Com o decorrer dos anos os bailes de finalistas perderam significado, ou pelo menos não são tão marcantes como nos anos sessenta e setenta. Estas fotografias do Quaresma, do Artur Domingos e do saudoso Zé Luís, reportam o baile de finalistas de 1965 que certamente para quem o viveu foi inesquecível.
sábado, 7 de fevereiro de 2026
sábado, 11 de outubro de 2025
VIAGEM DE FINALISTAS DE 1969
A viagem dos finalistas era na década de 60 um verdadeiro acontecimento. A viagem ao Norte uma autêntica aventura. Estas fotografias que vêm do álbum de recordações da Lurdes Peça, do Avelino e do Prof Sá Lopes, leva-nos até ao ano de 1969. Esta passeio que seguia para norte teve uma visita ao Jornal de Coimbra e à Fábrica de Cerveja.
sábado, 8 de fevereiro de 2025
FINALISTAS DE 1972
Com estas fotografias da Fernanda Amaro e do José Luís Almeida, recordamos os finalistas de 1972, que além da viagem, teve um grande almoço de confraternização no refeitório da Escola.
sábado, 4 de fevereiro de 2023
O Primeiro ano da “Escola Nova”
Do álbum de recordações do José Luís, do Artur Domingos e da saudosa Professora Ermelinda, saíram estas fotografias para recordar o ano lectivo de 64/65, precisamente o primeiro ano da Escola “Nova”.
domingo, 11 de dezembro de 2022
Viagem de Finalistas de 1963
As viagens de finalistas sempre foram e continuam a ser um marco na vida estudantil, estas fotografias que vêm dos álbuns da Regina, do Veludo e do Moiteiro, recordam-nos a viagem dos alunos de 1963.
sábado, 30 de julho de 2022
Ano de 1966
Nestas fotografias da Fátima Valente e do Ramiro Ruas, recordamos a viagem de Finalistas de 1966 a Espanha. A estas fotografias junta-se outra do Filipe Silva com o Mestre Malhoa a servir de pano de fundo.
sábado, 9 de janeiro de 2021
Os Bailes de Finalistas
Durante vários anos o Shegundo Galarza, foi o animador destas festas, em 1969, os finalistas de então e do qual eu me incluo, cortaram com a tradição e os animadores do baile foram “Os Charruas” um agrupamento que estava na berra, e tinha como vocalista o Dany Silva.
domingo, 23 de agosto de 2020
Finalistas de 1972
domingo, 18 de março de 2018
Viagem de finalistas a Madrid
Pois bem enquanto a promessa não é cumprida aqui fica algumas fotos dos anos setenta, mais propriamente da viagem de finalistas a Madrid no ano de 1973.
Está na altura de esta “malta” ir ao Encontro dos Antigos Alunos.
domingo, 14 de agosto de 2016
quarta-feira, 3 de julho de 2013
Viagem de Finalistas de 1969
Na primeira, podemos ver a Ana Candido, que nos trouxe estas fotografias, João Ilídio, Elisabete Pinto, Graça Várzea, Lurdes Peça e escondido o Frederico.
Na segunda foto, entre vários alunos, lá está o Professor Joaquim Sarmento, mais conhecido por “Jqim Seringa”.
Comentário:
Jqim Saringa e não seringa, a alcunha era dada por ele andar sempre a saringar o juízo , pois quando aparecia no quadro escrito por alguns mais atrevidos a palavra saringa, logo vinha ele com o seu discurso , estes rapazes nem sabem escrever seringa.
Carlos Nobre............05-07-2013
terça-feira, 27 de outubro de 2009
Viagem de finalistas 1972
terça-feira, 3 de março de 2009
Viagem de Finalistas de 1968
Estas fotografias que chegam ao blog provenientes de álbuns diferentes, respectivamente da Maria dos Anjos e da Campoto, reportam à viagem de finalistas de 1968.Na foto de cima podemos ver sentados no muro, algures no Norte do País, a Campoto, a Maria dos Anjos e o Alpalhão.
De pé o Francisco Coutinho, a Dulce e a Anabela.
Na foto de baixo: o Caldeano, Maria dos Anjos, Adelino Antunes e Anabela.
José Ventura

Comentário:
A viagem dos finalistas era na década de 60 um verdadeiro acontecimento. A viagem ao Norte uma autêntica aventura. A saída da Estremadura, a travessia das Beiras e do Douro, a chegada ao Minho uma incontestável façanha. É preciso recordar que o percurso se fazia com todo o vagar que as velhas estradas nacionais ou regionais permitiam, num país que ainda desconhecia as auto-estradas ou vias rápidas. Uma facha para cada lado e às vezes nem isso. A ligação entre duas etapas consecutivas levava uma eternidade. Dava tempo para ver as diferentes paisagens com todo o tempo do mundo. A reportagem fotográfica da minha «excursão» começa a ganhar forma nas páginas do blog. Só é pena que os locais de descanso captados pelas objectivas das velhas Kodaks nem sempre estejam devidamente identificados. O «algures no Norte» é uma designação muito cómoda mas pouco precisa. Para um caldense acaba por representar quase metade do país. Proponho à Maria dos Anjos & à Fernanda Campoto que façam um pouco de luz e nos digam por palavras em que locais se fizeram retratar. A resposta talvez esteja traçada com caligrafia juvenil nas costas das fotos.
Artur R.Gonçalves..........08-03-2009
domingo, 1 de março de 2009
Baile de Finalistas de 1969

Vamos lá fazer uma pequena correcção. Até 1968 os bailes dos finalistas tinham o “conjunto
Segundo Galarza” como animador das festas. Foi o meu ano de finalistas que "mandou ás ortigas" a tradição e fomos até Santarém contratar “Os Charruas” que eram uma banda que fazia furor na altura pois tinha obtido o 3º lugar no concurso de ié-ié realizado no antigo Cinema Império.Esta banda criada em 1967 tinha na sua composição Dany Silva (viola baixo), Carlos Sardinha, (viola solo), João Baptista (bateria) e João Magalhães (voz e viola ritmo).
O disco "Povo", um EP (disco de vinil a 45 rotações) com 4 canções, foi editado em 1968 sendo a canção “Os teus olhos senhora” a que fez maior sucesso.
As fotografias que encimam este texto são do baile de finalistas de 1969 e vêm do álbum da Beta (cá da casa) e da Virgínia.
José Venturaterça-feira, 17 de fevereiro de 2009
Baile Finalistas de 1971
No domingo, quando assistia no meu sofá predilecto ao episódio da série “Conta-me como foi”, vi retratada uma passagem de modelos no Ritz que me fez recordar o ano 1970/71 em que fui finalista do Curso Geral do Comércio. A minha opção de ser do Curso Geral do Comércio e não da Formação Feminina foi a agulha pois eu fugia dela como o diabo da cruz. A minha agulha acabou por ser a esferográfica.Organizámos, com o fim de angariar fundos para a habitual e desejada viagem de Finalistas, um Chá Dançante que incluía uma Passagem de Modelos no antigo Casino das Caldas patrocinada pela Loja Goia na pessoa do Sr. Adelino Godinho, sendo extraordinário o seu empenho e colaboração para connosco jovens maçaricos no evento.
Já agora que estou a recordar lembrei-me do Baile de Finalistas também no Casino com o famoso Conjunto “OBJECTIVO”.
Este conjunto fazia furor na época pelas suas luzes psicadélicas e guitarras eléctricas no máximo de som fazendo o pessoal pular ao rubro. Depois de uma “geração”de Segundo Gallarza esta era a revolução dos sons.
Para nós foi uma excelente opção e para os nossos pais (que adoravam ir também ao baile, claro os que podiam), era uma oportunidade de mostrarem as toilettes e os penteados artísticos com muita laca, no entanto não acharam grande graça ao conjunto. “MARAVILHA”, desistiram rapidamente do controle.
Como podem ver em anexo depois de procurar nas minhas relíquias da escola encontrei a toalha vermelha assinada por diversos colegas e professores e que foi usada numa das mesas do baile
Amigo Zé Ventura deves estar admirado por eu escrever estas linhas, mas não sei o que me deu ……
Será Saudade.
Lúcia Vital Vasconcelos
Com é fácil de ver esta tolha está carregada de recordações, das dedicatórias escritas recortamos algumas que estão mais perceptíveis.

Comentários:
Os Objectivo estrearam no Casino o seu nome, derivado de uma votação no famoso Zip-Zip, em Abril de 1970. Ao que sei é daí que ficam os contactos que levam à sua contratação para esta ocasião, no ano seguinte.
Tiveram constantes mudanças na sua formação mas penso que a que veio às Caldas a este Baile de Finalistas é a mesma que eu vi actuar em Vilar de Mouros em Agosto de 1971: Zé da Cadela (bateria), Zé Nabo (baixo), Mike Seargent (guitarra) e Luís Filipe (guitarra e teclas).
O volume sonoro era realmente muito elevado e um dos responsáveis do Casino desligou mesmo a energia para os “convencer” a tocar a um nível mais razoável…Muito interessante este post, preciosas as recordações.
J.J. ............18-02-2009
Apesar do trabalho apertar por estes lados, aparecer por aqui é para mim mais importante que a missa do Domingo. Eu sei que o prior da freguesia não me vai levar a mal, pois ele sabe que eu sou bom rapaz, e como nunca pequei (será?) nunca precisei de confissão.
Isto tudo para dizer que sabe bem voltar a ver a assinatura de cunho bem feminino da minha linda (ainda o é )conterrânea Maria Alice Marques. Há quantos anos não a vejo, ocupada que anda lá pelas Lisboas. Quem sabe se não aparecerá um dia por aqui, agora que a Lúcia, tudo pessoal muito jovem, «and in very good shape» resolveu entrar no blog.
J.L. Reboleira Alexandre......18-02-2009
Quando até as toalhas das mesas dos Bailes de Finalistas são guardadas décadas a fio nas arcas das relíquias, podemo-nos perguntar o que é que terá ficado fora do arquivo. Parece que o «Conta-me como foi» (passa nos canais internacionais da RTP) continua a cumprir a sua função pedagógica de preservar a memória de uma época-charneira da nossa História recente, contrariando assim uma tendência tão nossa de nos transformarmos n’ «O país da não-inscrição», como nos alertava José Gil no «Portugal, Hoje. O medo de existir» (2004). Para quem pertence ainda à geração do Segundo Galarza do Ginásio da Escola, essas inovações psicadélicas de OBJECTIVO(S) e MARAVILHA(S) de Casino albergavam já uma sonoridade muito ousada, muito subversiva para as sensibilidades mais conservadoras dos paizinhos das meninas finalistas. A década de 60, ao atirarar da cadeira abaixo o tiranete de santa comba, começou desde logo a preparar o advento da década de 70, aquela que tantas novidades nos acabaria por trazer. A partir de então, a escolha absurda entre a «agulha» e a «esferográfica» passou em definitivo aos anais do irreversivelmente obsoleto, a ocupar o capítulo especial dedicado ao «no sense».
Artur R. Gonçalves.........18-02-2009
Foi o meu 1º baile de finalistas, eu tinha 15 anos e aquelas luzes e o barulho ensurdecedor eram para mim uma novidade incrível. Lembro-me que as meninas não podiam ir sozinhas e a minha mãe e a D.Fernanda, mãe da minha amiga Elisa, foram connosco. Coitadas, nunca mais nos viram no meio das luzes e do barulho e elas próprias nem se ouviam uma à outra. Foi a grande revolução, porque até aquela data era tudo sempre muito certinho e controlado, ao som dos Shegundo Galarza.Já lá vão mais de 40 anos!!!!
Élia Parreira..............02-03-2012











