terça-feira, 29 de setembro de 2009

Visita a Coimbra


A Lena Silva guarda estas fotos que registaram uma visita à zona de Coimbra no ano de 1965.
Das alunas, da Formação Feminina, que participaram nesta visita de estudo identifico a Teresa Santos, a Fátima Valente, a São Lopes, a Lena Silva e em baixo a Celeste.
As Professoras; A Margarida Ribeiro, a Ermelinda, Maria Xavier e Deolinda Ribeiro.
Nas fotos em baixo as fotografadas são mais ou menos as mesmas.












Comentário:

Além dos nomes já mencionados, identifico aqui também a Elisabete e a Beatriz, cujo paradeiro desconheço há bastante tempo.
Alguém saberá por onde andam e o que fazem?

Fátima Valente..........29-09-2009

domingo, 27 de setembro de 2009

Um jogo de Basquetebol

Se pensam que os “craques” do Basquete só estão na NBA, desenganem-se, aqui estão as equipas que participaram num emocionante jogo que deve ter acabado 10 a 10 ou coisa parecida.
Os participantes são do curso do Comercio de 1967, e identifico na fila de cima; O Olímpio Leitão, o Vitor, o Luzio e o Espadana.
Em baixo; o Espanhol, o Mateus, o Alpalhão e o Alexandre.

Como o tempo passa, ao ver esta foto lembrei-me das aventuras vividas com os meus amigos Luzio e Alexandre, que a morte já levou há mais de 30 anos.

Estas fotos estão no álbum do Olímpio Leitão.


Comentário:

Zé, falas em 10 a 10, e penso que estás a pecar por excesso.
É que ao ver a segunda foto, realmente o Cesto estava lá tão alto, que dificilmente a bola entrava.
Nunca entendi o porquê do Silva Bastos nos obrigar a fazer desportos que detestávamos e nos impedir de jogar uma boa futebolada. Enfim, manias..., se calhar já era obra do sistema.
Claro que me refiro ao sistema da época, que não tem nada a ver com aquele de que agora tanto se fala.
Fui colega de alguns destes atletas, mas se as caras já não estão lá na memória, os nomes que mencionas, esses sim, todos bem vivinhos. Até que um dia, todos nos juntemos ao Alexandre e ao Luzio.

J.L.Reboleira Alexandre..........28-09-2009

O Silva Bastos odiava futebol. O meu amigo Miguel Bento Monteiro, que o conhecia bem, foi seu aluno no Colégio e nos Bombeiros, conta dois episódios que o ilustram bem em dois posts que ecreveu no Blog do ERO. Nós também não apreciávamos Basquetebol no colégio, lembro-me de um jogo que terminou 4-2 perante a fúria impotente do professor...

J.J...........28-09-2009

Consigo identificar mais alguns, para não arriscar os que não tenho a certeza: na fila de cima, precisamente ao meio, está o Arnaldo Custódio, hoje distinto advogado nesta praça; entre o Luís Luzio e o Manuel Espadana aparece o Orlando Paulo; na fila de baixo, protegido pelo João Espanhol e pelo Fernando Mateus, está o Luís Botelho José que, para nós, foi sempre e ainda é o Lica.
O Prof. Silva Bastos não gostava mesmo nada de futebol, modalidade que apelidava de coicebol.

Orlando Sousa Santos............30-09-2009

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

10 de Junho de 1958

Nos anos 50/60 o 10 de Junho, Dia de Portugal, era festejado com toda a pompa e circunstância. Ao nível escolar organizava-se diversas manifestações desportivas, com alguns discursos pelo meio a exaltar o regime.
Mas politicas à parte, os “meninos” da Escola, estão devidamente perfilados e equipados para dar inicio ao acontecimento desportivo que não se sabe muito bem qual era, mas o José Santana Marques, que nos enviou esta foto, certamente num próximo comentário, vai esclarecer e ajudar a identificar os atletas

Comentário:

já não consigo recordar o nome de todos, posso até "trocar" alguns, mas não há problema que o nosso amigo Chaves vai ajudar melhor que ninguém. A começar pela esq. temos o Pimenta,?, Lino, Apolinário,?, Rabaça, Santana,?, Oliveira,?, Marques, Caetano, Xico de Bombarral, Maia, a seguir ao Maia creio ser um moço de Valado de Frades, a partir daqui a memória já não funciona. Recordo que o evento desportivo foi Ginástica, Saltos e um jogo de Vóleibol a fechar.

Santana.........25-09-2009


O meu amigo Santana Marques,disse que eu talvez desse uma ajuda nesta foto o que vou tentar.
Ao lado do Apolinario (o cramalheira),está o Chico Coutinho, cujo pai tinha a taberna na rua que vai para a Santa Rita, o outro ao lado do Marques,também conhecido por (Joaquim Moina) é o Amandio Vicente (ja falecido) aluno muito inteligente,o outro é o Eduardo João (o peidinha) já falecido.
Se por vezes ponho a alcunha é para uma melhor identificação, pois no meu tempo havia o hábito do baptismo extra.

Chaves.......03-12-2009

terça-feira, 22 de setembro de 2009

Uma tarde na Mata

O Nosso colega Jorge Pimenta, um aluno de 1956, trouxe para o Blog algumas fotografias suas e da Ausenda, quase todas elas acompanhadas de descrição que identifica os locais e pessoas.
Esta foi a única que não tinha qualquer indicação, suponho que se trata de um dia da Espiga, mas o nosso Amigo Jorge Pimenta, sempre atento a estas coisas, certamente nos dará uma ajuda.


Comentário:

Efectivamente trata-se de um piquenique do dia da espiga. Terá ocorrido talvez no ano de 1956 mas o lugar não me ocorre. Quanto aos fotografados passo a descreve-los da esquerda para a direita: Eu, o Maia, a Gertrudes Vidigal, o Ricardo, a Alda Marques, a Fernanda e o seu irmão Marques da Silva e a Cremilde Vasconcelos. Os que estão de costas não consigo identificar.
Talvez mais alguem possa dar uma ajuda.

Pimenta.........23-09-2009

domingo, 20 de setembro de 2009

Um jogo de Futebol

O Joaquim Lopes, um Caldense em Canas de Senhorim, junta-se ao grupo de participantes, neste espaço com estas fotografias.
Trata-se de um jogo de futebol que a selecção da Escola, realizou em 1957, com a equipa da Escola de Rio Maior.
Conforme se pode constatar o encontro já decorreu em campo “relvado” embora pouco aparado, mais parecendo cardos.
Quanto aos participantes não consigo identificar, sei no entanto que o Marques da Silva também fazia parte desta equipa maravilha.


Comentário:

A foto do grupo foi publicada em 29 de julho de 2007. Ver Desporto/Futebol.

Santana............21-09-2009

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Maio de 1961

O Parque sempre foi um lugar de encontro dos alunos da Escola, julgo mesmo que não haverá um ex-aluno que não tenha pelo menos uma foto tirada naquele magnifico espaço.
As fotos de hoje fazem parte das recordações do João Galrão e são datadas de Maio de 1961.
Os intervenientes, muito bem dispostos, são: o Rodolfo, o João Galrão, o Fernando Martins, a Carolina, a Teresa Morgado e a Helena Honório.

Comentário:

Fui aluno do Ciclo Preparatório na Rafael Bordalo Pinheiro nos anos lectivos 1972/73 e 1973/74. Sem dúvida, o Parque sempre foi um local de encontro dos alunos da Escola. Ainda recordo as excelentes "batalhas navais" no lago do parque com colegas como o Nobre, o "Gata", o Ribeiro, ou o Amarino. Todavia, devo ser a excepção no que concerne a fotografias. Tenho fotos de infância tiradas no Parque, mas não me lembro de uma única tirada nessa época da minha entrada na adolescência.
Parabéns pelo excelente blog. Cheguei cá por recomendação do meu pai, o qual nem deve estar recordado que eu passei um ciclo de estudos na Rafael Bordalo Pinheiro.
Continuem o excelente trabalho.

José Brás dos Santos............20-09-2009

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Acampamento em Aljubarrota

O Jaime Neves Guarda estas recordações do II Acampamento das “Quinas de Nuno Álvares” que se realizou em São Jorge – Aljubarrota, na Páscoa de 1963.
Os Amigos, aqui retratados, que partilharam esta aventura com o Jaime são o Baptista, o José Luis, o Costa e o Vitor Domingos.

domingo, 13 de setembro de 2009

Formação Feminina de 1965

Esta fotografia da Isabel Vicente recorda a turma da Formação Feminina de 64/65.
O local onde a foto foi obtida não é identificável, mas o grupo das meninas é composto pela Salomé, a Fernanda Galveias, a Assunção, a Fátima Soares, a Maria da Luz, a Manuela Branco, a Ederlinda, a Elisabete Horta, a Teresa, a Isabel Mota, a Isabel Arroja, a Isabel Engenheiro, a Fernanda Salomé e a Isabel

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Noticias da Alemanha

Olá Zé Ventura

Mando-te umas fotos que encontrei há dias no álbum do meu pai.
A primeira penso que seja do meu primeiro ano do ciclo em 1969 ou do segundo em 1970.
Eu sou o quarto em baixo do lado esquerdo. Tenho pena mas não me lembro dos nomes dos outros colegas.
A segunda Foto, penso que seja de um passeio de finalistas entre 1961 e 1972 pois meu pai foi motorista nos Claras e ele fez muitos passeios com os finalistas.
O Meu Pai é o António de Jesus Santos que era conhecido na altura pelo “destravado” ou o “maluco das caminetes”. Na foto ele é o primeiro em baixo do lado direito.
Um abraço
Filipe Santos


O Colega Filipe Santos enviou este mail acompanhado com as fotos que se publicam, posteriormente tentei obter mais alguns elementos mas não foi possível porém descobri que andou nos electricistas em 1973, vive na Alemanha e tem uma banda que pode ser visitada e até escutar algumas músicas em


Comentário:

As fotografias de grupo com o tempo acabam todas por se confundir umas com as outras. Sobretudo quando os protagonistas se transformaram em meros figurantes de uma encenação perdida. O que se pudesse dizer de uma delas em particular acaba por se poder aplicar às restantes em geral. Os próprios cenários parecem perpetuar-se de pose em pose. Então, o silêncio ensurdecedor do «déjà vu» instala-se. No caso concreto do tal «passeio de finalistas», consigo identificar com segurança os professores Isabel e João Correia, grandes organizadores destes eventos anuais, e com algumas reticências o professor Joaquim Sarmento. As escadarias e igreja de Santa Luzia lá estão a recordar-me que em 1968 lá estive igualmente a celebrar a conclusão do curso. Os Se’tores de Inglês e Matemática faziam parte dos excursionistas, mas não o de Física e Química. E a imagem já começou a falar, a desvendar alguns dos seus mistérios. Não foi tirada seguramente nesse ano. Todavia, o motorista talvez fosse o «destravado/maluco das caminetas». Quem souber que o diga.

Artur R. Gonçalves........12-09-2009

domingo, 6 de setembro de 2009

Fim de semana na neve

Para os “novos-ricos” que julgam que é moda ir para a “neve”, desiludam-se, pois os alunos de 1969 já faziam estas viagens com toda a pompa. Bem sei que não iam vestidos a rigor, alguns até de gravata iam, os esquis eram os sapatos ou para os mais engenhosos um saco de plástico, mas seguramente, divertiam-se muitíssimo, conforme nos contou o Guilherme, à frente na direita, que nos trouxe esta foto de uma viagem à Serra da Estrela.
Fazem ainda parte dos esquiadores: o Justino Abreu, o José Fernando, o Mário Morgado e outros amigos que não consigo identificar.

Comentário:

4o anos já passados, é verdade, e como tudo é tão atual. já se faziam excursões para esquiar como se comprova. É extraordinário estarem alguns "desportistas" de fato e gravata, na neve. Tal a postura dos alunos em representação digna da escola Bordalo Pinheiro. Hoje reparamos que o "in"é nos colégios os meninos pequeninos andarem de gravata novamente.Como naquele tempo faltava tudo, á boa maneira portuguesa inventámos métodos de esquiar, talvez os percursores do actual snowboard.recordo-me dum episódio muito pitoresco. Eu e o meu amigo Sousa Santos (1ºda esqr.na foto)encontrámos em plena serra um caixote em madeira de média dimensão que era mesmo na n/ medida para nele esquiarmos e dentro dele aí vimos nós serra abaixo, tal velocidade tomou que dele perdemos o controle só parando quando fomos embater violentamente num dos poucos esquiadores devidamente equipado com esquis que faziam a coisa a sério. bem, a coisa foi grave, partimos os esquis ao senhor, isto acompanhado com uma dose de cambalhotas que por milagre não provocou ferimentos. o senhor queria que pagássemos os esquis(meteu professores e escola)enfim foi uma situação difícil de resolver. mas e agora voltando novamente à actualidade, talvez aqui tivesse havido tobogan pela 1ª vez na serra.Como costumo dizer está tudo inventado só se vão sempre aperfeiçoando até atingir o perfeito.um abraço.

Guilherme ............09-09-09

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Um fotógrafo em Paris

Olá Amigos
Eu sou o António Borga fui aluno da Escola em 1964, quando foi inaugurada pelo Almirante…..(Américo Tomaz).
Só fiz os dois primeiros anos e em Agosto de 1967 cheguei a Paris onde vivo actualmente.
Dos meus tempos de Escola lembro-me do Firmino Rodrigues, que vejo quando vou a Portugal, o Zé, filho do dono do Hotel Rosa, o Elias do azeite. Havia também a Graça, o Sena, o Vidal, e outros que já não me lembro, mas gostava de contactar.
Tenho um site na Net http://abphoto.free.fr/
E o meu mail é abphoto@free.fr
O meu vocabulário não é muito bom (Eu já dei uma ajuda) mas é o vocabulário de um puto que deixou as Caldas com 13 anos.
Um abraço
António Borga

Depois de uma pequena investigação encontrei a pauta de 1964/65 Turma E (Clica em cima para aumentar), quem sabe se os antigos companheiros ainda se lembram dele.
Com o Nº 121 lá está o nosso fotógrafo "Francês".


Comentários:

Quantos ex-alunos da nossa escola não estarão na situação do Borga no que o vocabulário concerne. O receio de serem criticados por alguns cujos vocábulos se limitam à maravilhosa e difícil lingua de Camões é muitas vezes uma razão mais que suficiente para criar inibições e assim diminuir o número de presenças neste blog que o Zé vai mantendo com imensa boa vontade.

Eu mesmo sinto por vezes, nas várias deslocações á terra onde nasci alguns comentários menos agradáveis. Vou contar um episódio que me aconteceu já há alguns anos com um ex-colega que revejo de vez em quando, e se ele por aqui aparecer talvez se recorde, ou talvez não, já que o momento terá sido mais importante para mim do que para ele.

Assim e acabadinho de chegar às Caldas, depois da travessia do Atlântico, dirijo-me de imediato ao balcão do meu banco (ainda não existia essa coisa maravilhosa que dá pelo nome de Multibanco) e ao ver o meu ex-colega da Bordalo, dirijo-me a ele para «encaixar» (para quem não sabe trata-se da tradução literal do termo correcto nos meus 2 mais usados idiomas, o Francês e o Inglês) o cheque que possuia.

Do outro lado do balcão o nosso amigo de farto bigode, não resistiu e comentou para uma linda colega funcionária que eu não conhecia de lado nenhum: olha lá ó Maria (seria este o nome?) aqui o nosso amigo Reboleira quer encaixar. Podes ajudá-lo?

É claro que não apreciei a piada, sobretudo por que não conhecia a fulana de lado nenhum, mas não reagi e fui servido.

São atitudes deste tipo que por vezes dão origem a mal entendidos entre os que por aí sempre se quedaram e outros que por imensas razões decidiram partir.

Hoje o caricato da situação faz-me rir, na altura não achei piada nenhuma.

Abraço do Canadá do J.L.Reboleira Alexandre......04-09-2009

Amigo Reboleira, sempre que eu ia e vou a Portugal e me dirigia ao banco a maior parte dos funcionários eram da Bordalo Pinheiro e mesmo naqueles dias em que o banco estava cheio de clientes se ouvia logo o Zé Maria ou o Xavier e outros , entao oh KAMONE ou oh Choninha ou oh Marsinga estás ca outra vez? Trouxeste a televisao portatil ao teu cunhado? (Vitor Corado). Eu como também gosto da brincadeira dizia-lhes: é pá cada vez estão mais atrasados. Por vezes um gracejo ficamos mais a vontade .
Hoje se Deus quizer lá parto eu para mais uma estadia de dois meses para a nossa santa terrinha.
Por favor não quero a charanga das Gaeiras à minha espera,

Chaves.............04-09-2009

Esta ligação à terrinha onde nasceu é sobretudo sentida por aqueles que partiram para longe...mas que mesmo lá nunca a esquecem...
Eu a única experiencia que tive desse género foi na minha ida para Moçambique, onde nas raras vezes que encontrava um conterrâneo, era como se voltasse a respirar o nosso arzinho do Oeste...
Esse problema de perder o treino do que se diz ou se escreve, acontece com muito boa gente...

E já agora, admiravamo-nos muito (alguns admiravam-se...) pelo facto de os nossos emigrantes que rumaram a França há já muitas dezenas de anos, referirem à chegada ...que vinham de "vacanças"...
Mas como poderiam eles referir que vinham de férias...se férias tinha sido coisa que nunca haviam conhecido nas suas vidas...?
Por isso o melhor que o amigo Borga tem a fazer...é continuar a escrever, mesmo se num português afrancesado, porque com o tempo e o treino vai melhorando...

A respeito desse treino da língua, posso contar uma experiencia...:
Faço parte de um Forum de Sportinguistas que tem centenas de membros (tudo gente boa e não seria de esperar outra coisa...: para os desatentos eu escrevi...:sportinguistas...!!), sendo vários das mais diversas partes do globo...
Entre eles e logo no início, chegou-nos um português de Loures, residente nos EUA há mais de 40 anos...
O nosso amigo Juvenal ao principio deixava alguns de nós mais "atrapalhados" para a tradução, do seu... nem português nem inglês...
Mas nunca desistiu, nem nós os deixámos desistir...hoje (e não fora o facto de o seu computador desconhecer os sinais auxiliares da escrita em português...)o Juvenal escreve muito melhor o português...e alguns de nós (eu...)até já entendo alguma coisa de inglês...

Por isso amigo Borga...só tem que continuar...e será sempre muito bem vindo, mesmo para alguns mais velhos como eu...que nos seus tempos de Escola...já andava a marcar passo...!!!

Um abraço
Maximino........04-09-2009

Às vezes não é necessário sair do país para ver como o português é uma língua traiçoeira que gosta de brincar com os múltiplos sentidos das palavras. Pergunte-se a uma vendedoura do Mercado do Bolhão se a «nêspera é boa» ou a uma outra no Mercado Municipal de Faro se a «amêndoa está chocha» e terão a surpresa da resposta. Curta-e-Grossa. É tudo uma questão de saber «encaixar» a ironia das ambiguidades da linguagem.

Artur R.Gonçalves......05-09-2009

domingo, 30 de agosto de 2009

Os Cadernos da Matilde


















A Matilde foi ao sotão e "desempoeirou" as suas recordaçoes da Escola.
Dos 20 Cadernos Diários que guarda achei graça a uma "redacção" sobre o primeiro dias de aulas.

Vou descrever como as coisas se passaram no primeiro dia que entrei nesta escola (Nova) porque já não me lembro bem quando fui para a Escola velha pela primeira vez.
Quando entrei nesta escola pela primeira vez fiquei deveras deslumbrada pela grandiosidade e beleza.
Ao chegar mandaram-nos para os átrios, assim como às minhas colegas e ali houve muitos cumprimentos, pois algumas já não nos víamos há quase quatro meses.
Andámos quase duas horas a subir e a descer escadas, chegávamos ao rés-do-chão mandavam-nos para o primeiro andar, chegávamos ao primeiro andar e mandavam-nos para o rés-do chão, sempre assim até que vieram chamar o 2º B, pareceu-nos um sonho, já andávamos cansadas de subir e descer escadas e de receber pisadelas.
Deram-nos o horário e mandaram-nos vir no dia seguinte.
Um dia perdi-me cá e ainda não sei onde foi, o que eu sei é que não dava com a porta de saída.

Matilde 04-01-1965

Comentário:

Conservar 20 cadernos diários no sótão por mais de quatro décadas é verdadeiramente notável. O espanto é tanto maior, quando é sentido por alguém que não guardou desses tempos o mais leve resquício de material escolar. Nos dias que correm, em que os apartamentos mal chegam para abrigar quem os habita, os sótãos mais não são do que a imagem algo idílica de um passado remoto com contornos cada vez mais esbatidos ou de dimensão meramente utópica. Depois, por essa altura, havia ainda o hábito purificador de fazer uma «queima» solene das sebentas e testes no final do ano lectivo. Por vezes nos recreios da própria escola e nas barbas dos professores. Alguns dos meus apontamentos tiveram esse destino nas vésperas das férias grandes de verão que sempre considerei como verdadeiramente merecidas. Ao invés da Matilde, que em 1965 já não se lembrava bem do primeiro dia em que entrara na escola velha, recordo com muita clareza o primeiro dia em que ali entrei. Nem podia ser doutro modo. Levava calções e fui mimoseado com umas valentes verdascadas nas pernas. O crime académico residia em ter ido para as aulas de «cuecas». As marcas ficaram-me registadas na pele por mais de uma semana. A experiência serviu-me de lição. Outras praxes menos dolorosas ocorriam, como diria o Trindade Coelho, «in illo tempore» de caloiro. Escapei ao «baptismo» no chafariz das cinco bicas, mas fui obrigado ao respeitoso inclinar da cabeça aos veteranos, quando estes me obrigavam a «baixar». Sinais dos tempos, afinal tão longínquos e próximos daqueles que vivemos nos dias de hoje. Recordações presentes de tempos passados que nenhum de nós terá registado nos cadernos escolares e que nenhum baú poderia arrecadar. Moram connosco o tempo todo, até que a capacidade de armazenamento se esgote e que a nossa memória, sabiamente, as expulse definitivamente de dentro de nós e nos dirija os pensamentos para outros lugares mais agradáveis de (re)visitar.

Artur R. Gonçalves........31-08-2009

Os cadernos da Matilde, conservados com o mesmo carinho com que hoje mantém o acervo do Museu José Malhoa, e os comentários do Artur, fizeram abrir a "caixinha" que permanece a maior parte do tempo bem arrumada nos baús da memória.
E as recordações brotaram ...
O "calduço", muitas vezes com demasiada violência, para marcar o poder;
A ameaça do "baptismo" no chafariz (fui várias vezes testemunha obrigatória, embora nunca me calhasse ser réu);
A medição do campo de andebol com um fósforo, sempre com erro na contagem final;
A finta feita ao mais velho, na futebolada jogada às escondidas do Prof. Silva Bastos, que resultava sempre em estatelanço;
O pastel de nata que desaparecia como por milagre, quando ia cumprir a função de terminar a salivação;
O lugar na fila do almoço, sempre perdido a favor do "matulão".
Ficou a memória de um braço partido, uma perna quase sem pele e alguns "ódios" de estimação, que o tempo se encarregou de limpar.

Orlando Sousa Santos........31-08-2009


Por falarem em calduços.... lembro-me num ano "não muito longe", creio que era o Veludo que num inicio de periodo confundiu os casacos do Carreira com o do Dr. Jorge Amaro.......imaginem quem levou o calduço e a atrapalhação do Veludo.
Poderá haver aqui algumas falhas de memoria, que ontem esqueci-me de tomar o fosforo ferrero, tomei o Roche.

Xiveve..........29-09-2009

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Vida e obra do Padre Borges

Por intermédio do Sanches, chegou até ao Blog um Livro sobre a vida e Obra do Padre Borges.
Editado em Maio de 2009 por um grupo de Amigos, tem por finalidade dar a conhecer a obra notável que o Padre Borges tem levado a cabo em Santarém.
Diz a autora, Maria Ivone Duarte Carrolo, que “o modo de ser e de estar do Sr. Padre Manuel Francisco Borges, faz dele uma Personalidade ímpar que temos agora ocasião de enaltecer”

A curiosidade do Livro chega-nos nas páginas 172 a 176, onde se faz referências ao Blog da Escola com a reprodução do post publicado em Janeiro de 2008, e lá estão os comentários do António Nobre, do Noronha leal, do Maximino, do Artur R. Gonçalves, do Guilherme Santos, da São Morgado, do Joaquim Chaves e do Duarte Lopes.

Como as eventuais receitas da venda do livro revertem para a Obra Social do Padre Borges, aceitei o desafio de vender alguns pelo valor de 5 € cada. Será o nosso contributo para a obra do nosso antigo Professor.

Para os interessados os exemplares encontram-se à venda na minha loja, Electro Líder, ou contactar com o Sanches no Montepio Rainha D. Leonor.

Comentários:

Então amigo...guarda por favor um para mim...Abraço

Maximino........28-08-2009

Caro Zé Ventura:
Reserve aí, por favor, um exemplar para o Noronha.Não poderia perder esta oportunidade de me associar a mais uma merecida homenagem ao nosso amigo Padre Borges !Abraço

F. Noronha Leal...........28-08-2009

Olá Ze Ventura
Tambem eu te peço que reserves um livro para mim inerente á vida do Padre Borges, HOMEM BOM, e já na altura com uma postura com os seus alunos acima da vulgaridade.
Na proxima semana deslocar-me-ei ás Caldas e levantarei o Livro. Um abraço

Antonio Nobre.........29-08-2009

comentários meus... onde posso adquirir o livro??? (nem li tudo..., quando for a caldas passo na loja e compro, ou pedirei ao meu irmão Tó que mo compre)...fico curiosa, os anos passam...o padre Borges, claro, será eterno na memória de todos nós, de Caldas, que de certo modo convivemos com ele
beijinhos

Gaivota..........29-08-2009

terça-feira, 25 de agosto de 2009

Na Barragem do Cabril

Melhor do que qualquer legenda o verso da fotografia que a Gina nos trouxe fala por si.





















Comentário:

Se os nomes das meninas da foto foram escritas passado muitos anos vá lá, houve um esquecimento, quem era aquela do ponto de interrogacão, a de mais ou menos branco penso eu.Nao seria a Trinta que veio para os E.U,ainda nova e que vivia numa quinta perto do Ameal que era conhecida a Quinta dos Trinta?

Chaves.........29-08-2009

domingo, 23 de agosto de 2009

O Diploma

Esta Cópia aqui reproduzida embora não seja da Escola Comercial e Industrial, é porém de um colega nosso.
O Álvaro Gandaio, que acompanha este Blog no Montijo, enviou o seu diploma da Escola primária e o que me impressionou foi na verdade a “força” que o regime dava à Mocidade Portuguesa, fazendo constar em tudo o que era papel a sua bandeira.
Sempre que se escreve no Blog sobre a Mocidade Portuguesa, causa algum “frissom” pois a instituição
defendia os valores de um Estado onde a hipocrisia era dominante, mas por outro lado significou para muitos a oportunidade de praticar desporto.

Fica para a história um documento interessante.

José Ventura

Comentário:

Os «frissons» são sempre úteis quando têm o condão de despertar o ânimo a quem se deixou adormecer comodamente pela letargia provocada por um verão quente e sem enredos verdadeiramente dignos de registo. Nem sequer os alcançados pelas cores nacionais nos campeonatos mundiais de atletismo que estão a decorrer em Berlim. Mesmo assim, seria curioso comparar as marcas que lá vamos obtendo com aquelas que a bandeira das quinas, dos castelos e das flores-de-lis nos proporcionaram entre 1936 e 1974.

Artur R.Gonçalves..............23-08-2009

domingo, 16 de agosto de 2009

Electricistas na “Espiga”

Nesta fotografia que o Filipe Silva e o Vitor Santos guardam nos seus respectivos álbuns, temos um numeroso grupo de Electricistas a comemorar o dia da Espiga.
A servir de guarda de honra ao “palhinhas” estão o Zé Manuel, o Jaime Ferreira, o Nazaré Barbosa, o Beja, o Vitor Peça, Filipe Silva e Vitor Santos.
A velar pelo bom “funcionamento” do grupo o Engenheiro Piriquito e o Mestre Raul

José Ventura


Comentário:

É tudo rapaziada "nova" para mim, embora eu conheça a maioria. Apenas entrei para dar um abraço ao Mestre Raúl, "rapaz" do meu tempo, colega do mesmo ano, embora de cursos diferentes.Um abraço para todas as gerações do

Mário Reis Capinha ......17-08-09

As minhas felicitações para o Mário Reis Capinha por ser o único que aqui aparece a comentar fotos ou assuntos dos anos 50/60.
Conheço muito bem o Raul Silva, fui amigo da família, e já tive oportunidade de falar telefonicamente com ele graças à intervenção do Zé Ventura. Pena é que o Raul tal como muitos dessa época não estejam interessados em aderir às novas tecnologias.
Um abraço ao Mário Capinha desejando que apareça mais vezes a desafiar o pessoal da "velha" guarda para perderem o medo e a vergonha aparecendo por aqui a contar as suas histórias e identificar pessoas que provavelmente eu conheci.

Fernando Santos - (Olhão).....21-08-2009

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

A “Escola” foi à praia

Em tempo de verão vem a propósito estas fotografias, a de cima enviada pelo Fernando Pacheco de Lisboa, onde recorda o verão de 70.
Não reconheço muita gente mas o Filipe Domingos, em baixo 2º da direita, de certo dará uma ajuda em identificar os banhistas e até as circunstâncias em que esta foto foi obtida.

A outra fotografia, em baixo, é dos anos sessenta e vem do álbum do João Galrão e a dificuldade de identificar os veraneantes é a mesma.

José Ventura

Comentário:

Basta ver estas duas fotos para compreender como as mudanças aconteceram rápidamente de 60 para 70.
Na de baixo o jovem com a T-Shirt estilo Capitão Fiúza, marinheiro lusitano da série do Cavaleiro Andante, a quem só falta mesmo o boné, ( quem se lembra deste herói dos mares?) será certamente o namorado da bela garota a seu lado. Por baixo deles pode apreciar-se a presença de elementos, certamente da mesma familia.

Na foto de cima, passados apenas 10 anos, qual sacrilégio, as miúdas iam sòzinhas para a praia com os rapazes, pese no entanto o facto de para a posteridade terem ficado bem separadas deles.

A indumentária também se pode ver que mudou radicalmente, para melhor evidentemente.

A influência dos anos sessenta passa toda por aqui.

J.L.Reboleira Alexandre.........13-08-2009

Na segunda foto identifico a Guida, a Solange, o Carlos Galrão e o Rudolfo (para além do João Galrão).
Não sei quem é a pequenita.

Anónimo.............13-08-2009

Publicadas isoladamente, cada uma das fotografias ofereceria de per si muitos elementos curiosos a comentar: as poses, os trajes, os cenários. Só que o inusitado da segunda acaba por ofuscar as potencialidades da primeira. É que, ir à praia de vestido estampado às flores, ainda vá que não vá, agora fazê-lo de pulóver ou de fato e gravata é que não lembraria ao diabo. A influência dos anos 60 (referida pelo J.L.) só começou de facto a surtir efeito entre nós a partir dos anos 70. Muito de mansinho, muito timidamente, com todo o vagar do mundo.

Artur R. Gonçalves...........13-08-2009

Só posso comentar em relação à foto de cima.
As circunstâncias da foto, para ser franco já não me lembro, embora fosse do tempo em que andei a tirar o 7º ano de praia, namoriscando aqui, namoriscando ali, aquilo que fazíamos à época na idade que tínhamos.
Na fila de baixo da esquerda para a direita temos: Luís Frutuoso, Alonso, Pacheco, O Je e o Ramalho.
Em cima e pela mesma ordem: Mulher do Marques da Silva, A irmã do Camané, Elisabete, Anita (uma grande amiga infelizmente já falecida) e a Mila.

Filipe Domingos......15-08-2009

domingo, 9 de agosto de 2009

Os livros de Autógrafos

Os livros de autógrafos onde se colava as fotos dos colegas com dedicatórias ou dos namorados com juras de amor eterno, é uma das peças da época que pessoalmente me fascina.
As fotos tipo “Lá-minute” com dedicatórias no verso, são representativas de uma época.
Estas que aqui se reproduzem vêm do álbum da Fernanda Silva.

José Ventura

Comentários:

Parabéns José Ventura
São fotos que nos transmitem sentimentos de outrora.
Agora o que temos? Um clik para a esquerda, outro para a direita.Um SMS, uma mensagem em código e distante porque não há tempo para mais.
Modernices que nós "velhotes" temos de alinhar para não nos chamarem analfabetos.
Um abraço para quem tiver a pachorra de ler estes lamentos saudosistas do

Mário Reis Capinha..........10-08-2009


E os famosos inquéritos? Será que alguém ainda guarda um desses exemplares constituídos por cadernos em que cada página continha uma pergunta cuja resposta revelava, discretamente, um segredo íntimo dado, muitas vezes, de forma codificada para ser entendível apenas por uma pessoa?

Sanches........11-08-2009

Amigo Mário Reis..."alinhe-se" pelas modernices...não se deixe abater...!!!

Qual velhos, qual quê...nós temos é uma capacidade de adaptação enorme...!!!

Um abraço

Maximino.........11-08-2009

Os livros de autógrafos!
Quando a imaginação ajudava e a destinatária mais chegada, a dedicatória era bem pensada e escrita com as palavras sentidas e rebuscadas no melhor vocabulário disponível. Outras vezes, o cuidado não era tanto e saía uma quadra mais brejeira, uma frase banal, sempre de forma carinhosa e amiga.
Quaisquer que fossem as circunstâncias, só o ter sido escolhido para escrever no "livrinho" já era motivo para que o peito "inchasse" de vaidade!

PS - Por onde andarão a Fernanda Maçãs e a Micá?

Orlando Sousa Santos.........11-08-2009

A quarta vinheta da série é, porventura, aquela que mais se aproxima da filosofia dos tais «livros de autógrafos» em que a imaginação falhava e a quadra-de-pé-quebrado ajudava. A lição presente na sentença «(...) não dizer o que se faz / e não fazer o que se diz» não andará muito longe da documentada no conhecido ditado popular «Bem pregava frei Tomás, / faz o que ele diz, mas não faças o que ele faz».Já agora, aí vai um outro conjunto de quatro versos que em tempos li num desses «livrinhos» (como anota o Orlando) e que me ficou gravado na memória até hoje, tal a profundidade do conselho académico: «Larga os livros, estudante, / esses velhos calhamaços, / que a ciência dos homens / está nos beijos e abraços».

Artur R.Gonçalves..........13-08-2009

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Visita a Évora

As fotos de hoje vêm respectivamente do álbum da Aurora e da Fernanda Beatriz e retratam o mesmo passeio, uma visita a Évora no ano de 1963.
As intervenientes são as alunas da Formação Feminina com algumas professoras.
Da esquerda para a direita: a Aurora, as Professoras Ermelinda e Maria Xavier, a Fernanda Beatriz, a Ermelinda, a Fernanda Garcia e outras meninas cujo nome me escapa.

Comentários:

Neste ano e por esta altura...já o Max estava "a fazer pela vida"...depois no ano seguinte...toca de marcar passo...!!!
Mas é óptimo pudermos recordar estes tempos passados...!!!

Um abraço para todos/as...

Maximino .........07-08-2009

Um passeio, que ficou "gravado" para sempre!!!
Nesta foto, sou a 4ª da primeira fila.
Grandes SURPRESAS tenho tido, desde que entrei no Blogger da Escola!!
É tão salutar, poder RECORDAR, momentos tão bonitos!!

Obrigada

Branca Caldeira.........04-02-2010

terça-feira, 4 de agosto de 2009

Alunas de 70

Estas meninas, e menino, dos anos setenta não são fáceis de identificar.
Na foto da esquerda, julgo que a primeira é a Luisa Pequeno e com o casaco de “marinheiro” a Fernanda Amaro.
Em baixo a Fernanda com a Teresa.

Estas fotografias fazem parte do álbum de recordações da Fernanda Amaro, que faz parte da equipa que leva a bom porto o Encontro da “malta”…e a propósito não se esqueçam que o próximo já tem data marcada, 8 de Maio de 2010, (2º sábado de Maio), no sitio do costume, Restaurante "A Lareira".


Comentário:

Olá! Muitos parabéns pelo blog! Aproveito para informar que a menina que está ao lado da Luísa Pequeno sou eu (Maria Elisete). Fiquei muito feliz por recordar velhos tempos.

Maria Elisete.............01-11-2009

domingo, 2 de agosto de 2009

Abril de 1964

Este trio de fotografias que vem do álbum da Fátima Valente tem a particularidade de terem sido obtidas no mesmo dia, mais precisamente a oito de Abril de 1964.
A Ermelinda, a Glória, a Maria Eugénia, a Maria Margarida, a Perolina, a Natália, a Maria Emilia, a Alzira e a Isaura são algumas das suas colegas de turma que ficaram no retrato.
O “cenário” é a Escola “Velha” que estava no último ano de funcionamento.