Mostrar mensagens com a etiqueta 1955. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta 1955. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

Uma Festa de Natal

Esta fotografia, que pertence ao espólio da Escola Rafael Bordalo Pinheiro, é provavelmente do final da década de cinquenta, e documenta uma festa de Natal.

Comentário:

O 4º da direita entre o Padre A. Emílio e o rapaz de barrete, parece a ser o Victor Corado, De notar,as raparigas eram muito mais espigadas que os rapazes que parece vinham da 1ª ou 2ª classe

Anónimo................02-01-2013

domingo, 27 de maio de 2012

O Ceramista Armando Correia

No dia 2 de Junho de 2012, pelas 17 horas, vai ter lugar no Casal da Eira
(Infantes - Salir de Matos) uma homenagem a Armando Correia, onde se pretende relembrar a sua obra de ceramista, desenhador, pintor, escultor e poeta.

Tive oportunidade de conversar algumas vezes com o Armando Correia, a propósito da sua passagem pela Escola Industrial e Comercial e do seu curso de cerâmica que conclui-o em 1955.
A última vez que o encontrei falámos sobre esta fotografia, onde ele aparece com outro colega de Escola que ele recordou com alguma saudade tratar-se de José Paulo Ramos dos Santos e que segundo ele vivia nas Canárias.


Armando foi um grande ceramista, um grande artista que nos deixou uma
obra digna de ser apreciada, pensada e falada. Por isso, alguns amigos
vão dizer e falar da ARTE POÉTICA DE ARMANDO na tarde do dia 2 de
Junho, com júbilo e com gratidão pelo que nos deixou.
Para quem nunca se cruzou com a sua obra, pode ver alguns exemplares
em espaços públicos das Caldas da Rainha, como piscina dos bombeiros,
Salão nobre da câmara e café Gato Preto.
Também será inaugurada uma exposição de fotografias sobre Armando Correia de Margarida Araújo.
Armando Correia (Armando José da Silva Correia)
(Caldas da Rainha, 1936 – 2008)

Armando Correia nasceu em Caldas da Rainha em 1936. Seu pai, Avelino Correia, devia o seu nome ao facto de ser sobrinho e afilhado de Avelino Belo, grande ceramista caldense, discípulo de Bordalo Pinheiro.
Aí, no ano de 1955, completa o Curso Técnico de Cerâmica. Curiosamente, o seu primeiro emprego, quando terminado o curso, não foi na cerâmica mas na nascente indústria do plástico, na Marinha Grande, onde, cerca de 30 anos depois, veio a leccionar um curso intensivo de cerâmica, muito concorrido, promovido pela recém-fundada Galeria de Arte Roca.
De 1960 a 1969 lecciona na Escola de Olaria e Cerâmica de Viana do Alentejo.
Expõe nos Salões da Primavera e Outono do Estoril onde obtém três primeiros prémios de cerâmica, medalhas de prata (1963 e 1965) e um 1º prémio de Salão (1967).
Em 1970 funda, com Leão Lopes, em Condeixa, o Grupo “Z-Atelier de Cerâmica” Em 1974 expõe em Coimbra.
Em 1975 trabalha no Departamento de Criatividade de uma fábrica de cerâmica em Espanha, tendo exposto
em Talavera de La Reina.
Em 1980 regressa definitivamente à sua terra natal.
Em 1984 expõe em Óbidos e Caldas da Rainha (GAT), seguindo-se, posteriormente, Marinha Grande (Galeria Roca), Coimbra (Teatro Gil Vicente) e outras localidades.
Em 2002 foi homenageado com a Medalha de Mérito, Grau Ouro, pela Câmara Municipal de Caldas da Rainha, pela sua obra cerâmica. Também possui vasta produção artística no domínio da pintura.
A sua obra está representada no Museu do Azulejo e faz parte de colecções privadas quer no país, quer no exterior, onde expôs por diversas vezes, quer a título individual, quer integrado em colectivas.


Comentário:

Não posso afirmar, porque já passaram muitos anos, mas penso ter conhecido o Armando nos anos 59/60 quando nos tempos áureos do C.C.C. ele pintava os cenários para os espetáculos, e eu colaborava na iluminação e som.
A postagem que estou a comentar foi publicada no dia 27-05-2012. Amanhã dia 2 de Junho, em Salir de Matos, o artista e a sua obra vão ser lembrados. Para que este espaço não fique em branco e mesmo sem estar certo de ser este o Armando dos cenários, daqui presto a minha homenagem ao brilhante artista caldense.

Fernando Santos..........Olhão,,,,,,,,,,,27-05-2012


terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Uma turma de 1955

Do álbum da Luísa Pimenta vem esta fotografia da segunda metade dos anos cinquenta, que nos mostra um grupo de alunas e alunos que eu não consigo identificar. Para colmatar a minha falha junto a reprodução do verso da foto devidamente autografada pelos intervenientes.
Pormenor curioso, o carimbo da casa que revelou e editou a respectiva fotografia, a Casa dos Óculos.  

Comentário:

Foi com surpresa e saudade desses tempos que vi esta fotografia da minha antiga turma do curso COMERCIAL.
Reconheço todos que passo a descrever da esquerda para direita:
Em pé: Pepe,Luis Filipe, Quim (de Alcanena) e o malogrado Carlos Gil.
em baixo: Stela, Irene, Manuela Leitão e Belmira.

Jorge Pimenta................26-01-2012


segunda-feira, 9 de agosto de 2010

No pátio da Escola

Esta fotografia da Ausenda, datada de 15 de Maio de 1955, faz parte das suas recordações dos tempos de Escola e segundo ela as colegas retratadas são:
Em pé: Alice Valério, Maria Adelaide, Prof. Silva Júnior, Helena Arroja, Profesora ?, Maria Alice, Margarida Cabaço, Helena Raimundo e Lénia.
Em baixo: Natália Pavão, Júlia Duarte, Ausenda, Maria Odete e Odete Barros.

quarta-feira, 3 de março de 2010

Meninas de 1955

O nosso colega Subtil, um ceramista dos anos cinquenta, descobriu no seu baú de recordações mais esta fotografia.
Não sei se o cenário será o Parque ou Mata, e quanto aos intervenientes também não é fácil a sua identificação, mas recorrendo a uns apontamentos do próprio Subtil, temos na primeira fila, 2ªda Esquerda, a Fernanda Crespo, um companheiro não identificado, a Ivone Crespo e a Leonor Teixeira.
Na fila de trás, a Mitó, a Teresa Paramos, e o resto ficamos à espera que alguém ajude.

Comentários:

Pode-se dizer que eram a fina flor das Caldas nos anos 50's. Bem me lembro delas

Anónimo.........04-03-2010

Que fotografia!!!
E não me refiro apenas à sua nitidez, que para a época está notável. Não me refiro também ao enquadramento da verdura e das flores que estão em segundo plano… refiro principalmente às flores de primeiro plano… colocando, claro, o “jarro” de parte que, quanto a mim, só se enquadra por servir de contraste ao restante.
Desde as caritas lindas e limpas até aos vestidos, aos semblantes compenetrados, cientes da sua beleza natural. Ao ver fotografias destas até sinto pena que os anos tenham passado.
Um abraço nostálgico

A.Justiça........04-03-2010

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Amigas de longa data

Hoje recuperamos uma fotografia já publicada em 26 de Dezembro de 2008, para juntar a outra que foi obtida no último encontro dos Antigos Alunos.
As meninas são as mesmas, apenas com o pequeno pormenor do hiato de tempo que as separam ser de 55 anos.
Estas fotos surgem no Blog pela mão da Luisa Pimenta que assim quer prestar homenagem à sua grande amiga desaparecida há poucos dias, Alda Marques.
Para registo, temos então na foto de cima a Luisa Pimenta a Belmira e Stela. Na frente a Alda Marques e a Irene.
Na foto de baixo, as mesmas “meninas”; Luisa, Belmira, Alda, Irene e Stela.
Comentário:

Dra. Luisa Pimenta, depois de ver algo parecido com uma "fotos" tenho para mim que estás MUITO MELHOR AGORA!

PAZ Á ALDA.

Luisa Barbosa........10-02-2010

terça-feira, 28 de julho de 2009

10 de Junho de 1955

As comemorações do Dia de Portugal, no regime de Salazar, tinham um peso político muito grande e obviamente a Mocidade Portuguesa tinha uma influência muito grande nos jovens, que mais do que ser o sustentáculo do regime, viam nesta organização uma forma de participar em actividades desportivas.

Estas fotos, do arquivo da Escola, das comemorações do 10 de Junho de 1955, mostra-nos uma classe de ginástica feminina em plena evolução do seu esquema, e os “meninos” da Mocidade devidamente perfilados sob a bandeira e um cartaz “Viva Portugal”.

José Ventura

Comentário:

Eu certamente estava lá. Por causa dos oculos escuros, o segundo da direita é o Maia. Os chefes talvez o J. Lopes, o Bernardo e o Garcia. Uma surpresa o nosso director ter deixado certas meninas a andarem com as mãos no chão e pernas no ar. Já não sei o que dizer, belos tempos ou belas pernas? Espero que nao haja censura.

Chaves..........29-07-2009

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

Serralheiros de 1955

Do álbum do António Domingos e do "Meste" Realinho chega-nos esta fotografia que traz para o Blog a “turma da ferrugem” de 1955, provavelmente o primeiro curso de serralheiros.
Os “ferrugentos” são o Realinho, o Zé Félix, o António Domingos, o Santana, e ?.
Em baixo o José Simões e o José oliveira.

José Ventura

Comentário:

Do grupo "ferrugento", também não me recordo do nome do Mestre da direita. Creio que o Mestre Raul foi o único aluno do primeiro curso. Aos almoços vão aparecendo o Matos e o Félix. O David e o Oliveira nunca foram creio eu. O Oliveira faz parte do grupo do "Café Cental"

Anónimo..........27-01-2009

sexta-feira, 26 de dezembro de 2008

Alunas de 1955

Do Sanches recebi esta fotografia que segundo nos diz foi obtida em Fevereiro de 1955. Como é hábito nunca nos dá indicações de quem se trata, diz ele que é uma forma de os antigos colegas participarem no blog dando palpites para ajudar a identificar as meninas retratadas.
Por isso fico à espera dos comentários para saber se a menina da fila de cima à esquerda não será a sua “mana” Luísa Pimenta?

José Ventura

Comentários:

Caríssimos Colegas. BOAS FESTAS.
Comentando a foto do Sanches, e ele tem razão deixando na dúvida os "artistas", e a prova é que estou eu a dar umas dicas.
Em cima na esquerda temos a Luisa Pimenta, a seguir, julgo não estar enganado, será a Belmira Araújo da Silva.
Em baixo à direita, será a amiga inseparável da Luisa, ou seja a Irene (Serralha).
Estou certo ou estou errado?
Espero que alguém confirme, e se possivel identifique as outras.

Mário Capinha............28-12-2008

Mário, a tua identificação está correcta.
Vou acrescentar que a terceira moça em pé é a Stela, e a primeira em baixo suponho que será a Alda Marques.

Jorge Pimenta........07-01-2009

Correcto e afirmativo.
O Sr. Jorge Pimenta tem direito a uma grade de minis.

Sanches...........08-01-2009

Se o Jorge Pimenta, que acertou em duas "artistas", tem direito a uma grade de minis. eu que acertei em três terei direito a uma grade de maxis. Depois acertamos as contas.
Um abraço do

Mário Capinha.........10-01-2009

quinta-feira, 5 de junho de 2008

A “Ferrugem” de 1955

O local é junto ao antigo portão da Mata, o ano é 1955 e estes “meninos” são a turma do Curso de Serralheiros,
A foto chega ao blog pela mão do António David Domingos.
Agora falta os comentários para dar nome aos “trabalhadores de Fato-Macaco”

José Ventura

Comentários:

Aqui vai uma deixa o 3º a contar da esquerda em pé é o Manuel Mogo Miguel, o 5º é o Chaves (canadà) os outros não sei quem sejam .

Carlos Nobre ......06-06-2008
A começar pela esq. e de pé, os "Ferrugentos" são: O Mestre (?), Eloi, Manuel Mogo, Matos,Chaves e Félix. Em baixo: Duarte Lopes (será), (?), David. Santana, Oliveira e deitado creio ser o Xico do Bombarral.
Santana Marques......08-06-2008
Estou de volta. Entre o Duarte Lopes e o Davide é o António Barreto "O Zé dos Calinhos", que depois foi trabalhar para o tribunal e que já nao está entre nós. Sentado no chão, nao é o Chico mas sim o Jaquim de Peniche. Estive de ferias aí, fartei-me de trabalhar não tive grande tempo para rever amigos.
Joaquim Chaves.......30-06-2008

domingo, 24 de fevereiro de 2008

1º Curso de Serralheiros

No ano lectivo de 1954/1955 abriu as matrículas para o Curso de Formação Serralheiro, e nesta fotografia, que nos chega através do Raul Silva, podemos ver os alunos que inauguraram esta valência na Escola Industrial e Comercial.
Na fila de cima, estão o Joaquim Lopes, Esteves, Gabriel, Lucas e Raul Silva.
Em baixo; Elói, António Lopes, Mendes, Manuel Santos, António David e Malhoa.

José Ventura
Comentários:
Meu caro Ze Ventura
O "Raul Silva" não... mas sim o Mestre Raul como carinhosamente os seus alunos o tratavam. Um abraço
Antonio Nobre........25-02-2008
Nota: Aqui nesta foto o "Mestre Raul", ainda era o aluno Raul Silva
José Ventura
Sempre atento o nosso amigo Nobre...Só ainda não deste foi com "a outra" entrada...!!! Um abraço...
Maximino.........26-02-2008
Olha o Lucas, que faleceu com Leucemia, quando ainda era aluno. Grande meninão. Que saudades dele
Agora é que eu vejo que os meus irmãos era bonitinhos mesmo. Abraço do irmão Duarte Lopes aqui do Brasil.
Duarte Lopes........28-02-2008
Com que então o amigo ZUARTE tu que já certamente viste o meu nome varias vezes aqui no blog e nunca disses-te nada. Hoje por qualquer motivo veio para o meu e-mail Duarte Lopes e falavas em teus irmaos, fui ver se existia alguma Galveias no Brasil e fiquei mais convencido que eras tu. Já te mandei um e-mail. Diz qualquer coisa .Parabens Ze Ventura, eu nao sabia nada do Duarte, pelo menos há 40 anos .Brevemente mando uma foto com ele incluido
Joaquim Chaves........28-02-2008
Pois é, amigão Joaquim Chaves, muitas vezes me lembro de ti da da nossa grande turma, muitas lembranças. Sabia que estavas para o Canadá, mas só isso. Do resto da turma nunca mais soube nada. Para aqui vim para o Brasil, e aqui fui tocando a vida e criando os filhos. Voltei a Portugal apenas duas vezes e quando vou não conheço mais ninguém e ninguém me conhece. Vi as fotos e fiquei emocionado, muitas lembranças boas. O mestre que esqueceste o nome é o Burrelho, que eu confundi com o Borrego que foi outro profesor que tivemos no primeiro ano. Mas até que na foto da turma com o Mestre Burrelho, o nosso Diretor Leonel Sotto Mayor e Eng Piriquito e o Realinho, ficou muito legal. Nem parece aquela turma de doidos. Meu endereço é galveias_lopes@hotmail.com. Galveias é do filho. Quem quizer será um prazer receber contacto. Ah eu só hoje é que descobri este blog e foi a minha irmã Ermelinda Lopes, que me indicou ele.
Duarte Lopes.........29-02-2008
Lembro-me bem dos irmãos Lopes (o Joaquim, o António e o Duarte, por ordem decrescente de idades). Jamais na minha vida poderei esquecer uma cena de pancadaria entre o Joaquim Lopes e um indivíduo chamado Pinto, na passagem da escola para a mata, antes da casa da mina.A cena deu-se porque o Pinto provocava o Elói que, doente, não podia defender-se. O Joaquim Lopes chegou-se perto do Pinto e disse: "Provoca-me a mim porque o rapaz (Elói)não se pode defender". O Pinto provocou mesmo e foi então que se deu a maior cena de pancadaria a que assisti até hoje.Demorou horas, ambos os corpos embateram várias vezes com violência contra os arames farpados junto aos arbustos que faziam a divisão entre a serventia e o átrio da escola. Só acabou quando, chamado por mim, o Mestre Mateus os veio separar.Nunca mais esqueci o acto de bravura e de solidariedade do Joaquim Lopes para com o Elói.Há muito que não sei nada do Joaquim Lopes, mas o Elói, que foi 1º sargento da Força Aérea, trabalha no posto de abastecimento de gasolina em S. Cristóvão.Cada vez que o Elói me atesta o carro, vem-me aquela cena à cabeça.Houve mais 3 ou 4 colegas que assistiram mas não me recordo de nenhum deles. Quem assistiu faça o favor de confirmar o episódio.
Sanches.......29-02-2008
Pois é amigo Sanches, eramos jovens e de vez em quando saía muita besteira, mas vale as coisas boas que eram muitas também. O Joaquim mora em Canas de Senhorim, desde que retornou da Índia para trabalhar nos Fornos Elétricos com o filho do Engenheiro Piriquito. Sempre que vai às Caldas, vai a casa do meu filho Pedro Miguel ou do meu irmão Armindo Lopes. Podes contacta-lo através da filha (mafaldana@hotmail.com) Quem sabe podem tomar um café juntos.
Abraços do Duarte Lopes (galveias_lopes@hotmail.com) aqui no Brasil.......29-02-2008
Respondendo ao Duarte e ao Sanches que era ainda muito menino quando isso aconteceu, talvez tivesses no primeiro do ciclo. O tal Pinto morava se não me engano na rua das montras e andava sempre com o Soares da Pensão Soares em frente ao Salvador (Pilas).Naquela altura havia alguns meninos mais crescidos que gostavam de tratar do pêlo aos mais pequenos, ,mas continuo a pensar era tudo boa gente. Eu vi essa cena, pois onde houvesse acção lá estava eu. Quanto ao meu amigo e colega de turma o Duarte eu sabia que tinha ido para o Brasil,eu encontrei-me com Jaquim Lopes na FOZ há uns anos, vou-te mandar um email.
Chaves........29-02-2008
Pois é, se a gente for lembrar essas coisas, vamos lembrar do contínuo o José Rodrigues, que enchiamos a paciência dele, das rábias ao Sapo, coitado o que ele aguentou de nós, até aquele velhinho que vendia gelado, dá dó o que faziamos, o Raul uma vez de tanta provocação do Salvador saíu da oficina com lima na mão para cima dele, me deu o maior susto, foi para furar ele. Ah e as nossas greves áquela aula de 8 horas de oficinas. O que iamos fazer o dia todo? O Joaquim Peniche adorava. Se era para armar barraca, ele ia logo na linha da frente. Ai se fossem filhos meus hoje. Mas tudo cresceu e virou gente boa. Podiamos ter aproveitado melhor e aprender mais, mas jovem é isso mesmo. Lembram das aulas com o Bento Monteiro, muita história de pescador,aquela que a roda soltou do carro, era o máximo, depois no final nos deu uma prova, só que entregamos as folhas em branco. Para castigo, fomos fazer aquela peça de teatro e eramos os marujos na barca. Ah e as aulas de Higiene e saúde? Era a Professora Eleonora Lamy. O Pescada ficava só pelo buraquinho na janela olhando a ginástica das meninas. De aula mesmo, não tinha nada. Ah, e não falando das aulas de Canto Coral. hahahaha
Duarte Lopes........29-02-2008
É.....o meu irmão quim,o antónio e o duarte lopes todos se lembram mas da piquenita já ninguém se lembra.....mas não faz mal, eu consegui encontrar este blog e comuniquei a todos eles. Estão todos felizes. O Duarte esse não vou conseguir levar ao almoço, pois está longue mas o Joaquim e o António vou tentar. O Joaquim vem decerteza, ele adora esses convívios,apesar de estar um pouco apagado, mas quando encontra rapazes da época dele fica todo feliz.um abraço para todos os amigos dos meus irmãos
Ermelinda Lopes......02-03-2008

E pensava eu que sabia muitas historias do passado antes de ver estas que veem do BRAAA´SSIL do meu colega de turma o Duarte. Ele que está numa foto "Maio de 2006" todo engravatado até se confundiu com outro engravatado o Machado Inácio de Casal dos....O Ze Ventura tem que se lhe tirar o chapeu pois ele foi é o grande actor destes encontros mesmo à distância Parabens Zé.

Chaves.........02-03-2008
Não tenho o previlégio de pertencer à "comunidade" dos Serralheiros, mas venho, com muito gosto, dar conta da relação de amizade que me liga ao Joaquim Lopes. Ele era o meu Comandante de Castelo na MP. E eu, que era bem pequenito, tinha nele o meu protector (nomeadamente de matulões como o Miranda Ferreira, de Peniche, que corria os mais putos a pontapé...)Em 1980, numa visita de um membro do Governo de então, de quem eu era Chefe de Gabinete, encontrei, em Canas de Senhorim, na Companhia Portuguesa de Fornos Eléctricos, o Mestre Joaquim Lopes. Apercebi-me, pelas referências do Director Geral da fábrica(de quem era e sou amigo), da alta competência que era reconhecida ao Mestre Lopes. E também da estima e admiração que por ele nutriam, quer a Administração quer os trabalhadores da CPFE. Foi um reencontro que me deu muito prazer. Uns anos mais tarde, encontrei-o na Foz, no verão. Agora, há muito tempo que o não vejo. Um grande abraço para o Joaquim Lopes !
Noronha .........04-03-2008
Lembro-me da noite em que o Batalhão a que o Joaquim Lopes pertencia deixou as Caldas para rumar à Índia. Nessa noite, com os meus 17 anos, misturei-me com os militares e, integrado num grupo de furriéis em que se incluia o Joaquim Lopes, percorremos várias vezes as ruas da cidade numa carrinha de caixa aberta, em profunda algazarra. Foi uma despedida muito saudada pela população, sobretudo quando passávamos naquela rua pequena perto do Bairro Viola (exactamente, essa que estão a pensar). Inesquecível. Um grande abraço para o Noronha que tem a sabedoria e a humildade de não perder estas memórias! Fica-te bem e atesta a enorme qualidade que sempre tiveste e que te diferenciou de todos nós.
Sanches.......04-03-2008

quarta-feira, 26 de dezembro de 2007

Um conto de Natal

A propósito de teatro, na sequência do “post” anterior, e da quadra natalícia, vem a calhar esta fotografia da Alda Marques que nos leva até 1955, quando na Escola subia à cena a peça “Um conto de Natal”.
As “actrizes”, na época a frequentar o 2º Ano do Ciclo Preparatório, são; Alda Marques, Leonor Martins e Glória Ramos.

Jósé Ventura

quinta-feira, 1 de novembro de 2007

Ceramistas de 1955


Sem querer ser juiz em causa própria, julgo que este espaço que se criou aqui na “Net” com a função de ser um elo de ligação entre várias gerações, tem cumprido o seu objectivo e por vezes até de maneira surpreendente, porque traz até este espaço antigos alunos que, julgava eu, não estariam muito sensibilizados para estas novas tecnologias.
Estava enganado. Cá está mais um participante que vem enriquecer este blog com toda a sua vivência.
O nosso colega Valentino Subtil mostra-nos aqui nesta foto os seus companheiros do curso de cerâmica de 1955. São eles o Fonseca, o Subtil, o Feijão, o Raul Silva e ao centro o Professor Macário Mendes Rocha Diniz.
As faianças Subtil foram durante largos anos uma referência da indústria local.

José Ventura

Comentários:

Já agora e embora nada tenha a ver com este post...Lembrei-me de repente de um antigo colega de escola que era ceramista...O Elmano do Nadadouro...encontrei-o uma vez em plena praia da Costa do Sol em Lourenço Marques...(há 40 anos atrás)...Fiquei contente por ver "um moço" dos meus tempos... nunca mais o voltei a ver...

Maximino........02-11-2007

Amigo Maximino eu ainda pertenci a este grupo e também ao do Elmano. Eu vi-te na fila da frente ataves da RTPint. na Dagorda assistindo ao show da Rabeca e o mês passado ai na feira semanal da S Feira, onde vi o Elmano e lhe disse que ele era um dos famosos dos tempos idos e se quizesse ver antigos colegas tinha de ir ao Cafe Central. Ele assim o fez mas ficou à porta pois nao via ninguem conhecido. Eu levei-o lá dentro e disse-lhe afinal quem são estes? La estava o Marques o Siopa o Ulisses o Mogo e outros, mas ele nao os reconheceu até comecarem a falar
Tudo acabou em gargalhada.

Joaquim Chaves........18-12-2007

Não pertenço à confraria mas gostaria de pertencer. Aproveito no entanto o acto de generosidade e partilha que é esta página para perguntar se alguém possui informações, que possa partilhar, sobre o professor Macário Diniz. Em final de tese de doutoramento de arquitectura impõe-se um contacto com a obra e o Homem. Aqui fica o meu contacto Carlos Matos telm. 963597846; e-mail: cmsiavon@hotmail.com Agradeço

Carlos Matos.....19-03-2008

Maximino, sou a filha do Elmano do Nadadouro, ele ainda mora no Nadadouro, se lá chegar é só perguntar por ele que qualquer um diz onde ele mora.

Gina....................29-04-2011

Obrigado Gina...quando passar pelo Nadadouro, vou tentar dar um abraço ao Elmano...!

Maximino..................30-04-2011

terça-feira, 30 de outubro de 2007

A Turma da Júlia

Esta fotografia de 1955 que nos chega através da Júlia (Bandeira Duarte) mostra-nos as suas colegas de turma durante um passeio.
Tenho alguma dificuldade na identificação de todas as meninas, mas com a ajuda de uns apontamentos tomados a quando da entrega da foto, podemos ver entre outras a Cristina, Teresa Pina, Odete, Adelaide, Margarida, Helena Arroja. A Júlia com as suas trancinhas está sentada e ao lado a Helena Veludo.
Para pôr alguma ordem nesta sequência de nomes, ficamos a espera de comentários de quem sabe.

José Ventura