Para recordar o início da década de setenta, aqui ficam estas fotografias do Francisco Inácio, da Fernanda Rodrigues e das amigas que já nos deixaram, a São Rolim e a São Santos.
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quinta-feira, 20 de janeiro de 2022
sábado, 27 de novembro de 2021
1972
O Inicio da década de setenta foi um período de grandes mudanças e de esperança, por um lado a guerra colonial agravava-se sobretudo na Guiné, e a “Primavera Marcelista” não tinha correspondido à abertura do regime, e é neste contexto que esta geração vai viver uma década de grandes modificações, quer políticas quer sociais, que haveria de proporcionar novas oportunidades.
domingo, 11 de abril de 2021
Alunos de 75
Em 1975 estávamos em pleno período revolucionário, mas a
Escola, naturalmente continuava a funcionar.
Para recordar essa época aqui ficam estas fotografias da Conceição Inácio, da Anabela Pedro, do Francisco Inácio e do José Manuel Serrenho.
Para recordar essa época aqui ficam estas fotografias da Conceição Inácio, da Anabela Pedro, do Francisco Inácio e do José Manuel Serrenho.
domingo, 18 de outubro de 2020
Um passeio à Serra da Estrela
A viagem de finalistas de 1975, incluiu a Serra da Estrela com o destino, e diga-se em abono da verdade que é uma zona de rara beleza paisagística com desníveis montanhosos impressionantes, ou não fosse a serra mais alta de Portugal, e como se pode constatar pelas fotografias do Francisco Inácio a rapaziada divertiu-se à grande.
domingo, 23 de agosto de 2020
Finalistas de 1972
Com estas fotografias do Francisco Inácio da Fernanda Amaro
e do José Luis Almeida, recordamos os finalistas de 1972, que além da viagem,
teve um grande almoço de confraternização no refeitório da Escola.
domingo, 26 de janeiro de 2020
ALunos de 1972
Nestas fotografias da Odete Garcia, da Fernanda Amaro, do
Luis Henriques, e do Francisco Inácio recordamos aqui o ano de 1972.
A década de setenta foi um período de grandes mudanças e de esperança, por um lado a guerra colonial agravava-se sobretudo na Guiné, e a “Primavera Marcelista” não tinha correspondido à abertura do regime, e é neste contexto que esta geração vai viver uma década de grandes modificações, quer politicas quer sociais.
A década de setenta foi um período de grandes mudanças e de esperança, por um lado a guerra colonial agravava-se sobretudo na Guiné, e a “Primavera Marcelista” não tinha correspondido à abertura do regime, e é neste contexto que esta geração vai viver uma década de grandes modificações, quer politicas quer sociais.
domingo, 4 de outubro de 2015
Alunos de 72
O Francisco Inácio deixou esta fotografia para publicar no Blog mas não nos deu nenhuma indicação sobre a mesma.
Julgo não estar enganado que se trata de uma viagem estudo dos alunos de 1972, quanto aos participantes parece-me reconhecer a Zita, a Madalena, o Francisco Inácio, o Eduardo Fatal, a Professora Elisabete.
Em baixo o Edmundo.
domingo, 29 de março de 2015
domingo, 19 de janeiro de 2014
Um grande petisco
Esta fotografia que vem do álbum de memórias do Francisco
Inácio é datada de 1973.
Que se trata de um grande petisco, não há dúvidas, o local é que não sabemos identificar.
Que se trata de um grande petisco, não há dúvidas, o local é que não sabemos identificar.
quarta-feira, 23 de novembro de 2011
Grandes festas
O Francisco Inácio que é um antigo aluno dos anos setenta tem estas duas fotografias que partilha aqui no blog.
Não são propriamente fotos que revelem uma grande aplicação aos livros, mas que estavam divertidos, as imagens não deixam dúvidas.
Na foto de cima apenas reconheço a Prof. Elisabete Ladeira, na foto de baixo, que já por aqui passou outra semelhante, lá está em primeiro plano o Maximino e o Dr. Sarmento, vulgo “Jqim Seringa”.
Não são propriamente fotos que revelem uma grande aplicação aos livros, mas que estavam divertidos, as imagens não deixam dúvidas.
Na foto de cima apenas reconheço a Prof. Elisabete Ladeira, na foto de baixo, que já por aqui passou outra semelhante, lá está em primeiro plano o Maximino e o Dr. Sarmento, vulgo “Jqim Seringa”.
Comentários:
Grandes festas, grandes alunos e grandes professores!!! Sem duvida! Basta ver que nesse tempo ninguem bebia vodka, caipirinha, ou outras bebidas, sempre produtos nacionais, vinho branco ou tinto e cerveja SAGRES!
Outros tempos...
Beijinhos
Outros tempos...
Beijinhos
Lurdes Peca...............24-11-2011
Pois é..."esse jovem" no canto inferior direito é mesmo o Maximino...!!
E eu que já tinha esquecido de que a minha barba um dia ...foi preta...!!
Pois era, bebia-se tintinho (o branco também não tinha espinhas...!!), umas Sagres e no fim...para alguns (de barba rija...!)...: uma aguardentezinha bem portuguesa também...!!
Um abraço para todos os antigos colegas e também para os antigos professores, embora para a maior parte desses, já só lho possa dar...na eternidade...!!
E eu que já tinha esquecido de que a minha barba um dia ...foi preta...!!
Pois era, bebia-se tintinho (o branco também não tinha espinhas...!!), umas Sagres e no fim...para alguns (de barba rija...!)...: uma aguardentezinha bem portuguesa também...!!
Um abraço para todos os antigos colegas e também para os antigos professores, embora para a maior parte desses, já só lho possa dar...na eternidade...!!
Maximino................24-11-2011
Desde muito cedo em minha casa, e noutros sitios, ouvi dizer que as bebidas alcoólicas de manhã fazem mal à saúde....Há já muitos anos um médico quebequense, numa das suas viagens pelo Mundo no quadro da sua função de repatriar canadianos acidentados no estrangeiro, foi parar a uma aldeia perdida da raia transmontana. Como não havia endereço postal, o local de encontro foi a taberna da terra. Eram 7 da manhã, e notou que todos os homens tinham à sua frente, um pequeno copo com um líquido incolor. Intrigado pergunta ao intérprete o que seria aquilo. Responde o intérprete: estão a «matar o bicho» senhor doutor. Curioso, o homem experimentou. Depois desse dia tomou-lhe o hábito e «mata o bicho» todas as manhãs. Colega de trabalho de minha esposa, sempre que se cruzam no escritório, lembra-a de que foi em Portugal que descobriu o remédio para todas as suas maleitas. Hoje bem acima dos 60 anos continua a repatriar canadianos em pequenos jatos privados, pagos pelas companhias de seguros. Não sei se voltou a Portugal, mas sei que hoje não iria encontrar ninguém a «matar o bicho» na taberna da aldeia. Afinal os médicos também fumavam e todos sabemos que não é bom para a saúde, mas....
Abraço
Abraço
J.L.Reboleira Alexandre................25-11-2011
segunda-feira, 13 de setembro de 2010
Alunos dos anos setenta
Esta viagem dos alunos dos anos setenta, aqui documentada, numa foto enviada pelo Francisco Inácio, como vem sendo hábito vai ficar um pouco por explicar o local onde a mesma foi obtida e os intervenientes ou pelo menos parte deles. Talvez alguém se lembre e nos diga, porque eu em 1972, ano provável da foto, já andava por outras paragens.
Comentários:
A estátua de Eça de Quirós permite-me identicar o local como sendo a Praça do Almada na Póvoa do Varzim. Quanto aos retratados, o melhor é mesmo pô-los a falar e a contar-nos histórias. Caso contrário, será mais uma fotografia para o tal álbum virtual de ilustres desconhecidos...
Artur R.Gonçalves........14-09-2010
Obrigado Artur. É que ao ver a foto com a estátua de Eça, abriu-se uma luz muito ténue na minha memória. Entre Janeiro e Março de 1974, a Póvoa foi local da minha residência, numa casa térrea na Rua que se chamava de 28 de Maio (honras à revolução??? de 1926). Hoje será a rua 1º de Maio, se ela existe. Os 3 colegas de casa eram todos do ICL. Um era o Malvar (José Firmino Pereira Malvar ??) de Peniche, os outros 2 eram Algarvios, um Farrajota (todos os Farrajotas são, eram, algarvios) e um outro grandalhão,já casado na altura, não dá para recordar o nome.
Tropa a quanto obrigas! O quartel da terra não tinha camas suficientes para todo o pessoal.
Às vezes (muitas) ia passear para aquele parque.
Nunca mais voltei ao local.
....Ontem depois de enviar a minha mensagem, lembrei-me do nome do tal «grandalhão» que foi nosso colega no ICL. Aleluia Vasco, diz-te alguma coisa, meu caro Artur?
Abraço
J.L Reboleira Alexandre......15-09-2010
Esta foto foi tirada em Março de 1974 na exc. de alunos dos cursos noturnos que realizámos ao norte de Portugal. Está o Inácio(que não vejo há muitos anos) o Barbas é o António Alberto-tecnico da EDP o prof. Pinto Correia, eu e a minha mulher (tinhamos casado há dois meses) e recordo me que foi uma grande confusão para termos um quarto no hotel, o outro barbas é o João Carvalho, temos a Adelaide, São, Saul, etc.etc.
Guilherme.........16-09-2010
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