão muito bem acompanhados pelo Professor Berjano que como bem se lembram foi durante vários anos Professor de Ginástica.

Ficamos à espera que algum dos intervenientes acrescente alguns pormenores à legenda.

José Ventura

domingo, 12 de julho de 2009

Os 15 anos da Fátima

A Escola não era só a casa onde se transmitia o conhecimento mas também o local onde a amizade se enraizava, em alguns casos, para o resto da vida.
Este pensamento “filosófico” vem a propósito deste pedaço de papel que a Fátima Valente nos fez chegar.
No dia em que completava os seus quinze anos, as colegas de turma ofereceram-lhe esta preciosidade devidamente ilustrada pelas mãos habilidosas da Teresa Santos e assinada por todas.
Este “papelinho” foi elaborado na aula de Francês, como se pode verificar pelo texto introdutório, e também está assinado pela professora da disciplina Maria Xavier.

Os anos vão passando mas ficam estas recordações dos amigos. A Fátima Valente já não é uma menina, mas continua como sempre a conhecemos.

José Ventura


Comentário:

Vê bem quem fez o desenhinho e escreveu a frase. Foram outras maos.

Anónimo.........22-07-2009

Fiquei verdadeiramente surpreendida com o comentário de um anónimo (ou anónima) sobre a autoria do desenho feito no cartão de parabéns, oferecido pelas minhas colegas por ocasião do meu 15º aniversário. Peço desculpa pelo erro cometido, pois estava convicta que o mesmo pertencia à Teresa Santos, pessoa com grandes capacidades para tal, contrastando comigo, que não nasci com grandes predicados para as artes!E, já agora, gostaria que se identificasse para, de novo, lhe apresentar as minhas desculpas.
A memória atraiçoou-me, já lá vão tantos anos, mas, como diz o povo, o seu a seu dono... Faça-se justiça!


Fátima Valente........24-07-2009

Nao descobris-te? Era quem te fazia os desenhos dos bordados. Até no exame de aptidão te ajudei, mas depois pouco tempo tive para mim. Tu tiras-te 14 e eu 12.Foi a Ermelinda que te fez este desenhinho, e quem primeiro assinou.Vê lá se a letra não é a mesma?

Ermelinda Lopes........10-08-2009

quinta-feira, 9 de julho de 2009

1º Ano Electricistas de 1966

Esta fotografia foi tirada numa ida ao “Santo Chouriço” e como se pode ver a rapaziada em coisas sérias era muito unida, não ficava ninguém nas Caldas para ir às aulas. Como era habitual a ida para Óbidos fazia-se de comboio, o regresso a pé que era uma maneira de arejar as ideias que o “tintol das Gaeiras” tinha turvado.
Os “meninos” retratados eram de uma “brilhante” turma de Electricistas, que tinha uma apetência para se meter em encrencas que só visto.
Na fila de cima; O saudoso Carreira Ângelo, o João Silva que este ano veio de Lamego até ao nosso encontro, o Cabé, o António Calisto, o Amilcar Prata, o Carlos Dias que nos facultou esta foto e o Francisco Coutinho.
Na fila de baixo; o Orlando Silva, Ventura, Cardeal Martins, Carlos Lourenço, Purificação Pereira e o Rosa Gil.

José Ventura

terça-feira, 7 de julho de 2009

No banco do jardim

Esta fotografia que estava no álbum da Fernanda Campoto, reporta a 1968 quando os finalistas efectuavam a sua viagem pelo norte do País.
As meninas sentadas no banco são a Fernanda Campoto e a Anabela Nobre. Em pé a Dulce.

A propósito da Dulce, que vive em Barcelona, aproveito para transcrever extractos do mail que nos enviou por altura do Encontro dos Antigos Alunos.

Caros Amigos

Ainda não é este ano que vou ao Encontro dos Antigos Alunos
Desde que há anos tive conhecimento da vossa iniciativa, sempre pensei que algum dia nos iríamos encontrar.
… o encontro anual da escola, passou a pertencer àquele grupo de coisas que quero fazer e quero tê-las em consideração, quando for possível.

…Gostei imenso da vossa frase " Estamos apostados em aproximar todos os que tiveram o privilégio de pertencer à Escola ..."

…Obrigada a todos, os que durante este tempo têm mantido acesa a iniciativa e em especial à comissão, que trabalha para que o encontro seja um êxito.

No dia 9, vou-me lembrar do almoço e de todos os que conheço e que recordo; assim indirectamente também estarei presente.

Um abraço e até à próxima,

Dulce Felícia


Comentário:

Este banco de jardim é, porventura, o mais fotografado dessa viagem de finalistas em que participei. Alguns encantos teria…Aproveito para enviar «saludos cordiales» à Dulce e à «ciudad condal». As fotografias têm desempenhado a faculdade de reavivar memórias um pouco esbatidas pelo tempo.

Artur R.Gonçalves.........09-07-2009

domingo, 5 de julho de 2009

Visita a Óbidos

Quem vai pela primeira vez ao Encontro dos Antigos Alunos, vive emoções inesquecíveis que nos leva a acreditar que vale a pena continuar com esta “teimosia” de aproximar todos os que tiveram o privilégio de pertencer à Escola Industrial e Comercial de Caldas da Rainha.
Esta semana a Fátima Valente procurou-me para me entregar algumas fotos, que hoje se começa a publicar, e o tema de conversa foi obviamente a Escola e a alegria do encontro.
Dizia ela, com alguma graça, “que nunca tinha sido tão mimada”. No próximo ano lá estamos de novo para mais “mimos”.
Sobre a foto, datada de 29 de Março de 1966, o verso dá-nos a indicação das retratadas.

José Ventura

Comentários:

Nos idos de 66, as visitas de estudo ainda se faziam com todo o rigor que os tempos exigiam. Mesmo em Óbidos, mesmo no meio dos arbustos, as batas brancas davam o tom adequado à paisagem. Pelo ar descontraído do grupo, dá para perceber que a viagem terá sido proveitosa.

Artur R. Gonçalves.......06-07-2009

Olhem desculpem lá...
Hoje o meu comentário...sai do ambito dos alunos, para cair no carimbo que está no verso da foto...
Vocês já repararam que como as pessoas...tantas casas comerciais do nosso tempo, também desapareceram...?
Algums delas...bem ligadas à nossa vida de estudantes...!!!
Um abraço para todos/as...

Maximino........07-07-2009


Há muito tempo que sigo o blog de perto e confesso tenho tido algumas surpresas agradáveis no que vejo e no que leio por aqui. Hoje aconteceu novamente, que saudades da escola, das minhas amigas e daquele dia que por acaso ainda me lembro.
Daquele grupo só não mantenho o contacto com a Elisabete Horta de quem não sei nada há alguns anos.
Beijinhos para todas.


Graciela ...........08-07-2009

Amigo MAXIMINO
Desculpe a intimidade , embora não o conheça (julgo eu) mas despertou -me a sua atenção para o carimbo (TURITA) inscrito naquela foto de Óbidos. Serei certamenta mais "velho", mas lembro que o "TURITA", de seu nome Boaventura Nogueira, esteve muitos anos a trabalhar na TÁLIA com o seu irmão Américo Nogueira, na rua das montras, e mais tarde, na mesma rua, abriu um estabelecimento com o mesmo ramo, denominado "TURITA".
Actualmente, um bocado mais "velhote" o Turita reside na cidade de Torres Vedras.
A vida é assim. Tudo muda, até nós.
Cumprimentos

Mário Reis Capinha........15-07-2009

Amigo Mário Capinha...pois claro que me pode tratar por amigo...
Eu conheci a Tália e o seu dono...e lembro-me de o irmão lá trabalhar e também da abertura do Turita...
Afinal...os meus 66 anos, já me permitem ter um longínquo conhecimento das coisas não é...?
Não sei se nos conhecemos, mas acredito que já nos tenhamos cruzado algures...
Um abraço

Maximino......16-07-2009

quinta-feira, 2 de julho de 2009

Oficinas de Serralharia

O Beja traz para o Blog uma fotografia da sua turma de Electricistas de 1965.
De volta da Bancada lá estão o Germano, o Beja, o Alcino, o Cunha Leal, o Vitor Santos, o Gandaio, o Zé Manuel, o Ramalho e o Pereira Alberto. Falta identificar alguns colegas, cujos nomes os anos fizeram esquecer.
As bancadas não foram muito mal tratadas pois quarenta anos depois continuam com bom aspecto.

José Ventura

terça-feira, 30 de junho de 2009

“Na vás ó mar Toino…”

Esta preciosidade que saltou do álbum da Ausenda para o Blog, recorda a récita de Natal de 1952,onde o grupo de dança, no melhor estilo Nazareno, posou para a posteridade.
A legenda que acompanhava a fotografia, dá-nos conta do nome de alguns participantes.
Na fila de cima; Natália Barreto, Dário, Ausenda e Helena Raimundo.
Em baixo; Batalha, Manuel Zarro e Marinho.
Como teria sido esta festa? Estou certo que haverá gente da época que se recordará bem.

José Ventura

Comentário:

Ao ver melhor esta foto reconheci a primeira em pé do lado esquerdo como sendo a LENIA. Aqui deixo esta informação adicional assim como a todos que constam desta fotografia as minhas melhores recordações daquela época já um pouco distante.

Ausenda............29-08-2009

domingo, 28 de junho de 2009

Quinta feira de Ascensão de 1963

A julgar pela quantidade de fotografias que temos sobre o dia da espiga, era um acontecimento que se traduzia numa grande oportunidade de negócio para os fotógrafos da época.
Estas fotos da Aurora levam-nos até ao Ameal onde aconteceram durante muitos anos as comemorações da quinta feira de ascensão.
Das meninas devidamente perfiladas reconheço; a Teresa Santos, São Lopes, A Dolores (?), a Mila, ?, A Isaura, ?, Fátima Valente, ? e a Aurora.
Na foto de baixo, as três meninas são a Eleonora, a Aurora e a Adelaide.
Os outros …não vou lá.
Comentários:

Cá vai uma ajuda, pese embora a quantidade de anos passados: Em cima o Tó Zé Bernardo(Tenente),Joaquim da Pederneira, eu(F.Xavier), José Luis Nobre, ?, e o Barreto.
Em baixo a primeira da esquerda é a Margarida do Casal Sentieiro (onde andará?),?,?,?, o Eduardo Francisco e o Queiroz.
Um abraço

Fernando Xavier........29-06-2009


Entre o Nobre e o Barreto, eu penso ser o Jorge da Foz que tinha ou tem o Solar.

Chaves..........30-06-2009

Na foto de cima entre a Mila e Isaura é a Maria dos Anjos (Janja) da Sapataria Salvador.

Ermelinda..........02-07-2009

A idade também afecta a memória e, no meu caso que nunca foi muito famosa, não deixo, todavia, de mandar também um palpite.
Ora lá vai.
Ao lado da Aurora (?) não está a (?) filha do Sr. Luís do Caldas que à época morava na avenida? E ao lado desta não será por acaso o José Carlos Barros,ceramista, que fugiu para a França e mais tarde foi recebido na escola como herói?
O que me parece de destacar nesta foto é a grande presença da equipa "Tótó Campista". Faltam o cão e o Sérgio.
Um abraço para a rapaziada.
Marques
624 anos depois da batalha de Aljubarrota.

O Queiroz era aquele que na praça da fruta, perguntava às vendedoras o preço da ameixa, que naquela altura seria 2 tostões o quarteirão. Ele normalmente pedia meia duzia... calculam qual era a resposta da vendedora?

Xiveve.........18-09-2009

Sim, Marques, na fila onde está a Aurora, do lado direito, é o José Carlos Barros, atrás dele e com o braço por cima do ombro, estou eu a olhar para a menina de tranças (que hoje não me recordo do seu nome).

Porfirio........23-09-2009


Por acaso alguem se lembra, numa aula de francês quem era o George Poirrot?. A prof. tinha a mania de dar nomes franceses aos alunos , não me lembro do nome dela, mas lembro-me do George Poirrot,que por sinal não o vejo ha cinquenta anos.

O George Poirrot está nesta foto, de seu nome oficial, Jorge Maria Barreto Rosado Pereira

Xiveve............24-09-2009