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domingo, 1 de dezembro de 2024

VIAGEM A TORRES VEDRAS

Com estas fotografias do Humberto Morgado, recordamos as viagens de estudo do ano de 1972. Na circunstância foi um passeio até Torres Vedras




sábado, 26 de novembro de 2022

Inicio da década de setenta

Com estas fotografias do Humberto Morgado e do Mestre Raul, recordamos as viagens de estudo do ano de 1972.




sábado, 20 de agosto de 2022

Uma visita a Torres Vedras

Continuando este desfilar de fotografias que foram recolhidas ao longo de vários anos e provenientes dos álbuns de antigos alunos, hoje trazemos para este espaço fotos de 1972 do Humberto Morgado que reporta uma viagem a Torres Vedras.




terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Até um dia Tomé da Costa Borges


Hoje o Blog é portador de más notícias, um amigo de longa data e antigo aluno, Serralheiro de 1970, partiu para o seu eterno descanso.
Durante meia dúzia de anos lutou com todas as suas forças contra um tumor cerebral que nunca lhe deu tréguas.
Em determinada altura ainda se acreditou no milagre, mas a vida é como é e a luta foi inglória.
Tive oportunidade de apreciar de perto o seu trabalho na Escola do Maxial e da grande divulgação que fez do Ténis de Mesa no Concelho de Torres Vedras.
Fica a recordação dos tempos bons que partilhamos, e do excelente trabalho desenvolvido em Torres Vedras na área da Educação e do Desporto chegando a fazer parte da vereação da Câmara Municipal.


Victor Pessa
Não tenho ideia de o conhecer, mas lamento esta partida tão prematura. As minhas condolências à família.
José Martins
Sentidos pesâmes, é sempre com tristeza que vamos sabendo destas noticias.
Lúcia Vital

As minhas condolências à família. Um amigo da minha infância e do meu irmão.
Faustino do Rpsário

Também não me lembro deste sr, mas fazia parte da nossa Escola.
Sentidos pesâmes à familia
Vitor Lucio
O Tomé foi meu colega de turma no último ano do curso em 1970... era um bom companheiro que não vi mais desde essa altura e lembro do Ricardo que foi guarda-redes nos juniores do Caldas, do Zé Manel, do Jacinto, do Luis Serrenho, do Abílio... uma pena!

JCarlos Abegao
Pois, o blogue serve para boas e más, notícias como todos já perceberam. Sentidas condolências, hoje perdi um amigo.

Teresa Morgado
Sentidos pesames à familia.

Jose Luis Almeida Silva

Os meus sentimentos para a família. É a lógica da vida, mas é triste.
Maria do Rosário
 SENTIDOS PESAMOS

Teresa Ribeiro
sentidos pesames

Filipe Pedroso de LimaDomingos

Um amigo que partiu. Eu, ele e o Ângelo que também já partiu. passámos muitas tardes em minha casa a fazermos umas gravações num gravador Sony de fita, como se estivéssemos a fazer rádio. Coisas de jovens, mas era com estas e outras coisas que o nosso tempo livre era ocupado. Os meus sentimentos à familia.
Jose Feliciano

Os torneios de ténis de mesa da Fisica a acabarem em casa dele no petisco, que saudades, descansa em paz e obrigado por teres sido meu amigo.
Carlos Gaspar

Descansa em paz rapaz.
Fernando Xavier

Faleceu um GRANDE AMIGO E UM HOMEM COM H GRANDE.
Que descanse em paz.
Virginia Freire

Recordo o Tomé. À familia envio os meus sentidos pesames.
Luísa Barbosa

Saudades para um Amigo.
Luis Santos

Até um dia Tomé! Sentidos Pêsames a toda a sua Família!

Que descanse este paz este nosso amigo e companheiro. Até sempre Tomé.
Fernando Xavier

Recordo-me do nome mas tive pouca convivencia.Que descanse em paz,e sentidas codolências á familia.

Antonio Abilio

Já não é do meu tempo, mas não deixo de lamentar a sua partida...

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Solidariedade Algarvia

Meu Caro Zé Ventura. Não conheço pessoalmente ninguém da Bordalo mas como aluno do CGC da Escola Comercial e Industrial de Faro,1952/1962 conheço-os a todos. Fiz um post para o http://oscosteletas.blogspot.com/ e um soneto para o Tomé. "VAIS VENCER" é o título. Espero estar autorizado. Aí vai o post, VAMOS APOIAR O TOMÉ BORGES. SOLIDARIEDADE SIM … A Associação dos Antigos Alunos da Escola Tomaz Cabreira de Faro, está ao lado do Tomé Borges, do curso de serralheiros 1969 /70 da Escola Bordalo Pinheiro das Caldas da Rainha. De acordo com o blogue da Escola Caldense, que visito por vezes, passo a citar: “Hoje fui a uma festa de anos de um amigo dos tempos de Escola. Quem foi finalista em 1969/70 conhece bem o Tomé Borges. O facto não era muito relevante, não fosse o caso de este amigo dos “Serralheiros” de há quatro anos a esta parte, travar uma luta feroz pela sobrevivência, pois foi-lhe diagnosticado um tumor cerebral. Pois bem, o meu amigo Tomé, mandou às “malvas” os prognósticos mais pessimistas dos médicos e tem recuperado a olhos vistos. Para toda a malta que me tem perguntado pelo Tomé, aqui está ele na foto, já agora com a companhia dos amigos de infância. Em pé o Valter e eu (Zé Ventura). Sentados o Tomé e o Mário Morgado. Aproveito este espaço no blog para transmitir um recado que o Tomé me pediu. Podes dizer à “malta” que EU VOU VENCER.” VAIS VENCER Ao Tomé Borges Caro Tomé, o caminho é em frente A “malta” de Faro está ao teu lado E um voto de melhoras cá da gente Vai aí nestes versos embrulhado … Saúde é aquilo que mais precisamos Dinheiro, sim, para umas coisinhas De que serve ter muito se o gastamos Em medicamentos e outras mezinhas O Coelho foi hoje, disse agora na TV Com 66 anos de idade, jovem já se vê Claro, isto um dia vai-nos acontecer … Mas Tomé, és um serralheiro forte Com um bocadinho de calma e sorte Acredita meu amigo que vais vencer SOLIDARIEDADE SIM… Palavras para quê .....acrescento só que o boneco que ilustra este Post é o mesmo que foi utilizado no corso carnavalesco de Torres Vedras e parodiava a figura do Tomé, na altura ligado ao sector da educação do elenco camarário. Comentário: Muito simpática esta mensagem de solidariedade dos Costeletas da Escola de Faro. Fui dar uma espreitadela no Blogue e surpreendeu-me a quantidade de colaboradores. Com tantas e boas publicações, são raros os comentários. É pena porque alguns não vão além de duas ou três linhas. Há dias visitei o Blogue da Freguesia de Tornada http//:afreguesiadetornada.blogspot.com Em dez publicações seguidas não vi um único comentário. Penso que todos os "fazedores" de Blogues gostarão de ver o seu trabalho comentado. Também não conheço o Tomé, mas daqui lhe envio o meu abraço com os desejos de rápidas melhoras. Fernando Santos..............18-12-2010 Caros amigos, Viva. Parabens aos senhores administradores pelo excelente trabalho bloguista. Venho aqui às vezes para saber novas do Tomé Borges. Não há nada, pode ser sinal de melhoras. ESTES VERSOS SÃO PARA ELE ESTÁS MELHOR ? A saúde? desculpa vir perguntar Mas admirei a tua força e vontade Venho saber de ti para te desejar Rápidas melhoras com muita amizade A vida não espera;segue implacável. E nesse caminhar nos leva para lá. Esse lá, pouco ou nada recomendavel Talvez o melhor seja ficar por cá. Sim, mas ficar bem, com qualidade Neste caso queremos a máxima idade Para usufruirmos dela, sim senhor Se for assim, tudo bem, viva a vida Faz dela causa ganha e não perdida Por isso pergunto se estás melhor. Abraço para todos do João Brito Sousa...........11-01-2011

domingo, 5 de dezembro de 2010

Visita a Torres Vedras

Estas fotografias que o Monteiro de S. Mamede nos enviou documentam uma viagem de Estudo à Fabrica Hipólito em Torres Vedras, corria o ano de 1962. Como se trata na sua maioria dos alunos finalistas dos Serralheiros certamente estarão nas fotografias o Lobato, o Rainho, o João, o Ramiro, o Bulhões e naturalmente o Monteiro, entre outros
Comentários: Olá amigos. Vendo esta foto e ainda sem alguém a comentar e embora eu já não estivesse na escola, digo que alguns dos alunos nesta mesma foto foram dos meus melhores amigos no após escola e ainda hoje os considero como tal. O Lobato, Monteiro, Raínho, Pereira, Mario e outros. Foi uma geração alegre, simples e que se contentava com o caminhar pelas ruas das Caldas e voltando sempre ao ponto de partida que era a Praça. Deste grupo, penso que só o Lobato fez parte do nosso blogue, mas que desapareceu. Na terceira foto está o, Monteiro, Bulhões, Lobato, em pé o Leonel, Raínho, Fanan 1º e o I. Machado Noutras fotos pode-se ver o Eng. Vendas, Mestre Rialinho, Mestre Borrelho, O Jaquim Tatuça, o Pereira, o Eleutério e um que nunca mais o vi , o Vagos que está em frente do Eng. Vendas. Boa malta esta com quem eu convivi de perto. Espero que o Monteiro continue a enviar fotos e que diga qualquer coisa. Chaves...........09-12-2010 Para além de saudar estes nossos colegas, uma outra situação me levou a comentar...: O desaparecimento de uma Indústria de referencia no panorama Nacional... a Casa Hipólito...!! Quem não se lembra ... Dos Fogareiros a petróleo... Dos Petromax Dos Pulverizadores (que rivalizavam então com a marca Lena...)... Das Torpilhas (aparelhos para colocar o enxofre nas videiras...)... Das bombas de transfega usadas nas adegas... Das prensas hidrálicas... E de tantos outros apetrechos usados nas mais diversas actividades da vida do dia a dia... Uma industria que parecia fluorescente e que acabou destruída...!! Abraço Maximino ..............11-12-2010

domingo, 11 de outubro de 2009

Visita a Torres Vedras

Esta foto que o Lobato nos enviou recorda uma visita de estudo à Casa Hipólito em 1962, na altura a maior indústria do Concelho de Torres Vedras. Não consigo identificar os meninos que aqui se apresentam numa esplanada de Torres Vedras, mas para a “rapaziada” da época não será difícil. Esta visita traz também à memória a Casa Hipólito, famosa pela produção de candeeiros a petróleo e pulverizadores, entre outros artigos, que no seu auge teve cerca de mil trabalhadores. Em 2004 teve a sua morte anunciada pois desde 1999, tinha salários em atraso aos restantes 664 trabalhadores e deixou dividas na ordem dos setenta milhões de euros. Comentários: Ainda me lembro desta fábrica que se quedava altiva e de chaminés fumegantes(primeiro saiu cheminé... e eu sei porquê)em Torres, no tempo das viagens semanais que fazia de comboio entre Caldas e Lisboa entre 69 e 73, mas ao ver a foto de baixo à esquerda a minha memória não foi buscar as «lanternas de incandescência a petróleo» como na realidade deveriam ser chamadas, mas sim os saudosos «Petromax», que nos últimos anos da minha permanência no Chão da Parada, representavam já um avanço enorme em relação aos paupérrimos candeeiros a petróleo da nossa infância. O problema maior era que, a camisa era tão sensível que ao mais pequeno movimento mais brusco, e como não estava no vácuo, desfazia-se toda. Sei que os menino ricos e menos ricos da zona urbana do concelho não conheceram estas maravilhas tecnológicas, mas todos aqueles que começaram as destruir os olhos em noites (curtas, no meu caso) de estudo à luz do petróleo, para sair de uma situação de pobreza que parecia irreversível, não podem de forma nenhuma ficar insensíveis a imagens e «souvenirs» deste tipo. Felizmente que depois de 1973, já nós tinhamos partido, tudo mudou, e passou a bastar accionar um pequeno botão na extremidade de um fio, que percorria sem beleza nem graça, o exterior da parede de pedra ou adôbe para se fazer luz. Mas como a vida não é só passado, e aqui por estes lados, as folhas das árvores (uma das maiores e mais conhecidas belezas do Canadá) estão em plena mudança de cor e textura, e o termómetro não vai além dos 6 graus C, amanhâ a esta hora deverei estar nas estradas dos vizinhos do Sul devorando os 2600 Kms que neste momento me separam do sempre quente e aprazível Sunshine State (para o pessoal daí, Florida)e das suas maravilhosas praias, onde nem sequer são necessários os típicos corta-vento da Foz ou São Martinho. Só vão faltar as sardinhas assadas e o pão de milho. É que segundo muito boa gente o cheiro que delas emana é repelente. Enfim, manias... Abraço. J.L.Reboleira Alexandre........11-10-2009 As minhas recordações não são tão nítidas como as do meu amigo JL. A imagem que terei tido da fábrica esvaiu-se por completo. Nem o nome me diz nada. Em contrapartida, tenho bem presente o cheiro a petróleo queimado dos velhos fogões de cozinha e das lanternas de campismo. O ruído ensurdecedor que faziam completa um pouco o quadro desses tempos cinzentos em que a realidade virtual ainda não tomara conta das nossas vidas num simples piscar de olhos. As experiências de vida, por vezes, têm pontos em comum muito fortes. As circunstâncias que os desencadearam é que podem variar. Para quem nunca lidou nem de longe com essas tais «maravilhas tecnológicas», o mundo é de facto encarado de um modo bem distinto. Artur R. Gonçalves..........11-10-2009 A Casa Hipólito, que chegou a ser o maior empregador do Oeste, é um exemplo flagrante de que as empresas são como as pessoas, isto é, nascem, vivem e morrem. E a Casa Hipólito morreu por manifesta incapacidade de se adaptar ao desenvolvimento e à modernização. Efectivamente, com o advento do gás e enquanto crescia a sua utilização, primeiro pelas famílias mais abastadas e depois, progressivamente, pela classes mais pobres, a Casa Hipólito continuava, paulatinamente, a fabricar fogareiros a petróleo! E quando já ninguém os comprava em Portugal e nos países desenvolvidos ou em vias de desenvolvimento, a Casa Hipólito começou a exportá-los para países do terceiro mundo cujos bancos centrais não possuíam as divisas necessárias para fazer face ao pagamento das suas importações.E assim se finou uma das empresas mais emblemáticas da nossa região.Moral da história: empresa ou organização que não seja capaz de se modernizar constantemente acompanhando o desenvolvimento natural das sociedades estará, irremediavelmente, condenada à morte! Sanches............12-10-2009 Nascido no ano da fotografia, nem por isso deixei de conviver com essas maravilhas tecnológicas. Para um miúdo de seis anos, o sistema de funcionamento do fogão a petróleo representado na imagem era muito curioso e algo intrigante. A Casa Hipólito também faz parte do meu imaginário infantil pelo cavalo-marinho utilizado como insígnia da empresa. Creio que na minha geração eram muitos os que pensavam que existia na natureza um animal marinho chamado hipólito. Só muito mais tarde alguns descobriram que Hipólito significa um género de crustáceos. Discordo do escriba Sanches no que concerne ao conteúdo da sua «moral da história». No meu entender não é uma questão de modernização, antes uma questão de adaptação a realidades emergentes. Os Banqueiros e os Senhores de Wall Street foram extremamente”modernos” e “criativos”… ora vejam no que deu! José Brás dos Santos...........12-10-2009 Com o intuito exclusivo de merecer o acordo do José Brás dos Santos queria apenas dizer que, para mim,em termos semânticos, modernização e adaptação a realidades emergentes são, rigorosamente, a mesma coisa! Não foi, pois, a modernização dos banqueiros de Wall Street que provocou o enorme terramoto financeiro que vivemos mas sim (estaremos de acordo)a enorme criatividade que a indexação das suas remunerações variáveis aos resultados das suas instituições lhes veio a incutir. Sanches.........13-10-2009

domingo, 15 de julho de 2007

Notícias de Torres Vedras

O Blog aos poucos vai cumprindo a sua função que é juntar a “Malta” que teve o "privilégio" de frequentar a Escola Industrial e Comercial de Caldas da Rainha.
Desta vez as notícias chegam de Torres Vedras onde o “Serralheiro”, António Hipólito Adriano reside.
Deixou a Escola em 1968 após concluir o 2º Ano dos Serralheiros.
A vida que o levou para outras paragens trouxe-o de novo até a este cantinho à beira-mar plantado.
A foto que nos enviou é de um “Grupo de Serralheiros e Electricistas desses anos e encontram-se geralmente no último sábado de Maio!”.Nesta foto estão muitos ex-alunos que têm participado nos nossos encontros anuais, mas também alguns que nunca apareceram.
Está na altura de juntar esta “Rapaziada”, por isso coloquem na agenda Sábado 10 de Maio de 2008, no Restaurante “A Lareira”

ZV