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quarta-feira, 27 de maio de 2026

13º ENCONTRO - 2006

A 6 de Maio de 2006 os Antigos Alunos reuniram-se no Restaurante “A Lareira” para o 13º Encontro. Esta data assinala também o nascimento do Blog, onde se escreveu crónicas deliciosas que ainda hoje podem ser lidas, e posteriormente o Facebook, permitiram manter vivo o espirito dos Antigos Alunos e tem sido uma boa ferramenta para juntar os ex-alunos que se espalharam um pouco por todo o Pais, e nalguns casos também no estrangeiro.




segunda-feira, 18 de agosto de 2025

ENCONTRO DE 2023

Depois de deixar a pandemia para trás, em 2023 os nossos encontros voltaram à normalidade. Cerca de duas centenas de amigos participaram na festa e claro a boa disposição não faltou.




quarta-feira, 23 de abril de 2025

130 AMIGOS JÁ CONFIRMARAM A PRESENNÇA

Aqui está mais um painel de amigos que irão estar presentes no 30º Encontro dos Antigos Alunos.
Não percas a oportunidade de reencontrar “velhos” amigos de uma etapa da vida que foi marcante para todos nós.
CONTAMOS CONTIGO…INSCREVE-TE

segunda-feira, 29 de abril de 2024

É JÁ NO PROXIMO SÁBADO

Não percas a oportunidade reencontrar “velhos companheiros de viagem” de uma etapa da vida que certamente continua a ser marcante para todos nós.
AINDA ESTÁS A TEMPO, INSCREVE-TE. CONTAMOS CONTIGO.

sexta-feira, 28 de abril de 2023

QUASE CENTENA E MEIA JÁ CONFIRMARAM

As inscrições estão em bom andamento, é importante que o faças para facilitar a logística.
CONTAMOS CONTIGO, INSCREVE-TE

sábado, 5 de fevereiro de 2022

Década de Sessenta

Estas fotografias de 1967, nomeadamente estas dos Electricistas, fazem-me lembrar o tão importantes que foi na altura, estes cursos técnicos que foram fundamentais para um grande numero de empresas, que preencheram os seus quadros médios, precisamente com os alunos que vinham das escolas comerciais e industriais.




Carlos

quarta-feira, 24 de novembro de 2021

O Encontro de 2006

Em 2006 “A Lareira” foi mais uma vez o palco do Encontro dos Antigos Alunos.
Ao rever estas fotos do 13º Encontro, chegamos à brilhante conclusão que afinal não estamos na mesma…mas continuamos em muito bom estado.




domingo, 11 de setembro de 2016

Electricistas de 1967

Os Cursos de formação, quer de Comércio, Serralheiros e Electricistas foram de uma importância fundamental para o crescimento das empresas cujos quadros médios foram em grande parte recrutados nas Escolas Industriais e Comerciais.
Com os novos programas escolares dos anos setenta estes cursos foram substituídos por um ensino mais generalista, mais vocacionado para o acesso ao ensino superior, só que nem todos podemos ser “doutores” e os cursos profissionais estão de novo a ganhar o seu espaço.



quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Electricistas em pose cinematográfica

O Parque tem encantos que nunca mais acabam e era o local preferido para tirar algumas fotos para a posteridade.
Nestas fotos de 1968, os intervenientes são do curso de Electricistas.
Na de cima o Francisco Coutinho, o Carlos Dias, o Purificação Pereira, o Dória e o Esteves.
Em baixo o Etelvino, o Esteves e o Carlos Dias, que nos disponibilizou estas fotos para publicar no Blog.

quinta-feira, 23 de junho de 2011

Acampamento no Chão da Parada


Aqui está mais uma fotografia da Mocidade Portuguesa, que tantos “engulhos” cria a tanta gente.
Esta fotografia é minha e recorda um acampamento no Chão da Parada, julgo que num pinhal propriedade da Dra. Deolinda.


Corria o ano 1965 eu andava no 2º ano do ciclo, e na foto lá estou eu sentado à direita, ao meu lado o Carlos Gouveia, Orlando Carteiro, Xico Coutinho, o Álvaro (quem sabe por onde ele anda), ? e o José Luis Brilhante.
De pé o Dória e o Etelvino, em frente o Director da Escola Dr. Eduardo Loureiro com a sua esposa.

Comentários:

Em resposta ao (quem sabe por onde ele anda), venho informar o meu bom amigo Ventura, que o Álvaro anda por "aí" bem de saúde e disposição e também contente, por os bons velhos Amigos apresentarem de formas diversas memorandos dos nossos tempos de escola, que reflectem o efeito positivo da camaradagem e amizade fortalecidas desde então.

Álvaro..............26.06.2011
Até que enfim dás noticias, mas nos comentários não tenho acesso ao teu mail. entra em contacto comigo para o mail  zeventura@netvisao.pt
Um grande abraço

Zé Ventura

Andei na Mocidade Portuguesa, fui Comandante de Castelo, e a melhor recordação que guardo é a dos acampamentos cheios de aventuras e a "chama da mocidade".
Quanto aos "engulhos" é natural que muitos os tenham (eu também os tive). Contudo, embora aquela Organização tivesse (teve) uma orientação Nazi/Fascista, foi ali que compreendi a grande diferença que existia entre pobres e ricos. Na minha Escola Industrial (ferrugem) quase todos provinham de famílias de poucos recursos. Porém nos cursos para Graduados da Mocidade Portuguesa, a maioria era constituída por alunos dos Liceus filhos de famílias ricas. Assim, a minha farda constituída por camisa verde, calção amarelo, meias e bivaque, tudo já muito usado, era emprestada pela Mocidade. As fardas dos outros (liceu) eram novas e compradas pelos pais. Tinha inveja? É evidente que sim!
Ter pertencido à Mocidade Portuguesa, não significa ser ou ter sido fascista, pois no meu caso foi bem o contrário! É por isso que não tenho "engulhos".
Um abraço.

Fernando Santos. ............Olhão, 27-06-2011

Simplesmente para dizer que aprecio muito o comentário do Fernando Santos, pois identifico-me totalmente com o que está escrito. Abraço.

José Alberto R. Louro ...........29-06-2011

Será que o Alvaro que escreveu um comentário é o mesmo que eu estou a pensar? É o que morava a seguir ao café Bocage? e foi meu colega, se assim é gostaria de ter noticias tuas, já tentei saber de ti para participares nos nossos encontros anuais porque falta malta dos nossos anos.
Diz qualquer coisa

Fernanda Amaro (Fany)..............30-06-2011


Lamento (não lamente porque nós é que agradecemos) a intrusão no seu blog, mas a minha família é de Caldas da Rainha e a fazer uma pesquisa cruzei-me com uma colectânea de memórias que acho fantásticas! Ainda hoje vou "vivendo" na cidade, visto que tenho família de Caldas da Rainha e é muito curioso analisar as diferenças entre os momentos das fotografias e as actuais.
Quero desde já agradecer a todas as pessoas que colaboram neste apanhado por me permitirem ver uma parte da história caldense que desconhecia até então.
Sobre a questão da Mocidade Portuguesa, sou Dirigente nos Escuteiros Católicos e somos constantemente comparados embora eu não ache totalmente correcto, mas essa disparidade de que fala sobre a questão económica das fardas ainda hoje é, para mim, um dos maiores problemas. Tudo tem custos e infelizmente cada vez mais altos. De qualquer forma,tanto na mocidade portuguesa como no escutismo, a raiz do aparecimento do uniforme é precisamente o oposto de separar, mas sim unir através dos feitos que se atingem em grupo e como pessoa e não pela forma como nos apresentamos / aperaltamos para a sociedade, anulando a classe a que pertencemos ou a que muitas vezes julgamos pertencer.
Gostei muito da fotografia, lembra-me quando era pequeno e ia acampar.
Cumprimentos a todos,

Tiago Paiva....................10-02-2012

Também fui da Mocidade Portuguesa, e não me arrependo nada , pois naquela altura era a única opção que havia para a juventude menos afortunada. Fui arvorado em Comandante de Castelo que era uma espécie de Sargento, e lembro-me de ter sido o melhor classificado num acampamento distrital feito algures perto de Pombal. Para azar meu deram-me o segundo lugar pois a pessoa que viu os exames era de Alcobaça e não queria dar o primeiro lugar a um tipo de Alcobaça. Foi completamente irrelevante mas não achei nada bem. Ainda hoje não acho .

Marco Antonio............14-05-2013

sexta-feira, 31 de agosto de 2007

Os “fato-macaco”

Esta fotografia de 1967 que o Bertolino nos trouxe, recorda-nos como eram as aulas de oficinas, dos Electricistas.
Junto ao gradeamento da escada de entrada lá estão o João Amado, o Esteves, o Etelvino, o Carlos Dias e o Bertolino, com os seus fatos de macaco, que era “equipamento” obrigatório para as aulas de oficinas de Serralharia e Electricidade.

ZV