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domingo, 27 de maio de 2018

Eu faço parte desta História – O Livro

Como sabem na sexta feira anterior ao nosso encontro foi lançado na Escola o livro “Eu faço parte desta história”.
Muitos dos Antigos Alunos que não estiveram presentes, manifestaram a intenção de o adquirir, pois bem para os interessados, tenho na minha loja, ELECTRO LIDER, exemplares que a escola disponibilizou para vender pelo valor de 15,00€.
Vale a pena adquirir pois é uma edição com vários testemunhos de alunos e professores, que nos relata o que foi os últimos 50 anos da Escola Comercial e Industrial, hoje Escola Rafael Bordalo Pinheiro. 

sábado, 11 de março de 2017

Acção da Rainha D.Leonor

A Dra. Deolinda Ribeiro, que foi uma professora marcante da Escola Rafael Bordalo Pinheiro, publicou um livro muito interessante sobre a Rainha D. Leonor  

Pode ler-se no prefácio do Dr. Fernando Correia:
O Livro “A Acção da Rainha D. Leonor” é um dos melhores estudos que conheço sobre a figura da nossa notável Rainha, síntese perfeita da sua psicologia, da sua obra e do meio complexo de um tempo trágico e esplêndido em que viveu.
…A Autora, Dra. Deolinda Ribeiro, que ia ser a primeira senhora do concelho das Caldas a formar-se numa Universidade, nascera numa aldeia ligada, precisamente á lenda da fundação do Hospital e da Vila pela Rainha D. Leonor.
A circunstância de ter nascido no Chão da Parada, uma aldeia rural, tornou-a numa mulher que apreciava muito os lavradores sendo conhecida uma quadra tão castiça que proferia:

Sapateiros e carpinteiros
E alfaiates… nada são!
-Homens são os lavradores
Que enchem a casa de Pão

Titulo:
Acção da Rainha D.Leonor
Autor:
Deolinda Margarida ribeiro
Ano:
1947

terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

Um Livro do Padre Renato

Sempre achei que o Padre Renato estava à frente do seu tempo, era acima de tudo um mestre na comunicação, quem não se lembra das histórias do Tonecas.
Outra faceta desconhecida do Pároco de Tornada, foi ter escrito este livro. Chama-se Redigir Correctamente, e segundo o autor pretende-se neste livrinho, proporcionar ajuda prática e atraente
A jovens que queiram vir a escrever um Português correcto.

domingo, 22 de junho de 2014

Escultor Alberto Morais do Valle

Nos anos trinta, quarenta, Alberto Morais do Valle, foi o Director da Escola Industrial e Comercial de Caldas da Rainha. Este magnífico escultor deixou uma obra vasta que pode ser apreciada em vários locais por onde passou.

Ontem Sábado, a convite da sua neta, Isabel do Valle, fui á Escola onde lhe foi prestada uma singela homenagem, com a apresentação de um livro que pretende ser uma viagem pela sua vida, curta, mas perpetuando a sua memória. Acompanhei de algum modo a feitura deste livro, por isso estou satisfeito que a Isabel tenha alcançado o seu sonho, com a sua publicação.    

Caldas da Rainha 1930/1945
Em 1930 a família constituída nessa altura por Lia com 3 anos de idade e Tatina
com menos de um mês, aluga uma casa na Rua da Cruz Nova, terceiro andar e muda-se  para as Caldas da Rainha.
Embora cidade de província, as Caldas era já desde o início do século, uma cidade de eleição e essa imagem de prestígio manteve-se no pós-guerra. Ali acolheram-se centenas de refugiados e espiões, gentes com usos e costumes liberais. A vida social e intelectual era intensa e também ela marca da por inúmeras tertúlias culturais mas ainda assim, o puritanismo, o espírito pouco aberto à modernidade e á mudança, não o impediram de implementar as suas ideias, que por demais avançadas para a época, foram bastante contestadas.
Fundamental, se não mesmo basilar, terá sido a marca indelével que a Casa Pia representou na sua vida, sobretudo, a académica. Essencialmente vocacionada para o acolhimento, educação, ensino e integração de crianças e jovens com carências sociais, toda a aprendizagem, incluía uma
diversidade de actividades lúdicas como o desporto, a Música, a Expressão Dramática, a par com a formação técnico profissional. Tudo leva a crer que terá sido lá que adquiriu e formou uma visão mais ampla e muito própria, não só do ensino mas sobretudo do papel que este representa na vida futura e real.
Assim, na Escola Comercial e Industrial Rafael Bordalo Pinheiro, ao acumular as funções de Professor e Director, deixou em ambas, o seu cunho. Como director, introduziu novas disciplinas, Puericultura, Economia Doméstica, História de Arte, Bordados e Costura, criou um coro e uma equipa de ginástica cujo equipamento incluía escandalosamente, calças!
Também de sua iniciativa, a realização no final dos anos lectivos, de exposições colectivas dos trabalhos realizados pelos alunos, bem como uma récita, coisas que
naquela época foram pioneiras.
Pelo que já se leu até aqui, um homem que vivia tão à frente do seu tempo não poderia nunca ser um professor (de Desenho e Modelagem) formal. Os alunos chamavam-lhe carinhosamente \\ Pés de Chumbo" por causa do seu andar arrastado, contudo, ainda hoje, existe lembrança sobre as aulas que dava ao ar livre, especialmente aquelas em que encabeçando o pelotão de alunos ciclistas, os conduzia a locais cuja bucólica beleza era inspiradora.

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Um Livro da Dra. Deolinda Ribeiro

Pode ler-se no prefácio do Dr. Fernando Correia:
O Livro “A Acção da Rainha D. Leonor” é um dos melhores estudos que conheço sobre a figura da nossa notável Rainha, síntese perfeita da sua psicologia, da sua obra e do meio complexo de um tempo trágico e esplêndido em que viveu.
…A Autora, Dra. Deolinda Ribeiro, que ia ser a primeira senhora do concelho das Caldas a formar-se numa Universidade, nascera numa aldeia ligada, precisamente á lenda da fundação do Hospital e da Vila pela Rainha D. Leonor.
A circunstância de ter nascido no Chão da Parada, uma aldeia rural, tornou-a numa mulher que apreciava muito os lavradores sendo conhecida uma quadra tão castiça que proferia:

Sapateiros e carpinteiros
E alfaiates… nada são!
-Homens são os lavradores
Que enchem a casa de Pão.   

segunda-feira, 4 de março de 2013

A Escola em 1967

A nossa amiga Isabel Castanheira, da Loja 107 de boa memória, está sempre atenta a estas coisas sobre as Caldas, e descobriu esta revista de 1967, que celebra os 40 anos das Caldas, e onde se pode ler um texto do Escultor Eduardo Loureiro, Director da Escola na época.
Aqui fica este apontamento e já agora uma recomendação para visitarem o Blog da Isabel “Cavacos das Caldas” pois estou certo que ficarão “clientes”.



sábado, 23 de outubro de 2010

As coisas que aprendíamos

A Lúcia deu uma volta pelo sótão e descobriu estes cadernos do seu Curso Geral do Comercio. Estes cadernos fazem pensar como é uma grande injustiça quando se dá aos cursos Comerciais e Industriais equivalência ao 9º ano de escolaridade, é que comparar os nossos programas escolares e graus de exigência com o que agora vigora, bem…..

terça-feira, 13 de outubro de 2009

O Livro de matemática

Olá amigos Eu sou o José Brás dos Santos, nasci nas Caldas, mas actualmente vivo no Barreiro. A minha família, pelo lado materno, é 100% Bairro da Ponte. Cheguei ao blog por indicação do meu pai que é o Fernando Santos que escreve para o blog da Escola desde o Algarve. Não vejo pelas páginas do blogue pessoal da minha geração de ciclo preparatório. Tão pouco factos ou eventos dessa época (1972 a 1974). Desses tempos tento avivar algumas coisas que residem na minha memória, mas ocorre que não tenho nem fotos nem outros materiais comigo. Todavia, encontrei este fim-de-semana o livro de matemática do 1.º Ano do Ciclo. A curiosidade deste livro é que ele surge no pós-revolução do ensino da matemática pelas mãos do prestigiado Matemático e Professor Doutor José Sebastião e Silva. Começa o livro pelo ensino dos conceitos base sobre conjuntos e números. Aparentemente nada de extraordinário, mas na verdade foi uma verdadeira revolução pedagógica e didáctica, já que a matéria «Teoria de Conjuntos» era uma matéria anteriormente ensinada apenas nos programas do Ensino Universitário. A releitura do livro após tantos anos apresenta algumas agradáveis surpresas. A propósito de Medição de Velocidades, para introduzir o conceito de velocidade média, o aluno era confrontado com frases como «o caracol desloca-se devagar, mas o rato anda depressa» ou «o boi é vagaroso, mas o cavalo é veloz» e descobria coisas espantosas como «Há aviões – os supersónicos – mais rápidos do que o som.», ou que «o conta-quilómetros indica a distância percorrida que, dividida pelo tempo gasto, dá a velocidade média do veículo». Algo muito importante, que nos levava a ambicionar ter uma bicicleta com conta-quilómetros… só para testar na prática os conhecimentos aprendidos nas aulas (pelo menos para alguns). Na verdade, após tantos anos, o que me surpreende neste livro é a simplicidade e subtileza na introdução dos conceitos, entre eles, conceitos de cinemática ou de dinâmica, os quais são matérias aprendidas mais tarde, no âmbito da disciplina de físico-química. Um abraço José Brás dos Santos Comentário: Na passagem da década de sessenta para a de setenta, a «Matemática Moderna» estava na moda. Depois, os inventores desse modismo passageiro aperceberam-se que essa forma de encarar a realidade quantificável era tão ou mais idosa do que a até então tida como «Antiga». Aquela que se leccionava nos diversos graus de ensino. A designação perdeu a força e acabou por cair em desuso. Em 72/74, o meu universo de referências já não se construía nas CdR. O meu baptismo na moderníssima teoria dos conjuntos ocorreu no ICL, lá para os lados da Rua das Chagas. Seria incapaz de reconstituir toda a cultura matemática que ao longo dos anos se me foi atravessando no caminho. Ignorei quase sempre os acenos que me foi dando. Só retive uma parcela ínfima dessa arte de fazer contas que o dia-a-dia me obriga a debitar. Em grande parte, a que o Professor Barreto me ofereceu nos dois anos do ciclo preparatório. É que os tais «Cálculos Comerciais» dos anos seguintes partiram há muito de viagem sem deixar rasto visível atrás de si. Artur R.Gonçalves........15-10-2009

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Vida e obra do Padre Borges

Por intermédio do Sanches, chegou até ao Blog um Livro sobre a vida e Obra do Padre Borges. Editado em Maio de 2009 por um grupo de Amigos, tem por finalidade dar a conhecer a obra notável que o Padre Borges tem levado a cabo em Santarém. Diz a autora, Maria Ivone Duarte Carrolo, que “o modo de ser e de estar do Sr. Padre Manuel Francisco Borges, faz dele uma Personalidade ímpar que temos agora ocasião de enaltecer” A curiosidade do Livro chega-nos nas páginas 172 a 176, onde se faz referências ao Blog da Escola com a reprodução do post publicado em Janeiro de 2008, e lá estão os comentários do António Nobre, do Noronha leal, do Maximino, do Artur R. Gonçalves, do Guilherme Santos, da São Morgado, do Joaquim Chaves e do Duarte Lopes. Como as eventuais receitas da venda do livro revertem para a Obra Social do Padre Borges, aceitei o desafio de vender alguns pelo valor de 5 € cada. Será o nosso contributo para a obra do nosso antigo Professor. Para os interessados os exemplares encontram-se à venda na minha loja, Electro Líder, ou contactar com o Sanches no Montepio Rainha D. Leonor.
Comentários:
Então amigo...guarda por favor um para mim...Abraço
Maximino........28-08-2009
Caro Zé Ventura: Reserve aí, por favor, um exemplar para o Noronha.Não poderia perder esta oportunidade de me associar a mais uma merecida homenagem ao nosso amigo Padre Borges !Abraço F. Noronha Leal...........28-08-2009
Olá Ze Ventura Tambem eu te peço que reserves um livro para mim inerente á vida do Padre Borges, HOMEM BOM, e já na altura com uma postura com os seus alunos acima da vulgaridade. Na proxima semana deslocar-me-ei ás Caldas e levantarei o Livro. Um abraço Antonio Nobre.........29-08-2009
comentários meus... onde posso adquirir o livro??? (nem li tudo..., quando for a caldas passo na loja e compro, ou pedirei ao meu irmão Tó que mo compre)...fico curiosa, os anos passam...o padre Borges, claro, será eterno na memória de todos nós, de Caldas, que de certo modo convivemos com ele
beijinhos
Gaivota..........29-08-2009

terça-feira, 21 de julho de 2009

O Padre Renato

A correspondência trocada entre Armando Silva Carvalho e Maria Velho da Costa foi agora publicada em livro pela editora Caminho. “O Livro do Meio” foi galardoado pela Associação Portuguesa de Escritores /CTT, com o Grande Prémio de Poesia. O autor faz inúmeras alusões às Caldas da Rainha e pessoas que povoaram a sua infância. Aproveitando a "boleia" do Cavacos das Caldas, sempre com grande disponibilidade para colaborar no nosso Blog e que nos disponibilizou o livro, transcrevo um texto onde o autor recorda o Padre Renato, professor da nossa Escola. …Mas estava eu a falar do meu padre Renato. Ele tinha medo de tudo o fizesse barulho. Uma tarde, em plena festa de Agosto, hora da procissão, hora solene, o padre Renato dera o fora e ninguém sabia para onde. Os foguetes rebentavam no ar, as crianças sujavam as fatiotas novas, os festeiros suavam encasacados, os anjinhos mijavam no cetim barato das suas vestes celestes (não, não vou fazer literatura regional), só faltava o padre. Fui eu e o meu pai, com a denúncia privada da Carlota, quem soube onde ele se escondia, enrolado no medo da tonitruante algazarra a vibrar num céu de pouca fé. Conseguimos trazê-lo, muito a custo. Suado, calado e quase a desmaiar, o homem percorreu, protegido sob o tecto do pálio, as três ou quatro ruas principais da povoação, com a cruz fantasiosa nas mãos trémulas e mais dois padres acólitos a agarrar-lhe os paramentos de luxo. Mas sou eu que me lembro, porque fui só eu quem o viu transfigurado, tirando das teclas do piano, que não queria colaborar, os sons, numa explosão de amor sem freio, sabedor da sua natureza única, vibrante de vida cósmica, num orgasmo em delírio, para além do tempo. Durante a semana, o padre não largava a batina e poupava nas vestes. Nenhum colega seu andava, como andam agora, de gravata, blusão ou traje de desporto. Deslocava-se numa velha moto que só lhe dava desgostos e custava a pegar nas manhãs frias… ….O padre Renato, que Deus tem certamente encostado à porta das oratórias mais arrebatadas, ensinava-me solfejo, pintura a óleo em tela natural e alguns conselhos práticos para evitar o pecado. Dou-lhe hoje a grandeza que eu não sabia dar-lhe quando tinha só sete anos…. Comentário: Se eu tivesse de falar do «meu padre Renato», seria obrigado a regressar à escola velha, ao ciclo preparatório e às aulas de canto coral. A viagem levar-me-ia até 63 ou 64 e quedar-se-ia por aí. Mais do que o solfejo que nos terá tentado ensinar, ou das cantigas que nos terá posto a cantar, recordo-o de apito na boca à procura do tom adequado à execução da partitura. É que, como nos dizia, não tinha ouvido e só conseguia trautear uma melodia com a presença de uma pauta. Os risos eram constantes. As reprimendas de nulo efeito. Depois de falhadas as tentativas de nos pôr a cantar, ou nos intervalos, deliciava-nos com histórias incríveis da sua própria lavra ou obtidas em fontes singulares que a memória não registou. O sucesso estava sempre garantido. Não se ouvia uma mosca durante a função. Os pedidos de novos relatos eram constantes. A anuência era imediata, com a condição de se cantar mais uma cantiguinha. «Minhas botas velhas, cardadas, / palmilhando léguas sem fim, / quanto mais velhinhas e estragadas, / quanto mais vigor sinto eu em mim!...» (de repente, veio-me esta à memória). «As aventuras do Tonecas» (parece-me ser este o nome do herói) tinham sempre mais sucesso. Recordo a batina e a motoreta do padre Renato. Descobri neste espaço os quadros e o livro que nos deixou. Desconhecia a faceta revelada pelo Armando Silva Carvalho n’ «O Livro do Meio». Fiquei com curiosidade de ler essa correspondência. Sobretudo por contar com a participação da Maria Velho da Costa, uma escritora que há muitos anos leio e releio com muito proveito e prazer. Artur R.Gonçalves............22-07-2009

sexta-feira, 10 de novembro de 2006

Padre Renato

Finalmente consegui arranjar o exemplar do livro do Padre Renato, que havia prometido à Lurdes Peça em Agosto passado. Fá-lo-ei chegar pela via dos familiares ou por outra que ela me indique.
Para os eventuais interessados, a Comissão da Igreja de Tornada ainda tem disponíveis alguns exemplares. Custam 7,50 Euros cada e as receitas obtidas revertem para as obras, de acordo com a vontade expressa do Padre Renato.
Quem quiser adquirir pode dirigir-se directamente à Comissão da Igreja ou enviar-me correio electrónico para orlandosousasantos@sapo.pt, que eu farei chegar o pedido a quem o poderá satisfazer.
Ajudam as obras da Igreja, recordam o Padre Renato e avivam a memória para algumas "asneiras" que muitas vezes por aí se ouvem.
Orlando Sousa Santos

Comentários:

Foi um grande homem...um grande e humilde padre...um mestre amigo...Foi um Sábio...
Quem teve o previlégio de conviver com ele "ficou" mais enriquecido...
Que Descanse em Paz...
Enquanto formos vivendo...não o esqueceremos...

Maximino Martins ..........11-11-2006

Um dos hobbies do Padre Renato era a pintura. Mais de uma vez quando no regresso da escola, na minha velha bicicleta que guardo religiosamente, subia o pequeno declive vindo da Nacional 8 junto dos velhos moinhos, no cruzamento das estradas do Chão da Parada e do Reguengo (nada de alcatrão ou vivendas, mas pedras, buracos e lama), e ele lá estava junto da sua típica Vespa dando largas à sua inspiração, ora com a paisagem dos montes de São Domingos, ora com os próprios moinhos. E eu miúdo rebelde que apesar dos meus 13 ou 14 anos, já possuia ideias agnósticas bem defenidas, não via nele um padre, mas um exemplo a seguir na sua forma de estar perante os outros, e de forma particular perante os seus paroquianos da freguesia de Tornada. Por onde andarão essas telas do saudoso Padre Renato ?

J. L. Reboleira Alexandre ..........13-11-2006

Dando resposta ao meu primo Zé Luis quando pergunta por andarão as telas do saudoso Padre Renato, posso dizer que sou um dos felizes comtemplados, pois o Amigo Padre Renato deu-me como prenda de casamento em Setembro de 1974, precisamente uma que guardo religiosamente. Digo ainda que foi o Padre que me casou. Quanto ao que o meu primo diz no seu texto eu posso confirmar sem rasuras.

José Reboleira Louro........ 15-11-2006

Obrigada,Orlando! Podes entregar ao meu irmão Vitor Peça que ele fará o possível para me enviar o livro. Agradeço-te imenso o teu esforço e empenho em tornares realidade o meu pedido.Já agora, Bom Natal e Feliz Ano Novo.

Lurdes Peça..........17-11-2006

segunda-feira, 5 de junho de 2006

Canto Coral - 1961/1962

As aulas de Canto Coral eram sempre iniciadas com a história do Tonecas. Um de nós lembrava o momento que tinha ficado em suspenso na aula anterior e o Padre Renato prosseguia o relato, sem quaisquer hesitações.

A ingenuidade de quem tinha 9/10 anos levava a pensar que a história era real ou estava bem memorizada. A imaginação do Padre Renato e a vontade de nos prender a atenção fazia o resto. Era uma delícia ouvi-lo: pela história em si e por, pelo meio da mesma, surgirem chamadas de atenção sobre a forma correcta de dizer e escrever em bom português.

A iniciação musical vinha a seguir, às vezes completada com um bom ralhete a punir a desafinação.

Há alguns anos adquiri um "livrinho", modesto, editado por Renato André Ramos, Pároco de Tornada.
Chama-se Redigir correctamente e é uma grande aula de português em forma de história, tal como a do Tonecas.
Devia ser de leitura obrigatória para muita gente que por aí anda a escrever e a falar "de cátedra".

OSS

Comentário
..E as sessões de hipnotismo (só para rapazes) enquanto as meninas assistiam encantadas com aquele fazer de realidade tão "real"?

LL
..........06-06-2006
Bastante interessante a figura do Padre Renato, com aqueles óculos pequenos e redondos de aros pretos, parece que o estou a ver...
Como poderei adquirir o tal "livrinho" que tu mencionas neste texto? Já fui à Bertrand mas precisam do nome da editora, se puderes indica-o. Obrigada.

Lurdes Peça..........17-08-2006

Só hoje vi o teu comentário. O livro foi comprado na Loja 107 e era uma edição de autor. Amanhã, vou tentar passar por lá, para ver se ainda existe algum exemplar.

Orlando Santos..........31-08-2006