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domingo, 27 de maio de 2018

Eu faço parte desta História – O Livro

Como sabem na sexta feira anterior ao nosso encontro foi lançado na Escola o livro “Eu faço parte desta história”.
Muitos dos Antigos Alunos que não estiveram presentes, manifestaram a intenção de o adquirir, pois bem para os interessados, tenho na minha loja, ELECTRO LIDER, exemplares que a escola disponibilizou para vender pelo valor de 15,00€.
Vale a pena adquirir pois é uma edição com vários testemunhos de alunos e professores, que nos relata o que foi os últimos 50 anos da Escola Comercial e Industrial, hoje Escola Rafael Bordalo Pinheiro. 

terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

Um Livro do Padre Renato

Sempre achei que o Padre Renato estava à frente do seu tempo, era acima de tudo um mestre na comunicação, quem não se lembra das histórias do Tonecas.
Outra faceta desconhecida do Pároco de Tornada, foi ter escrito este livro. Chama-se Redigir Correctamente, e segundo o autor pretende-se neste livrinho, proporcionar ajuda prática e atraente
A jovens que queiram vir a escrever um Português correcto.

domingo, 22 de junho de 2014

Escultor Alberto Morais do Valle

Nos anos trinta, quarenta, Alberto Morais do Valle, foi o Director da Escola Industrial e Comercial de Caldas da Rainha. Este magnífico escultor deixou uma obra vasta que pode ser apreciada em vários locais por onde passou.

Ontem Sábado, a convite da sua neta, Isabel do Valle, fui á Escola onde lhe foi prestada uma singela homenagem, com a apresentação de um livro que pretende ser uma viagem pela sua vida, curta, mas perpetuando a sua memória. Acompanhei de algum modo a feitura deste livro, por isso estou satisfeito que a Isabel tenha alcançado o seu sonho, com a sua publicação.    

Caldas da Rainha 1930/1945
Em 1930 a família constituída nessa altura por Lia com 3 anos de idade e Tatina
com menos de um mês, aluga uma casa na Rua da Cruz Nova, terceiro andar e muda-se  para as Caldas da Rainha.
Embora cidade de província, as Caldas era já desde o início do século, uma cidade de eleição e essa imagem de prestígio manteve-se no pós-guerra. Ali acolheram-se centenas de refugiados e espiões, gentes com usos e costumes liberais. A vida social e intelectual era intensa e também ela marca da por inúmeras tertúlias culturais mas ainda assim, o puritanismo, o espírito pouco aberto à modernidade e á mudança, não o impediram de implementar as suas ideias, que por demais avançadas para a época, foram bastante contestadas.
Fundamental, se não mesmo basilar, terá sido a marca indelével que a Casa Pia representou na sua vida, sobretudo, a académica. Essencialmente vocacionada para o acolhimento, educação, ensino e integração de crianças e jovens com carências sociais, toda a aprendizagem, incluía uma
diversidade de actividades lúdicas como o desporto, a Música, a Expressão Dramática, a par com a formação técnico profissional. Tudo leva a crer que terá sido lá que adquiriu e formou uma visão mais ampla e muito própria, não só do ensino mas sobretudo do papel que este representa na vida futura e real.
Assim, na Escola Comercial e Industrial Rafael Bordalo Pinheiro, ao acumular as funções de Professor e Director, deixou em ambas, o seu cunho. Como director, introduziu novas disciplinas, Puericultura, Economia Doméstica, História de Arte, Bordados e Costura, criou um coro e uma equipa de ginástica cujo equipamento incluía escandalosamente, calças!
Também de sua iniciativa, a realização no final dos anos lectivos, de exposições colectivas dos trabalhos realizados pelos alunos, bem como uma récita, coisas que
naquela época foram pioneiras.
Pelo que já se leu até aqui, um homem que vivia tão à frente do seu tempo não poderia nunca ser um professor (de Desenho e Modelagem) formal. Os alunos chamavam-lhe carinhosamente \\ Pés de Chumbo" por causa do seu andar arrastado, contudo, ainda hoje, existe lembrança sobre as aulas que dava ao ar livre, especialmente aquelas em que encabeçando o pelotão de alunos ciclistas, os conduzia a locais cuja bucólica beleza era inspiradora.

segunda-feira, 4 de março de 2013

A Escola em 1967

A nossa amiga Isabel Castanheira, da Loja 107 de boa memória, está sempre atenta a estas coisas sobre as Caldas, e descobriu esta revista de 1967, que celebra os 40 anos das Caldas, e onde se pode ler um texto do Escultor Eduardo Loureiro, Director da Escola na época.
Aqui fica este apontamento e já agora uma recomendação para visitarem o Blog da Isabel “Cavacos das Caldas” pois estou certo que ficarão “clientes”.



sexta-feira, 10 de novembro de 2006

Padre Renato

Finalmente consegui arranjar o exemplar do livro do Padre Renato, que havia prometido à Lurdes Peça em Agosto passado. Fá-lo-ei chegar pela via dos familiares ou por outra que ela me indique.
Para os eventuais interessados, a Comissão da Igreja de Tornada ainda tem disponíveis alguns exemplares. Custam 7,50 Euros cada e as receitas obtidas revertem para as obras, de acordo com a vontade expressa do Padre Renato.
Quem quiser adquirir pode dirigir-se directamente à Comissão da Igreja ou enviar-me correio electrónico para orlandosousasantos@sapo.pt, que eu farei chegar o pedido a quem o poderá satisfazer.
Ajudam as obras da Igreja, recordam o Padre Renato e avivam a memória para algumas "asneiras" que muitas vezes por aí se ouvem.
Orlando Sousa Santos

Comentários:

Foi um grande homem...um grande e humilde padre...um mestre amigo...Foi um Sábio...
Quem teve o previlégio de conviver com ele "ficou" mais enriquecido...
Que Descanse em Paz...
Enquanto formos vivendo...não o esqueceremos...

Maximino Martins ..........11-11-2006

Um dos hobbies do Padre Renato era a pintura. Mais de uma vez quando no regresso da escola, na minha velha bicicleta que guardo religiosamente, subia o pequeno declive vindo da Nacional 8 junto dos velhos moinhos, no cruzamento das estradas do Chão da Parada e do Reguengo (nada de alcatrão ou vivendas, mas pedras, buracos e lama), e ele lá estava junto da sua típica Vespa dando largas à sua inspiração, ora com a paisagem dos montes de São Domingos, ora com os próprios moinhos. E eu miúdo rebelde que apesar dos meus 13 ou 14 anos, já possuia ideias agnósticas bem defenidas, não via nele um padre, mas um exemplo a seguir na sua forma de estar perante os outros, e de forma particular perante os seus paroquianos da freguesia de Tornada. Por onde andarão essas telas do saudoso Padre Renato ?

J. L. Reboleira Alexandre ..........13-11-2006

Dando resposta ao meu primo Zé Luis quando pergunta por andarão as telas do saudoso Padre Renato, posso dizer que sou um dos felizes comtemplados, pois o Amigo Padre Renato deu-me como prenda de casamento em Setembro de 1974, precisamente uma que guardo religiosamente. Digo ainda que foi o Padre que me casou. Quanto ao que o meu primo diz no seu texto eu posso confirmar sem rasuras.

José Reboleira Louro........ 15-11-2006

Obrigada,Orlando! Podes entregar ao meu irmão Vitor Peça que ele fará o possível para me enviar o livro. Agradeço-te imenso o teu esforço e empenho em tornares realidade o meu pedido.Já agora, Bom Natal e Feliz Ano Novo.

Lurdes Peça..........17-11-2006

segunda-feira, 5 de junho de 2006

Canto Coral - 1961/1962

As aulas de Canto Coral eram sempre iniciadas com a história do Tonecas. Um de nós lembrava o momento que tinha ficado em suspenso na aula anterior e o Padre Renato prosseguia o relato, sem quaisquer hesitações.

A ingenuidade de quem tinha 9/10 anos levava a pensar que a história era real ou estava bem memorizada. A imaginação do Padre Renato e a vontade de nos prender a atenção fazia o resto. Era uma delícia ouvi-lo: pela história em si e por, pelo meio da mesma, surgirem chamadas de atenção sobre a forma correcta de dizer e escrever em bom português.

A iniciação musical vinha a seguir, às vezes completada com um bom ralhete a punir a desafinação.

Há alguns anos adquiri um "livrinho", modesto, editado por Renato André Ramos, Pároco de Tornada.
Chama-se Redigir correctamente e é uma grande aula de português em forma de história, tal como a do Tonecas.
Devia ser de leitura obrigatória para muita gente que por aí anda a escrever e a falar "de cátedra".

OSS

Comentário
..E as sessões de hipnotismo (só para rapazes) enquanto as meninas assistiam encantadas com aquele fazer de realidade tão "real"?

LL
..........06-06-2006
Bastante interessante a figura do Padre Renato, com aqueles óculos pequenos e redondos de aros pretos, parece que o estou a ver...
Como poderei adquirir o tal "livrinho" que tu mencionas neste texto? Já fui à Bertrand mas precisam do nome da editora, se puderes indica-o. Obrigada.

Lurdes Peça..........17-08-2006

Só hoje vi o teu comentário. O livro foi comprado na Loja 107 e era uma edição de autor. Amanhã, vou tentar passar por lá, para ver se ainda existe algum exemplar.

Orlando Santos..........31-08-2006