sábado, 25 de abril de 2026
sábado, 23 de agosto de 2025
ANOS SETENTA
Para manter vivo o espírito da nossa passagem pela escola Rafael Bordalo Pinheiro, aqui fica mais um contributo fotográfico do António Guilherme, da Fatinha e da saudosa São Santos. Julgo que estas fotografias reportam a 1973.
sábado, 5 de abril de 2025
quarta-feira, 15 de novembro de 2023
O Encontro de 2015
O 22º Encontro começou na “Nossa Escola”, onde a Isabel Castanheira nos deu uma lição sobre Bordalo Pinheiro, como só ela sabe, e depois, como habitualmente, a Lareira foi o palco do resto da festa.
domingo, 28 de maio de 2023
Década de Setenta
Para recordar o início da década de setenta, aqui ficam estas fotografias do António Guilherme e das amigas que infelizmente já nos deixaram, a São Rolim e a São Santos.
domingo, 26 de junho de 2022
Em Castelo Branco
O Jardim do Paço Episcopal de Castelo Branco, foi o belo cenário que serviu de fundo a estas fotografias que a Adelaide Silva guardou no seu álbum de recordações, de um passeio dos antigos alunos em 1969.
domingo, 29 de maio de 2022
Anos setenta
Para manter vivo o espírito da nossa passagem pela Escola Rafael Bordalo Pinheiro, aqui fica mais um contributo fotográfico do António Guilherme, da Élia Parreira, e da saudosa São Rolim. Estas fotografias reportam a 1973.
sábado, 31 de julho de 2021
Fotografias de 1973
Para manter vivo o espírito da nossa passagem pela escola Rafael Bordalo Pinheiro, aqui fica mais um contributo fotográfico da Fernanda Rodrigues, da Adelaide Silva, do António Guilherme e da saudosa São Rolim. Estas fotografias reportam a 1973.
sábado, 5 de dezembro de 2020
Cartões escolares
Os cartões escolares são uma boa recordação dos nossos tempos de Escola, ainda bem que muitos dos nossos antigos alunos os guardaram, porque todos nós gostamos de recordar um tempo já distante, e como alguém já alguém disse “As coisas boas da vida não são aquelas que duram para sempre. Mas são aquelas que deixam boas recordações.”
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sábado, 6 de junho de 2020
Encontro de 2014
domingo, 13 de janeiro de 2019
domingo, 17 de junho de 2018
domingo, 15 de junho de 2014
Um passeio a Coimbra
terça-feira, 31 de janeiro de 2012
O Beco das Flores ou as memórias do António Guilherme
Há dias, ao ler aqui as façanhas dos jovens e alguns amigos que viveram no Bairro do Viola, onde descarregavam carros de lenha, puxados por juntas de bois, etc.Veio- me à memória, também a minha infância, algo parecida, vivida no Bêco das Flores. Por isso não consegui resistir ao repto lançado pelo nosso amigo Zé Ventura e aqui estou a escrever algumas linhas sobre o BECO DAS FLORES, local onde nasci eu e todos os meus irmãos, todos os partos em casa, naquela casa baixinha, mesmo ao cantinho do beco, onde hoje existe um café.
Passados 50 e poucos anos e tendo vivido o que já vivi, quase me arriscaria a dizer que à época o Beco das Flores seria talvez a "rua" ou beco com mais dinamismo na cidade. Em relação à dimensão do beco e com toda a sua azáfama diária, atrevo-me a desafiar os digníssimos historiadores da cidade, a encontrar uma rua, não um bairro ou uma praça, claro, onde houvesse concentrada tanta actividade comercial, industrial e agrícola e habitação tudo em perfeita harmonia, e como disse, visto a esta distância de meio século, era impar na cidade.Vou falar apenas do tempo em que lá vivi e que vou lembrando, outros poderão acrescentar algo mais ao que vou dizer.
O Beco, estreito e de piso sinuoso, desembocava numa área intensamente agrícola, onde predominavam pomares, vinha e denso arvoredo a que chamávamos a azinhaga. Local das mais diversas brincadeiras de infância, desde a manhã até noite dentro, para os mais corajosos. Tinha como moradores famílias completas, algumas oriundas de outros pontos do País e que trouxeram comércio e industria ao beco. Desde sapateiros, funileiros, olaria, fabricas de bolos e rebuçados F.A.Caiado a maior da cidade e Henrique Santana, torrefacção de cafés, armazéns de retrosaria, armazéns da firma Tomás dos Santos, Avelino Tereso, Caetano Ferreira, armazém de
produtos agrícolas e até uma Adega.
Foi neste Beco que dei os meus primeiros passos e que tive a minha primeira vez em quase tudo.
"Até mesmo naquilo em que estão a pensar".
Falando da adega do Sr.Sebastião. Fiz uma vindima pela 1ª vez, do princípio ao fim, ir à vinha em carro de bois buscar as uvas, pisar no lagar, encher os barris e provar o mosto. Era uma azáfama que terminava noite dentro á luz da velhinha candeia de azeite, pendurada num recanto da parede. Foi nesta adega que bebi o meu 1º copo de mosto, depois de agua pé e por fim o belo vinho. Fiz aqui o meu baptismo, talvez com os meus 8 ou 9 anos.
Coisa rara na época, eram os automóveis, o beco, era uma mistura de desenvolvimento, havia quem ainda entrasse no beco com mercadorias em carro e bois, galeras puxadas por cavalos e já entravam também, furgonetas e camionetas. Pois foi também a minha 1ªvez na condução de uma carroça puxada por um imponente cavalo que vinha buscar combustível para uma quinta da Val de Maceira, onde eu ia parar e regressava na parte da tarde. Guiei pela 1ª vez uma furgoneta do meu amigo Costa, já falecido,, beco acima beco abaixo por diversas vezes. Igualmente andei pela 1ª vez de motorizada, pelos carreiros da linda azinhaga, onde hoje é o CCC.
Claro que não vou falar da minha outra 1ª vez. A Empresa F.A.Caiado, tinha um movimento intenso de pessoas e bens, no beco, que a juntar a todas as outras actividades existentes, dá para calcular o que era para nós crianças a imensa experiência de vida que colhiamos. Clientes, empregados. Caixeiros viajantes de outras empresas do País, eu conhecia toda a gente que entrava naquele beco. Vivi lá até aos 13 anos.
As memórias são muitas mas hoje fico por aqui.
Obrigado por terem partilhado comigo algumas da minha infância, passada no BECO DAS FLORES.
A.Guilherme
Comentários:
Caro Guilherme
Adorei as memórias do Beco das Flores. Embora residente em zona diferente, conheci perfeitamente este beco e a sua vivência. Naquele tempo as Caldas era uma "aldeia grande" e nada nem ninguém nos passava despercebido.
Para completar a importância com que pretende dignificar o Beco, julgo faltar a cerâmica do Sr. Prata, pai do nosso colega Ilidio Rodrigues Prata, onde a arte era predominantemente representada pelos "ALFIIIIINETES DAS CALDAS". Sim "ALFIIIIINETES" porque dantes o respeitinho era muito bonito.
E com esta me vou........
Mário Reis Capinha ..........01-02-2012
Caro GUILHERME
Peço desculpa. Na realidade está indicada a "olaria" que será a tal do Sr. Prata. Só agora confirmei.
Mário Reis Capinha 02.02.2012
Gostei de ler as memórias do Guilherme do seu Beco das Flores, e também para mim foi bom saber dele, pois já á muitos anos que eu não sabia dele. Quero agradecer-lhe a sua amabilidade de nos trazer as suas estorias e de ter arranjado um bocadinho livre da sua vida para nos relatar as suas peripécias de joven no dito Beco, embora eu não tenha lá vivido conhecia bem por várias razões, ligações familiares e também por visitas que fazia a amigos que andavam na nossa escola, um deles que me lembro era o Antonio Moura o qual nunca mais soube nada dele, enfim coisas da vida. O Beco era um lugar que tinha tudo e todos como o Guilherme citou, eu conhecia lá também um Policia um Engenheiro (Elias) e um Taxista (Malhoa), era de facto completo de boa gente. Agora desafio o irmão do Guilherme, o Jose ou qualquer outro colega que também desse algumas das suas memórias, refiro-me ao Jose sendo ele um pouco mais velhinho do que nós, talvez tenha outras recordações, para dar continuidade a este tema.
Obrigado Guilherme foi um prazer saber de ti!
Um Abraço.
Antonio Abilio..................03-02-2012
O António Abílio no seu comentário, citou como morador no Beco das Flores um Elias (engenheiro). Será que este senhor era um que morava naquela casa de canto à direita no início da rua? Se é a ele que o A. Abílio se refere, o senhor chamava-se José Elias dos Santos Júnior e era técnico de obras da C.M.C. Se for o caso, ele construiu um prédio na R. Alexandre Heculano para onde foi morar, e alugou a tal casa do canto ao meu sogro que aí viveu até ao fim dos seus dias.
Fernando Santos........ Olhão.........04-02-2012
Boa Fernando Santos. Que excelente memória. Na realidade o Sr. José Elias dos Santos Júnior (que não era engenheiro mas sim o filho) era técnico de obras da Câmara, e pessoa muito considerada na cidade.Moravam no Beco das Flores e muito mais tarde no Avenal.
Lembrando e relembrando vamos lá chegando.
Mário Reis Capinha ..........04-02-2012
Já agora aproveito para dar também o meu contributo ao Beco das Flores que, naturalmente também fez parte da minha infância, até porque morei durante vários anos num prédio que ainda hoje existe, junto da Casa dos Óculos, o que me obrigava naturalmente a conhecer bem toda aquela zona.
Por outro lado moravam lá duas colegas minhas da primária, irmãs, a Fernanda Noémia e a Helena, filhas de um polícia.
Quanto à fábrica de bolos Caiado, desloquei-me lá muitas vezes porque as funcionárias eram clientes da Eléctrica, onde compravam, a pequenas prestações, os electrodomésticos de que necessitavam, e era eu e a minha irmã que nos deslocávamos lá no fim de cada mês, quando elas, pontualmente, pagavam as suas prestações. Conheci bem o funcionamento da fábrica na altura e, hoje, por graça, posso dizer que se a ASAE lá entrasse, as portas seriam imediatamente fechadas, não por falta de higiene propriamente dita, mas de facto as condições deixavam muito a desejar.
Quanto ao resto, tenho uma ideia muito vaga, lembro-me apenas nde ver muitos vasos com flores nas portas de algumas casas e pouco mais.
Quanto ao António Guilherme sinceramente não recordo o nome, no entanto a rapariga que está na foto conheço-a perfeitamente, embora não saiba dizer o nome.
Gracinda Vidigal.................05-02-2012
É natural que a Gracinda não se recorde muito bem das pessoas, pois tambem esteve muito tempo e viver fora da cidade. A rapariga a que se refere é a minha irmã Maria Teresa, já falecida, e que foi a fundadora da Farmácia Maldonado, como colaboradora, onde trabalhou toda a vida.O mais pequenino, sou eu que talvez ajude a identificar, sou casado com a Gina. os outros dois meninos são o meu irmão Carlos Gomes e José Santos que vive nos USA.Todos nascidos e moradores no beco das Flores. A Foto foi tirada há 6o anos.
A.Guilherme................05-02-2012
Ao ler as memórias do Bêco das Flores do amigo A. Guilherme também quero contribuir com as minhas melhores recordações dos tempos que passei naquele sitio, de todos vós, em especial da sua malograda irmã Teresa,e também dos seus pais.
Como o meu pai tinha o estabelecimento de fazendas à esquina do Bêco, onde é agora a Proelcor, eu brincava com frequência neste Bêco com a malta que lá morava. Também me recordo que nos Santos Populares faziamos as quermesses lá bem o meio do Bêco.
Penso que o seu irmão, embora mais novo do que eu, se lembrará talvez destas paródias, e daquela figura muito típica daquele Bêco, o alfaiate "Sr. Antão" que estava sempre a assobiar e com a fita métrica ao pescoço. Enfim, bons tempos que já lá vão, mas que nos fazem reviver.
Aqui deixo um abraço a todos.
Jorge Pimenta....05.01.2012
As conversa são como as cerejas, e o Pimenta veio avivar a minha memória.
Também neste Beco residiu e fez as suas traquinices muitos anos, o nosso colega Carlos Alberto Raimundo. Era filho do Sr. Virgilio Raimundo, dedicado colaborador da mercearia Caetano Ferreira, localizada no Largo Herois de Naulila.
Lembras Pimenta? Na casa dele fizemos grandes noitadas de king.Para não falar da Rua Sebastião de Lima.Ponto final parágrafo.
Um abração do:
Mário Reis Capinha..............06-02-2012
Amigo Zé vou enviar o comentário mail, porque na própria pagina por duas vezes foi para o lixo ,não consigo acertar, estou como o Sporting, eu não sou muito bom com estas modernices ,mas prometo que vou conseguir ......
Meu caro José Santos,
Terminado o Curso Comercial tive como primeiro emprego um lugar no escritório da empresa F. A. Caiado, no Beco das Flores, o local das Caldas onde se fazia mais marmelada (com aspas ou sem aspas) por metro quadrado. Ali permaneci mais de dois anos no início da década de sessenta. Ali morreu, nas minhas mãos, um senhor que vendia na praça e que morava numa casa do lado esquerdo, antes de chegar à empresa (julgo que de apelido Mendes).
Mas não é do Beco que quero falar. o que eu quero é recordar aquela noite de 1963 ou 1964 em que, vindo da Azambuja, num Citroen 2 cavalos, me deparei, no Cercal, pelas duas horas da manhã, com dois militares - um a dormir na valeta e outro a pedir boleia. Parei, trouxe-os para as Caldas e fui levá-los a casa. Eras tu e o Armando (Louça Fina) que não se cansavam de dizer, durante a viagem, que eu tinha sido um santo que vos apareceu pois já andavam à boleia há mais de doze horas. Lembras-te?
Um abraço
Sanches
P.S.- Embora tenha trabalhado na empresa F. A. Caiado, nunca lá fiz marmelada (nem com aspas nem sem aspas) ao contrário do teu irmão Guilherme que, tendo saído do Beco com 13 anos, das duas uma - ou foi muito precoce ou voltou lá mais tarde.
Sanches..............07-02-2012
Esta é só para o meu amigo Sanches. Comecei a trabalhar aos 11 anos de idade. Tira as tuas conclusões.
Guilherme...............07-02-2012
Amigo Sanches
Penso que a nossa idade deve ser a mesma,nunca te vi no Bêco antes dos 14 anitos, mas comhecia-te bem moravas lá para o Largo João de Deus. ou rua dos Loureiros, penso que estou certo, por aí a rapaziada era outra mas todos meus amigos,não havia ricos e davamos todos bem, tu continuaste os estudos e eu aos 14 como adorava a ceramica, influência do meu vizinho J.Pratas, passava lá muito tempo com ele, consegui entrar nas Fainças B. Pinheiro onde trabalhava no escritorio a tua irmã Luisa, depois nós tivemos aquele famoso encontro que nunca mais te esqueste era as tais 2 ou 3 horas da madrugada, muito longe das Caldas, nesses tempos era uma grande distãncia, ou seja no Cercal eu estava na vida militar em Sacavém e nessa altura estava lá a fazer a recruta o tal Armando que nesse dia decidimos ir ás Caldas, eu até estava doente, e foi a essa hora que eu vejo o tal Cintroen 2 cavalos, porque nessa altura já tinhas automovel e levaste -nos para casa, nunca mais te esqueceste nem eu, ainda o ano passado demos um abraço e falamos nesse assunto,gostei muito de te ver, podes acreditar , a tua passagem pelo Bêco já não foi no meu tempo, tu trabalhavas no Caiado e talvez nessa altura ainda visses a tal marmelada e pasteis de nata nos tabuleiros de madeira, em cima de bidons ou até em cima das pedras a a panhar ar e digo-te todos os dias os comia eu e mais alguém e eram uma delicia muito melhores do que hoje com os tais inspectores, Bem essa questão vai dar outra escrita. Quanto ao vizinho que falas antes de chegar ao escritorio de onde trabalhavas no Caiado que vendia fruta, penso que só pode ser o Jose Lino que vendia bananas e ananazes, até isso tinhamos no Bêco era o numero um pai da amiga Isabel Lino penso que estou certo, quanto ao meu irmão Guilherme, brincar com a sua primeira vez, eu penso que ele se está a referir a comer pastéis de nata, quanto ao que estás a pensar, eu nessa altura já tinha saido do Bêco para trabalhar ,mas estava tudo sob control, não era facil......
Grande abraço para ti amigo Sanches e obrigada por falares do meu Bêco
Quanto à foto, vou tentar colocar os nomes aos retratados na minha casa no Bêco das Flores N 3.
Na fila de cima, Alice, Jose Santos, Jose Augusto "mais conhecido por o filho do Ti Inacio Sacristão" Quim Bucha "Já falecido "Jose Manuel Costa.
Em baixo, Guida Fabian, Carlos Gomes, Gerardo Alferes, David Viola, Eduardo Mondim "já falecido" Jose Silvino, as tres senhoras do lado direito, Deolinda Malhoa, Prima Mena "agora viuva de Vitor Mendes"e Amalia amiga da minha irmã Teresa, Teresa Santos " ja falecida" ao seu lado a irmã do Gerardo Alferes,os pequenos do lado esquerdo são a Elizabete Correia e Francisco dos Santos mais conhecido por Xico Zé, penso que estou certo...
Jose Gomes dos Santos ..........................07-02-2012
Apenas para confirmar que o tal senhor se chamava José Lino e era efectivamente pai da Isabel Lino, mais conhecida pela Isabel da Rocaltur. Ainda o transportámos ao Montepio na cabina de uma camioneta de carga da empresa mas já era tarde.
Para o meu amigo Guilherme,
Oh Guilherme, se começaste a trabalhar aos 11 anos já deves estar reformado há muito tempo!!! Será?!!!
Um abraço.
Sanches
Sanches..................12-02-2012
Meus amigos hoje não estou lá muito satisfeito, por causa daqueles problemas lá na Madeira, o Sporting continua a não convencer, mas para distrair o melhor é recordar os amigos em especial do meu Bêco, e vou começar a responder ao amigo Sanches. Será que não encontras o Guilherme, já a alguns anos a passear lá pela cidade ,o que quer dizer que está reformado, mas voltando ao Bêco eu pensei bem e não vou falar em nada, porque na verdade, não á grande interesse, porque como já disse os interessados para responder, a esta brincadeira, o principal já faleceu, estou a falar de Fernando Ceia uns dos amigos do meu grupo e dos mais reguilas, o Armindo Garcia, hoje padre, penso que ainda está vivo, mas nunca mais tive noticias, o Carlos mais conhecido por o "Rebola" penso que anda por aí,um dos amigos era o Romão, morava frente ao Bêco, havia o Eduardo Arroja ,as traseiras da sua casa dava para o Beco, O Carlos Mariano e o seu amigo "MUDO"tambem passamos boas , isto era da minha geraçâo, mas logo mais um ou dois anos, aparcecia o Jorge Caiado desde o ciclo preparatório nunca mais me falou nunca tivemos juntos porque ele era mais velho, o mesmo com o Carlos Raimundo , com o Puga e o amigo Vitor Sebastião, este muito diferente sempre falou ainda no ano passado demos um grande abraço de amizade, não me posso esquecer de outro grande amigo morava mesmo em frente de mim ,mas infelizmente ele não podia ir para os loureiros brincar devido á sua doença, mas estava com ele muitas vezes em sua casa, era o amigo Tito Viriato ,tambem não posso esquecer foi pouco tempo mas é o amigo Carlos Esgaio,passaram muitas historia giras mas não vale a pena estar a escrever porque hoje todos tem vidas e pensares diferentes, vou ficar por aqui e quando me lembrar de alguma coisa gira, vamos a isto, peço desculpa se me esqueceu de alguem, quanto ás meninas eram poucas mas boas, fica para outra altura.
Jose Gomes Santos..............13-02-2012
Boa tarde amigos
O meu primo Zé Ventura, enviou-me o link do blog, por saber que também eu tinha morada no Beco das Flores, que eu achei interessantíssimo.
Efectivamente fui para o Beco das Flores em 1957, vindo da Fanadia, porque os meus pais foram ambos trabalhar para a fábrica do F.A.Caiado. A minha mãe trabalhava nos tais pasteis de nata com o (Joaquim pasteleiro), homem de Tornada, e o meu pai era o homem fazia a “marmelada”, sem aspas.
Morava numa casa pequenina, que ficava ao lado de outra que pertencia ao Alfaiate sr. Antão, que nessa época já tinha a alfaiataria na Rua da Montras. Não sei qual era o número, mas era a primeira ou segunda a seguir a um pequeno largo formado por um prédio que ficava mais recuado, onde morava uma rapariga de nome Elisa.
Morei aí cerca de 3 anos, e trabalhava (desde os 12) na pastelaria Martins, na Rua das Montras. Bons tempos esses que passei no beco, embora não tivesse muitos amigos, porquanto provinha da aldeia e de pessoas muito humildes, também não estive lá muito tempo para cimentar grandes amizades. Por outro lado, memória já me vai faltando, mas lembro-me da tal Elisa, do Santana, que penso que era filho de um pasteleiro(?) e o Lousada, cujo pai tinha uma barbearia. Depois fui para a Rua da Caridade e em 1962 para Angola, tendo perdido todo o contacto com o Beco.
De Faro, um Abraço para todos
José da Conceição Santos
Conhecido na época por “Zé da Conceição”..................27-02-2012
Como é saudável este blogue! Aguça a minha curiosidade, de que eu gosto tanto, e fiquei com a pulga atrás da orelha, quando li que não sabiam quem era o tal "José Pedro Ferreira, caldense". Informei-me na minha última visita às Caldinhas e descobri que o dito senhor foi Presidente da Comissão Executiva do Hospital Termal, em 1921, por isso já lá vão 91 anos! A idade do meu pai!
Mas,digo em abono da verdade, que era muito mais elucidativo, escreverem o cargo, profissão ou acto heróico, que os tornou conhecidos, aquando da colocação do nome nas placas identificativas.
Por este andar, qualquer dia, a rua Maria dos Cacos (Stº Onofre)pensam que foi em honra de alguém que partiu a loiça toda em zanga familiar!
Beijinhos
Lurdes Peça.....................12-03-2012
quinta-feira, 1 de dezembro de 2011
Finalistas de 1974
Comentários:
É o Sr. Pinto Correia, pai da Helena Arroz, mas não são os finalistas de l974. Não sei de quando são, mas são uns anitos mais antigos.
Em 1964, quando iniciei o curso de Formação Electricista, juntamente com mais 27, o Eng. Pinto Correia era professor da disciplina de electricidade. Recordo que num dos exercícios mensais (pontos) para avaliação de conhecimentos e atribuição da nota do período, o Eng. PC atribuiu-me a classificação de 0,5 valores na disciplina. Acho que foi a nota mais baixa, alguma vez atribuída na escola.
Não satisfeito com o que se estava a passar em relação ao meu ponto, fui falar com o então director Leonel Sotto Mayor e expus a minha indignação por tal acontecimento. Recordo que ele me mandou acalmar dentro do seu gabinete e que iria saber o que se passara.
Mais tarde soube que ele próprio tinha rectificado o ponto sem contudo ter dito nada ao eng. PC.
Como resultado dessa 2ª correcção foi-me atribuída a nota de 14,5 valores.
Naquela altura o eng. PC era um superior hierárquico na ex-Seol, onde trabalhava o meu pai, sendo esta situação bastante comentada naquela empresa, com os comentários que vocês adivinham.
O eng. Pinto Correia, nunca mais fez uma gracinha daquelas, porque acho não o ter apanhado nos anos seguintes. Lembro que dos 28 que iniciaram o curso, passaram 8 para o 2º ano e depois 4 para o 3º. Era a turma mais pequena da história da escola.
O Engº Pinto Correia era funcionário da SEOL. Trabalhei ainda algum tempo com ele. Infelizmente partiu cedo.
O Engº Pinto Correia e o meu grande amigo "Pai Pessa" pessoa de quem eu muito gosto, foram os meus ensaiadores das peçinhas de Teatro de Natal que a Empresa realizava nessa altura.Os "artistas" eram os filhos dos funcionarios, ou seja prata da casa.
Lembro com saudade esse tempo teriamos aí os nossos nove dez anos era uma alegria. Dava-se valor ao Natal, contentava-mos com pouco.
Alguns desses ensaios foram na casa do EngºPinto Correia.
Anos mais tarde (1971) entrei como funcionária, e os papéis inverteram-se,passei de artista de teatro a colaboradora para tratar da Festa de Natal, aí compreendi e admirei, o trabalho e a carolice dessas pessoas.
Já agora aproveito para desejar a todos Antigos Alunos um Santo e Feliz Natal.
Lúcia Vital Vasconcelos................03-12-2011
O Eng.º Pinto Correia foi funcionário da SEOL e também tive o privilégio de trabalhar com ele. Obrigada pelas tuas lindas palavras que dirigiste ao meu pai, “Pai Peça”, o tal homem que fazia de tudo para nesta quadra festiva, as crianças e familiares dos funcionários da SEOL, tivessem um Natal em família e que pudessem ver um presépio quase em tamanho original, tudo feito por ele e que teve vários prémios a nível nacional, entre Delegações e Sede.
Agora fala-se em reciclagem, mas naquela altura já se fazia esse trabalho, pois os escudos eram poucos e a imaginação era fértil!
Quando entraste na SEOL, saí eu, pois casei em Outubro de 1971 e saí das Caldinhas perdendo o contacto e vivência com muitos dos meus amigos.
A minha memória por vezes me atraiçoa, mas o Eng.º Pinto Correia nunca me esqueci dele, pois ia inúmeras vezes à casa de meu pai entregar trabalhos.
Também desejo a todos os antigos alunos da nossa escolinha um BOM NATAL!
um abraço
sexta-feira, 7 de outubro de 2011
Artistas na Praia
Envio uma foto de um grupo de alunos da Escola Rafael Bordalo Pinheiro, tirada em S. Martinho do Porto, num fim de semana de 1967.
Um abraço do Guilherme
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
“A malta da noite”
Comentário:
Devido ao que acabei de ver na sport tv vim até aqui para esquecer, estou assim com o pensamento um bocado parado, mas respondendo ao repto do meu amigo Zé Ventura aqui vai o meu testemunho sobre a foto.Esta foto já saiu no blog, foi tirada no inicio dos anos 70 e como era hábito, as nossas comemorações começavam e acabavam sempre á mesa.Como sempre sabiamos escolher bem o local do encontro gastronómico. Este era um restaurante existente na Matoeira famoso pelos seus assados no forno,pertencente à família do n/ amigo Herminio,já falecido,num estúpido acidente viação,que esteve ligado à panificadora caldense e tambêm ao fabrico da famosa ginga de Óbidos.Falas-me de motivação? Bem,o pessoal naquele tempo estava sempre motivado para estas coisas, talvez no final de um período ,talvez por termos tido um ponto com o dr. Sarmento que tenha corrido bem a todos, de facto não me lembro qual o motivo deste jantar.Temos o Justino , Pereira,Teresa, ex do Justino,Prof.Sarmento,Inácio,Lopes (de pé)Guilherme,Vidigal, ? ,Gerardo
um abraço
A.Guilherme.........26-09-10
domingo, 6 de setembro de 2009
Fim de semana na neve
Para os “novos-ricos” que julgam que é moda ir para a “neve”, desiludam-se, pois os alunos de 1969 já faziam estas viagens com toda a pompa. Bem sei que não iam vestidos a rigor, alguns até de gravata iam, os esquis eram os sapatos ou para os mais engenhosos um saco de plástico, mas seguramente, divertiam-se muitíssimo, conforme nos contou o Guilherme, à frente na direita, que nos trouxe esta foto de uma viagem à Serra da Estrela.
Fazem ainda parte dos esquiadores: o Justino Abreu, o José Fernando, o Mário Morgado e outros amigos que não consigo identificar.
Comentário:
4o anos já passados, é verdade, e como tudo é tão atual. já se faziam excursões para esquiar como se comprova. É extraordinário estarem alguns "desportistas" de fato e gravata, na neve. Tal a postura dos alunos em representação digna da escola Bordalo Pinheiro. Hoje reparamos que o "in"é nos colégios os meninos pequeninos andarem de gravata novamente.Como naquele tempo faltava tudo, á boa maneira portuguesa inventámos métodos de esquiar, talvez os percursores do actual snowboard.recordo-me dum episódio muito pitoresco. Eu e o meu amigo Sousa Santos (1ºda esqr.na foto)encontrámos em plena serra um caixote em madeira de média dimensão que era mesmo na n/ medida para nele esquiarmos e dentro dele aí vimos nós serra abaixo, tal velocidade tomou que dele perdemos o controle só parando quando fomos embater violentamente num dos poucos esquiadores devidamente equipado com esquis que faziam a coisa a sério. bem, a coisa foi grave, partimos os esquis ao senhor, isto acompanhado com uma dose de cambalhotas que por milagre não provocou ferimentos. o senhor queria que pagássemos os esquis(meteu professores e escola)enfim foi uma situação difícil de resolver. mas e agora voltando novamente à actualidade, talvez aqui tivesse havido tobogan pela 1ª vez na serra.Como costumo dizer está tudo inventado só se vão sempre aperfeiçoando até atingir o perfeito.um abraço.
Guilherme ............09-09-09
quinta-feira, 26 de março de 2009
Viagem de finalistas de 1974
Para completar o post anterior, aqui está mais uma foto da viagem de finalistas de 1974, que como ficou esclarecido anteriormente foi ao Norte e não a Espanha.Segundo o Guilherme, que nos enviou a fotografia, o grupo numeroso deixa antever muitos pares de namorados que viriam a casar mais tarde.
José Ventura
terça-feira, 5 de agosto de 2008
Em Citânia de Briteiros
Esta fotografia que o António Guilherme nos trouxe, recorda uma viagem de estudo que os alunos, na sua maioria dos cursos nocturnos, fizeram ao norte, mais propriamente a Citânia de Briteiros, julgo que foi esta indicação que o Guilherme transmitiu mas como não sou capaz de identificar esta “malta” com certeza que ele vai ajudar.José Ventura
Comentário:
Até que enfim uma foto dos alunos nocturnos. O Ventura conhece alguns deles, como a Zita, a Madalena, a São, a Teresa Gonçalo, o Edmundo, e outros que não me recordo dos nomes.
Anónimo.....14-08-2008


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