sábado, 29 de janeiro de 2011

Ainda a "Cerca do Burlão"

Olá Rapaziada. A Isabel Alves fez despertar algumas recordações do Burlão. Não sei se conheço a Isabel, mas tal como ela também vivi nesse local durante 5 anos mais, propriamente na Rua Engenheiro Duarte Pacheco que naquele tempo também fazia parte do Burlão, no prédio interior da D.Matilde Santa (Gama) não no da frente! e onde também viveram alguns nossos ex colegas assim com o Michael, mais tarde as irmãs Isabel e Lurdes que eram irmãs do Feliciano, pois este pessoal era mais pelas idades do Quim Chaves, Maximino etc. Talvez eles se lembrem de quem eu falo. Mas voltando ás recordações desse local, quando lá vivi ainda se estavam a construir os prédios do Sr. Manuel J. Marques entre outros o Palácio da justiça (Tribunal) onde os presos passavam todos os dias em fila Indiana para a construção do Palácio, Já lá estava a Igreja, pois segunda a pesquisa que fiz á minha enciclopédia de 84 anos, o meu Pai! Diz-me que a Igreja foi concluída em 1950, porque foi no ano em que eu nasci e eu fui dos primeiros miúdos a ser Baptizado. Quanto aos irmãos Blanc,não me recordo mas lembro-me dos irmãos Peças irem viver para as águas furtadas dos Prédios do Sr. M.J.Marques lembro os prédios do Sr. Batalha serem feitos, os do Sr. Manuel J. Branco. E agora quem se lembra do Café Tadi? era um café muito pequenino que lá havia, cujo o proprietário era o Sr. Jaime Cordeiro o homem das Farturas e avô da nossa colega Mizá Milhanas. Quanto á pergunta do amigo J.L.Reboleira de quantos ex colegas se encontram por esta bandas do Ontário, são muitos quase que de certeza já dava para fazer um mini encontro de colegas. Eu não serei das pessoas mais indicadas para conhecer ou saber de todos, porque como um verdadeiro emigrante e pioneiro, nunca estive muito tempo num sitio só, e por isso perdi o contacto de alguns dos colegas, ainda agora fiquei a saber que a colega Isabel está por aqui, ainda á bem pouco tempo vim a saber que está cá a Helena Romão agora (Amorim) na passada festa de fim de Ano vim finalmente a falar com um colega do nosso tempo que ainda tem qualquer grau de parentesco ao Zé Ventura ou sua esposa, que é o Jorge Ribeiro, uma figura com um certo relevo aqui na nossa comunidade, que eu nunca tive a oportunidade de contacto anteriormente, porém está combinado nós agora em breve nos encontrar-mos para falarmos e matar saudades dos nossos velhos tempos de juventude. Mas contudo tenho sempre a agradecer a este meio de contacto oferecido pelo nosso caro Amigo Zé Ventura, que nos trás boas recordações e nos ajuda a exercitar e avivar as memórias. Abraço forte para todos Antonio Abilio

Comentários:

É pá, Abílio és muito antigo! Sabes essas coisas todas...já deves ser muito velhinho!!! Ahahahah... Agora falando sério, não me lembro de nada do que escreveste, pois eu fui para o Burlão já com 12 anos, onde os festejei com amigos da escola, ouvindo a grafonola do meu pai e onde estava o teu primo Fanoca (aquela foto que te mandei no terraço da minha mãe, sabes?) Agora uma pergunta se tu foste dos primeiros miúdos a serem batizados onde é que se batizavam antes? Estou a brincar! A tua sorte é que a tua enciclopédia tem uma boa memória, senão...Tens que cuidar dela muito bem por causa das humidades. Beijinhos a todas as enciclopédias deste blogue.

Lurdes Peça ................30-01-2011 Olá António Recordo-me muito bem do Café Tadi, localizado ao lado da Papelaria Aúrea. Se não me engano a Sapataria Amador está presentemente na localidade do Café. Eu e a minha irmã fomos companheiras de infância, até á nossa partida para o Canadá, do Zé Manel, neto do Senhor Jaime Cordoeiro. O António refere a Cordeiro mas tenho a certeza que um de nós está errado, possívelmente eu. Como não havia Televisão em nossa casa, foi no Café Tadi que assistimos á visita de Papa Paulo VI a Portugal em 1967 e ao 1º Homem a pisar na Lua a 20 de Julho de 1969. Consultei também a minha enciclopédia de 83 anos, o meu pai, o Rafael Alves,conclusão; o seu pai era o carteiro e bem conhecido dele. Nós moramos na Rua Engenheiro Duarte Pacheco, Nº 18, nas aguás furtadas, vizinhos da família Peça, o senhor Peça e o meu pai trabalharam juntos na SEOL, nos bairros do Viola. Beijinhos e feliz semana. Mais uma vez, agradecimentos para o Zé Ventura, a escolha da foto do Borlão é muito apropriada. Isabel Alves.........30-01-2011

Olá Meninas do nosso tempo e todos colegas. Sinto-me feliz por ter despertado vontade ás colegas para participarem no Blog e recordar o passado. Lurdes, a idade dizem que é só um numero e eu só tenho um mais do que tu. Ha,Ha, quanto à pergunta onde se batizavam as crianças antes de haver a nova Igreja, acho que era na Nossa Senhora do Populo, mas isso era antes do meu tempo, sobre lembrar-me de tudo, acho que o nosso computador guarda todas essas memorias só que alguns apanham humidades e fazem o delete. Amiga Isabel ainda bem que temos as nossas encicolpédias para consultar pois conheço muito bem o teu Pai, já não o vejo há alguns anos porque estive a viver em Kingston 15 anos só regressei à 10 e não tenho andado pela zona onde ele anda, mas é bom saber de voz. dá-lhe um abraço por mim e outro por o meu Pai! Quanto ao Sr. Cordoeiro estás certa, eu ia pedir ao Zé V. que corrigisse o nome, pois tinha quase a certeza que não era Cordeiro, ainda bem que estavas atenta. O neto do Sr. Cordoeiro é mais para a tua idade e a neta Mizá é um ano mais do que eu. Quando fui para o Burlão eu tinha 5 anos e recordo-me de muita coisa e gosto de as reviver, por isso acho este blog um lugar maravilhoso para o realizar graças ao Zé V. e ao seu bom trabalho que podemos encontrar amigos que já não se sabia deles ou delas e aqui se consegue reencontrar. Continuem sempre a participar e divulguem aos que tem vergonha que afinal o blog não é um bicho da Era electronica, mas sim um meio de reviver o nosso tempo de miudos. Abraço a todos Antonio Abilio.............30-01-2011 Eu não queria de forma alguma "contrariar" as vossa enciclopédias, mas não estou a ver muito bem a inauguração da Igreja em 1950... Eu explico..: nasci em 43 por isso tinha em 50, 7 anos... Ora acontece que eu me parece que já teria pelo menos uns 9 quando foi a inauguração... O facto de o nosso amigo ter nascido em 50 e ter sido o 1º a ser baptizado não quer dizer que o tenha sido logo no ano do nascimento, embora nesse tempo não fosse usual baptizar as crianças muito para além do ano de idade... E pergunta o nosso colega onde baptizavam as crianças antes...pois eram baptizadas na Igreja Paroquial que era NªSª do Pópulo, junto ao Hospital Termal... Aliás ainda hoje a Paróquia das Caldas tem como orago NªSª do Pópulo,cujo templo era a Igreja Matriz, mas a Igreja do Borlão, hoje sede da paróquia... é dedicada a NªSª da Conceição... Mas vendo melhor, o ano de 1950 foi um ano de celebrações dedicadas a NªSenhora, daí que faça sentido que tenha sido 1950 o ano da sua inauguração... Possivelmente eu tinha mesmo 7 anos a caminhar para os 8 e a "enciclopédia consultada" é mesmo mais certa do que ...a minha cabeça...!!! Abraço do Maximino .............30-01-2011 Prontos já que está tudo a comentar o Burlão, aqui vou eu também. Pois eu lembro-me perfeitamente de tudo aquilo que o António Abilio disse e acrescento o seguinte. Sou do tempo do inicio da construção do actual tribunal, pois ia brincar para junto da paliçada que havia em redor da construção, onde nos pendurávamos para ver os presos a partir pedra e fazendo a obra crescer. Por trás do tribunal havia um ENORME descampado onde se realizavam espectáculos circenses. Recordo ter assistido uma vez á montagem de um espectáculo de trapezistas, se a memória não me engana "OS ARAMIS" ou coisa parecida. Nunca vista por estes lados. Diga-se para quem assistiu tal como eu e atendendo ás condições da época era um espectáculo imponente, ocupando quase toda a área então. A minha irmã era mais pequena e na altura (tal como agora) tinha o cabelo loirinho muito brilhante e os donos do espectáculo queriam comprá-la aos meus pais. Foi uma pena de facto pois hoje era um tipo MUITO RICO e não tinha aturado aquela pestezinha!!! Estou a brincar claro. Lembro-me que o guarda dos presos era o pai da Lurdes Botelheiro que morava numa casa junto á obra. Obrigado por este bocado. Abraço a todos. Vitor Pessa.........30-01-2011 Sim, sim Victor Pessa...também me recordo de ver esse espectáculo... Parece-me que o nome era..: "Les Aramis" e consistia no atravessamento de um cabo a uma altitude bastante grande, creio que sem rede...e eles faziam uma variedade grande de malabarismos lá no alto... Lembro-me de que andavam de bicicleta...que se sentavam numa cadeira em equilíbrio muito instável, que fingiam desequilíbrios...que nos tiravam a respiração...!!! E também me lembro bem dessa "boa política" prisional, que colocava os presos a trabalhar (para pagarem a estadia no "hotel"...)... Assim foi feito o Tribunal das Caldas, de Santarém e de muitos outros certamente, ao longo do País... E agora boa noite e até amanhã... Abraço do Maximino... ......30-01-2011

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Santo Antão

Afinal ainda há colegas que têm coragem para subir aquela encosta para prestar culto ao “Santo Chouriço”. O Mário Lobato também lá esteve e enviou esta reportagem fotográfica onde podemos constatar a presença dos “alunos da Bordalo”.
Comentários:

Depois da chouriça assada e duma boa "pinga" será que não aparece ninguém para comentar e identificar os fotografados? Parabéns a todos que ainda têm pernas e coragem para subir a ladeira!!! Fernando Santos.............27-01-2011 Eu só não estive lá, porque a saúde não ajudou... De outro modo, mais uma vez teria estado junto do Santo Antão...é isso Santo Antão e não santo chouriço como aqui há 6 ou 7 anos alguém com falta de gosto pelas tradições, se lembrou de escrever como titulo de um livro... Santo Antão, onde o petisco principal, continua e continuará a ser...: a chouriça assada...acompanhada do bom vinho da Região...!!! Um abraço para todos e fica combinado...: para o ano, se Deus quiser...estaremos lá... Combinado...? Maximino ............28-01-2011 Eu não acredito que o meu amigo Lobato fosse lá ao cimo do morro, ele certamente mandou lá alguém tirar as fotos e comprar uns chouriços para levar para casa e então no seu quintal "praia da consolação", que é plano, lá fez as belas assadas. Isto é só para apertar contigo, amigo Lobato pra ver se começas novamente a dizer umas "dicas". Quanto ao Mr. Mogo que está na segunda foto de óculos escuros não terá mais a desculpa de não ir em Maio ao almoço por estar em baixo de forma como ele costuma dizer. Dessa malta toda julgo só conhecer o "gajo" da televisão que eu aqui nestas paragens vi na RTPI. FORÇA MAXIMINO O SANTO ANTÃO para o ano lá estará à tua espera. Saudações Chaves ...............28-01-2011 Confirmo que o Mário subiu até ao cimo do monte para comer o chouriço assado, e ouvir o Tino tocar acordeão. Esperava ter encontrado por lá mais colegas ... Um grande abraço Fernanda Violante........29-01-2011 Reconheço a minha colega Eugénia Falua na 4ª foto, e a senhora ao lado de casaco vermelho mas não me lembro do nome, talvez a Eugénia me acuda... e claro o repórter do "Portugal no coração" da RTP1 pois vi em directo o programa. Beijinhos Lurdes Peça ..............30-01-201

Pois é meu amigo Chaves eu ainda vou passear a estes locais, agora tu quando vens cá não sais de tua toca e é preciso eu ir-te visitar mais o Soares, senão não conseguia estar contigo. Pois esqueci de mencionar que encontrei lá colegas o Nobre e seu amigo Queirós, o Mário e esposa o Manel Mogo e as colegas mais jovens na foto. Para o ano continuo a ir lá se não chover e continuar bem fisicamente. Esperava encontrar mais ex-colegas aposentados, porque os que trabalham é mais dificil, foi dia de semana um abraço

Mário Lobato............01-02-2011 Amigo Lobato, posso dizer que é uma vitória minha fazer-te vir de novo ao blogue e para isso bastou pôr em dúvida as tuas condições físicas e não só...Eu sabia que mesmo empurrado lá conseguirias. Não fosses tu um alpinista nato. Chaves...........02-02-2011

domingo, 23 de janeiro de 2011

Alunas de 1962

Enquanto não chegam mais “estórias” vamos continuando o nosso desfile de imagens de um passado, que embora aos nossos olhos não nos pareça muito distante, têm quase meio século. Esta fotografia da São Venda, reporta a uma viagem de estudo das alunas da Formação Feminina. Esta foto é de 1962. O local onde a foto foi obtida, bem como uma grande parte das retratadas, não sou capaz de identificar, por isso quem sabe se alguém dará uma ajuda.
Comentário: Pois é Zé, o pessoal parece que anda meio adormecido, são sempre os mesmos a comentar, é pena, pois devia ser engraçado lermos aqui opiniões bem diferentes de outros amigos! Nem o frio os faz pegar no PC e teclar um pouco!A respeito da foto não conheço as alunas, pois nesse ano tinha eu 11 de idade, mas reconheço a professora D.Maria Xavier com o seu inseparável chapeuzinho na cabeça. Tambem reparei num pormenor engraçado, já reparaste que as alunas quase todas teem lenços na cabeça, devia ser moda na altura! Beijinhos e boa semana, Lurdes Peça........25-01-2011 Vou usar a palavra "parece" porque ao certo não tenho a certeza Em baixo, lado esquerdo (já haveria I PAD'S ?), a segunda parece a filha mais velha do Ramiro dos óculos, a seguir a Ascensão Cipriano, a seguir a filha mais nova do Ramiro dos óculos. No meio a professora e a terceira do lado direito em pé parece a irmã da São e To Mané Lopes. Mais no topo também lado direito parece a Cremilde. .No último topo, lado esquerdo parece a Maria do Rosário. Nomes são difíceis de lembrar, façam um esforço e apareçam. Até à proxima Anónimo............29-01-2011 Olá Zé ventura! Pelo andar da carruagem, (Blog) penso que este ano vai ter dificuldade em convidar os antigos colegas e alunos para o almoço/convívio do costume. Digo isto, porque, tal como diz a D. Lurdes Peça e o Chaves, são sempre os mesmos! Depois dos belíssimos textos do falecido A. Justiça, já mais ninguém tem coragem de aparecer por aqui? Que será feito do Artur Alves que há cerca de dois anos no Blog do E.R.O. prometeu vir ao Blog do Zé Ventura? Não para alimentar polémicas ou rivalidades doutros tempos, mas um pequeno texto ou um comentário não ficaria nada mal... Creio ser agradável para quem alimenta este espaço ouvir o eco da sua voz. (estou a cometer algum deslize Zé Ventura? Se for o caso, por favor não publique.) A D.Lurdes Peça demonstrou grande coragem ao enviar um texto que achei muito interessante. Deve ter ficado muito desiludida e sem vontade de voltar! Será que dos quatrocentos e tal antigos alunos presentes no almoço do ano passado, apenas uma senhora leu a história, e teve a gentileza de enviar um comentário? Uma história tão bonita... E romântica!. Nem que fosse por solidariedade merecia o aplauso duma mão cheia de colegas. Sou um "penetra" e não devia a estar a ocupar o vosso espaço, todavia como já fui convidado para o próximo almoço, teria muito gosto em comparecer. Não só para conhecer os que habitualmente por aqui aparecem, mas muitos outros que, com um pouco de boa vontade poderiam evitar que o Z.V. um dia se aborreça de publicar fotografias e encerre a porta. Até a foto onde creio ser o Mestre Raul acompanhado dos seus alunos, e de quem todos gostavam, apenas mereceu um comentário! Ou eu me enganei e não era ele? Um abraço a todos, muita saúde, pouco frio, e alguns €uros/dólare$ na algibeira/banco. Fernando Santos. ....................27-01-2011

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Recordações do Borlão

Olá sou a Isabel, vivo em Mississauga na província do Ontário, já há algum tempo que não escrevo. Reparei que nos post anteriores um dos comentadores foi o Mário Capinha, que pelos vistos é primo do Tó-Zé Blanc. O nome de Capinha levou as minhas recordações para os anos setenta. Na minha adolescência eu estive enamorada pelo Tó-Zé Blanc (sem ele saber, claro) primo do Mário. Antes de emigrar para o Canadá com os meus pais, em 1974, morei no Borlão e durante a hora do almoço sentava-me na minha varanda a ver os dois irmãos, o Tó-Zé e o Mário dirigirem-se para casa através do portão onde a antiga Câmara tinha arrecadações perto do Tribunal. Recordações que o Blog acordou....e me transportou até aos meus doze anos. Um abraço para todos e participem porque o blog é muito interessante, e para quem está longe ganha uma dimensão ainda maior. Isabel Alves

Comentários: Lembro-me perfeitamente do Largo do Burlão assim... E lembro-me da inauguração da Igreja de NªSª da Conceição, que deve ter sido inaugurada aí pelos anos de 1952 mais ou menos... Não tenho bem a certeza, mas eu nasci em 1943 e ou 10 anos...!!! Lembro-me perfeitamente do tempo em que se faziam as feiras nesse espaço e lembro-me de um acidente que aconteceu com uns aviões que rodavam presos por cabos de aço sensivelmente no local onde hoje é o Café Maratona...não morreu ninguém mas houve feridos... Já lá vai um montão de tempo...!!! E já agora alguém sabe porque se chama "burlão" aquele espaço...?? É que só muito mais tarde apareceram naquela zona algumas instituições bancárias...!!! Era usó ma piada, claro...ou talvez não...!!! Abraços do Maximino ................19-01-2011 Vou fugir um pouco do tema do post, até porque a última mensagem do Maximino (espero que brevemente possa voltar a subir a encosta do Santo Antão...) poderia encaminhar-nos para caminhos ínvios. Não conheço a Isabel, pelas datas partiu daí «borrachinho pequenino» para o Ontário, mas demonstra lidar facilmente com a nossa lingua o que é sempre de louvar. E até aqui fala nos seus amores platónicos. Todos os tivemos e vão sair cá para fora mais alguns de certeza. Meus caros vizinhos de Mississauga, considerando as mensagens que aparecem por aqui, os mais regulares A. Abilio e o Chaves mais alguns de vez em quando...Afinal quantos caldenses há por aí ? Muitos ! Abraço J.L Reboleira Alexandre ..........19-01-2011

Nas minhas contas eu queria dizer 9 ou 10 anos...ninguém por aí sabe dizer a data da inauguração...? E pensando melhor, para evitar que o amigo Reboleira entre por caminhos ínvios... Talvez borlão venha de borla...e isso dá muito mais pano para mangas... Mas quando comentei nem reparei nessa grafia... E meu amigo no que respeita à minha saude, quase poderia dizer(forçando um pouco...) que quando um cão é danado...todos lhe atiram...!!! Agora não me faltava mais nada do que uma constipação... Desde que deixei de tomar a vacina bacilococovínica...estou muito mais fragilizado...!!! Um abraço para todos os amigos e amigas...claro...!!! Maximino .............20-01-2011

Maximino, se tens uma constipação, quer dizer que estás constipassado, de"moda" Chaves ..............24-01-2011 Engraçado, andei a vasculhar no Google e deduzi que o nome de "Borlão" ou "Burlão" talvez nascesse por causa das feiras que se faziam por lá e os carteiristas abundavam naquele espaço cheio de turistas. Gostei de ler o sítio Mistura Grossa onde conta também o seu ponto de vista sobre o Borlão. Beijinhos. Lurdes Peça.........25-01-2011 Olá Lurdinhas Uma analogia bastante interessante. Isabel Alves.......... 27-01-2011 Olá Isabel tudo bem contigo? Parece mal dizer, mas já não me lembro da tua cara, seria pedir muito se entrasses em contato comigo, por email e assim talvez me recordaria pelas fotos que possivelmente vais enviar, pode ser? Pede ao Zé Ventura que ele tem. Beijinhos Lurdes Peça .............30-01-2011

sábado, 15 de janeiro de 2011

Dia da Espiga

Ora cá está mais uma foto que não é fácil legendar. O Grupo tem idades muito diferentes mas o ar de festa é evidente, presume que seja mais uma fotografia alusiva ao dia da espiga, talvez o Rogério Guimarães que a enviou possa ajudar.

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Na barragem de Cabril

O “Mestre” Raul deu volta aos seus arquivos e descobriu esta foto datada de 17 de Abril de 1972, que recorda uma viagem à Barragem de Cabril. O fotógrafo tremeu um bocadinho mas dá para reconhecer alguns alunos cujos nomes me escapam, vamos a ver se é desta que a “malta” destes anos dá uma ajuda e já agora conta algumas estórias. Comentário: Pela altura e pela passada larga estou mesmo a ver que o do meio é o meu amigo Raul Silva de Tornada. Anónimo............11-01-2011

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Vai de Roda sem parar…

Este magnífico “Rancho Folclórico” aqui retratado teve esta brilhante actuação durante a festa de finalistas de 1966. Os dançarinos, com os trajes típicos dos pescadores da Nazaré, julgo que são o Ramiro Ruas o Zé Vigia e ??? , a menina é a Ermelinda. No grupo de trás está a Mitá e a Carinhas. Mas para melhor esclarecer estas dúvidas vamos esperar pelo comentário do Ramiro Ruas, pois foi ele que nos enviou esta foto, e quem sabe se não terá uma estória para contar sobre esta festa. Comentários: O "Nazareno" mais alto é o Carlos Feliciano Marques de Alcobaça, foi a nossa festa de finalistas. Um abraço Fernando Xavier..........07-01-2011 Ventura, venho novamente ao blog, para dizer que o sr. bem vestido, certamente o apresentador, se não erro, é o meu irmão Carlos Gomes. Sempre teve o gosto pela representação e embora trabalhador estudante, arranjava sempre tempo para participar nos eventos que a escola realizava. Guilherme...........11-01-2011

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

O meu primeiro beijo

"Vão-me desculpar, mas já agora volto a repetir um apelo feito por mim há muito tempo! Qual será o motivo das senhoras não aparecerem por aqui com mais frequência? Vergonha? Recuso-me a acreditar!? D. Maria de Lurdes Ribeiro! (Lurdes Peça) Já em tempos lhe lancei um desafio! Não há nada para contar? Um abraço para todos, e já que o 2011 não nos trás grandes esperanças, sou modesto e apenas peço que tenhamos saúde para continuar a nossa luta. Fernando Santos...............03-01-2011 É coisa que não deixo para tràs é um desafio destes! Pois bem, despertou-me a curiosidade amigo Fernando Santos dessa do 1º beijo, e vai daí lembrei-me de partilhar convosco como foi o meu! Depois de um sábado a dançar numa garagem na rua Bordalo Pinheiro (penso que ainda existe),alugada, ao som do Adamo e outros, fomos para a casa da Mizá Venâncio com os respectivos namorados lanchar. Era coisa boa pois a mãe dela, a D.Lurdes era doceira e assim estávamos garantidos... ao som de uma música de Elvis, salvo erro "Love me tender", troquei o meu primeiro contacto labial com o meu marido num sofá que ficava atràs da porta da sala onde estávamos, e na ausência da Mizá quando foi buscar os sólidos e líquidos. Lembro-me de sentir um arrepio pela espinha e vontade de beijar outra vez... foi até hoje, ainda não parei! E agora meninas do meu tempo, já que comecei porque não acrescentar as vossas histórias amorosas que acabaram em casamento com colegas de escola?! Vá lá Beta, vá lá Ana Maria Cândido? Contem... BOM ANO PARA TODOS com muitos beijinhos. Lurdes Ribeiro (Lurdes Peça) Comentários: Ora vê Lurdes Peça? (permite-me que a trate assim?) Afinal aceitou o desafio! Creio serem histórias como a sua e outras que hão-de vir que o blog vai tomando balanço. E logo havia de ser na Rua Bordalo Pinheiro onde morei tantos anos. Por acaso a Mizá de quem fala não seria uma mocinha que morava no rés do chão do prédio onde eu morei? Ela era uns anitos mais nova que eu, mas se calhar não é a mesma. Então e as outras colegas não têm nada para contar? Estou muito admirado, porque hoje, e talvez sempre, as mulheres tomaram a iniciativa. Cumprimentos a todos. Fernando Santos.........05-01-2011 Foi fácil... não doeu nada o desafio! A Mizá que eu falo morava no último andar de um prédio perto da Garagem Caldas, mas o melhor é a própria comentar pois ela segue também o blogue. E já agora acrescento o nome dela, para contar também como foi o 1ºbeijo com o namorado, também ele aluno da escola... e há mais!!! Zé adorei a ilustração no comentário, é linda! Lurdes Peça ...........05-01-2011 A propósito do 1º beijo da Lurdes e do Vitor, foi preciso este blogue para eu ficar a saber que o mesmo foi dado em minha casa. Bons tempos esses! Mas não sou saudosista e confesso que há muita coisa desse tempo que não lembro. Do meu 1º beijo por exemplo, não lembro quando e onde foi. Imagino que talvez no Parque para onde íamos todos a seguir à missa de domingo e eu aproveitava para namorar. Lembro dos bailes nas garagens que a Lurdes referiu, sempre com a presença dos manos Peça, do Filipe e da Zé, do Quaresma, do Jaime...e das músicas românticas dessa altura. Ao Fernando Santos,que não conheço, a Lurdes já respondeu que não sou a mocinha do rés do chão do prédio dele. De facto morava na Rua Sangremam Henriques,junto à garagem Caldas. Curiosamente,Hoje, moro na Rafael Bordalo Pinheiro. Sobre as meninas do nosso tempo aparecerem pouco por aqui, talvez tenham mais ocupações que os cavalheiros! Ou será preguiça? No meu caso é também falta de jeito, até parece que esqueci do treino de tanta hora de dactilografia que tínhamos na Formação Feminina. Eu acho que só comentei quando descobri aqui o meu primo António Abílio e graças ao blogue já trocámos endereços e falamos mais vezes.Mas pronto,cá estou a responder ao desafio.Não prometo aparecer muitas vezes,porque apesar de aposentada, arranjei a ocupação gratificante de tomar conta de uma netinha de 5 meses.O tempo não vai sobrar. Mas de vez em quando venho espreitar o que todos vocês muito bem escrevem. Um abraço a todos. Maria do Rosário Venâncio (Mizá).............08-01-2011

sábado, 1 de janeiro de 2011

De arco e gancheta

Olá amigos! Comentários adequados às fotos não poderei fazer pelo facto de não conhecer os intervenientes. Contudo por mim o Blog não morre, e, respondendo ao apelo do Chaves, escolhi este recorte das memórias da minha infância onde descrevo algumas "tolices" duma época que não foi boa, mas que hoje me ajuda a aceitar com alguma descontracção a tempestade que se aproxima. ...Nesse tempo ainda acreditava no Pai Natal. Era ele quem pela calada da noite depois de todos irem para a cama descia pela chaminé e nos trazia os presentes. Digo presentes, porque brinquedos não havia. Normalmente na bota (não havia sapato) apareciam sempre coisas de vestir. Meias, cuecas, uma camisola de lã feita pela minha mãe às escondidas, e pouco mais. Uma vez é que uma tia “rica” mandou pôr no meu “sapatinho” um pequeno carro eléctrico de lata, pintado de amarelo. Porém, houve um Natal que apareceu na chaminé uma pequena carroça de madeira e me disseram que era para levar a minha irmã a passear. Fiquei desconfiado, não acreditei, e fartei-me de fazer perguntas aos meus pais porque aquilo era grande de mais para caber num buraco tão estreito. Tanto insisti que por fim me contaram a verdade e lá fiquei a saber quem era o Pai Natal. Algumas vezes, naquele período a minha mãe levava-me a Lisboa para ver as montras enfeitadas, e eu ficava deslumbrado frente a uma montra dos Armazéns Grandela que todos os anos expunha um comboio eléctrico em miniatura atravessando rios, pontes, túneis e montanhas. Se eu pudesse ficava ali o dia todo contemplando aquele brinquedo que me era inacessível. Com o passar do tempo fui crescendo, e já em idade escolar continuava a brincar com outras crianças da minha idade. Como não tínhamos um Pai Natal para nos oferecer brinquedos, fazíamo-los nós. Latas de conserva ou de pomada de engraxar sapatos vazias, serviam para fazer carrinhos com rodas em arame. Duas latas de farinha Nestlé furadas no fundo e ligadas por um extenso cordel davam para fingir de telefone. Naquela idade, à nossa maneira éramos felizes. Qualquer coisa servia para nos divertir. Apanhávamos canas num canavial próximo e fazíamos corridas de cavalos com uma cana entre as pernas. Brincávamos às guerras empunhando espadas de cana para combater o inimigo. Também com duas compridas canas (eram de borla) atadas nas pontas e duas atravessadas ao meio, fingíamos andar de barco. Até inventámos um escorrega que me ficou bem gravado na memória! Estávamos no Verão, e, por de trás da casa do Furriel Monteiro existia uma rampa bastante inclinada com muita erva seca. Começámos a escorregar por ali abaixo com rabo sobre a erva que se foi deitando, e assim conseguimos um novo divertimento. Contudo, depois de tanto escorregar, as ervas foram desaparecendo dando lugar a uma rampa de terra poeirenta. Não me recordo o que aconteceu aos outros, mas lembro-me que ao chegar a casa e a minha mãe me viu com os calções esfarrapados no rabo, levei uma tareia que me serviu de emenda. Outro brinquedo, era arco de ferro. Todos os rapazes o tinham. Fazíamo-lo rodar com um arame grosso em forma de gancho, a que chamávamos gancheta, e quando íamos a algum lado, corríamos atrás dele e fazia de conta que era uma bicicleta. Morava em Caxias, e depois do exame da quarta classe feito em Oeiras tive de ir buscar o meu Diploma a Algés. A minha mãe não me deu dinheiro para o comboio, e eu, fingindo que não ia a pé, peguei no arco, e, de gancheta na mão, toca de correr pelo Passeio da Estrada Marginal. A Delegação Escolar situava-se no primeiro andar dum edifício no centro da localidade e, perante gente tão bem aperaltada é que me apercebi da figura ridícula com que me apresentei! Calções, Arco e Gancheta! Belos tempos... Fernando Santos Comentários: Olá meus Amigos Os meus sinceros e cordiais cumprimentos. Depois destas festa passadas espero que as vossas baterias estejam recarregadas, para terem sempre boa disposição e alegria para participarem no blog. Zé, li o texto do amigo Fernando Santos o qual não só gostei, com fez com que eu te mande uma foto minha, que tenho na minha secretária perto do computador para me recordar como as coisas eram e assim me faz manter focado no presente e no futuro com a esperança que as coisas não voltem para trás, ou melhor dizendo, não voltem, ao que era com pouca abundância de bens essenciais. Como o amigo Santos diz e é certo com tão pouco havia muita felicidade, nós fazíamos os nossos próprios brinquedos e entretimentos para passar o tempo mais feliz. Embora este tema não fazer parte exactamente da nossa escola, mas também faz parte da infância de todos nós, que vivemos nessa mesma época e assistimos a tudo isto que o amigo Fernando Santos descreveu, uns com mais, outros com menos, mas todos passamos por esse tempo das nossas vidas, era o que tínhamos. Envio esta foto que não tem a ver com os tempos da Escola mas é uma grande recordação de infância, foi tirada quando eu tinha 5 anos em frente da janela da casa onde vivi na cave do prédio do Viola, mesmo por de baixo dos “Pessas”, onde fomos muito felizes e amigos, que ainda dura essa amizade. Tenho pena de não ter melhor veia para a escrita, mas gosto de ler todos os comentários escritos por ti e dos outros colegas também, vamos sentir a falta do falecido colega Alfredo Justiça, que escrevia tão bem, mas ainda temos o Maximino, o Fernando Santos, o Q. Chaves que também escrevem muito bem, mas há mais, têm é vergonha. Zé desculpa eu ser tão chato e tentar escrever tanto e dizer tão pouco, mas sabes que sou um grande admirador e fã do teu trabalho e gostava de te dar mais apoio, mas falta me a instrução que deixei a meio, quando me ausentei para o estrangeiro. ao contrário de vocês que têm e por isso vou ficando nas covas a apreciar o bom trabalho e dedicação dos outros. Muita saúde e tudo de bom para ti e todos os Amigos Antonio Abilio..........02-01-2011 Com os aros (era este o nome não ?) das rodas das bicicletas faziam-se corridas loucas, ladeira abaixo, ladeira acima. E, amigo A. Abilio, não sei se os sapatos foram só para a fotografia, ou era dia de festa, com meias pelo meio da perna e tudo. Muito chique mesmo. Devia ser mesmo dia de festa! Durante a semana não era assim lá no Chão da Parada. O arco do F. Santos era mais dificil de obter e a guincheta então nem se fala. Para empurrar a roda do A. Abilio bastava um pequeno pau. Bom Ano para todos com muita saúde e um pouco de neve pois já se está a ver de novo a relva nalgumas partes do quintal (esta é para o A. Abilio, e o Chaves, claro...) J.L. Reboleira Alexandre ...........02-01-2011 Caro amigo J.L. Reboleira Alexandre, não me recordo se era dia de festa, mas para se tirar fotografias o mais provável ter sido, pois quanto á observação das botinhas (sapatos) eu até fui um felizardo naquele tempo, apesar de certas faltas que havia, o meu Pai foi Sapateiro antes de ser Carteiro e a minha Mãe era Costureira e por isso andava sempre, fortemente calçado com botas de sola grossa e cardadas, assim como a roupinha era a Mãe que a fazia calções normalmente para eu esfolar os joelhos e não rasgar as calças quando caia. O J.L.R.A. tem razão, o meu Popó era um Aro um modelo especial de corrida, que era para aqueles que não tinham jeito para andar de gancheta, usavam um pau ou até uma cana curta e fina. Tempos que já lá vão! Os filhos e os nossos netos perguntam agora que engenhoca é que aquela que o Pai ou o Avô tem na foto e assim temos assunto para um bocado instrutivo do tempo do Pé descalço, torna-se uma alegria mesmo assim. Quanto ao tempo aqui, acho que vamos pagar esta falta de Neve, olhe o que aconteceu em Nova York e em toda a costa Este dos Estados Unidos, ela sabe o caminho está é em "back order" Um abraço. Antonio Abilio …….03-01-2011 Aqui mesmo ao lado, temos o blog do ERO e muitas vezes não são só as fotos que nele são publicadas, a darem azo a uma boa cavaqueira entre os seus ex- alunos e não só. Nele já se falou sobre as aventuras dos carros que às escondidas esses mesmos alunos/as "tiravam" aos pais no sossego da noite e dos problemas que depois tiveram. Das paixões pelas "motos",... Enfim um numero de "tolices" que agora recordam com saudades. Tudo isto foi nos anos 50/70, depois tudo se modificou e todas estas brincadeiras foram desaparecendo aos poucos no nosso mundo português. Possivelmente os ex-alunos da Bordalo e todos os outros que a não frequentaram e não tendo carros ou motos e até um simples brinquedo para brincar tiveram que recorrer à sua imaginação e digo que até fomos felizes. Quem não teve uma "fisga", a arma por nós idolatrada? O aro duma roda de bicicleta com o pau ou gancheta? (algo sofisticado) e lá íamos todos contentes com a mãe que ia lavar a roupa ao rio ou aos tanques que existiam em alguns lugares. É bom recordar todas estas coisas do passado para que não fiquem no esquecimento e os jovens do "agora" saibam como os seus pais mesmo sem grandes meios e uma guerra infeliz pelo meio resistiram para dar uma vida melhor a seus filhos (quando digo melhor, não quero dizer mais feliz), pois todos os dias o "deus dollar e agora o deus euro" perturbam a felicidade a muitos. Eu nasci na Rua das Vacarias, uma rua que era atravessada pela Calçada 5 de Outubro (Ladeira do Charuto) e do outro lado era a Rua da Ilha (rua de alcatrão de barro) que era o ponto de encontro da pequenada da área e apesar de por vezes se brincar (à pépilon), descalço, daí saíram grandes homens para o engrandecimento da nossa terra; "mecânicos, pedreiros, pintores, empresários, electricistas e tantas outras profissões. A Bordalo e o Colégio eram apenas parte da nossa cidade e arredores, mas além disso havia outro mundo que também deve de ser relembrado por todos nós. Obrigado Fernando Santos por nos teres trazido algo que fez parte da nossa juventude. J. Chaves ………………..03-01-2011 Meus amigos. Ao que parece a minha gancheta ajudou a dar um pequeno empurrão no Blog. O Mário Capinha sugeriu umas "tolices", eu peguei no arco, o Zé Ventura acrescentou a foto, e com as vossas ganchetas o blog ganhou velocidade. António Abílio! Não tem instrução? Não se preocupe com isso homem! Venham mas é mais estórias (ou histórias)? que o pessoal de certeza vai gostar. Todos sabemos que J. L. Reboleira escreve muito bem. Quem não recorda os extraordinários textos de A. Justiça? Sabemos não possuir o talento destes dois colegas, contudo julgo não ser vergonha vir aqui lembrar algumas peripécias do nosso passado, e ainda menos ocultar que vivemos na Rua das Vacarias ou na rua da Ilha. Foi nesta Rua, no Pátio do Ti Aníbal que às Segundas Feiras (dia de Mercado) servia de "garagem" para Burros, os meus pais alugaram uma pequena habitação quando fomos viver para Caldas. Esperando não magoar os restantes intervenientes, devo salientar os textos de António Abílio e Joaquim Chaves que me fizeram recordar o tempo em que de calções esfarrapados e botas cardadas corríamos de Arco e Gancheta. Fernando Santos............05-01-2011