quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Visita ao Portinho da Arrábida

Estas fotos que a Quina guarda no seu álbum, relembram uma visita de estudo à zona do Portinho da Arrábida.
Na foto de cima obtida nas instalações da Cimenteira Secil, podemos ver o Mestre Mateus, o Prof. Joaquim Sarmento, a D. Rosa, o Dr. Bento Monteiro e outro Professor que não me ocorre o nome.
Em baixo, já na Escola de Setúbal, o numeroso grupo de alunos que fez esta viagem em Março de 1962.

Comentários:

Embora eu já tivesse saído da velha Escola RBPinheiro na ocasião em que esta visita se realizou, quero só trazer uma achega:

Não me parece que seja a D. Rosa que aparece na foto de cima.
Em minha opinião, é a Dra. Mariana, que ensinava Cálculo Comercial aos 1º. e 2º. anos do Curso Geral de Comércio.

Noronha Leal......20-01-2010

A referência que o Noronha faz à Dra. Mariana (também julgo que é ela na foto)traz-me à memória uma coluna que existia no jornal "A Bola" (não sei se ainda existe)que se intitulava "Hoje jogo eu".Certo dia, há cerca de 50 anos,lembro-me de ter lido, grosso modo, o seguinte:

Professor: Sabes que é o Yaúca?
Aluno: É um jogador do Belenenses que foi para o Benfica.
Professor: E sabes de onde é natural o Yaúca?
Aluno: É de Moçambique.
Prof.: E em que continente se situa Moçambique?
Aluno: Em África.
Prof.: E o que é Moçambique em relação a Portugal?
Aluno: É uma Província Ultramarina.
Prof.: E sabes quem é o Serafim?
Aluno: Sei, é um jogador do Porto que também vai para o Benfica.
Prof.: O Serafim vai do Porto para Lisboa de combóio. Qual é a linha férrea que toma?
Aluno: É a linha do Norte.
E por aí adiante...
O colunista acabava a sua crónica dizendo que estas perguntas tinham sido feitas num exame de admissão à Escola Ind. e Comercial Pero de Santarém pelo Director daquele estabelecimento de ensino Dr. Luís Manuel Freitas da Silva Marques e elogiava fortemente o método utilizado dado que, falando sobre a actualidade futebolística o professor inteirava-se, com toda a naturalidade, dos conhecimentos do aluno.
Este professor, que até hoje não vi referenciado no nosso blog, é nem mais nem menos que o nosso verdadeiramente extraordinário professor de Francês que, com os seus métodos invulgares para a época nos colocou, ao cabo do 1º ano, a manter uma conversação naquela língua.
Lembrei-me dele pela referência feita à Dra. Mariana porquanto, se bem me lembro, namoriscaram.
Não sei que é feito dele, mas tenho a certeza de que jamais será esquecido por algum dos seus ex-alunos.

Sanches..........21-01-2010

Nos anos 50's, de vez enquanto lá pela B. Pinheiro e não só, aparecia um director do ensino escolar para analisar o grau de inteligência dos alunos. Eram-lhes entregue uma folha de papel em branco em que se escrevia o respectivo ano, turma e nome do aluno. Depois uma pergunta mais ou menos fácil ou... melhor parecendo fácil. Lembro-me de duas, mas não me lembro se errei ou acertei mas, julgo ter acertado...e eram assim "desenhe um avião visto por baixo". Bastava fazer uma cruz alongada dum lado e tinha a resposta certa. A outra era "desenhar um garrafão visto por cima", bastava fazer uma circunferência maior, com uma outra pequena no meio e um risco ligando as duas. Houve um aluno que não pôs o risco e disse que o garrafão já não tinha verga e passou.

Chaves.........22-01-2010

domingo, 17 de janeiro de 2010

Rapazes do Chão da Parada

Várias vezes sou abordado por companheiros da escola, que acompanham o Blog com regularidade, e me perguntam quem é o J.L.Reboleira Alexandre que é bastante interventivo aqui no nosso espaço na Net.
Lá vou explicando o melhor que sei, que nos tempos de Escola vivia no Chão da Parada, foi para o Canadá,…blá, blá ….
Ora bem, para quem não se recorda, aqui está uma foto com uma rapaziada do Chão da Parada, que confesso, só reconheço o amigo Reboleira, precisamente ao centro da imagem.
Esta foto foi enviada pelo seu conterrâneo, José Santana Marques.
Ficamos à espera que o Reboleira nos dê conta de quem são estes jovens que posaram para o objectiva, juntamente com os seus “Ferraris”.

Comentários:

É um facto que fotos minhas no blog são poucas. Lembro-me de apenas duas relativas às Secçôes Comerciais. E depois eu era mais do tipo «Low profile». Devo dizer que 30 anos a vender sonhos, viagens, mudam uma pessoa. LOL. Mas parece que estou «na mesma» pois na festa de 2008 o colega Santiago de Freitas (aparece rapaz), pelo menos assim mo disse, tendo-me reconhecido após 40 anos. A situação inversa não se verificou. Isto tem no entanto mais a ver com a memória do que fisionomias. Ele é que está na mesma.

Mas vamos ao que interessa. Quem aparece na foto. Como os Reboleiras abundam lá na terra, estão presentes mais dois com este apelido.

Da esquerda, temos o Sr. Eng. (esta do Sr... é para o provocar, a ver se ele aparece)César Reboleira, das obras da Câmara aí da cidade. A seguir o ex guarda-redes da equipa de futebol da aldeia, o Toino Filipe. Depois o outro Reboleira, o Zé Manuel, também ex-Bordalo, no meio eu, depois o Joaquim Anisio, longos anos funcionário da ROL, internauta activo, depois mais dois ex-Bordalos o Fernando Marques e o Cesário de Barros.

Como a minha companheira, a tal que me atura há trinta anos, desde uma tarde de Agosto em Salir, vem muitas vezes à «baila» nos meus comentários, nada mais justo que juntar uma foto do casalinho numa recente viagem de carro de 2600 Kms, que é quanto nos separa de Montreal, para o Sol de Miami. Realmente estou mesmo na mesma. Pode ver-se claramente visto pelas duas fotos.
J.L.Reboleira Alexandre..........18-01-2010

Amigos
Se alguns de vós conhecerem o meu grande amigo e ex-colega da Frami, Joaquim Adelino Contente, oriundo do Chão da Parada, transmitam-lhe o meu apreço pelo seu alto profissionalismo na industria de Confeitaria e um grande abraço do Antonio Nobre- provávelmente já nem se lembrará de mim-

António Nobre.........18-01-2010

Engraçado...
Não tem nada a ver com o assunto que de que se está a falar, mas apenas por curiosidade o relato...:
Como alguns de vocês sabem, em Óbidos havia ainda no "nosso tempo"
uma Ganadaria da Casa Gama...
Todos calculam como os toiros são perigosos e trago aqui este assunto apenas para relatar que na terriola onde nasci (Arelho do Concelho de Óbidos) vive ainda um individuo de nome José Alexandre Contente, cujo pai era maioral da Ganadaria Gama e morreu há muitos anos vítima da bravura de um toiro...
Certamente seria talvez da familia do colega Contente referido pelo Nobre...porque o falecido maioral era segundo creio. do Chão da Parada...

Desculpem trazer aqui um assunto que nada tem a ver com a Escola...mas que curiosamente acredito tenha a ver com o Contente...e quem sabe até...com o Reboleira Alexandre...
Um abraço

Maximino.......18-01-2010

Uma ajuda aos camaradas bordalos, António Nobre e Maximino. O Joaquim Adelino Contente, que mora à entrada do Chão da Parada lado esq. antes do cruzamento para a Mouraria, é primo drt. do José Alexandre Contente. Este, embora seja Alexandre, penso não ser da família do Reboleira Alexandre, só se há ligação em gerações mais antigas. Há essa probabilidade.

Santana Marques........18-01-2010

Então...acertei numa de duas probabilidades...
Obrigado e um abraço ao amigo Santana

Maximino........19-01-2010

Pensava perguntar hoje à noite ao meu pai, que da sabedoria dos seus 89 anos, deve lembrar-se (memória antiga óptima) da existência desse hipotético familiar. O Santana (espero que essa anca esteja como há 40 anos....) já respondeu em parte, e eu agradeço-lhe.

Mais um àparte. Como os Gamas também tinham uma propriedade na nossa aldeia, na zona do Talvai (cultura intensiva de arroz)os empregados tinham bastante mobilidade. É que a CGTP do tempo era muito, mas mesmo muito fraquinha, e os Gamas eram o maior empregador na nossa pobre aldeia dos anos 30 e 40. Tempos duros dos quais ouço histórias de arrepiar!

A nossa única (dos nossos pais) saída era o mar. O meu e o do Santana como muitos outros abalaram.

J.L.Alexandre Reboleira........19-01-2010


É verdade sim, os Gamas eram proprietários da Quinta do Talvai, para onde ia às vezes o gado bravo em transumancia, se não me engano no período das cheias...
Recordo-me ainda de quando miudo, ver passar a manada devidamente enquadrada pelos maiorais...espreitando claro está, da parte de dentro da porta pelo postigo entreaberto...e já agora confesso...com algum medo á mistura...!
Sim era duro esse tempo e para além do pessoal da zona do Chão da Parada também muita gente da minha aldeia e das aldeias limitrofes trabalhava para a Casa Gama e como se calcula...com salários mesmo muito baixos...!!!

Mas mesmo assim, para as necessidades da cultura do arroz com as respectivas mondas e as mondas similares nos campos de trigo da Varzea da Rainha, vinham dezenas de trabalhadores de ambos os sexos, da região de Pombal, que eram alcunhados por aqui de "bimbos"...
Era gente muito simples de que alguns poucos acabaram por ficar na região Oeste...
Uma moçoila desses "ranchos" de mulheres, acabou casada com um primo meu em 2º grau também trabalhador da Casa Gama (com quem eu habitualmente via as tentas...para quem não sabe era a escolha dos novilhos para mostrarem a sua bravura, que mais tarde os levaria às Praças de Toiros ...)e que não sabia ler nem escrever...
E era o Maximino miudo dos seus 8/9 anos que "lhe namorava" a cachopa escrevendo e lendo também a correspondencia recebida...
Claro que os mais velhos me presionavam depois para contar o que ele dizia e as respostas que recebia (cuscas...)mas a boca do gaiato jamais se abriu para contar fosse o que fosse...!!!

Pronto...e mais uma historieta que nos obriga pelo menos...a remexer o bau das recordações...!!!

Um abraço do

Maximino.......19-01-2010

A Ida ao Santo Antão

A primeira e única vez que fui ao Sto. Antão a Óbidos foi em 1962. Hoje, 17 de Janeiro de 2010, passados que foram 48 anos voltei a subir até à Capela. Da estrada, olhei para aquela rampa e disse para os meus botões... serás capaz? Tenho de ser, homem é homem, bicho é bicho... e coloquei-me ao caminho. A rampa já não é tão grande como era pois, não sei quando, construíram mais degraus. Após 3 ou 4 paragens, sentado nos bancos de pedra que estão estratégicamente colocados para recuperar fôlego lá cheguei ao cimo, tirei a espada da cinta, ergui-a acima da cabeça preparado para o grito de conquista mas... fiquei triste pois esqueci-me do Padrão que sempre deve acompanhar o descobridor de novos Mundos. Se algum de vocês lá foi, hoje claro, não os vi, ou se vi, já não vos conheço e vice-versa.

Alfredo Justiça

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Hoje escrevo eu: Alfredo Justiça

Enfim.
Na presunção de que escrevo alguma coisa de jeito… ou será… de jeito nenhum? e esta “coisa”, no que toca a presunção faz-me lembrar o ditado “presunção toma a que quer” e há falta de outras opiniões lá vou presumindo que o que escrevo vai… pelo menos divertindo alguém. Alguém que seja simples como eu, sem ser simplório claro está, que isto de simplório tem mais que se lhe diga e é mais ofensivo.
Ás vezes, quando alguém tenta enfiar-me uma carapuça, dou comigo a pensar… será que tenho um letreiro na testa a dizer “simplório”… não, não tenho senão eu dava por isso… tenho é cara de labrego, daqueles saloios, que não existem só nas “berças” mas em todo o lado e ainda bem pois é deles “o Reino dos Céus”, dos simples claro!
Mas vem isto tudo a propósito de quê? Ah, pois. A propósito de que é indispensável - ainda bem que esta nova, bem bem, semi-nova - tecnologia vai corrigindo as calinadas ortográficas, mas dizia eu… é indispensável que os meus amigos e amigas vão escrevendo alguma coisa para o blog.
Não sabem o quê? bom, eu também não, mas acreditem que faz bem ao nosso eu e – lá vamos voltar ao presumo – que também a vocemecês (esta foi de propósito) passem um bocadinho mais entretidos a consultarem o blog em vez de estarem, esta é para os reformados ou como agora se diz para os aposentados, a verem filmes menos próprios para crianças, tais como, as Sessões do Parlamento ou do Quadro Parlamentar da Assembleia da Republica. Qualquer dia teremos de ouvi-los com uma “bolinha” no canto superior do plasma. Mas por enquanto vão só nos cornos e nos palhaços.
Bom, se eles se lembram de tornar publicas as escutas telefónicas, como o outro queria, e a sem vergonha do palavreado que usam entre eles… porreiro pá… aí é que vamos ter vergonha de termos tais filhos na Nação.
Não me apetece escrever mais. Adeus.
A. Justiça

Comentário:

Finalmente o nosso amigo Justiça, foi lá cima ao alto do Facho (está cada vez mais baixo...como nós com os anos) e com a inspiração no zénite, por efeito do bater das alterosas vagas numa tarde brumosa de Janeiro, mandou-nos este post para nos provocar a todos. Como quem diz, vamos lá a escrever pessoal !

Vou apenas pegar numa das suas divagações sobre reformados ou aposentados, como ele diz que se diz agora. É que por estas latitudes cada vez mais, se fala em trabalhar até quanto mais tarde melhor. Tudo bem se se trata de esforço intelectual (parece que faz bem aos neurónios), mas se esse mesmo trabalho exigir esforço físico, qualquer dia teremos o pessoal a trabalhar de bengala. Vem todo este arrazoado a propósito dos «famosos» aposentados que o Justiça menciona.

No último Verão estava a minha companheira dos últimos 30 anos lá na aldeia à espera que passasse a procissão (por aqui só se fôr a do Senhor Santo Cristo, do pessoal vindo de Rabo de Peixe, simpática vila de S. Miguel) quando se dirige a ela um velho companheiro de lutas de outros tempos, de respeitável barba e muitos cabelos brancos apesar de bem mais jovem do que eu. Este eu, que ainda, e até quando não sei !, tem de vir para a «oficina», como dizem os latinos (aqui igual a Sul Americano, mas não brasileiro) seis dias por semana (não, não estou só a trabalhar, por vezes venho aos nossos blogs), pois como ia dizendo, inicia-se a conversa, sobre os netos, o trabalho de cada um, etc, etc.

Após algumas frases de circunstância o nosso amigo lá explica cheio de orgulho que estava na aposentação. Agora tenho de explicar que a minha companheira saiu daí aos 9 anos e apesar de voltar muitas, muitas vezes, não dispõe do nosso vocabulário na lingua de Camões. Mas inteligente que é, não se deu por achada e disse que isso de aposentação era muito bom e ia falar-me sobre essa possibilidade para nós aqui em Montreal.

Chegada cá, de imediato me perguntou que raio de profissão era essa da qual nunca tinha ouvido falar. Logo lhe disse que aqui não existia, e que infelizmente nunca poderiamos escrever no nosso CV, que éramos, ou fôramos, aposentados. Como ela continuava a não perceber, disse-lhe que ele estava reformado! O quê, já, mas ele é tão novo. Pois é, disse eu.

Da próxima vez que alguém lhe diga que está aposentado, ela responderá que isso são luxos apenas para alguns. Para terminar uma máxima en francês: travailler c'est la santé, rien faire, la conserver!

J.L.Reboleira Alexandre......15-01-2010


A mensagem do Alfredo Justiça (com presunção e sem água benta) parece que passou. O Zé Luís tomou a que quis, identificou um tema de conversa electrónica e contou-nos uma história exemplar. Com toda a simplicidade não simplória de quem partilha uma história de vida vivida.

Tanto um como outro recorreram à sabedoria popular (a portuguesa e francesa) para ilustrarem o seu pensamento. Apeteceu-me, também, meter uma colherada provocatória e registar uma dessas máximas criadas ao sabor da imaginação colectiva e confirmada de geração para geração. Pedi-a emprestada ao património cultural brasileiro. Reza assim: «o trabalho é do maribondo que quer fazer a casa no cu do boi».

Dispenso-me de tecer juízos de valor sobre as lições do texto. Ou de acrescentar outros provérbios elucidativos. O Orlando é que é o especialista encartado. Adiantarei, mesmo assim, que a aposentação adiantada não é para quem quer, mas sim para quem pode. Pessoalmente, cá ficarei à espera dos 65 regulamentares para a reforma ou dos 70 para a jubilação. Na altura decidirei

NB. Amigo Zé Ventura, aqui está um bom tema de debate a propor aos bordalianos reformados. Expliquem-nos como é essa vida de não cumprir horários e de ter todo o tempo do mundo para navegar nas ondas virtuais das novas tecnologias feitas blogs. Nós cá ficamos atentos para aprender e para comentar, «se a tanto» nos «ajudar o engenho e a arte». O épico que me perdoe o abuso.

Artur R.Gonçalves.........16-01-2010


Então eu posso já dar uma ajudinha nessa explicação...:
Aposentado há cerca de 13 anos (se vou dizer que me fartei de trabalhar, poucos vão acreditar...é um azar a má fama que todos os funcionários públicos têm e de que só alguns conseguem ou conseguiram proveito...!!!).
Mas depois de aposentado nunca fiquei encostado às box's, primeiro porque de há muito me dediquei à defesa do Ambiente tendo como joia a defender a nossa Lagoa de Óbidos...e de outras actividades (a minha mulher dizia a propósito desta minha apetencia para entrar em quase tudo...: ó homem, tu tens uma pontaria...que só te metes em coisas onde gastas dinheiro...!!!)e depois porque abracei quase de tempo inteiro, após a morte de minha mulher, uma actividade ao serviço dos outros como Diácono da Igreja Católica.
Daí que tenha em muitos dias uma ocupação de tempo superior ao tempo de serviço quando no activo (antes que me venham dizer que dantes não fazia nada, já tive o cuidado de dar a conveniente explicação logo no início...).
Uma coisa posso dizer aos meus amigos...: os anos vão continuando graças a Deus a passar, mas à parte a natural velhice de quem já vai fazer muito proximamente 67 anos, sinto-me util, activo qb e desejando fazer em cada ano...mais um...!
Já agora, para aqueles que estão pensando em reformar-se e para os que o fizeram mais recentemente, deixo-lhes aqui um conselho...: mantenham-se activos após o ficarem desligados do serviço...
É a melhor receita para não morrer mais cedo e nem chegarem a gozar da merecida (pelo menos eu acredito que seja merecida...)aposentação...!!

Não parem...pois parar é...

Nem digo... para não vos assustar...!!

Um abraço do

Maximino.........16-01-2010

Diz o Alfredo Justiça ser indispensável que os amigos e as amigas vão escrevendo alguma coisa para o blog, e pergunta: Não sabem o quê? E acrescenta que ele também não sabe!!!
Ora bem! Agora eu pergunto: Não há por aí umas estórias do tempo da Escola para contar? Aventuras na Mata, passeios e jogos do matas com o ringue ( não sei se é assim que se escreve) no Parque, Alcunhas de alunos e o seu porquê, namoricos sem ser necessário dizer nomes, peripécias de viagens de finalistas; etc. etc. etc....
Ou será que as memórias são assim tão curtas e apenas restam fotografias?
O Rebolira Alexandre que já por várias vezes nos tem dado o seu contributo, agora aparece com uma bem humorada estória sobre a sua companheira e os "aposentados". Pena é que eu não saiba francês, mas de vez em quando o tradutor do Google dá uma ajuda.
Amigos! Vamos em frente para ver se o Zé Ventura não desanima.
Não é preciso ser intelectual ou saber escrever bem, o importante é trazer para aqui uma estória tal como ela foi vivida na respectiva época!
Um abraço para todos.

Fernando Santos.........16-01-2010


O Zé é demasiado modesto, mas eu não posso deixar de dizer que me agradou bastante as referencias positivas que li na Gazeta das Caldas ao Blog do Ze Ventura "Águas Mornas"... e faço referencia so "blog dele", porque este...embora seja ele a mantê-lo..."é nosso"...!!!

Obrigado Ze pelo teu esforço, dedicação e saber...!!!

Um abraço do Maximino . ..........17-01-2010

As meninas
É impressão minha ou as nossas colegas não têm escrito ultimamente? Quando começaram os contos das traquinices da juventude ausentaram-se do Blog! Então? Não há nada para contar? Provocaçõezinhas aos colegas meninos! Não houve? Partidinhas a professores e colegas! Não houve? Podem contar… muitos anos já passaram e recordo que algumas eram bem atrevidotas, ou melhor, alegres e desinibidas. Levantem a tampa do baú e… cá para fora as “bobagens” joviais de então - tenho de mudar de dicionário, este ainda não sabe que houve um acordo e risca a palavra “bobagens”. Não era eu que… metia a mão no bolso da bata do “Seringa”.
Não se ofendam… só estou a pretender provocar-vos e levá-las a tomarem parte neste “confessionário” de - como alguém já escreveu – “Crónica dos Bons Malandros”.
Ora bem, enquanto não se resolvem, mas resolvam-se, hem… estamos ansiosos por saber que a escola não era só “lavores femininos” e “cálculos comerciais”… vou lembrá-los de um qualquer ano em que as aulas de sábado eram preenchidas com quatro horas seguidas de oficinas.
Pois foi! Nesse ano quem fez o horário… a minha bênção… resolveu preencher as manhãs de sábado com 4 horas seguidas de aulas oficinais e, quem faltasse apenas “apanhava” uma falta. Nas primeiras semanas, Outono e Inverno, tudo bem, o pior, será melhor? foi quando o Sol e o relativo calor da Primavera começou a aparecer. Aí então as aulas de oficinas de sábado foram substituídas por longas caminhadas, a pé, até á Foz do Arelho e sua bela e calma praia e com regresso, a pé claro, a tempo de apanhar a automotora das 13h00m, mais minuto menos minuto, para que os nossos progenitores não dessem pela marosca.
Sendo assim as coisas corriam “ás mil maravilhas” e a nossa tomada de conhecimentos estava a ser alargada a outros temas, que não só os curriculares – vollei de praia, futebol descalço na areia, etc. etc. – o que convenhamos era instrutivo e cimentava com muito mais solidez o espírito de camaradagem e, melhor ainda, o sentido de solidariedade pois ninguém “tugia nem mugia” o segredo.
Com o passar das semanas alguém… quem teria sido o malvado? descobriu a esperteza e resolveu que as faltas à aula de 4 horas de sábado passaria a contar como sendo dupla falta e… “com esta esperteza saloia”… acabou com as ausências á aula e aglutinou-nos a aprendizagem de novos “modus vivendi”… que tão bem nos ficava e assentava… há sempre alguém, algures ou em nenhures, a tentar estragar a vidinha dos outros… malandros! Se fosse nos dias de hoje não teria dúvidas em afirmar que teria sido um qualquer jornalista com acesso a escutas telefónicas… mas naquele tempo!!!
Um abraço

A. Justiça..........11-02-2010

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Um Domingo no parque

Esta foto do Quaresma leva-nos até ao parque onde os meninos e as meninas foram fazer o seu passeio dominical.
Captados pela objectiva do fotógrafo, temos; o Quaresma, a Lurdes Peça, o Jaime Ferreira, o Mizá, a Maria José e o Vitor Peça devidamente engravatado como se fosse “pagar a décima”.
Em baixo a Elisabete Fortunato.

Enquanto escrevia esta legenda, olhava para a foto e comparava os intervenientes como os conhecemos hoje
…como podem observar, estão na mesma.
...bem… com mais quarenta anos em cima.
Mas estão muito bem Comentários:

Eu diria que as meninas até estão melhores. Agora eles... francamente...

Alfredo Justiça......13-01-2010

Dizer que estão todos na mesma é um eufemismo piedoso. Digamos que estão reconhecíveis e com todo o «charme» dos 50.

Artur R.Gonçalves......13-01-2010

Que carinhas tão ingénuas!Como é bom recordar estes passeios de Domingo!Gostava de ter esta foto. Acho que nessa altura tinha um "fraquinho" pelo Jaime,aliás,como todas as miúdas da escola, porque ele era um "borracho". És simpático quando dizes que estamos muito bem mesmo com mais quarenta. Mesmo que não seja verdade, ficamos vaidosas e ELES também de certeza.
Um abraço!

MIZÁ......13-01-2010


Eu também diria que todo o grupo está muito bom para as nossas idades, acho que se me cruzar com qualquer deles hoje só teria alguma dificuldade em conhecer o Jaime ou Quaresma e a Maria José mas só porque tive menos convivio com eles,fora isso todos eles estão na realidade com boa aparência e charmosos como diz o amigo Artur Gonçalves.
Não se dá por terem grandes panças os rapazes e as meninas continuam com as suas carinhas larocas e bonitas, como eu me recordo delas no tempo de escola.Um abraço para os rapazes e um beijinho para as meninas gostei de os ver a todos

Antonio Abilio.......14-01-2010

Olá a todos! Bom Ano recheado de coisas boas e fofinhas! Depois de uma virose que afectou o meu "companheiro" electrónico, de que já está recuperado, cá estou eu a dar o meu ar de graça...
Que linda foto esta, nem me reconhecia, só disse para mim "eu tive uns sapatos iguais àqueles" e só depois de ler o comentário é que vi que era eu! Ai a idade que não perdoa! Esta foto foi tirada em 1967, pois tenho a continuação deste dia registado. Era muito engraçado o Quaresma armado em galã perante as meninas, o Jaime para mim era um maninho emprestado pois éramos vizinhos, a Mizá aquela amiga muito certinha igualzinha à franja dela, tudo no sítio... a Zé era muito parecida comigo na maneira de ser e andava com troca de olhares com o meu irmão a Beta sempre foi a mais caladinha do grupo. É bom recordar este tempo e como não tinha esta foto no meu álbum, foi fácil com esta nova tecnologia de "copiar" e "colar" e já a tenho ao pé das outras, obrigada Quaresma e Zé Ventura. Um obrigada também pelas simpáticas palavras do Justiça e porque não... fez justiça sim senhor! Deixemo-nos de modéstias. O Artur que tive o prazer de conhecer mais a sua esposa, no tal encontro marcado aqui no blogue, também foi muito cavalheiro bem como o Abílio que já andamos a trocar fotos de família e novidades familiares. Bem hajam a todos!
O Zé Ventura foi muito generoso com as meninas e os meninos ao colocar só as fotos de meio corpo e escondendo as tais "panças" que o Abílio fala, só tu para te lembrares disto. Beijinhos a todos e continuem a escrever e dar trabalho ao Zé.

Lurdes Peça..........18-01-2010

domingo, 10 de janeiro de 2010

As nossas artistas: Aida Sousa Dias

No mês passado dei conta de uma exposição da Esmeralda Duarte, hoje trago para o Blog o grupo escultórico ‘Linda a Pastora’, da autoria da escultora Aida Sousa Dias, uma colega que não falha aos nossos Encontros.
Pois bem a “nossa menina” é a autora deste conjunto escultórico inaugurado numa rotunda de Linda-A-Pastora, que é composto por uma pastora acompanhada de ovelhas e de um carneiro, dispersos em seu redor. A pastora é em betão revestido a pedra e os animais são esculpidos em pedra maciça com os pés em bronze.

Para a integração deste conjunto foi realizada uma modelação do terreno, onde a pastora assume uma posição de destaque, encontrando-se numa posição mais elevada e sobre um “monte rochoso”. Para a criação desta obra, a escultora inspirou-se na


Lenda do Romanceiro de Almeida Garrett.

– Linda pastorinha, que fazeis aqui?
– Procuro o meu gado que por aí perdi.
– Tão gentil senhora a guardar o gado!
– Senhor, já nascemos para esse fado.
– Por estas montanhas em tão grande p’rigo!
Diga me, ó menina, se quer vir comigo.
– Um senhor tão guapo dar tão mau conselho
Querer que se perca o gado alheio!
– Não tenha esse medo que o gado se perca
Por aqui passarmos uma hora de sesta.
– Tal razão como essa eu não na ouvirei:
Já dirão meus amos que de mais tardei,
– Diga–lhe, menina, que se demorou
Co’esta nuvem de água que tudo molhou.
– Falarei verdade, que mentir não sei:
À volta do gado eu me descuidei.
– Pastorinha, escute, que oiço balar gado...
– Serão as ovelhas que me têm faltado.
– Eu lhas vou buscar já muito depressa,
Mas que me espedace por essa chaneca.
– Ai como vai grave de meias de seda!
Olhe não as rompa por essa resteva.
– Meias e sapatos, tudo romperei
Só por lhe dar gosto, minha alma, meu bem.
– Ei–lo aqui vem; é todo o meu gado.
– Meu destino foi ser vosso criado.
– Senhor, vá–se embora, não me dê mais pena,
– Que há–de vir meu amo trazer–me a merenda.
– Se vier seu amo, venha muito embora;
Diremos, menina, que cheguei agora.
– Senhor, vá–se, vá–se, não me dê tormento:
Já não quero vê–lo nem por pensamento.
– Pois adeus, ingrata da Linda–a–Pastora!
Fica–te, eu me vou pela serra fora.
– Venha cá, Senhor, torne atrás correndo...
Que o amor é cego, já me está rendendo.
Sentaram–se à sombra... tudo estava ardendo...
Quando elas não querem, então ‘stão querendo.

Linda a Pastora, in Romanceiro de Almeida Garrett

Comentários:

Quantas (os) artistas da nossa escola andarão por aí perdidos do rebanho, de que todos fazemos parte. Um muito obrigado à Aida Dias por partilhar connosco esta obra do Almeida Gerret (e o seu trabalho escultório, claro) que não conhecia.O carneiro da obra (seria ele o tal senhor «guapo» ?) com tantas ovelhas à volta, claro que só poderia perder a cabeça.
Venham mais posts como este

J.L.Reboleira Alexandre..........10-01-2010

Muitos parabéns á colega...!!!

Maximino .........11-01-2010


Uma associação bem arquitectada entre a arte de contar histórias com palavras e com imagens.

Artur R. Gonçalves........12-01-2010

Parabéns Aida! Nunca duvidei das tuas capacidades de utilização de material pesado, pois se bem me lembro andávamos as duas nas aulas do professor escultor Eduardo Loureiro, quando ele nos propôs um trabalho para concurso de uns rebuçados, salvo erro, de nome "Sol vida" e a tarefa era desenhar o papel de embrulhar os ditos. Foi a nível nacional e quando começámos a desenhar as primeiras linhas do nosso esboço tu viras-te para mim e dizes "é pá, isto é muito fraquinho e levezinho,o que achas?" Lá fizemos o esboço que foi aprovado pelo professor e enviámos a concurso, ganhando o 1º prémio. Resultado: andámos a comer rebuçados durante muito tempo e a distribuí-los pela turma toda. Já te contei este episódio num encontro, lembras-te Aida? Beijinhos para ti e para a Cecília.

Lurdes Peça ........19-01-2010

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Hoje escrevo eu: Fernando Santos

Tenho acompanhado o blog da Escola e constato que o meu amigo Zé Ventura tem toda a razão! O blog não pode nem deve continuar só com a publicação de fotografias. Há que fazer mais alguma coisa! E parece-me que alguns comentadores estão dispostos a colaborar. Eu, que não fui aluno da Escola mas sinto uma grande ligação às Caldas, estou disposto a dar algo mais do que fotografias, até porque não as tenho. Como tal, retirei do meu caderno de memórias o texto anexo. Não contém nomes, porque se foram perdendo com o passar dos anos, mas a estória é verídica.
Tal como muitos do meu tempo, e embora contra a vontade do meu pai, também fui da Mocidade Portuguesa.
Se entender que o texto tem cabimento no espírito do blog, pode publicar.

Um abraço do Fernando Santos.
1945
ACAMPAMENTO DA MOCIDADE PORTUGUESA NO CASTELO DE
ÓBIDOS


Em 1945 andava eu na Escola Industrial do Marquês de Pombal ( a velha Marquês) em Alcântara, quando pelas férias da Páscoa, a Mocidade Portuguesa organizou um acampamento no Castelo de Óbidos, onde participaram filiados de várias escolas de Lisboa. A concentração deu-se na Estação do Rossio, e à hora marcada lá estavam os "piolhos verdes" devidamente equipados. Calção de caqui, camisa verde, bivaque na cabeça e mochila às costas.
A partida estava marcada para o comboio das quatro da tarde, porém, como não havia lugar para tanta gente, tivemos de esperar por outro que só partiria por volta das seis.
Ora com duas horas de atraso, certamente o programa já não iria correr conforme o previsto, e alguma coisa iria falhar. Assim, chegámos à estação de Óbidos cerca da nove da noite. A vila, que eu ainda não conhecia, ficava longe, no alto dum monte sobranceiro à Estação. Para lá chegar, tivemos de subir uma enorme ladeira que nos deixou estafados. O material de apoio já estava todo instalado pela organização num terreno do lado norte do Castelo, mas dentro das muralhas, onde nós desajeitadamente e muito à pressa montámos as nossas tendas. Só faltava jantar e dormir. Todavia, não me recordo a razão, sei que não houve comida para ninguém. Todos estávamos esfomeados, e o que nos valeu, foram as sandes que alguns de nós tinham levado.
Durante a noite levantou-se um enorme temporal de chuva e vento que aos poucos foi derrubando todas as tendas. Com a pouca luz que tínhamos ainda tentávamos por várias vezes prender as estacas, mas com o terreno encharcado estas não se agarravam ao chão. A partir daí já ninguém conseguiu dormir, e pela manhã com o pessoal todo molhado, o cozinheiro, também debaixo de chuva ainda nos conseguiu arranjar um ligeiro pequeno almoço.

Como o temporal não abrandava tivemos que deixar o acampamento e fomos encaminhados para uma velha igreja em ruínas que ainda tinha cobertura. ( Soube mais tarde que era a igreja de São Tiago hoje já restaurada). Depois trouxeram-nos para almoço uma ligeira refeição, e como esta igreja não tinha condições de segurança, ao fim do dia mandaram-nos para a igreja de Santa Maria onde instalámos as nossas camas feitas com palha de fardo, e ao jantar houve comida com fartura para todos.
Devido ao mau tempo as actividades que estavam programadas não se efectuaram, mas ainda houve um dia que fizemos uma marcha a pé às Caldas da Rainha com a promessa dum passeio de camioneta à Foz do Arelho. Porém, tal não aconteceu devido à falta de organização dos nossos dirigentes que não conseguiram alugar a horas o meio de transporte prometido.
Voltámos de novo a pé para Óbidos, e nos restantes dias conforme o tempo permitia vagueámos pelas ruas da Vila procurando aventuras. Demos a volta completa pelo cimo da muralha, e do lado de fora, na encosta que dá para a estação, descobrimos uma capela em ruínas sem telhado onde se encontravam diversas sepulturas abertas, e restos de ossos humanos dispersos por todo o lado.
Escusado será dizer que perante a macabra descoberta, alguns de nós inconscientemente, pegámos em tíbias e caveiras, escondemo-nos por detrás dos montes de entulho e fomos pregando umas valentes partidas àqueles que chegavam mais atrasados. Ao quarto dia terminou o acampamento e regressámos a Lisboa.
Quando saí na Estação do Rossio estava de novo a chover, mas não tive outro remédio senão ir a pé, debaixo de água até à estação do Cais do Sodré apanhar o comboio que me levaria a Caxias, localidade onde nessa época eu morava.
A minha figura devia ser um tanto ou quanto ridícula, pois no caminho ouvi comentários que não me agradaram.
Como já referi, ia vestido com a farda da Mocidade, mochila ás costas, e pendurada nesta, uma picareta de razoável tamanho que fazia parte do equipamento. Em dada altura reparei que atrás de mim vinham umas pessoas a comentar: Coitado do miúdo! Com um tempo destes e a fazer campismo!
Tinham razão!
Eles bem agasalhados, chapéu de chuva na mão, e eu naquela figura todo encharcado!
Senti-me envergonhado, humilhado e ridicularizado.

Olhão, 22 de Dezembro de 2009

Fernando Santos.

Comentários:

Já me expressei mais de uma vez a minha opinião sobre a MP, pelo que me dispenso de voltar a fazê-lo. Seria uma repetição desnecessária. Gostava, todavia, de saudar o Fernando Santos (que vou começando a conhecer por este meio cibernético que a modernidade pôs à disposição de todos) pela iniciativa de revitalizar o Blog da Escola que até nem foi a sua. O ano novo, de facto, começou bem. Assim se lhe sigam outros exemplos semelhantes.

Artur R.Gonçalves.......08-01-2010

Amigo Fernando Santos
(Que eu julgo não conhecer)

Realmente o Amigo tem toda a razão. O Colega Zé Ventura, merece muito mais apoio no seu trabalho e dedicação por todos nós.


1947 ACAMPAMENTO DA MOCIDADE PORTUGUESA NO CASTELO DE ÓBIDOS

Precisamente dois anos mais tarde, participei também num fim de semana, num acampamento da Mocidade Portuguesa. E, caros amigos, naquele tempo, com a nossa inocência e ignorância, usar a farda e participar nas actividades da Mocidade Portuguesa era excepcional.
Não tenho vergonha de dizer que, quando pela primeira vez vesti a farda da M.P., me senti um General de 5 estrelas, em ponto pequeno bem entendido.
Quanto ao acampamento no Castelo de Óbidos com que comecei o meu texto, foi evidentemente uma paródia. Dormir naquela noite julgo que ninguém conseguiu. E no que respeita à alimentação, como o cozinheiro ficou de férias, aquelas "sandocas" bem duras, até souberam a pão de ló de Alfeizerão fresquinho. O transporte....´Caldas-Óbidos-Caldas, está-se mesmo a ver... foi evidentemente à "la pata".

Bons tempos que recordo com saudade.

Mário Reis Capinha .....08-01-2010

Eu tenho reparado que este tema da M.P. se torna de algum modo sensível para certos comentadores deste blog ou será impressão minha? Os amigos Fernando Santos e Mário R. Capinha têm estórias relacionadas com os acampamentos da M.P. É curioso que sendo eu nascido em 1950 obviamente mais novo que eles, também me lembro de um acampamento da M.P. em Óbidos e tal com o grupo do amigo Fernando nós também tivemos chuva e mau tempo. Talvez que este meu comentário sirva para alguns dos colegas daquele tempo se entusiasmarem e se lembrem melhore do que eu para dar o seu contributo, também a comentar esta aventura que foi no ano de ano 1961 (ou seria 62). Lembro-me que nos juntámos na escola velha e partimos para Óbidos , à pata, sob do comando do Mestre Mateus. Quando lá chegamos começámos a armar as tendas e ainda não tínhamos acabado de o fazer começou a chover com alguma intensidade, entretanto também se fez noite e a malta ficou toda molhada, tenho uma vaga ideia que a chuva era tanta que voltámos para casa na mesma noite, mas penso que foi de comboio, não me tenho a certeza, por isso faço o desafio para alguém do meu tempo que me avive a memória e ao mesmo tempo fazer a correcção necessária do ano e do regresso a casa de certeza que o Batista, jaime Neves, o Luis "Pingas", Edgar ou outro que se lembra desta passagem que foi antes do acampamento de Aljubarrota, do qual já vi fotos neste blog.

Antonio Abilio.......09-01-2010

Também eu me lembro do acampamento de 1947. Andava na 3ªclasse. O meu grupo não foi acampar, foi só no próprio dia de manhã. A pé claro.O único detalhe que me lembro foi a fome que passei. Só a meio da tarde a minha irmã, que tinha começado naquele ano a dar aulas (felizmente para mim à 4ªclasse na Praça do peixe) me arranjou um pão com manteiga e uma laranja. Foi a única vez que fui a um acampamento.

Anónimo........10-01-2010

Pelo que me é dado observar nos comentários já enviados, a fome, a chuva e o andar a "la pata" foram comuns nos acampamentos da MP em Óbidos!

Olá Mário Reis Capinha! O meu amigo esteve lá em 1947, deve ter poucos anos menos que eu, e talvez até nos tivéssemos conhecido, por isso veja se anima o blog com mais umas estórias do seu tempo de Escola. Olhe que eu tenho por cá mais algumas, mas há que dar a vez a outros!

Um abraço para todos

P.S. Olá comentarista anónimo! Pode saber-se a razão porque não se identifica? É sempre agradável saber quem são as pessoas que falam connosco mesmo para uma crítica,(que não foi ocaso).Apareça e conte alguma estória que será sempre bem recebido!

Fernando Santos .....Olhão, 11-01-2010

O meu registo ficou anónimo porque me esqueci de assinar. O meu nome é João Martins. Não andei na Escola. Andei no Ramalho Ortigao. Mas não deixo de acompanhar os dois blogues com alguma regularidade.Sou um "caldense degenerado" visto que raramente vou à minha terra. cumprimentos a todos.

João Martins.......11-01-2009

Boa noite, Sr.Fernando,como vê cá estou eu a dar a minha opinião. Gostei de ler o seu comentário e não me lembro de ter feito qualquer acampamento da M.P., mas lembro-me e muito bem do dia 13/05/1965, em Fátima, quando o Papa Paulo VI doou e abençoou a "Rosa de Ouro" à Basílica de Fátima. Dia terrívelmente quente, abrasador mesmo, e nós todas fardadas, com aquelas saias de fazenda quentíssimas, mas impecavelmente em sentido. De vez em quando lá caía uma pessoa ao nosso lado, não aguentando mais o calor e a sede, só víamos rapazes da Cruz Vermelha a socorrer e dando cantis de água a beber. Como vêem não era só de vento, chuva e frio que nos lembramos mas também se passava e muito com o calor!
Lembrei-me desta, agora!
Durmam bem e com anjinhos.

Lurdes Peça.........19-01-2010

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

No portão da Escola

A foto que hoje se publica tem a particularidade de ter sido obtida no portão da Escola, o que é uma raridade nas cerca de 1400 fotografias que tenho digitalizadas.
Os “meninos” do 1º C do Comércio de 1959, estão perfeitamente identificados no mail que o Noronha Leal enviou.

Com votos de um Feliz 2010, aqui estou a enviar uma foto tirada em 20 de Julho de 1959, em que consigo identificar, além de mim próprio (!), o “Inhas” de São Martinho, o Zé Leal Pinto, o Marcolino (de Rio Maior), o Rogério Pescada (de Fanhais) e o Parracho (de Peniche).

Estávamos, então, a terminar o 1º. Ano do Curso Geral de Comércio (seria, actualmente, o 7º. Ano); decidimos “posar” para a eternidade (?) junto ao portão do pátio da velha Escola Rafael Bordalo Pinheiro, junto à taberninha da viúva do Baltazar, poucos metros abaixo do Chafariz das 5 Bicas !

À excepção do Zé Leal Pinto, não creio ter encontrado nunca (depois de “crescido”), nenhum destes amigos. Por onde andarão?

Um abraço e redobrados Votos de Bom Ano.

Noronha

Para relembrar esta turma aqui fica a pauta da mesma (Clicar em cima para aumentar)
Comentários:

Pois era...era a minha turma e são alguns dos meus colegas...!!!

Também não os voltei a ver, a não ser o Noronha...!!!

Já tenho perguntado muitas vezes a pessoas de Peniche pelo Parracho (creio que o pai tinha um taxi...), mas nunca ninguém me soube dizer nada sobre ele..."é desconhecido"...!!!

Um abraço e continuação de Bom Ano também...!!!

E já agora um convite também ao Noronha...: no dia 17 de Janeiro teremos se Deus quiser o Santo Antão...
Não sei se alguma vez o Noronha foi ao S.Antão, na verdade ele era "demasiado certinho" para se desviar nessas andanças...!!!

Um abraço do

Maximino.........06-01-2010


É claro que não reconheço nenhum dos rapazinhos(em 59 ainda andava na primária), mas se o Noronha é o «senhor» engravatado, o 4º a contar da Esq., tenho aqui algo para descobrir. As semelhanças fisionómicas com o outro Noronha do qual vou falar são mais que muitas!

Quando entrei no Ciclo em 62 havia na minha turma um menino de Alvorninha, que era Noronha Leal,mas não era propriamente o paradigma do aluno ideal, se a memória não falha.

Poderá o aluno exemplar (segundo os mais velhos) presente na foto informar-me de uma possivel relação familiar entre os dois.

Nunca mais vi o meu velho colega de turma.

J.L.Reboleira Alexandre.......06-01-2010


Eu hoje também comento para ajudar o meu amigo J.L.Reboleira Alexandre.
O Noronha Leal, julgo não estar enganado, é o 1º do lado direito, e segundo sei foi um dos alunos mais brilhantes do seu tempo. O tal Noronha que referes julgo que deve ser António Noronha.
Como o Orlando Santos tem uma memória de elefante, e também fazia parte da turma, certamente vai dar uma ajuda.
Como não tenho a pauta do 1º Ano do ciclo, espreita lá a do 2º ano turma F, do ano de 63/64 (último ano da Escola Velha)
Um abraço
Zé Ventura

(Clicar em cima para ampliar)

Amigo Z.L. Reboleira,o Noronha Leal é o primeiro da direita, o "menino" de gravata é o Rogério Pescada, o do meio é o Marcolino que segundo me parece faleceu em França, pois quis-me parecer que há uns anos na Gazeta das Caldas eu li que ele tinha falecido. O outro Leal da foto era também aluno muito intelegente e é o segundo da esquerda "da última vez que eu o vi foi no encontro em Obidos em 2003" onde ele nos deliciou com uns lindos poemas, nos intervalos para ajudar a disgestão.
Certamente o Noronha esclarece
Bom ano para todos

Joaquim Chaves........07-01-2010


Que turma, este 2º. F!
E como eu me recordo bem de todos e os revejo na "fotografia" daquele tempo. Alguns há que nunca mais vi ou, se calhar, por eles passei sem os reconhecer.
O Noronha era, salvo erro, da Moita de Alvorninha, e usava uns óculos muitos grossos, tipo "fundo de garrafa".
O Chão da Parada era quem fornecia mais elementos: Fernando Marques, Fernando Reboleira, José Contente, José Luís Reboleira e José Reboleira Manuel.
Algumas particularidades permanecem, claríssimas, na minha memória: a gaguez do António Maria Santos; o cantar alentejano do António Barradas; a beleza, segundo as colegas, do José Luís Mota Salvador que, na linguagem de hoje, seria um "pão"; o domínio de bola do Mário Ventura e a velocidade do Manuel Espadana;a subtileza do jogador de volei que era o José Carlos Dionísio e a forma como o Victorino "bolava" "à balanceiro"; os ciúmes que o Fernando Conde provocava no Luís Monterroso, perante a preferência da "paixão" comum.
Muitos estão hoje bem instalados na vida e com grande sucesso profissional. Houve quem mudasse de nome e quem se esfumasse: que será feito do Franclim Eugénio e do Jorge Machado, que protagonizaram, julgo que no ano seguinte, um episódio numa aula do Engº. Piriquito, a que o Zé Ventura assistiu, ao qual alude muitas vezes e que me dispenso de contar, por não querer baixar o nível do blog.
É melhor parar por aqui, para não correr o risco de ser "chato". Ou já fui?

Orlando Sousa Santos......07-01-2010

Orlando, estavas inspirado. Saiu lindo o teu texto. Também eu revejo todo este pessoal e os óculos do Noronha.

Antes de terminar e porque não: notaste que dos 5 elementos do Chão da Parada, na mesma turma, 3 são Reboleira ? Para quem não sabe este apelido é exclusivo da nossa zona.

No Canadá, pela dificuldade de pronuncia deixei de o usar, salvo no meu hotmail: reboleira@hotmail.com, mas aí ainda sou Reboleira para muitos.

J.L.Reboleira Alexandre.........08-01-2010

Só para esclarecer...como sugerido pelo Chaves:

O António do Rosário Noronha é, de facto, meu primo, embora afastado.

Não conheço os alunos da outra turma, o que não admira, quando essa rapaziada entrou, eu já andava no ICL, em Lisboa. É que eu sou já muito velho !
Não somos, Maximino (ed altri...)?

"By the way", esse repto de ir ao Santo Antão este ano, não caíu em saco roto, caro Maximino. Tenho é de arranjar motorista...não vá a GNR aparecer...

Noronha...........08-01-2010

O "Inhas" referido na foto refere o Mário Manuel Félix Martins Pedro, de S. Martinho do Porto e ainda por lá anda. Foi durante muitos anos Presidente da Junta de Freguesia ao qual se seguiram mandatos na Fundação Manuel Francisco Clérigo, Clube Recreativo e provavelmente outros mais, que os anos já são muitos e a memória cada vez mais escassa. Pelo que sei está bem e recomenda-se.
Um abraço a todos e... espero, até ao dia 17 de Janeiro. Ainda havemos de alugar um comboio para recordar velhos tempos.

A.Justiça........08-01-2010


Amigo Noronha...quanto a motorista não tenhas problemas...!!!
Eu se necessário, irei levar-te a casa e podes estar descansado, porque eu só posso mesmo beber água...!!!

Mas será que estamos mesmo velhos como dizes...?

Um abraço

Maximino .............08-01-2010

Por vezes sinto-me indeciso se devo entrar ou não no blogue da Escola pois raramente lá vem alunos dos anos 50's, principios de 60 a dizer algo dos nossos anos de escola. Se bem me lembro os cursos eram de 5 anos, quem desse entrada no Ciclo em 52 iria encontrar com os do 3º, 4º ou 5ºdo curso anterior e assim sucessivamente, por isso mesmo sendo mais velho que o Noronha Leal e os da foto ainda convivi com eles e com os dos cursos antecedentes e deles guardo uma boa memória e até amizades. Como nunca frequentei a Escola Nova, não sei ao certo como era a convívência entre os alunos dos diferentes anos, diferentes cursos e até das turmas dessa mesma "nossa escola". Da Escola Velha sei que por se encontrar num recinto onde a entrada para as aulas era uma obrigação desde o Portão de ferro da Rua Diário de Notícias até à velha porta da escola onde entravamos, incluíndo director, professores e a "malta" e a "rivalidade " (no bom termo da palavra) entre turma B e a turma C, com o campo de futebol na Mata ali mesmo ao lado parece que todos nós nos conheciamos. Como já foi dito anteriormente noutros comentários por vezes "pareciamos um bando de pardais à solta ..os putos ..os putos" a irmos dar "rábia" ao (Sapo),que era o zeloso guarda da mata e nisso eram de turmas e anos diferentes onde o mais "traquina" e o mais "anjinho" se juntavam e talvez daí houvesse algo que nos unia talvez até o saudoso Pacheco dentro daquele pequeno recinto com as castanhas, os gelados, as pinhas e os chupa-chupas. Talvez o Tenente Ferreira da GNR que não conseguia "parkear" o carro no quintal da mesma polícia que ficava no recinto da Escola e por vezes nós vinhamos assistir às manobras, o que fazia o pobre homem mais nervoso e não conseguia pôr o carro na garagem, tinha que vir um guarda que à primeira lá estacionava o carro, tudo isto se passava num espaço relativamente pequeno em que todos tinhamos que conviver. Se não aparecer mais pessoal da minha época penso que vou desistir.

Chaves........08-01-2010

O amigo Chaves queria que por aqui passassem...: O Afonso da Serra d'El-Rei...o Zamor de Óbidos...o Rabaça Martins do Bomarral e outros assim ,não era...?

Mas essa malta não é malta de andar pela Net...

Estamos cá nós amigo Chaves...eu também sou desse tempo...e todos os outros que passaram pela Escola...somos todos "desse tempo"...desistir é que não...!!!

Um abraço

Maximino.......12-01-2009

É verdade amigo Maximino, de vez enquando lá aparece o Capinha, o Pimenta e a esposa Ausenda, a Luísa Pimenta e pouco mais "isto no que respeita aos anos 50's. Dos teus anos de escola, que são fins dos 50's principio dos 60's, Lobato, o Maçela, o Sanches e outros desapareçeram. V.Corado, Arlindo C.Galrão e tantos outros não aparecem. Daqueles que mencionas também não há notícias deles, mas pelo menos há uma grande chance de serem vistos no Encontro, já eu este ano não poderei estar,só no verão é que possivelmente irei aí beber uma ginginha contigo (tu bebes uma garrafinha de água "del pipe"que não é nada mau). Saudações

Chaves.........13-01-2009


Tudo de bom para ti amigo e até ao verão...!!!

Abraço

Maximino........14-01-2010

domingo, 3 de janeiro de 2010

70.000 Visitantes

2010 aí está, e curiosamente no dia 1 de Janeiro o blog registou o visitante número 70000.
Já agora aproveito para fazer um “briefing” da situação.


Blog Dados
Visitantes70000
Visitas263900
Tempo de vida1334 dias
Média de visitantes diários81,42
Média de visitas diárias238,84
Record de um só dia157 Visitantes, 382 Visitas
(11 de Maio de 2009)
Fotos publicadas709
Fotos provenientes de153 Ex-alunos
“Post” publicados555
Comentários feitos1231
Acessos com regularidade ao Blog em PortugalCerca de 210 Locais
Acessos com regularidade ao Blog no EstrangeiroCerca de 27 Países
(Acessos dos E.U.A e Canadá)Mais de 30 Locais

É com estes dados animadores que se inicia o novo ano, que como é sabido irá ter o seu ponto alto no dia 8 de Maio, (faltam só quatro meses).

Comentário:

E o Zé Ventura que me perdoe...mas estamos todos de parabéns...!!!

Um abraço Zé, por nos manteres "mais vivos" e mais unidos...!!!

Mais uma vez um Bom Ano de 2010

Maximino.......03-01-2010


Há aqui um detalhe nas estatísticas que me faz pensar: Canadá e USA representam 15% do total dos locais com acesso ao blog. Mas em termos de participantes activos não iremos além do 1 ou 2%.

Não fosse o receio das calinadas na lingua de Camôes, e muito mais estórias apareceriam.

No entanto esse receio compreende-se sabendo quanto os nossos amigos do outro lado do mar são de crítica fácil.

Mas lá dizia um conceituado linguista (russo ? como não lembro o nome, deixo isso para o meu amigo Artur G.)que, bem falar, é a gente entender-se, nada mais que isso.

Bom Ano para todos!

J.L.Reboleira Alexandre.......04-01-2010


Vá lá companheiros/as...
Não tenham receio das possíveis calinadas (agora com o acordo ortográfico...nem se notará...!!!)
Mas também pode ser um benefício...:faço parte de um Forum (de sportinguistas claro...!!!)onde entre as muitas centenas (de pessoas com bom gosto...!) temos um amigo natural de Loures, mas nos Estados Unidos desde miudo e já lá vão cerca de 50 anos...
Pois o amigo "Juve" ao principio... "era quase uma desgraça"...
Agora...??

Nós nem reparamos e todos os dias entra na conversa...!!!

Por isso...não façam cerimónia...!!!

Um abraço

Maximino.......05-01-2010

domingo, 27 de dezembro de 2009

Bom Ano

Para todos estes amigos, que já participaram na nossa grande festa de Maio, e para os outros que nunca foram, mas têm pena, UM ANO COM MUITA SAÚDE, e já agora uns cobres para os gastos.

Este painel feito de quatrocentas fotografias é um bom exercício para as noites de insónia, eu sei o nome de todos. E TU ?

O Sanches oferece uma “grade de minis” como prémio às suas perguntas, eu não sou tão modesto e se alguém souber o nome de todos ganha uma viagem à Madeira com estadia em hotel de 5 estrelas.

Comentários:

Bem...então aproveitando o desafio...

Aqui fica um outro...:

Quantos destes amigos que estão nas fotos...vão ter coragem para ir ao Santo Antão de 2010...???

É que no próximo ano o dia de Santo Antão é ao Domingo, o que não deixa de ser uma boa oportunidade para relembrar (muitos...)velhos bons tempos...!!!

Eu conto estar lá, se Deus quiser...!!!
Um abraço do

Maximino........28-12-2009

Meu Caro Zé, este trabalho está excelente. Espírito de empreendedor, continua, parabéns. Bom Ano de 2010.

José Louro.........28-12-2009


Festa do "chouriço" e chá do "Poceirão". Lá estarei. Vou tentar levar o grupo do "Central".
É importante um "ensaio" antes do almoço de Maio.

Santana.......29-12-2009


ABAIXO O 2009

VIVA O 2010

À viagem à Madeira
Sou p'ra já um concorrente.
E vou arranjar naneira
Do VENTURA ficar contente.

Para os Colegas menos novos, mais novos e assim-assim, votos de um "bué" BOM ANO

Mário Reis Capinha.......30-12-2009


Olá Mário Capinha!
estás com força pra ires ao S.Antão?
Valente.
Mas tens de ir a pé como nos velhos tempos.

Alda Capinha......02-01-2010


Excelente Trabalho sem duvida.
Não venho comentar com o intuito de ganhar as Minis nem a viagem á Madeira porque já conheço, mas sim para lançar um desfio a todos os colegas das fotos e aos outros que visitam este blog, mas têm vergonha de se mostrarem ou de comunicar com os seus antigos colegas e amigos.
Eu infelizmente ainda não tive o prazer de assistir a nenhum almoço dos antigos alunos, mas desde que frequento o blog, estou mais perto de alguns amigos que não vejo há muito tempo, e continuo sempre á espera de outros que hão-de aparecer é uma questão de tempo. Portanto o desafio está feito, espero que este novo ano traga força de vontade e curiosidade a todos os antigos colegas.
Felicidades e saúde para todos neste 2010,

Antonio Abilio........02-01-2010


Um Bom Ano para todos, é o desejo do vosso amigo

João Ramos Franco.......05-01-2010

(com o devido conhecimento do Colega e Amigo Ventura)

Estimada prima Alda

Dirijo-me assim pois julgo tratar-se da pessoa que eu penso.Fico satisfeito por finalmente aderires ao blog dos antigo alunos.
Como podes verificar isto são "conversas" de várias épocas em que ninguém se sente deslocado.
Quanto à ida ao S.Antão (que ainda fica ao pé de òbidos) agora só carro, ou vá lá, quando muito de bicicleta.
Contacta-me pelo meu email e até lá um BOM ANO para todos vós, um abraço ao Lemos, beijocas para ti e restante família do primo.

Mário Reis Capinha.....05-01-2010

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Boas Festas

Comentários:

Boas Festas e que em 2010 este continue a ser um local de encontro de velhos amigos.
Um abraço a todos.

JJ.........23-12-2009


Desejo a todos um Santo Natal e um BOM ANO de 2010.
Ao Zé Ventura um abraço forte. Muita força e paciência para continuar, muitas vezes sentido-se só,com o Blog.

Carlos Esgaio......24-12-2009

Aproveitando o post expressamente aberto para o efeito...

Desejo a todos os colegas um Santo Natal e um Bom Ano Novo...
Com saude em primeiro lugar...!!!
E obrigado ao Zé Ventura por manter este espaço de ligação entre todos nós...!!!

Maximino.......24-12-2009

domingo, 20 de dezembro de 2009

Quadra natalícia

Numa altura em que os presentes já estão junto à árvore de natal, e já se ultimam os últimos pormenores para a consoada, vale a pena recordar o Natal de 1967 através do “Ensaio”, Jornal da Escola.
Este exemplar vem do baú de recordações da Matilde.
Os autores dos poemas estão devidamente identificados.
Comentários:

Vou aproveitar esta deixa referente ao Natal para enviar a todos os alunos da Escola Indústrial e Comercial de Caldas da Rainha, um Feliz Natal e Próspero Ano Novo em Especial para os Finalistas do ano 1961.

Carlos Nobre.......21-12-2009

Só mesmo a Matilde seria capaz de preservar para a posteridade estas peças de museu de prosa natalícia versificada. Como nunca tive muita habilidade para essas poéticas académicas, deixei sempre fugir a oportunidade efémera de celebrizar o meu nome nas páginas selectas do Jornal da Escola. Passados mais de quarenta natais, agradeço ao(s) editor(es) do «Ensaio» o favor que fizeram aos leitores.

As rimas em «–inho/a(s)» continuam a ajudar muito poeta principiante, pelo que o esforço dos jovens aprendizes de 67 até nem é para desprezar. Por vezes, eram transcritos para vistosos cartões de boas festas (desenhados e pintados nas aulas de desenho / litografados nas de trabalhos manuais) e enviados pelos CTT para os familiares mais próximos.

«Numa altura em que os presentes já estão junto à árvore de natal», como diz o Zé, é curioso recordar que à data da publicação do periódico, o «cheiro do pinheiro» ainda animava a consoada…

Artur R.Gonçalves.......21-12-2009

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

3º Ano do Comércio de 1969

Com pena minha o Blog tornou-se simplesmente num “ álbum de fotografias”, a “rapaziada” da escola é pouco dada a comentários e opiniões e prefere dar uma vista de olhos sem “fazer ondas”.
Mas não desisto e vou continuando esta publicação das fotos que me vão chegando. Esta vem do álbum da Paula Pina que recorda aqui a turma B do 3º Ano do Comércio de 1969, esta foto não é muito diferente de uma já aqui publicada.
Se a memória não me falha, temos, em cima; a Isaura, a Fátima, a Esmeralda, a Paula Pina, a Anabela Abreu, a Zélia, a Ana Reis, a Adélia, a Conceição, a Natália e a Ana Paula Duarte.
Em Baixo; a Beatriz, a Cidália, o Vasco Castelhano, a Fernanda Violante e a Cesarina.


Comentários:

Meu caro ZV, o inicio do teu texto diz um pouco do teu estado de espírito depois de publicar estas fotos todas, que sem sumo,e como dizia o nosso amigo Artur G., são um pouco o convite ao silêncio. Silêncio sepulcral, se continuarmos nesta via.
E no entanto quantas estórias poderiam estas «meninas» contar-nos!

E não me venham dizer que é por falta de tempo. Será que lá no emprego (aquelas que ainda o têm) não há maneira de tirar uns momentos para espreitar no PC e sem o «chefe» saber vir aqui mandar umas «bocas» saborosas? Isto para as que não são elas mesmas as chefes. É que estamos á porta de uma fase da nossa vida em que devemos realizar que a sacro-santa produtividade deve começar a ser problema dos nossos filhos.

Ou será que a nossa educação judaico-cristã continua a produzir inibiçÕes que nos seguem permanentemente.

Vá lá Zélia. E a tua amiga Ana que está muito mais elegante 40 anos depois. Os anos não passaram por vocês. Umas rugazitas,,, isso não é nada. Cesarina, que esperas para dizeres «umas coisas»? E o que faria o Vasco das fotografias ali no meio destas beldades todas?

Allez les belles, laissez vos peurs de coté!

PS: não resisti ao apelo do ZV e fiz isto entre dois telefones, quando lá fora o termómetro marca -20 Cº.

J.L.Reboleira Alexandre........18-12-2009


Meu caro ZV,
Ao entrar, hoje no nosso blog, senti o teu desassombro pela forma como ele continua a viver, muito recordar – o que tem sido salutar, sem a mínima dúvida – mas pouco literário.
Creio, tal como tu transcreves, que somos capazes de mais. Aqui à dias enviei-te um e-mail informando-te e, dando a conhecer o teor, que tinha enviado um e-mail para o ERO aquando foi sentido, pelo seu mentor, que o blog estaria a finalizar.
Nesse email lancei uma ideia que, provavelmente, deveria ser por nós analisada e colocada em prática. Essa ideia tem como principal teor as nossas vivências decorrentes entre, como escrevi na altura, a “belle époque” dos tempos de escola e o presente, isto é, o que fizemos nestes anos, que são já representativos de “uma vida”… as alegrias, as tristezas, os êxitos e não-êxitos, se, como era lema nesses idos tempos, chegámos a plantar uma árvore, procriámos e escrevemos um livro.
Como recordarás eram essas as principais metas para chegarmos a ser gente de bem, plantar uma árvore, termos um filho e escrever um livro… depois de tudo isto feito, parece que na altura nada mais era necessário fazer!!!
Aos rapazes de mais ou menos 60 anos, a grande maioria terá muitas estórias e histórias de guerra, e não só, para contarem mas pelo que me apercebi as raparigas, desta mesma idade, jovens, terão também muita coisa a partilhar e tomo como exemplo a Esmeralda que tem dotado a nossa sociedade com excelentes pinturas e porque não a Zélia, que ao que sei foi enfermeira num dos principais hospitais deste nosso cantinho à “beira-mar plantado” terá com toda a certeza, estarei enganado? muitas experiências para partilhar com os ex-colegas e amigos de sempre.
Debruça-te sobre este assunto, debruça-te mas não caias, e vê se isto tem pernas para andar.
Parece-me à partida que sim. É sempre uma curiosidade saber o que fizeram os nossos amigos em todos estes anos… claro que… só o que se pode saber deve saber-se, todo o resto é tabu, ninguém tem nada com isso.
E a ideia surgiu através do blog quando, ao ler sobre determinados ex-colegas exclamava de mim para mim… ahhh, por isso é que nunca mais vi este “gajo” afinal ele foi para o Canadá, ou para os EUA, etc. etc. e fomos grandes amigos. Como foi possível perder-mos os contactos com essas que foram, e continuam a ser, grandes amizades de outrora.
O blog que criaste serviu, em muito, para colmatar essa falha da nossa parte e hoje sentimos, através do almoço anual, onde nos encontramos, que esses encontros são como que “o retomar de conversas” que começaram “à uma vida atrás” e nunca chegaram ao fim.
Meu amigo e meus amigos, há muito para dizer e escrever, há muito para contar e recordar, venham de lá essas histórias e estórias.
A todos e principalmente a ti, ZV, um bom Natal e Próspero Ano Novo.

A. Justiça ............18-12-2009

O que o Z.V. diz é uma verdade mandam-se umas fotos e muitas vezes fica-se por aí, pois há muito pouca réplica a certos assuntos ou alguma "estória adequada ao texto" como um antigo professor de Portuguès dizia.
Quando eu vim para o Canadá em 1966 ainda escrevia para os meus pais e irmã e um pouco mais tarde para a namorada com quem viria a casar. Depois disso o meu escrever tornou-se quase nulo, mas desde que eu tive conheçimento do blogue tento dar o meu contributo, (com bastantes erros ortográficos...é claro) mas aos poucos noto que todos os que colaboravam foram desapareçendo.
Dos anos 50's não apareçem muitos e quando o fazem é só de fúgida. Então para fugir só aos fotos, mas sem pretensões a escritor ou poeta e sem querer ferir os sentimentos de algum emigrante que não esteja dentro desta pequena análise

A CONDUÇÃO quem vem do outro lado do Atlantico "norte" (E.Unidos ou Canadá") é mais ou menos assim. Vou apenas falar ou talvez contar o que se passou comigo e quantos outros condutores de automoveis que vêem de férias a Portugal e alugam um carro no aeroporto.
Penso que uma grande percentagem dos portugueses sabe que os carros em Norte América são automaticos enquanto que na Europa são de mudanças e que há uma grande diferença de preços no aluguer dos mesmos. Por isso se adopta pelo carro europeu que é de mudanças manuais e que é mais barato. Na chegada ao aeroporto lá está um ou uma agente da companhia de carros de aluguer com o dito nome do passageiro em LETRAS GRANDES a quem o carro vai ser entregue, Depois de todos os requesitos preenchidos lá vem o agente com o carro ; explica tim por tim o que é importante no mesmo e geralmente tem de volta a resposta Ó I Á,Ó I Á., mas o pior é quando se entra no carro e se começa a conduzir, e...aí vêem os problemas pois pareçe que se esqueçeu de tudo que o agente explicou. Ora quem vem para as Caldas toma a A8 ou a antiga A1 e quando se entra na cidade começam os problemas com as rotundas

Ai que barafunda
ai que barafunda
mais uma rotunda
mais uma rotunda
ai que barafunda
ai que barafunda
volto para a esquerda
volto prá direita
lá ponho o travão
ai que barafunda
ai que confusão...
Meto uma primeira
meto uma segunda
mais uma rotunda
mais uma rotunda
ai que barafunda
ai que barafunda

logo sigo em frente
travo de repente
lá está um peão
em forma de gente
meto uma primeira
vai prá terceira
o carro aos saltos
eu aos sobressaltos
ai que barafunda
ai que barafunda
mais uma rotunda
mais uma rotunda
lá dou uma volta
lá pela rotunda
volto à direita
ai que barafunda
o carro da esquerda
corta-me o direito
ó coisa sem jeito
volto à esquerda
volto à direita
volto à direita
volto à esquerda
ai que confusão
ai que barafunda
ò que grande mêê.....a

o chaufeur do lado
entra na rotunda
com cara ruim
olha para mim
levo a mão à cara
dou-lhe a saudação
mas ele retribui
com o dedo grande
lá da sua mão...
...meu deus
lá vem mais uma rotunda
ai que confusão
ai que barafunda

(nota importante) agora já não tenho problemas... comprei um carro, sei os mecanismos do mesmo e até já chamo azelhas aos outros...ah ,,,ah...ah...

Joaquim Chaves........18-12-2009

Contra factos não há argumentos. Como não tenho nenhuma foto para enviar, não irei engrossar o álbum. Se houver vontade de inverter o rumo ao blog, de iniciar uma nova fase, estou disposto a oferecer um contributo feito de palavras. Aquelas que o tal tempo me permitir encontrar. Venham os TEMAS para desenvolver e cá estarei a tentar responder dentro das minhas possibilidades. E, se perder o último autocarro (como me parece que vai acontecer hoje), regresso a casa a pé. Depois, as temperaturas nestas latitudes ainda estão acima do ponto de congelação da água, o que me permitirá uma caminhada revigurante e sem percalços de percurso.

Bom Natal a todos e que o Ano Novo traga mais inspiração.

Artur R. Gonçalves.............18-12-2009

Caro amigo Z.V.
Depois de já ter dado um lamiré sobre esta possível situação de cansaço ou saturação embora eu seja um "caloiro" neste Blog sinto uma grande satisfação e orgulho em o visitar diariamente, várias vezes inclusivamente tenho colegas Canadianos no escritório onde trabalho que ás vezes já me perguntam então como estão as coisa com a tua escola lá em Portugal? Isto é porque eu lhes mostro as fotos e começo a explicar quem são, se os conheço claro.
Com isto te posso dizer que as fotos para pessoas que se encontram fora de Portugal á volta de Quarenta anos como eu, são uma boa forma de nós revivermos e ver as caras que deixamos na nossa juventude que por causa do Sr. Antonio O. Salazar, nos obrigou a procurar outras vidas.

Esta foto onde está o meu amigo Vasco, que está muito bem no meio de todas as colegas, mas quem já não o vejo desde que parti, estou sempre esperançado que através do blog talvez o consiga encontrar, assim como outros e outras colegas e amigos que eu me recordo mas derivado á longínqua ausência os nomes e as caras e o contacto vai fugindo, mas sempre esperançado.
Embora tenha tido algumas desilusões quando vou visitar Portugal e encontro alguém que devia de conhecer-me e quando me dirijo a eles a a resposta é "ó pá já lá vão muitos anos não me recordo desse tempo" é curioso que eu lembro-me deles mas eles perderam me a mim da memória e dos tempos de escola que de certeza foram os melhores tempos da vida deles.
Enfim nem todos partilham da mesma maneira de pensar, portanto tem que se ter paciência e continuar o nosso percurso, que até não é tão longo como se pensa, porque até houve alguns dos nossos amigos e colegas que já partiram, por isso eu digo que a viagem não é assim tão longa. Vamos lá a colaborarmos um bocadinho mais e se possível melhor, pois até não custa nada se houver boa vontade.
Para todos, desejos de um Feliz Natal e que o novo Ano lhes traga mais vontade de escreverem no blog e darem forças ao incansável
Zé Ventura.
Boas Festas

Antonio Abilio.......20-12-2009

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Visita a Évora


Do outro lado do Atlântico chegam mais duas fotos enviadas pela Natércia.

A foto de cima recorda uma viagem de estudo a Évora, e foi tirada à entrada da Capela dos Ossos, durante o ano lectivo de 69/70.
Estas viagens de “estudo” eram sobretudo, uma forma de conviver e de conhecer lugares diferentes que regra geral, não era possível de outra forma.

Dos intervenientes apenas consigo descortinar o nome da Natércia e da Lurdes Couto, que estão também na foto do lado.


Comentário:

Antes de ir para Angola "vida militar",estive uns meses em Évora, mas nunca entrei na Capela dos ossos,nem sei explicar o porquê. Embora seja uns dez aos mais velho,penso que a menina da frente é a São Lopes.

Joaquim Chaves.........18-12-2009


Cá está um exemplo que apesar de um mar que nos separa podemos continuar uma boa relação. No caso destas meninas julgo saber que são grandes amigas e continuam a cultivar a sua forte amizade que travaram em jovens, contradizendo o velho ditado, “Longe da vista longe do Coração”, mas quando se é amigo é para sempre.
Pois na minha opinião é também para isto que o que o blog deve servir, para reviver os nossos tempos de juventude, como também para encurtar as distâncias entre velhos amigos, em que se possam apertar mais os tais laços de amizade. Embora não tenha convivido muito com a Lurdes ou com a Natércia, porque também era um tanto ou quanto envergonhado, mas hoje mesmo estando longe mantenho uma forte e respeitosa amizade com a "Milu" e seu Marido.
Com isto aproveito para desejar um Feliz Natal e que o novo Ano lhes traga tudo de bom, felicidades e Boas Festas para todos os antigos alunos da nossa Escola

Antonio Abilio........20-12-2009

domingo, 13 de dezembro de 2009

Dr. Bento Monteiro


Esta semana recebi um mail de um coleccionador de Leiria, o Sr. Pires Conceição, que dizia:
…Aqui há uns tempos atrás no meio de uns papeis recentemente comprados, entre eles alguns diplomas de curso superior, descobri um Diploma de Licenciatura em História e Filosofia, passado pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa em nome do Dr. José Manuel Ramos Bento Monteiro, descobri depois de várias pesquisas que o Dr. Bento Monteiro, foi uma pessoa importante e querida nas Caldas da Rainha…
…O documento está em excelente estado de conservação é feito na habitual pele de cabra e redigido à mão em Latim, está completo tem o selo e as fitas originais e a caixa do selo em prata maciça…
Este documento foi posto hoje à venda num leilão por um valor base de 300€.

Com a permissão deste amigo, publico hoje algumas imagens do referido diploma.
Comentário:

Muito interessante...!!!

Que Deus o tenha no seu Eterno Descanso...era um bom amigo, o Dr. Bento Monteiro...

Maximino........13-12-2009


É sempre bom recordar o Mestre, quer pelos conhecimentos transmitidos quer pelos bons momentos vividos nas suas aulas.
Descanse em Paz.

Carlos Esgaio.......14-12-2009

Mais um canudo que terá ficado perdido pelas caves da FL-UL e que alguém terá oportunamente encontrado e posto mercado. Uma história interessante a desvendar pelos mais propensos a este tipo de investigação.

Artur R.Gonçalves.......14-12-2009


Há aqui um pormenor que me chamou a atenção. Só de sêlos fiscais o nosso saudoso mestre pagou a «bagatela» de 300$00. É que em 1950 isto era muito mais que o salário mensal da maioria dos chefes de familia do Portugal da altura.

Mais um exemplo que prova como a vida era «fácil» para a grande maioria, nesses longos anos de escuridão do ancião de Santa Comba.

Que descanse em paz (muita paz)- o ancião claro - e não volte nunca mais!

J.L.Reboleira Alexandre.......14-12-2009

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Apadrinhados pelo Malhoa

Há locais no Parque onde tirar uma foto é obrigatório, e um deles é junto à estátua do pintor José Malhoa.
Os Serralheiros de 1962 não foram excepção, como se pode ver nas fotos que o Monteiro nos fez chegar.
Para uma melhor identificação fica aqui também o verso da foto, devidamente carimbada pela papelaria Tália.
Na segunda foto os intervenientes são os mesmos.

Comentários:

Se me permitem...
Aproveito este espaço para desejar a todos os ex-colegas e Exmas Familias...:
Um Santo Natal e um óptimo Ano Novo...mesmo e apesar de...
Um abraço do

Maximino

Aos meus amigos e Serralheiros digo-vos que quando estão com os vossos fatos de macacos até pareçem "outros". Estão muito bem e já agora cumprimentos ao Toino Monteiro, Lobato, Raínho e aos outros dois, Leonel e Fernando que nunca mais os vi. Feliz Natal

Chaves.........12-12-2009

domingo, 6 de dezembro de 2009

2º Ano do Comércio de 67

Estas fotografias têm várias coisas em comum. Foram tiradas em 14-06-1967, foram reveladas na Fotografia Pereira e vêm todas do álbum da Matilde.
A 1ª Foto, que tem escrito no verso “ Na alegria e sinceridade toda a vida serei feliz”, tem como protagonistas; a Eugénia Falua, a Matilde e a Fernanda Violante.
Na 2ª Foto, tirada na escadaria da Escola com mais duas meninas que não consigo identificar, tem também uma mensagem, "Quantas recordações deixadas pela vida de estudante"
Na 3ª Foto, junta-se ao trio a Isabel Dinis. e a mensagem no verso é " a união faz a força".

Comentários:

Na 2ª fotografia estão: o Padre Naia, a Matilde, a Isabel Dinis, a Fernanda Violante e a Eugénia Falua. Foi tirada no final do nosso 2º ano do Comércio. Éramos quatro inseparáveis, com uma amizade que deixou raízes e perdura bem firme e fresca. A quinta menina um pouco encoberta é a Teresa Monterroso, outra querida amiga de quem há muito nada sei.

Matilde..........06-12-2009


Olá Matilde
Se porventura tiveres interesse em saber algo da Teresa Monterosso, fala com o Jose Manuel Monterroso, distinto Advogado ai da Praça, irmão da Teresa e que naturalmente facultar-te-á as informações que pretendes.
Cumprimentos

Antonio Nobre.........07-12-2009

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Craques do Andebol

Estas fotografias da equipa do Comércio do ano de 1965, chegam ao Blog vindas do álbum do José Luis.
Destes atletas só consigo identificar o José Luis, o Vitor Silva e o Zé Rosa, que já nos deixou.
Na foto de baixo, os atletas são os mesmos, mas estão muito bem acompanhados pela Fernanda César, a Zélia e outras meninas que o decorrer dos anos já varreu da memória.



Comentários:

Na foto de cima temos o Jorge Barreto, Silvino Mendes (das Cruzes), Zé Luis, Zé Faustino e Artur Coelho.
Em baixo, Zé Rosa (que infelizmente já nos deixou há uns anos), Jaime Costa, Micael e Vitor Silva. Tratava-se da equipa do 3º ano do Comércio.

Vitor Silva......03-12-2009


Eu diria que a "então" a menina no meio da foto em pé é a Lurdes Bernardes.

Chaves.........06-12-2009

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Trabalhadores estudantes

Já me aconteceu muitas vezes ser abordado por antigos alunos da noite que se interrogam se também podem ir ao encontro anual. Mas é claro que podem, diria mesmo, é fundamental a sua presença, pois só assim se cumpre o objectivo de juntar todos os “ramos” da Escola. Pena é que em matéria de fotos dos alunos da noite, estas sejam escassas, mas é o que temos.
Hoje publicamos algumas relativas a uma viagem à Serra da Estrela com passagem por Castelo Branco, onde os intervenientes eram todos alunos das aulas em regime pós-laboral, como agora se diz.
Os trabalhadores estudantes são o Mário Morgado, o Helder, o Justino e o José Fernando que como bom coleccionador que é, guarda religiosamente estas fotografias no seu álbum.