quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013
Alunas dos anos setenta
domingo, 24 de fevereiro de 2013
Faleceu a Dra. Alice Freitas
Aos poucos vão desaparecendo do nosso convívio Professores
que foram uma referência na nossa Escola.
Desta vez foi a Dra. Alice Freitas, que aos 88 anos, nos
deixou.
À família, em particular aos nossos colegas de escola Pedro
e Tó Freitas, os nossos sentidos pêsames.
Esta foto que acompanha este pequeno texto foi retirada da
sua ficha de Inscrição da Escola como Professora.
Comentário:
Mais uma figura ilustre da nossa Escola que nos deixou.
Á Familia Freitas, e em especial a seus filhos Pedro e Tó, as minhas sentidas condolencias.
Mario Reis Capinha ..........24-02-2013
Era uma professora por quem sempre tive
um grande carinho...
Convivi muito com ela e com o marido, o saudoso dr
Custódio Freitas...
Já não a via há uns bons anos, e por informação que me
deram, creio que estava numa casa de repouso...
É a lei natural da vida, aos
poucos todos partiremos, sorte daqueles que conseguirem apesar de tudo...irem
com saudade vendo partir os seus amigos e ao mesmo tempo, poder recordá-los com
saudade...
Que descanse em Paz minha amiga, um beijinho de muita saudade do
"governador civil de Óbidos", como carinhosamente me tratava, tal como o
marido...
Foi uma Senhora de grande dignidade. Minha professora de francês de uma
simplicidade única e excelente educadora. As minhas condolências aos seus
familiares em especial aos seus filhos.
Esmeralda..............25-02-2013
Mais uma das minhas referências que parte. Não pude estar presente nem dar o
abraço que devia ao Pedro, ao Tó e ao neto Francisco, que a Drª. Alice
acompanhou nas primeiras braçadas nos Pimpões. Foi também aí que conversamos
muito sobre o passado, o que fomos, o que somos e o que poderíamos ser.
Fui
seu aluno de Francês, numa turma que me deixou gratas recordações e amizades que
ainda hoje perduram. Dessa turma fazia parte o Pedro que, lá dentro, era
simplesmente o Pedro Miguel.
Orlando Santos..............25-02-2013
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013
O Encontro de Maio já está em marcha
O encontro já está delineado e em devida altura daremos conta.
Para memória futura aqui fica a composição da equipa que vai tratar do 20º Encontro.
Silvano, Fernanda Amaro, Zé Ventura, Luisa Pimenta e Vitor Silva.
domingo, 17 de fevereiro de 2013
Fotografias de 1962
O Rogério Guimarães, que nos enviou estas fotografias, certamente saberá.
O ano é 1962. Na primeira foto apenas reconheço a Elisabete Bicho (no lado Direito) e na segunda o cavalheiro de sobretudo, com um ar distinto é o Rogério Guimarães.
Comentário:
Na segunda foto onde está o Guimarães, a moça do meio é a Lucinda de São Martinho, cujos pais alugavam barracas no verão e que foi para o Canadá
Anónimo.............17-02-2013
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013
Passeio ao Tramagal
Nos bancos da frente, além do Mestre Raul, temos no lado esquerdo o Eng. Piriquito e mais atrás o Orlando Carteiro.
domingo, 10 de fevereiro de 2013
O Pentágono
Hoje recuperamos um "post" que já foi publicado em 2009, mas que tem tudo a ver com a quadra de Carnaval.
Quem não se lembra dos Bailes de carnaval com o Pentagono?
O nosso amigo Luis Franco traz para o Blog mais umas daquelas pérolas que nos fazem recuar quarenta anos, mas o melhor é transcrever o mail que enviou.
Olá Ventura
Aqui vai alguma nostalgia do final da década de 60.
Muitos de nós certamente que ainda nos lembramos do conjunto Pentágono.
Aqui vão algumas fotos. Todos os elementos foram alunos da Bordalo Pinheiro com excepção do César Tempero.
Na foto 1, tirada no palco da sala antiga dos Pimpões, estão: o Luís Frutuoso, o Antero, o Chaves Cardoso, eu e em baixo o Sena.
Na foto 2, tirada num dos famosos bailes do Lisbonense, estão: o Chaves Cardoso, o Luís Frutuoso, o César Tempero, eu e o Antero.
Na foto 3, tirada na antiga FNAT no alto da Foz-do-Arelho, estão: o Chaves Cardoso, o Luís Frutuoso, o César Tempero, eu e o Antero.
Não sei do que é feito de todos estes antigos amigos e colegas, com excepção do César Tempero que é o Presidente da Junta dos Vidais.
Um abraço
Obrigada ao colega da foto.Beijinhos.
quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013
Uma garraiada ao jeito do Carnaval
Chamo a vossa particular atenção para as fotos dos garbosos forcados, capitaneados pelo Limpinho, e secundados pelo Sobral, Mafra, Seciliani, Caldas Pereira, e outros, conforme se pode ler no cartaz.
domingo, 3 de fevereiro de 2013
Carnaval de 1969
A Sala parece o Casino do Parque ou será o Lisbonense? Em qualquer dos casos não deve ter faltado animação, apesar do ar solene dos dançarinos.
domingo, 27 de janeiro de 2013
Lá vai a Camioneta
1ª Fotografia
Ermelinda, Glória , Fatima Valente, Fernando jorge.
Na segunda foto temos o José Vigia e a Mitá.
Ramiro Ruas .............27-01-2013
A excursão foi a dos finalistas de 1966 e não recordando o itinerário completo, sei que passou por Santiago de Compostela e Corunha, e por Espinho no regresso.
José Mendonça.........27-01-2013
Julgo que junto à Mitá está a Lena Silva.Para ela um beijinho.
Ana Bela Monteiro............06-02-2013
quinta-feira, 24 de janeiro de 2013
Alunos de 1966
Comentários:
O Carlos Marques de Alcobaça está em baixo.
F Xavier.............26-01-2013
A primeira da esquerda em cima é a Solange da Dagorda.
Ana Bela Monteiro.........27-01-2013
domingo, 20 de janeiro de 2013
Serralheiros de 63
O cenário é a Escola Velha, a data é 22 de Novembro de 1963 a
foto vem do álbum do Porfírio, e como ele escreveu foi obtida no intervalo das
aulas de oficinas.
Tínhamos quase todos +ou- 17 anos.
Grande reforço de técnicos para Indústria. Era o que se precisava agora para incrementar o nosso desenvolvimento, não era?
quinta-feira, 17 de janeiro de 2013
Mais um amigo que nos deixa
Eras um grande homem e um ser humano fantástico. Que Deus te receba como mereces.
À tua Família sentidos pêsamos.
Saudades e até um dia:do amigo,colega de escola e profissão,
Mário Reis Capinha................17-04-2013
Pena não ter sabido do seu funeral, para o poder acompanhar à sua última morada cá na terra...
Que descanses em Paz amigo..."encontrar-nos-emos"...mais dia menos dia...!!
As minhas condolências à família...
Apesar de algumas coisas menos boas que a vida inevitavelmente lhe trouxe, ainda há poucos meses me disse que só tinha razões para ser feliz.
Deixa-me muitas saudades. Era um colega por quem tinha uma grande, grande estima.
Aos filhos, de quem sempre me falava, as minhas condolências.
domingo, 13 de janeiro de 2013
O Santo Antão
Mantendo a tradição, vamos fazer greve à escola, formamos os nossos grupinhos, e aí vamos nós bairro Albano acima. Pé ligeiro pois a caminhada ainda é longa. Estamos quase a chegar às Caxinas e ao longe, já podemos avistar o monte. É malta, já cheira a chouriço assado. Vamos trepar e o último a chegar paga a despesa. O monte está apinhado e a maioria são jovens das Caldas que estão aqui para cumprir a tradição.
(pois, pois, para mim isto é o relato do que se passou na década de 50 do século XX. Que saudades)
Mário Reis Capinha 17/01/2013
terça-feira, 8 de janeiro de 2013
Notícias de Londres
O nosso amigo Fernando Rodrigues, que já em 2008 tinha dado
noticias, dá-nos de novo o prazer da sua participação aqui no Blog.
Nessa minha deslocação soube da morte do Professor Coutinho, o que me entristeceu imenso porque tinha grande consideração por ele, ajudou-me a ser quem hoje sou, pois além de Professor foi também meu instrutor de Judo e conselheiro sobre os aspectos da vida, dando conselhos que se vieram a revelar muitos úteis.
Esta foto que envio, foi tirada com a minha família na praia da Vieira de Leiria em Julho 2012, o meu filho George, a minha filha Debora, eu e a minha esposa Adelaide.
Comentário:
O prazer será todo meu e serão sempre bem vindos.
Tenho que confessar que isto de me tentar lembrar de muitas caras tem sido um puzzle para mim e um passatempo muito grande mas tenho que salientar que e muito produtivo e salutar.
Por vezes o meu tempo livre e tão curto que tento despender o mais que posso com a minha família, mas um dia eu vou ter que ir ao encontro dos meus antigos colegas e gente conhecida na minha adolescência.
Obrigado Ventura por este blog e por manter vivo o passado de todos nos.
Um abraço amigo.
Fernando Rodrigues..........09-01-2013
Ainda agora vou para Londres outra vez, mas este colega não conheço senão bebia antes um cházinho e um scone em Trafalgar Square...ele vem ao nosso almoço de Maio????
Aida Sousa Dias.............10-01-2013
sexta-feira, 4 de janeiro de 2013
Rapaziada de 62
Se é esse está pelo Barreiro, há tempos teve uns problemas de saude, agora não tenho sabido nada dele, mas espero e desejo que esteja melhor...
Um abraço do Maximino que não era da "ferrugem", mas era aluno da mesma Escola e por isso..."é da família"...
quarta-feira, 26 de dezembro de 2012
Uma Festa de Natal
Comentário:
sábado, 22 de dezembro de 2012
Boas Festas
Comentário:
Um Santo Natal para todos os colegas e um Ano de 2013 o melhor que seja possível...
Abraço do Maximino e um obrigado ao Zé Ventura, pelo trabalho que tem feito de nos manter "vivos"...
Maximino...............22-12-2012
Um Santo e Feliz Natal a todos os colegas e que o Novo Ano de 2013 traga tudo de bom.
Já o tinha feito no Face Book o qual acho engracado e devertido, mas entendo porém que aqui torna-se oficial, o blog que o nosso Amigo Zé Ventura mantem com tanta ternura para todos nós.
Um forte e especial abraço para ti Zé de agradecimento e reconhecimento da tua devoção e dedicação com os renovados votos de Boas Festa.
António Abilio.............23-12-2012
A todos os companheiros e em particular ao Zé Ventura que me permitiu entrar neste espaço, desejo um feliz e santo Natal em companhia daqueles que mais lhe são queridos.
Quanto ao 2013... desejo muita saúde porque o resto, seja de bom ou de mau, virá por acréscimo não é verdade?
Um grande abraço para todos. Tá?
Fernando Santos.............24-12-2012
Temas: Natal
domingo, 16 de dezembro de 2012
A Escola Primária
O João Ricardo, ou Balé como era conhecido pela malta da
Escola, não pára de nos surpreender.
Então não é que o Rapaz, além de bom Guarda-Redes, até
escreve bem.
Pois bem o Ricardo conta-nos como foi a sua entrada para a
Escola Primária.
Para ilustrar o texto vem a propósito uma imagem do diploma
de outro amigo da Escola, o Gandaio, que lá no Montijo, onde reside, acompanha
o Blog mas tem sido muito pouco participativo.
A Escola Primária
No dia sete de Outubro como era regra nesse tempo, no ano de 1958, exactamente no dia em que fiz sete anos, iniciei o meu percurso escolar, na escola primária do Carvalhal, que distava cerca de cinquenta metros de minha casa. Era um privilegiado, pois os transportes escolares dessa época eram as pernas, morassem os alunos perto ou longe, chovesse ou fizesse sol.
Sem dúvida a Instrução Primária foi uma fase muito importante no meu percurso formativo. Não só pelos conhecimentos adquiridos, embora nesse tempo o grau de exigência fosse muito superior ao actual, mas essencialmente pela aprendizagem dos valores que devem nortear toda a nossa vida. É nesses quatro anos que, em complemento com a nossa vivência familiar, começamos a ser moldados, “formatados” e preparados (ou não), para enfrentar todos os desafios que a vida venha a colocar nos nossos caminhos. É aqui que começamos a saber o significado de muitas palavras cujo sentido devemos utilizar em muitas situações do nosso dia-a-dia. É aqui que começamos a conviver, a aprender, a fazer amigos, a partilhar, a aprender o significado de palavras tão simples como o sim e o não.
Com um belo aspecto exterior, pois tinha sido inaugurada há meia dúzia de anos, a escola primária do Carvalhal, era como depois vim a saber igual a tantas outras, de norte a sul do país. Um quadro negro com giz e apagador, o mapa de Portugal Continental e das então províncias ultramarinas, os retratos de Salazar e de Américo Tomaz e um crucifixo símbolo da religião católica – não conhecia outra – eram decoração obrigatória das paredes. Carteiras duplas de tampo inclinado e com tinteiro encaixado que era para molhar os aparos das canetas então usadas, a secretária do professor/a e um globo com o mapa-mundo, completavam o mobiliário da sala de aula que era antecedida pelo vestiário onde ficavam as batas brancas usadas durante as aulas e os agasalhos (de quem os tinha) no inverno. Do material individual fazia parte uma lousa ou ardósia de xisto negro onde se escrevia (riscava) com um ponteiro do mesmo material e um apagador de tecido, uma caneta de aparo, lápis “Viarco”, uma borracha para apagar lápis outra para a tinta, que se manuseada com pouco cuidado furava o papel, e cadernos – entre os quais um de duas linhas – cujas capas eram aproveitadas pelo regime para fazer propaganda política, através de desenhos, exaltando a Mocidade Portuguesa, ou acontecimentos que o Estado Novo queria realçar.
A entrada na 1ª classe foi o primeiro, mas não o mais marcante choque da minha vida. Uma nova vivência, novos colegas, nova disciplina a convivência diária com rapazes bastante mais velhos, pois era frequente, devido aos chumbos, haver na quarta classe alunos com 14 e 15 anos e a sala era única para as quatro classes. Com raparigas é que não havia misturas embora a escola fosse mista. Rapazes de um lado, raparigas do outro.
Com uma acentuada exigência na aprendizagem mas também no comportamento e na disciplina – a régua, a palmatória e a cana-da-índia faziam parte do material pedagógico – o ensino, embora fosse apenas uma professora/educadora para as quatro classes, era tanto quanto possível individualizado dando a cada aluno a possibilidade de expressar o seu grau de aprendizagem. Claro que hoje é legítimo questionar o tipo de programa escolar então leccionado. Os rios e seus afluentes, as linhas de caminho-de-ferro, suas estações e apeadeiros, são apenas alguma matéria que pode ser considerada supérflua, mas que tinha de estar na ponta da língua. Mas também tinha que se escrever bom português, sem erros ortográficos, a tabuada tinha de ser “cantada” de cor e salteada de trás para a frente e da frente para trás, e tínhamos de resolver problemas já com elevado grau de dificuldade. Saíamos preparados para o patamar de ensino seguinte ou para a vida profissional que era o destino de muitos colegas quando acabavam o ensino obrigatório.
Havia dentro do recinto em frente à escola, um pequeno terreno onde eram feitos quatro canteiros. Cada um deles era destinado a uma das classes que tinha que o amanhar e decorar a seu gosto. Ou com flores, ou com hortícolas ou com ambas, ficava ao critério dos alunos. Já obrigava a um trabalho de grupo, com discussão e debate de opiniões até se chegar a consenso, ou na falta dele, a respeitar a vontade da maioria.
Em contraste com os tempos atuais era uma época em que os professores eram respeitados e a quem os pais na sua maioria entregavam com total confiança o ensino e como que delegavam a educação de seus filhos.
Aqui fiz o meu percurso escolar básico (4ª classe) e me preparei para o Exame de Admissão que me deu acesso ao patamar seguinte do ensino, que na altura tinha duas vias. O colégio que tinha um ensino mais abrangente, mais vocacionado para quem pretendia seguir o ensino superior, ou a escola preparatória e secundária que nos dava um ensino mais técnico e prático. Optei pela segunda hipótese, fazendo os dois anos de Ciclo Preparatório na Escola Rafael Bordalo Pinheiro (escola velha) a funcionar então por trás do chafariz das cinco bicas (onde se realizava a praxe com o baptismo dos caloiros), nas atuais instalações dos serviços administrativos do Hospital Central de Caldas da Rainha.
João Ricardo
Comentários:
Nos meus 2 anos de Ciclo havia um colega lá dos lados do Bombarral que se chamava João Manuel Gomes Ricardo. Não duvido que seja o mesmo, já a alcunha de Balé me era desconhecida. Penso ainda que tinha algum jeito para a bola e fez parte duma famosa (na zona claro)equipa de juniores do CSC. As memórias do Ricardo, são um pouco as nossas memórias. Só nunca recebi o meu diploma da Primária nem nunca plantei flores no recreio da escola. Havia coisas «mais interessantes» para fazer. Já o fiz no FB, mas acrescento aqui. Um belo texto, onde as memórias deste antigo colega, saiem com fluidez e aparente facilidade. Abraço do Canadá.
No meu caso pessoal, morava na rua Formosa, próximo dos prédios do Viola.
O meu pai levou-me na bicicleta até à escola do Bairro da Ponte.
Quando lá chegámos ele disse-me: Olha meu rapaz, é aqui que vais aprender a ser homem. Desenrásca-te porque a partir de amanhã começas a vir sózinho para a escola. E foi o que aconteceu, todos os dias ía a pé para a escola.
No entanto devo de esclarecer que eu já tinha quase 8 anos de idade.
Isto devido a uma lei estúpida do Salazar, que determinava que quem fizesse 7 anos depois de Setembro, só entraria para a escola no ano seguinte.
Como o meu aniversário é em Dezembro, não tive outro remédio senão andar mais um ano a brincar com uma bola de trapos antes de aprender o B+A=BA
Aproveito para deixar aqui um reconhecimento muito especial ao sr professor Albino (que mais tarde foi presidente da câmara de Óbidos) pois foi ele que me ensinou a ler, escrever e a compreender os algarismos.
Todos os outros professores que tive a seguir, apenas desenvolveram as sólidas bases que este professor conseguiu meter na minha cabeça.
Permitam-me que vos deseje um Santo e Feliz Natal a todos os frequentadores deste blog, em especial ao Zé Ventura, que tem feito um trabalho extraordinário para manter bem vivo o interesse destas páginas
Um grande abraço daqui do Canadá.
quarta-feira, 12 de dezembro de 2012
Os Professores
Comentário:
Professor Correia, foi ele, meu professor de Mática!!
Que BOM recorda-lo!!!!
BOM PROFESSOR!!
Branca Caldeira..............16-12-2012
domingo, 9 de dezembro de 2012
Viagem de Finalistas de 1970
Se a memória não me falha julgo que na frente está a Graça Diniz, em cima à esquerda a Celeste, que nunca nos deu o prazer de participar nos Encontros dos Antigos Alunos, e depois a Maria José.
Ao centro a Isabel, depois parece a Luisa Ramires e a Rosa.
O “cavalheiro” não sei quem é.
Comentário:
O "cavalheiro" é o António Soares, nosso professor de português, o melhor que por lá passou naqueles anos.
Há poucos anos encontrei-o perto do Ministério da Educação, onde estava destacado. Ainda com um pouquinho do seu sotaque açoriano e SIMPÁTICO como o conhecemos. Era um daqueles profs que deixam saudades e nos entusiasmam a continuar...
Rosa Claro...............02-01-2013
sexta-feira, 7 de dezembro de 2012
Um jogo de Voleibol
E já que falo em voleibol na nossa Escola veio-me à memória um nosso colega contemporâneo que eu muito apreciava ver jogar e com quem tive o privilégio de partilhar muitas viagens de comboio entre Bombarral e Caldas e vice-versa. Dois ou três anitos mais velho, (fazia toda a diferença) com a sua gaguez divertida, o Armando (gago) Rosado era um amigo sempre pronto a colaborar nas brincadeiras enquanto esperávamos o comboio. O seu “c’lá, c’lá, c’lá vai alho” ainda perdura com saudades na minha mente.
Partiu muito cedo. Pode ser que lá no sítio onde há muitos anos nos espera, tenha encontrado alguns colegas que também já nos deixaram e vão fazendo umas jogatanas. Mas com a pontuação à antiga.
João Ricardo
terça-feira, 4 de dezembro de 2012
Até um dia Tomé da Costa Borges
Hoje o Blog é portador de más notícias, um amigo de longa
data e antigo aluno, Serralheiro de 1970, partiu para o seu eterno descanso.
Durante meia dúzia de anos lutou com todas as suas forças
contra um tumor cerebral que nunca lhe deu tréguas.
Em determinada altura ainda se acreditou no milagre, mas a
vida é como é e a luta foi inglória.
Tive oportunidade de apreciar de perto o seu trabalho na
Escola do Maxial e da grande divulgação que fez do Ténis de Mesa no Concelho de
Torres Vedras.
Fica a recordação dos tempos bons que partilhamos, e do excelente
trabalho desenvolvido em Torres Vedras na área da Educação e do Desporto
chegando a fazer parte da vereação da Câmara Municipal.
Sentidos pesâmes à familia
Até um dia Tomé! Sentidos Pêsames a toda a sua Família!
Que descanse este paz este nosso amigo e companheiro. Até sempre Tomé.
Recordo-me do nome mas tive pouca convivencia.Que descanse em paz,e sentidas codolências á familia.
Antonio Abilio
Já não é do meu tempo, mas não deixo de lamentar a sua partida...
















































Que descanse em Paz
Maximino
Só me lembro vagamente dos tempos da rua onde morava com a família no bairro da ponte depois a vida nos afastou e vai reunir de novo quando chegar a minha hora ,até lá paz ao descanso eterno e muita saúde á Família ,e a todos os que cá ficaram pois a luta e melhoramento pela vida ´é a nossa missão mesmo que seja só até amanhã. sinto como mais uma perca, mas um bem haja por ser meu conterrâneo nessas Caldas que Amo.
Jony..............14-05-2013