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quarta-feira, 18 de março de 2026
domingo, 16 de junho de 2019
sábado, 24 de fevereiro de 2018
Desporto Escolar
Sob a batuta da Mocidade Portuguesa, o Desporto Escolar
ganhou uma dimensão muito apreciável, que levou também ao desenvolvimento dos
campeonatos inter-turmas.
A rivalidade entre Comércio e Industria, era coisa séria.
A rivalidade entre Comércio e Industria, era coisa séria.
quinta-feira, 15 de julho de 2010
O Sr. Custódio
A estória que vou contar nada tem a ver com Alunos Bordalo a não ser, e apenas, por fazer parte dos horizontes da memória deste Aluno Bordalo que fui e… perdoem-me a imodéstia, continuo a ser.
Com esta estória pretendo apenas “destacar” e levar ao vosso conhecimento, uma pessoa divertida, alegre, simples como só as pessoas do povo profundo são simples, que tratava os jovens por meninos e os adultos por senhor.
Quando conto uma estória de vida procuro que a mesma tenha algum ensinamento, seja ele na forma de um ditado popular, provérbio ou, como este que vos vou entregar, uma chamada de atenção para o facto de que não nos devemos distrair ou abstrair daquilo que se passa à nossa volta… isto porque nos últimos anos temos andado muito distraídos e só por isso o nosso País se colocou à beira do abismo. Esta é a estória do Sr. Custódio.
O Sr. Custódio era, era não, foi, - pois já não se encontra entre nós há muitos anos, - tudo isto, brincalhão, risonho, educado embora, penso, não saber escrever ou ler, falava com todos e todos lhe falavam, possuidor de um lato saber que só a idade e a experiência de vida pode doar mas… há sempre um mas… tinha uma devoção extremamente dedicada à pinga, tinto de preferência, que se a mesma devoção fosse dedicada a Deus era mais Padre que muitos Padres e hoje estaria canonizado.
Ora o Sr. Custódio todos os dias de Verão, ao fim da tarde, saltava para cima da sua carroça carregada com bidões e baldes, sentava-se no banco - que mais não era do que uma tábua atravessada de lado a lado da carroça - puxada por uma mula que, - bem acompanhada pelas suas moscas particulares e sempre fiéis, - de tantas vezes fazer o percurso já o sabia de cor e se tornou nos olhos de ambos, sabia quando andar e por onde ir e quando parar, enquanto o dono, sentado no seu lugar, dormitava e ambos lá iam realizando uma das suas múltiplas tarefas diárias.
Esse trabalho consistia em ir de casa em casa, restaurante em restaurante, hotel em hotel e recolher a lavadura, que como sabem, consistia de restos de comida que depois de colocados nos recipientes da carroça eram transportados e despejados nos “cochos”, comedouros próprios para porcos, onde a sua pequena vara de porcos, “fuçantes” e esfomeados, se encavalitavam uns sobre os outros na conquista de um lugar para se refastelarem a comer.
(Todos os anos, em alturas próprias, se matava um ou dois e a sua carne e afins, tudo no porco é aproveitado, depois de devidamente acondicionados em salgadeiras, serviria para alimentar a família.)
Mas para cumprir esta tarefa de recolha, havia num senão… é que ao longo de todo o trajecto, desde a saída de casa, situada quase na periferia da aldeia, até ao regresso havia inúmeras tabernas e cafés, ora à esquerda ora à direita da estrada e que eram locais de paragem obrigatória, não que o Sr. Custódio parasse a carroça, não era preciso, a mula que era
conhecedora destes costumes parava por ela própria e o Sr. quando a carroça parava abria os olhos para identificar o local, não fosse a mula fazer batota e ter saltado uma paragem, saltava do seu lugar e ia restabelecer o nível de “tintol” no depósito com um “copo de três”.
Ora uma bela tarde no fim de mais um dia de Verão, já no regresso a casa para ele e ao curral para ela, faltavam apenas mais dois postos de abastecimento, fornecedores desse liquido abençoado pelos Deuses, a Dona Mula, ou por cansaço, ou por fome, ou por tédio resolveu não parar num dos postos. Só que esse era especial, o produto era mais rico em octanas e porque defronte havia uma árvore e a mula só parava quando encostava a cabeça na árvore e ali ficava com a cabeça encostada até que o seu dono acordasse, descesse, abastecesse e regressasse do posto de abastecimento.
Mas ela nesse dia continuou caminho, olhou de lado para a árvore e, ou não estava com paciência para ficar ali de castigo com a cabeça encostada à árvore e orelhas de burro, ou estava com pressa, provavelmente aborrecida por não ter encontrado nenhum “mulo” para um bate-papo… eu sei lá as razões.
Por instinto ou porque o tempo decorrido desde a paragem anterior lhe parecesse mais longo que o habitual, o Sr. Custódio abriu os olhos, puxa as rédeas obrigando o animal a parar e exclama em alta, roufenha e “envinhada” voz a frase que ficou celebre e que hoje, na aldeia e julgo que até esta minha geração durar, será sempre utilizada para admoestar todos quantos se distraem das suas obrigações, ou simplesmente não reparam numa “bomba” de belo corpo e um palminho de cara a passar por perto, o que não deixa de ser também uma obrigação o devido préstimo de atenção…
ABRE OS OLHOS MULA QUE JÁ É DIA…
A. Justiça
Comentários:
Abre os olhos mula...!!!
Boa história amigo Justiça...!!!
Já que não se contam as histórias passadas na Escola com os colegas, vão-se contando as histórias que um ou outro conheça...
Mais dia menos dia, vão começar os nossos colegas a contar as suas vivencias passadas...
Abraço
Maximino...........16-07-2010
Leva a comida para o cocho do porco, Zé!
Quantas vezes eu ouvi esta frase autoritária, vinda de meu pai ou de minha mâe. No entanto a palavra «cocho» escrita desta forma, e com este significado, estava totalmente esquecida, e este belo texto do Justiça fê-la reaparecer como por encanto.
Só nós miudos da aldeia pudemos viver paredes meias com porcos, burros, éguas (o Mercedes da época, que o dono do burro estaria hoje ao nivel do dono duma pequena cilindrada), galinhas, coelhos, sei lá. A lista era infindável. A matança do porco, no nosso caso motivo para peregrinação a pé até Alfeizerão, onde iriamos encontrar os nossos primos, que até certa altura apenas viamos nessas ocasiões.
Existência muito mais rica afinal do que a dos miúdos da cidade que já viviam em apertados apartamentos. Nós tinhamos o campo todo para nós e também éramos felizes e despreocupados, até aqueles cuja existência seria um pouco mais dificil! Há um personagem da minha aldeia e da minha idade, infelizmente já desaparecido, que merece uma crónica, e que, prometo, logo que para isso tenha tempo, trazê-la para aqui. A sua meninice foi tão pobre e ao mesmo tempo, tão rica que, vão ver, vale a pena!
J.L.Reboleira Alexandre..........16-07-2010
Parabéns amigo Justiça Excelente estória.
Todas estas estórias são passagens dos nossos tempos de escola.
Obrigado.
Um abraço
Antonio Abilio.........24-07-2010
Ora o Sr. Custódio todos os dias de Verão, ao fim da tarde, saltava para cima da sua carroça carregada com bidões e baldes, sentava-se no banco - que mais não era do que uma tábua atravessada de lado a lado da carroça - puxada por uma mula que, - bem acompanhada pelas suas moscas particulares e sempre fiéis, - de tantas vezes fazer o percurso já o sabia de cor e se tornou nos olhos de ambos, sabia quando andar e por onde ir e quando parar, enquanto o dono, sentado no seu lugar, dormitava e ambos lá iam realizando uma das suas múltiplas tarefas diárias.
Esse trabalho consistia em ir de casa em casa, restaurante em restaurante, hotel em hotel e recolher a lavadura, que como sabem, consistia de restos de comida que depois de colocados nos recipientes da carroça eram transportados e despejados nos “cochos”, comedouros próprios para porcos, onde a sua pequena vara de porcos, “fuçantes” e esfomeados, se encavalitavam uns sobre os outros na conquista de um lugar para se refastelarem a comer.
(Todos os anos, em alturas próprias, se matava um ou dois e a sua carne e afins, tudo no porco é aproveitado, depois de devidamente acondicionados em salgadeiras, serviria para alimentar a família.)
Mas para cumprir esta tarefa de recolha, havia num senão… é que ao longo de todo o trajecto, desde a saída de casa, situada quase na periferia da aldeia, até ao regresso havia inúmeras tabernas e cafés, ora à esquerda ora à direita da estrada e que eram locais de paragem obrigatória, não que o Sr. Custódio parasse a carroça, não era preciso, a mula que era
conhecedora destes costumes parava por ela própria e o Sr. quando a carroça parava abria os olhos para identificar o local, não fosse a mula fazer batota e ter saltado uma paragem, saltava do seu lugar e ia restabelecer o nível de “tintol” no depósito com um “copo de três”.
Ora uma bela tarde no fim de mais um dia de Verão, já no regresso a casa para ele e ao curral para ela, faltavam apenas mais dois postos de abastecimento, fornecedores desse liquido abençoado pelos Deuses, a Dona Mula, ou por cansaço, ou por fome, ou por tédio resolveu não parar num dos postos. Só que esse era especial, o produto era mais rico em octanas e porque defronte havia uma árvore e a mula só parava quando encostava a cabeça na árvore e ali ficava com a cabeça encostada até que o seu dono acordasse, descesse, abastecesse e regressasse do posto de abastecimento.
Mas ela nesse dia continuou caminho, olhou de lado para a árvore e, ou não estava com paciência para ficar ali de castigo com a cabeça encostada à árvore e orelhas de burro, ou estava com pressa, provavelmente aborrecida por não ter encontrado nenhum “mulo” para um bate-papo… eu sei lá as razões.
Por instinto ou porque o tempo decorrido desde a paragem anterior lhe parecesse mais longo que o habitual, o Sr. Custódio abriu os olhos, puxa as rédeas obrigando o animal a parar e exclama em alta, roufenha e “envinhada” voz a frase que ficou celebre e que hoje, na aldeia e julgo que até esta minha geração durar, será sempre utilizada para admoestar todos quantos se distraem das suas obrigações, ou simplesmente não reparam numa “bomba” de belo corpo e um palminho de cara a passar por perto, o que não deixa de ser também uma obrigação o devido préstimo de atenção…
ABRE OS OLHOS MULA QUE JÁ É DIA…
A. Justiça
Comentários:
Abre os olhos mula...!!!
Boa história amigo Justiça...!!!
Já que não se contam as histórias passadas na Escola com os colegas, vão-se contando as histórias que um ou outro conheça...
Mais dia menos dia, vão começar os nossos colegas a contar as suas vivencias passadas...
Abraço
Maximino...........16-07-2010
Leva a comida para o cocho do porco, Zé!
Quantas vezes eu ouvi esta frase autoritária, vinda de meu pai ou de minha mâe. No entanto a palavra «cocho» escrita desta forma, e com este significado, estava totalmente esquecida, e este belo texto do Justiça fê-la reaparecer como por encanto.
Só nós miudos da aldeia pudemos viver paredes meias com porcos, burros, éguas (o Mercedes da época, que o dono do burro estaria hoje ao nivel do dono duma pequena cilindrada), galinhas, coelhos, sei lá. A lista era infindável. A matança do porco, no nosso caso motivo para peregrinação a pé até Alfeizerão, onde iriamos encontrar os nossos primos, que até certa altura apenas viamos nessas ocasiões.
Existência muito mais rica afinal do que a dos miúdos da cidade que já viviam em apertados apartamentos. Nós tinhamos o campo todo para nós e também éramos felizes e despreocupados, até aqueles cuja existência seria um pouco mais dificil! Há um personagem da minha aldeia e da minha idade, infelizmente já desaparecido, que merece uma crónica, e que, prometo, logo que para isso tenha tempo, trazê-la para aqui. A sua meninice foi tão pobre e ao mesmo tempo, tão rica que, vão ver, vale a pena!
J.L.Reboleira Alexandre..........16-07-2010
Parabéns amigo Justiça Excelente estória.
Todas estas estórias são passagens dos nossos tempos de escola.
Obrigado.
Um abraço
Antonio Abilio.........24-07-2010
quinta-feira, 6 de setembro de 2007
Andebolistas de 1964
Nesta fotografia que o Orlando Duarte tirou do seu álbum de recordaçoes, podemos ver alguns elementos da equipa de andebol dos serralheiros de 1964.Da esquerda para a direita, o Orlando Duarte. o Alfredo Justiça, o Matias e o Angelino.
O Professor parece-me ser o Silva Bastos.
ZV
Comentário:
Amigo Orlando
Desejo que estejas bem e obrigado por esta fotografia. A propósito... por onde anda o nosso amigo Angelino que não vejo desde 66 ou 67. Se souberes diz.Um abraço.
A.Justiça ..........07-09-2007
domingo, 12 de agosto de 2007
Campeões inter-turmas de 1966
Esta é a equipa do 3ºAno de Serralheiros de 1966, que ganhou o campeonato inter-turmas da Escola.Esta fotografia, que está no álbum do Justiça, foi tirada em 27 de Maio desse mesmo ano.
Os campeões são: Em cima, Professor Calheiros Viegas, Eldeberto (Beto), Mendonça, Matias, Nobre, Justiça e Professor Silva Bastos.
Em baixo, Hélder, Colaço, Martinho, Norberto, Victor Lopes e Moura.
ZV
domingo, 8 de abril de 2007
A “malta da ferrugem”

Esta fotografia é uma colaboração do Eldeberto Carreira, que também fez questão de participar neste “fórum” da nossa Escola.
Tal como ele diz, esta é a malta da ferrugem, do 3º ano de Formação Serralheiros, com o Mestre Flor da Silva. A foto que foi tirada em 16 de Abril de 1966, mostra-nos o Eldeberto Carreira, em cima na terceira posição, e o Alfredo Justiça, na ponta direita.
Em baixo reconheço o Norberto, terceiro da esquerda e o Colaço, segundo da direita.
Tal como ele diz, esta é a malta da ferrugem, do 3º ano de Formação Serralheiros, com o Mestre Flor da Silva. A foto que foi tirada em 16 de Abril de 1966, mostra-nos o Eldeberto Carreira, em cima na terceira posição, e o Alfredo Justiça, na ponta direita.
Em baixo reconheço o Norberto, terceiro da esquerda e o Colaço, segundo da direita.
ZV
Comentário:
O Beto anda muito esquecido... a propósito, desejo que a operação que fizeste tenha corrido bem. Agora cuidado com a recuperação. Aqui vão os nomes da "Malta da Ferrugem": Em cima, Mestre Flor da Silva, Nobre, Beto, Matias, Helder e A.Justiça. Em baixo, Mendonça, Moura, Norberto, Vitor Lopes, Colaço e Martinho
Alfredo Justiça..........10-04-2007
segunda-feira, 22 de janeiro de 2007
Uma Equipa de Serralheiros
No “Post” de 16 de Janeiro, o Justiça comenta a foto como sendo o 1º ano de Serralheiros do ano lectivo de 63/64, que corresponde ao último ano da Escola velha.O Orlando Duarte, que fazia parte desta turma, envia-nos esta foto com a indicação que esta, e a outra referenciada pelo Justiça, são do 2º Ano Serralheiros e não do 1º. Os elementos da foto são, em cima: Alfredo Justiça, José João, Eduardo, Ventura e Matias. Em baixo: Aleixo, Orlando Duarte, Bento, Brilhante e Lúcio.
ZV
Comentários:
A fotografia deve ter sido tirada pouco antes de um jogo de andebol "Comércio - Indústria". Os macacos escondiam o equipamento, como era habitual. O Comércio entrava de batinha branca ...A assistência era numerosa, sentada ordeiramente junto à vedação. Ao fundo, o Hospital estava quase pronto. Parti o meu braço esquerdo neste campo e no início deste ano lectivo, numa futebolada com os mais velhos.
Orlando Sousa Santos.........23-01-2007
Amigo Orlando
Obrigado pela rectificação pois creio que a fotografia que enviaste se refere ao mesmo dia que a minha, 18 de Abril de 1964. De todos, tenho tido contactos com o Joaquim Matias, Brilhante, Bento e Lúcio os outros nunca mais os vi... desde, provavelmente, 1966. Espero encontrá-los no próximo almoço para... aquele abraço.
Alfredo Justiça ...........24-01-2007
Recordo-me de alguns desses jogos...que às vezes não chegavam ao fim...porque "viravam" jogos de luta-livre...
"Eram tramados"...os jovens "do meu tempo"...todos eles agora "muito mais calmos"...pudera!!!
"Eram tramados"...os jovens "do meu tempo"...todos eles agora "muito mais calmos"...pudera!!!
Um abraço...
Maximino Martins........26-01-2007
Maximino Martins........26-01-2007
O Ventura e o Orlando andavam comigo no 2º ano do ciclo turma D era a única mista. Tinhamos como professora de desenho a D. Marilde Nunes. Lembro-me perfeitamente do tema do centro de interesse "os peixes". Pintamos montes de peixes lindos.Orlando!!! nessa altura já havia tema nos projectos educativos. Lembras-te da D.Marilde deixar sempre contar uma estória ou uma anedota no fim da aula? Tu com o teu vozeirão, era sempre um fim animado. Na nossa turma também andava o Mário Lino e o Diamantino que tinha vindo de Macau ou Timor.
Ermelinda Lopes........05-03-2008
terça-feira, 16 de janeiro de 2007
Uma equipa de Campeões

Aos poucos o Blog vai juntando a “Malta” que anda espalhada por aí.
Desta vez foi o Alfredo Justiça, que já começou a enviar fotografias (algumas com pouca resolução) e diz ....“ Estou a atrasar o trabalho, tudo por culpa deste site. Fiz a descoberta e agora é dificil sair dele. Um grande abraço para ti, em especial, e para todos os outros que de uma forma ou d'outra me fizeram recuar mais de 45 anos “....
A foto retrata a equipa do 1º. ano dos serralheiros, ano lectivo 63-64, e está datada de 18-04-64. O local é o campo de jogos/recreio da escola antiga, chafariz das 5 bicas. Estavamos a disputar o 1º. Torneio Inter-turmas e... bom a memória já não é o que era. No entanto vamos lá identificar estes "garbosos" rapazes, mas para isso vou precisar da vossa ajuda pois não recordo o nome de todos. Assim temos, em cima: Alfredo Justiça, José João, Joaquim Matias, Eduardo. Em baixo: ?, ?, Bento, Ventura, Orlando e Lúcio.
Nota: Em baixo na segunda interrogação antes do Bento é o Brilhante. Peço desculpa mas ainda não consegui identificar o primeiro em baixo.
Alfredo Justiça
Segundo a Ana Cândido o outro "Garboso" Atleta "?" é o Aleixo.
sábado, 24 de junho de 2006
A Nossa Selecção
Numa altura em que tanto se fala em selecções aqui está mais uma, mas de Andebol.Esta fotografia que pertence ao Zé Luís não está devidamente identificada quando ao ano a que se reporta bem como aos elementos que dela fazem parte, por isso ficamos à espera da vossa colaboração para dar nomes a estes briosos atletas.
ZV
Comentários:
O segundo da primeira fila é o Zé Luís; o penúltimo dessa mesma fila é o Justiça mais velho (não sei o primeiro nome; o último da fila de baixo é o Fernando Xavier.
Orlando Santos..........25-06-2006
O guarda redes julgo ser o Diamantino. Em baixo ao centro é o Ventura, dos lados do Cadaval. (Painho).
Vitor Silva..........29-06-2006
Esta equipa participou no Campeonato de Andebol em Leiria. Os atletas são: José João, José Luis, Diamantino, Alfredo Justiça e Vitor Lopes (em cima). Martinho, Ventura e Fernando Xavier(em baixo).
Fernando Xavier..........14-07-2006
segunda-feira, 8 de maio de 2006
PENSAMENTOS "PROFUNDOS"
. Sem memória não há futuro
. Esconder o passado é pobreza de espírito
OSS
Comentário:
Mais uma do "Seringa".Uma menina, não interessa o nome, mais "atrevidota", meteu a mão no bolso da bata do "Seringa" e logo recebeu o "troco"... - Menina se meter mais para dentro encontra qualque coisa.
Alfredo Justiça ..........19-01-2007
. Esconder o passado é pobreza de espírito
OSS
Comentário:
Mais uma do "Seringa".Uma menina, não interessa o nome, mais "atrevidota", meteu a mão no bolso da bata do "Seringa" e logo recebeu o "troco"... - Menina se meter mais para dentro encontra qualque coisa.
Alfredo Justiça ..........19-01-2007
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